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Bahia já aplicou 68,7% das doses distribuídas; meta é chegar a 75% até segunda

Bahia já aplicou 68,7% das doses distribuídas; meta é chegar a 75% até segunda

Fonte: Bruno Concha/ Secom PMS

A Bahia aplicou cerca de 68,7% das doses de vacinas contra o novo coronavírus (Covid-19) distribuídas para os 417 municípios do estado até o momento.

Segundo o secretário estadual de Saúde Fábio Vilas-Boas, a meta é que esse quantitativo chegue a 75% ou mais nesta segunda-feira (1). Para isso, haverá um empenho dos órgãos de saúde.

“Vamos arregaçar as mangas (literalmente) e bater a meta de chegar segunda-feira (1) com o maior número possível de municípios com 75% ou mais”, declarou o titular da pasta em uma publicação nas redes sociais.

Dois imunizantes estão sendo aplicados na Bahia, a Coronavac – fabricada pelo Instituto Burantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac – e a vacina produzida pela Astrazeneca/Oxford junto com a Fiocruz.

Dando seguimento para a primeira etapa de imunização dos grupos prioritários, a partir desta segunda será iniciada a estratégia de atendimento às pessoas idosas a partir de 90 anos. Até o momento, profissionais de saúde, indígnas e idosos asilados foram os que receberam a vacina contra a Covid-19.

Fonte: Bahia Notícias.

 

 

 

Moradores reclamam de aglomeração em bar instalado em loteamento residencial

Moradores reclamam de aglomeração em bar instalado em loteamento residencial; assista

Foto: Leitor BN/ WhatsApp

Moradores do Loteamento Aldeia dos Pescadores, em Praia do Forte, município de Mata de São João, encaminharam ao Bahia Notícias imagens de aglomeração, provocada por uma espécie de bar privativo instalado na área interna do residencial. De acordo com a denúncia, cerca de 300 pessoas estiveram reunidas no espaço neste sábado (31). A festa avançou até à noite.

A situação confirma o temor demonstrado pelos moradores no mês de dezembro, quando o estabelecimento organizava o início das atividades. Conforme veiculado pelo Bahia Notícias, um empresário alugou um dos lotes residenciais para transformar numa espécie de clube privativo, no qual, com pagamento de R$ 500, famílias poderiam usufruir dos serviços da iniciativa até a Páscoa. Umas preocupações das famílias residentes é que a casa não não possui escoamento sanitário e a fossa existente no local pode não suportar a demanda.

À época, a divulgação do espaço comunicava que a instalação de “mobiliário e sombreiros, uma estrutura de banheiros, ducha, música ambiente e serviços para garantir todo o conforto para você e sua família usufruírem da praia da melhor maneira possível”.

“O espaço não é aberto ao público, apenas para convidados dos organizadores. Caso exista alguma outra indicação esta deve ser sugerida para aprovação”, orientava um texto distribuído via aplicativo de troca de mensagens. O texto afirma ainda que “cada participante do projeto poderá convidar outros amigos mediante taxa diária de uso sob responsabilidade do titular”.

Fonte: Bahia Notícias.

 

 

 

 

Band faz acordo com TV WA e vai exibir jogos do Brasil nas Eliminatórias da Copa do Mundo

Band faz acordo com TV WA e vai exibir jogos do Brasil nas Eliminatórias da Copa do Mundo

Foto: Lucas Figueiredo/ CBF

Mais uma emissora irá exibir os jogos do Brasil nas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2022. No último sábado (30), o apresentador José Datena, da TV Bandeirantes, anunciou uma parceria com a TV Walter Abrahão (TV WA) para que a Band também transmita as partidas da seleção brasileira em busca de uma vaga na próxima Copa. 

Na última semana, a TV WA, adquirida pelo ex-locutor esportivo Walter Abrahão, comprou 56 jogos das Eliminatórias-Sul Americanas da Copa, entre eles, alguns duelos do Brasil fora de casa.

“A parceria com a TV Walter Abrahão está fazendo a Band ser ainda mais o canal do esporte”, declarou Datena.

Segundo o repórter Gabriel de Oliveira, da TV Pop, o apresentador da Bandeirantes é amigo pessoal de Walter Abrahão, o que facilitou a negociação dos direitos de transmissão entre as empresas.

Para os jogos do Brasil como mandante, a Rede Globo segue tendo direito exclusivo para exibição das partidas. A estreia da TV WA exibindo os jogos das Eliminatórias de 2022 está prevista para o dia 25 de março, quando o Brasil irá enfrentar a Colômbia fora de casa.

Fonte: Bahia Notícias.

 

Em quatro décadas, Brasil reduz de 55% para 5% capacidade de produção de insumos farmacêuticos

Abertura comercial e atraso tecnológico reduziram competitividade da indústria. O cenário era bem diferente há 40 anos, quando o Brasil se aproximou da autossuficiência na fabricação de medicamentos, segundo a Abiquifi

Nos anos 1980, o Brasil produzia 55% dos insumos farmacêuticos consumidos no país. Hoje, esse percentual caiu para 5%, segundo dados da Abiquifi (Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos).

O tema ganhou destaque nas últimas semanas diante da necessidade de importação de insumos para a produção da vacina contra a Covid-19. A dependência da China e da Índia, sobretudo, para o fornecimento desses produtos é um dos problemas que têm atrasado o cronograma de vacinação do país.

O cenário era bem diferente há 40 anos, quando o Brasil se aproximou da autossuficiência na fabricação de medicamentos, segundo a Abiquifi.

Segundo o presidente-executivo da associação, Norberto Prestes, até a década de 1980, o país produzia metade dos insumos consumidos internamente, incluindo antibióticos, por uma questão de soberania nacional.

Nos anos 1990, porém, a indústria nacional sofreu um baque com a abertura comercial, que, ao reduzir tarifas, barateou os importados na comparação com o produto brasileiro. De acordo com o professor de economia da USP (Universidade de São Paulo) Paulo Feldmann, inicialmente, a indústria brasileira tentou acompanhar o preço da produção estrangeira, mas muitas empresas não conseguiram e quebraram, e os preços voltaram a subir.

Nos anos 1980, o Brasil produzia 55% dos insumos farmacêuticos consumidos no país. Hoje, esse percentual caiu para 5%, segundo dados da Abiquifi (Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos).

O tema ganhou destaque nas últimas semanas diante da necessidade de importação de insumos para a produção da vacina contra a Covid-19. A dependência da China e da Índia, sobretudo, para o fornecimento desses produtos é um dos problemas que têm atrasado o cronograma de vacinação do país.

O cenário era bem diferente há 40 anos, quando o Brasil se aproximou da autossuficiência na fabricação de medicamentos, segundo a Abiquifi.

Segundo o presidente-executivo da associação, Norberto Prestes, até a década de 1980, o país produzia metade dos insumos consumidos internamente, incluindo antibióticos, por uma questão de soberania nacional.

Nos anos 1990, porém, a indústria nacional sofreu um baque com a abertura comercial, que, ao reduzir tarifas, barateou os importados na comparação com o produto brasileiro. De acordo com o professor de economia da USP (Universidade de São Paulo) Paulo Feldmann, inicialmente, a indústria brasileira tentou acompanhar o preço da produção estrangeira, mas muitas empresas não conseguiram e quebraram, e os preços voltaram a subir.

“Esse movimento de abertura comercial ocorreu em toda a América do Sul, mas não ocorreu na Ásia. Em um primeiro momento, o fabricante brasileiro teve que baixar o preço para competir, mas isso não se sustentou. Como consequência, houve aumento da nossa dependência do setor externo”, afirma.

Naquela época, também foram extintas medidas de proteção à produção interna de IFA (ingrediente farmacêutico ativo), utilizado na produção de vacinas.

Atualmente, a China e a Índia são responsáveis por 74% da importação de IFA necessário para a fabricação da CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan, e da Oxford/AstraZeneca, fabricada pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

O restante é importado, principalmente, de Alemanha, Itália, Estados Unidos e Suíça, segundo a associação do setor.

Nos anos 1980, o Brasil produzia 55% dos insumos farmacêuticos consumidos no país. Hoje, esse percentual caiu para 5%, segundo dados da Abiquifi (Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos).

O tema ganhou destaque nas últimas semanas diante da necessidade de importação de insumos para a produção da vacina contra a Covid-19. A dependência da China e da Índia, sobretudo, para o fornecimento desses produtos é um dos problemas que têm atrasado o cronograma de vacinação do país.

O cenário era bem diferente há 40 anos, quando o Brasil se aproximou da autossuficiência na fabricação de medicamentos, segundo a Abiquifi.

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Segundo o presidente-executivo da associação, Norberto Prestes, até a década de 1980, o país produzia metade dos insumos consumidos internamente, incluindo antibióticos, por uma questão de soberania nacional.

Nos anos 1990, porém, a indústria nacional sofreu um baque com a abertura comercial, que, ao reduzir tarifas, barateou os importados na comparação com o produto brasileiro. De acordo com o professor de economia da USP (Universidade de São Paulo) Paulo Feldmann, inicialmente, a indústria brasileira tentou acompanhar o preço da produção estrangeira, mas muitas empresas não conseguiram e quebraram, e os preços voltaram a subir.

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“Esse movimento de abertura comercial ocorreu em toda a América do Sul, mas não ocorreu na Ásia. Em um primeiro momento, o fabricante brasileiro teve que baixar o preço para competir, mas isso não se sustentou. Como consequência, houve aumento da nossa dependência do setor externo”, afirma.

Naquela época, também foram extintas medidas de proteção à produção interna de IFA (ingrediente farmacêutico ativo), utilizado na produção de vacinas.

Atualmente, a China e a Índia são responsáveis por 74% da importação de IFA necessário para a fabricação da CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan, e da Oxford/AstraZeneca, fabricada pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

O restante é importado, principalmente, de Alemanha, Itália, Estados Unidos e Suíça, segundo a associação do setor.

“O Brasil não produz mais nenhum antibiótico. O que estamos vivendo na ciência, com essa dificuldade de insumos, não é uma questão pontual. O Brasil nunca trabalhou na vanguarda, sempre menosprezou a própria capacidade tecnológica”, critica Prestes.

De acordo com o diretor da faculdade de economia da PUC-SP, Antônio Corrêa de Lacerda, um processo de abertura comercial bem conduzido tende a estimular a produtividade e a competitividade da economia. No caso do Brasil, no entanto, houve aumento de desemprego e falência de empresas, diz o economista.

“Tivemos um conjunto de erros. Houve concorrência enviesada que propiciou um aumento de produtos importados de forma insustentável. Com a mudança tarifária, ficou mais barato importar um produto final em vez de obter insumos para a produção. Como resultado, o país teve aumento de dependência de importação e um processo de desindustrialização”, afirma.

Segundo o economista-chefe do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial), Rafael Cagnin, a dependência de insumos importados na indústria farmacêutica não é uma questão restrita ao Brasil.

“Há dependência de insumos da China e da Índia também em outros países, mas a pandemia trouxe um alerta às cadeias globais de que é possível haver rupturas de fornecimentos em quadros excepcionais não somente na pandemia, mas em outros eventos que podem se tornar mais frequentes, como desastres ambientais”, disse.

Para Renato Kfouri, diretor da Sbim (Sociedade Brasileira de Imunizações), embora o Brasil seja referência no Programa Nacional de Imunização, faltou ao país uma visão de longo prazo para situações emergenciais .

Segundo Kfouri, vacinas de alta tecnologia demandam investimentos contínuos e de longo prazo em equipamentos, laboratórios de biossegurança, pesquisa e desenvolvimento, capacitação e produção de insumos e matérias-primas.

“Ao mesmo tempo que a gente tem grandes laboratórios, técnicos bem formados e capacitados, não há um grande investimento. Acabamos ficando muito dependentes do mercado internacional, que normalmente tem preços muito baratos”, disse.

Apesar do benefício no curto prazo, com a importação de produtos mais baratos do que o Brasil é capaz de produzir, Kfouri ressalva que, em situações emergenciais de saúde pública, como a pandemia do coronavírus, o país acaba ficando para trás na fila dos insumos, tornando-se incapaz de produzir a vacina.

Prestes, da Abiquifi, também destaca a falta de investimento em inovação como um dos principais problemas do Brasil. Ele critica, por exemplo, o foco em medicamentos genéricos da indústria farmacêutica nacional, produtos que em sua visão são, na prática, cópias de outros já desenvolvidos.

“A gente não tem uma política pública de incentivo à produção nacional, não tem premiação para isso. O governo poderia incentivar: ‘quanto mais pesquisa você fizer, mais eu vou premiar, eu compro de você o que for inédito, eu ajudo você a investir’”, afirma.

A falta da tecnologia necessária para a produção de testes da vacina obrigou a Farmacore a fazer uma parceria com uma empresa americana. A startup brasileira, com sede em Ribeirão Preto (SP), está desenvolvendo um imunizante brasileiro contra o coronavírus.

“Nosso maior entrave foi na hora de produzir o lote piloto da vacina, porque o Brasil não tem capacidade instalada para produzir os testes em fase 1. Como o país não tem essa tradição, tivemos que fazer essa produção nos Estados Unidos”, afirma Helena Faccioli, presidente da Farmacore.

“A intenção agora é trazer essa tecnologia para o Brasil por meio de processo de transferência e produzir nacionalmente todos os insumos”, diz.

Um movimento nessa direção foi a criação, pelo MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações), da Rede Vírus. O projeto envolve unidades de pesquisa, institutos de ciência e tecnologia e laboratórios que, em conjunto, atuam na produção de conhecimento sobre o coronavírus.

Segundo Prestes, o grupo apoia iniciativas de vacinas que estão sendo desenvolvidas pela academia e por startups, mas falta ao grupo a participação estratégica da indústria.

“É uma pena que a indústria não esteja nesse processo de inovação. Ela não liderou isso. Ela não viu isso como uma maneira de ganhar visibilidade, de promover a própria marca no mundo”, afirma.

O Instituto Butantan está construindo desde novembro um laboratório especializado para a produção do IFA. De acordo com o gerente de Parcerias Estratégicas e Novos Negócios do instituto, Tiago Rocca, as obras devem ser concluídas no fim de setembro.

“Depois dessa obra, com equipamentos instalados e a planta em operação, vamos precisar de uma certificação da Anvisa. A partir daí, vamos poder executar a transferência de tecnologia e produzir nacionalmente o IFA”, explica.

Em nota, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) afirmou que aguarda a chegada do primeiro lote de IFA importado da China para iniciar a produção nacional de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Não há previsão de chegada ao país.

A instituição espera a emissão da licença de exportação, a conclusão de procedimentos alfandegários e afirma que mantém o cronograma de entrega de 210,4 milhões de vacinas em 2021.

“A Fiocruz está com todas as suas instalações prontas para iniciar a produção, mas ainda depende da chegada do IFA”, afirma.

Além da compra de insumos da China, a instituição negocia com o Instituto Serum, da Índia, a importação de doses adicionais de vacinas prontas.

As informações são da FolhaPress

Feira: Ônibus voltam a operar serviço após paralisação por atraso de salário

Feira: Ônibus voltam a operar serviço após paralisação por atraso de salário

Foto: Breno Antônio/ Revista dos Ônibus.

Rodoviários de Feira de Santana voltaram às atividades após paralisação nesta terça-feira (26). Segundo a prefeitura, desde as 5h30 desta quarta-feira (27), os ônibus – incluindo os do BRT, Bus Rapid Transit – já circulavam pela cidade. A volta ao trabalho se deve a um acordo entre os trabalhadores representados pelo sindicato [Sintrafs] e representantes das duas empresas que operam o serviço, Rosa e São João.

No entanto, não foram informados os detalhes do acordo. Durante a paralisação, os rodoviários cobravam o pagamento de salários atrasados. Em nota, a prefeitura disse que “desde a primeira paralisação, no último dia (21), adotou todas as providências necessárias para restabelecer a operação deste serviço essencial à população”.

 

Fonte: Bahia Notícias

Com dificuldade para comprar Sputnik V, Rui avalia adquirir outra vacina chinesa para Bahia

Com dificuldade para comprar Sputnik V, Rui avalia adquirir outra vacina chinesa para Bahia

Foto: Fernando Vivas/ GOV BA

O governador da Bahia, Rui Costa, afirmou nesta quarta-feira (27) que estuda adquirir a vacina contra Covid-19 produzida pelo laboratório estatal chinês Sinopharm. A medida surge como opção diante das dificuldades do estado de comprar a Sputnik V, imunizante produzido pelo governo russo, que não recebeu aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no Brasil. Devido à negativa, a Bahia ingressou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar o órgão a analisar e autorizar a distribuição da vacina.

Caso consiga acordo com a Sinopharm, o Brasil teria duas vacinas chinesas em aplicação no país. Produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceira com o Instituto Butantan, de São Paulo, a Coronavac foi o primeiro imunizante a ser usado em campanha de vacinação em massa contra Covid-19 em solo brasileiro.

“A Coronavac tem apenas autorização emergencial, tanto na China quanto no Brasil. A outra tem autorização de uso definitivo pela agência reguladora chinesa. Mandei ofício para o laboratório para saber se há disponibilidade de doses, tanto para a Bahia quanto para o Brasil”, revelou Rui, em entrevista ao “Isso é Bahia”, programa da rádio A TARDE FM em parceria com o Bahia Notícias.

Ao falar sobre a Sinopharm, o governador voltou a criticar a Anvisa pelos procedimentos para aprovar uma vacina no Brasil. “Se o laboratório responder que tem doses, a Anvisa não vai aprovar porque não passou não testes no Brasil, sendo que ela já foi aprovada em larga escala na China. Ou seja, a Anvisa vai ter aprovado a vacina que só teve autorização emergencial na China [a Coronavac], mas não vai ter aprovado a que teve autorização definitiva”, ironizou.

O petista disse também que a Sinopharm desistiu de testar sua vacina no Brasil por causa da burocracia imposta pela Anvisa. “O que eles disseram, em conversas informais, é ‘Olha, não vamos insistir em fazer no Brasil quando a postura é de protelar, colocar dificuldades.’ Quem quer fazer procura uma forma. Quem não quer fazer, procura uma desculpa”, criticou.

Rui não descartou a possibilidade de governadores se reunirem para adquirir, em conjunto, vacinas contra Covid-19, caso o governo federal não compre quantidade de doses suficiente para distribuição no país.

“Nossa posição é muito clara, assim como a de outros governadores. O Brasil, historicamente, é reconhecido pela sua tradição em campanhas de vacinação. No meu entender, não devemos mudar aquilo que tem cem anos no Brasil, que a política de vacinação é coordenada, executada a partir de planejamento do governo federal. Apesar desse governo, que na minha opinião, é o pior da história de qualquer época, acho que não devemos mudar isso”, afirmou.

“Se necessário for, se o governo federal não fizer aquisição, por qualquer razão, nós admitimos, sim, eventualmente, fazer compras diretas do laboratório fabricante da vacina. Não compraremos de qualquer intermediário. Espero que isso não seja necessário”, enfatizou.

Fonte: Bahia Notícias

 

 

 

Após mudança na cúpula da SSP-BA, governo altera comandos nas polícias Civil e Militar

Após mudança na cúpula da SSP-BA, governo altera comandos nas polícias Civil e Militar

Foto: Elói Corrêa/ GOV BA

Uma série de mudanças em postos de comando da Polícia Civil e da Polícia Militar baianas foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (27). Alguns destaques são o delegado José Alves Bezerra Júnior, que deixa a diretoria do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para assumir o Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco). Enquanto isso, o delegado Marcelo Sansão, exonerado do Draco, não foi alocado em nenhuma outra diretoria nesta publicação.

Essas mudanças ocorrem semanas após o governador Rui Costa (PT) nomear um novo secretário de Segurança Pública, Ricardo Mandarino, e novos comandante-geral da PM, coronel Paulo Coutinho, e delegada-geral da Polícia Civil, Heloísa Brito. Eles assumiram os cargos em decorrência da exoneração de Maurício Barbosa, que por anos esteve à frente da SSP-BA.

O antigo titular da pasta deixou o governo em dezembro, sob determinação judicial, por ter sido atrelado ao esquema criminoso de venda de sentenças ligadas à disputa de terras no Oeste da Bahia. Segundo os investigadores, Barbosa teria atuado para blindar os desembargadores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e demais suspeitos que operavam o esquema.

Com isso, o governador escolheu Mandarino para comandar a pasta e uma reestruturação nos postos internos vem sendo feita desde então. Confira as mudanças nas seguintes diretorias da Polícia Civil:

  • Departamento de Inteligência Policial (DIP): sai José Eduardo de Oliveira Barbosa, assume Edenir de Macedo Cerqueira;
  • Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP): sai José Alves Bezerra Júnior, assume Andréa Barbosa Ribeiro Magalhães Ribeiro;
  • Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco): sai Marcelo Costa Sansão, assume José Alves Bezerra Júnior;
  • Departamento de Polícia Metropolitana (Depom): sai Maria Fernanda Porfírio de Sousa, assume Cristiane Inocência Xavier Rodrigues Coelho;
  • Departamento de Polícia do Interior (Depin): sai Flávio Augusto de Andrade Gois, assume Rogéria da Silva Araújo;
  • Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP): assume Flávio Augusto de Andrade Gois;
  • Academia da Polícia Civil: assume Joelma Jezler Franco Palmeira;

PRINCIPAIS MUDANÇAS NA PM:

  • Comando de Policiamento Especializado da Polícia Militar: sai coronel PM Antônio Sérgio Albuquerque Freire, assume coronel PM Jorge Ubirajara Pedreira;
  • Comando de Policiamento Regional da Capital – Atlântico: sai coronel PM Manoel Xavier de Souza Filho, assume coronel PM Antônio Souza Sampaio Júnior;
  • Comando de Policiamento da Região Norte: sai coronel PM Nilton Paixão Silva Santos; não foi nomeado um novo comandante;
  • Comando de Policiamento da Região Sul: sai coronel PM Marcelo Luiz Brandão Teixeira, assume coronel PM Vanderval Meneses Ramos;
  • Comando de Policiamento da Região Leste: sai coronel PM Luziel Andrade de Oliveira, assume coronel PM Nilton Paixão Silva Santos.

 

         Fonte: Bahia Notícias

 

 

 

 

 

Ipac transfere para Secult atribuição de administrar largos do Pelourinho

Ipac transfere para Secult atribuição de administrar largos do Pelourinho

Foto: Jamile Amine/ Bahia Notícias

Através de uma Portaria publicada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (26), o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural do Estado da Bahia (Ipac) transferiu para a Secretaria de Cultura (Secult) a atribuição de administrar os largos Tereza Batista, Pedro Archanjo e Quincas Berro D’Água, localizados no Pelourinho, em Salvador.

Para justificar o repasse da responsabilidade, o Ipac destaca que “os espaços culturais do Centro Histórico devem servir como locais de criação, intercâmbio e qualificação de criadores culturais e ainda para a difusão e circulação de produção cultural”, além de serem “referência cultural para os territórios nos quais estão inseridos, permitindo o acesso livre à comunidade e à sociedade civil”.

O Ipac pontuou ainda que com a Portaria nº 279, de 06 de dezembro de 2017, os largos foram destinados à realização de atividades de “natureza cultural”, destacou que a Secult é responsável pela gestão e conteúdo cultural dos espaços e lembrou que é atribuição da pasta também a dinamização e atendimento das demandas culturais.

Diante dos argumentos citados acima, o Ipac resolve “repassar à Secult a gestão administrativa e cultural, o acompanhamento técnico e demais responsabilidades inerentes à gerência dos espaços denominados Largo Tereza Batista, Largo Pedro Archanjo e Largo Quincas Berro D’Água”.

O órgão determinou ainda que obras e intervenções, por serem atribuições regimentais do Ipac, seguem sob responsabilidade da autarquia, mas “vinculados à disponibilidade orçamentária da Secult”. Por fim, ficou decidido que “casos omissos serão dirimidos entre o Ipac e Secult”. A portaria nº 006, de 25 de janeiro de 2021, entra em vigor a partir da publicação, nesta terça.

Fonte: Bahia Notícias

Enem registra 55,3% de abstenção no segundo dia de provas e bate recorde de faltas

Com base em dados ainda preliminares, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) informou neste domingo (24) que o segundo dia do Enem registrou 55,3% de abstenção. Um recorde no histórico do exame.

O índice superou o observado no primeiro dia do exame, no domingo (17), quando havia sido registrada a marca de 51,5%.

Os números foram apresentados pelo presidente do instituto, Alexandre Lopes, em coletiva à imprensa. Segundo ele, 2,4 milhões de inscritos compareceram para fazer as provas de Ciências da Natureza e Matemática, contra um total superior a 3 milhões de ausentes. “Foi mais do que a gente estava esperando”, afirmou.

Ele, no entanto, defendeu a realização do Enem. “O Inep não pode parar”, disse. Questionado sobre a aplicação do exame em meio ao agravamento da pandemia da Covid-19, Lopes afirmou que, para os mais de 2 milhões de inscritos que compareceram às provas nos dois domingos, foi uma decisão importante.

“Você tem que perguntar a eles. Tivemos milhões de pessoas interessadas em fazer o Enem. Prepararam-se, foram ao local das provas, fizeram as provas”, disse o presidente do Inep. “E, porque o fizeram, vão poder concorrer às vagas do Sisu no primeiro semestre de 2021”.

O Sisu é o Sistema de Seleção Unificada do Ministério da Educação, que usa as notas do Enem para ingresso em instituições de ensino superior públicas.

Também presente à coletiva, delegado Cleo Mazzotti, da Polícia Federal, afirmou que o Enem foi realizado sem incidentes, seja no aspecto da segurança ou quanto à lisura do exame

De acordo com Lopes, os inscritos que se sentiram prejudicados por incidentes logísticos durante a aplicação dos exames nos dois dias de provas poderão solicitar a reaplicação. Ele encorajou os inscritos que não fizeram as provas a fazer a solicitação.

O pedido deverá ser feito pela página do participante a partir de meio-dia desta segunda-feira (25) até a sexta-feira (29). Os casos, frisa o instituto, serão avaliados individualmente. A reaplicação está prevista para os dias 23 e 24 de fevereiro.

Em relação ao Amazonas, frisou o presidente do Inep, os inscritos não precisam fazer o pedido de reaplicação. Ela será feita para todos os candidatos. Por enquanto, segundo Lopes, as datas estão mantidas.

O mesmo ocorreu para 13,7 mil inscritos que comunicaram ausência nos dois domingos de aplicação do exame em razão de terem contraído doenças infectocontagiosas, incluindo a Covid-19.

A realização do exame no momento em que a pandemia do novo coronavírus se agravou foi criticada por diferentes setores da sociedade, mas o governo decidiu mantê-lo.

Mais cedo neste domingo, em São Paulo, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse que foi correto prever a alta abstenção para organizar as salas. “Se houve esse pensamento, de que a abstenção seria de pelo menos 30%, então estávamos certos porque ela foi de 51%”, afirmou Ribeiro.

“Temos que ver o outro lado também, e não estou querendo defender ninguém, mas imagine, se tivéssemos contratado tudo [número de salas suficiente], o valor de dinheiro público que haveríamos de usar.”

O titular da Educação acompanhou a entrada dos candidatos que foram fazer o segundo dia de provas do Enem neste domingo. Ele escolheu visitar a escola estadual Cesar Martinez, em Moema, bairro nobre de São Paulo.

Segundo ele, pela gestão “séria e responsável” do dinheiro público foi correto ter contado com a alta abstenção para organizar os locais de prova, ou seja, sem ampliação suficiente do número de salas para garantir que todas só tivessem 50% de candidatos.

 

“Gastamos mais de R$ 700 milhões do Tesouro para a aplicação do Enem neste ano. Imagine se não tivesse feito uma mínima previsão [de abstenção] aí as coisas ficariam mais difíceis”, disse o ministro.

Juíza de Manaus proíbe aplicação de segunda dose de vacina em quem furou fila

A juíza Jaiza Maria Pinto Fraxe, da 1ª vara Cível da Justiça Federal do Amazonas, ordenou a não aplicação da segunda dose da vacina em Manaus para quem furou a fila. A juíza ainda determinou que o município informe todos os dias a lista de vacinados, sob pena de multa diária de R$ 100 mil. A ação foi ajuizada pelos Ministérios Públicos Federal e do Trabalho, pelo Estado do Amazonas, Defensorias Públicas e Tribunal de Contas.

Ao analisar o caso, a juíza observou que é fato público e notório os inúmeros desvios na distribuição e aplicação das vacinas que vem ocorrendo na cidade de Manaus, sendo destaque no noticiário nacional. Ela contou que, através de inspeções, foram detectadas irregularidades na aplicação dos imunizantes, entre eles, com aplicações da vacina em médicos recém-formados, que haviam iniciado o trabalho um dia antes da campanha. Também foi observado a vacinação de advogados e donos de empresas que não integram o grupo prioritário.

Para a magistrada, a secretária de Saúde que também foi apontada por furar a fila da vacina não possuía o direito à imunização. “Visitar unidades de saúde não é estar na linha de frente”, declarou. Quanto aos empresários que também furaram a fila, a juíza ressaltou: “Se todo proprietário de empresa de alimentos tiver o mesmo direito, nenhum profissional de saúde terá mais vacinas. Os profissionais de alimento que porventura terão direito são os que servem os doentes nos quartos, que estão na linha de frente e tem contato com o vírus”, disse na sentença.



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