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:: 14/jan/2021 . 22:49

Greve dos caminhoneiros está prevista para 1º de fevereiro, diz presidente da ANTB

De acordo com o presidente da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, a greve dos caminhoneiros, que está prevista para acontecer no próximo dia 1º de fevereiro, vem acumulando adesões e poderá ser maior do que a realizada em 2018. Os trabalhadores estão cada vez mais insatisfeitos, principalmente acerca do preço do diesel e das promessas não cumpridas após a histórica greve no governo Temer.

As dúvidas sobre a paralisação ocorrer durante a pandemia foram sanadas após a declaração do presidente da Associação em entrevista ao Broadcast, na qual afirma não ver problema em realizar uma greve nesse período. Vale ressaltar que a ANTB representa cerca de 4,5 mil caminhoneiros, segundo a BP Money.

“A pandemia nunca foi problema. A categoria trabalhou para cima e para baixo durante a pandemia. Muitos caminhoneiros ficaram com fome na estrada com os restaurantes fechados, mas nunca parou”, afirma Stringasci.

O porta-voz da categoria destaca que a alta do preço do diesel é o principal motivador da greve, mas conquistas obtidas na paralisação de 2018, que chegou a prejudicar o abastecimento em várias cidades, também estão na lista de dez itens que estão sendo reivindicados ao governo para evitar a greve.

“Esse (diesel) é o principal ponto, porque o sócio majoritário do transporte nacional rodoviário é o combustível (50% a 60% do valor da viagem) Queremos uma mudança na política de preço dos combustíveis”, informa.

“Eu creio que a greve pode ser igual a 2018. A população está aderindo bem, os pequenos produtores da agricultura familiar também. Se não for igual, eu creio que vai ser bem mais forte do que 2018”, alerta.

Colapsada, Manaus tenta importar oxigênio da Venezuela

Com um novo pico de casos da Covid-19, o governo do Amazonas informou que está com uma demanda por oxigênio quase três vezes superior ao que seus fornecedores são capazes de entregar para abastecer as unidades de saúde da rede estadual.

As empresas aumentaram a produção ao limite e buscam soluções de importação do insumo. A White Martins, principal fornecedora de oxigênio para o governo do Amazonas, informou que atua para viabilizar a importação do produto da Venezuela para suprir a alta demanda.

O país vizinho, que vive uma grave crise humanitária, seria uma das opções mais viáveis para a importação do oxigênio pela proximidade geográfica e pela disponibilidade do insumo.

A capital do Amazonas vive um cenário de recorde de hospitalizações por Covid-19 e escassez de oxigênio nos hospitais. O insumo faltou em diversos hospitais da rede pública nesta quinta-feira (14), resultando na morte de pacientes por falta de oxigenação, segundo relato de médicos.

A explosão de novos casos da Covid-19 fez com que a demanda por oxigênio chegasse a 76 mil metros cúbicos diários.

Por outro lado, a produção diária de White Martins, Carbox e Nitron, que são as três fornecedoras do insumo para o governo do Amazonas, é 28,2 mil metros cúbicos por dia.

Para tentar suprir a demanda extra, o governo federal tem buscado o insumo em outros estados. Nesta quarta , o Amazonas recebeu 22 mil metros cúbicos de oxigênio transportados pela Força Aérea Brasileira.

O estado já havia recebido uma remessa de 50 mil metros cúbicos, vinda de Belém por via fluvial, na segunda (11). A quantidade do insumo, contudo, foi insuficiente para atender a demanda dos hospitais.

“A demanda surpreendeu um dos maiores conglomerados de gases medicinais do mundo”, disse o secretário de Saúde ao Amazonas, Marcellus Campêlo.

Em nota, a White Martins informou que tem mobilizado todos os esforços para suprir a demanda exponencial de oxigênio, que já aumentou cinco vezes nos últimos 15 dias.

A empresa tem capacidade de produção de 25 mil metros cúbicos por dia e está operando no limite máximo de sua capacidade. Toda a produção de oxigênio da unidade foi destinada ao segmento hospitalar.

A empresa também fez um requerimento à Anvisa para que a agência autorize a flexibilização temporária, em caráter excepcional, do percentual mínimo de pureza do oxigênio medicinal produzido no estado do Amazonas. Dessa forma, a porcentagem mínima seria alterada para 95%. Esta flexibilização poderá aumentar a capacidade produtiva da planta de Manaus em cerca de 2.000 metros cúbicos diários.

O pico de demanda por oxigênio registrado nos últimos dias no Amazonas não tem paralelo com qualquer outro momento da pandemia.

Em abril de 2020, quando Manaus enfrentou o primeiro pico da doença e precisou abrir até covas coletivas para enterrar as vítimas da Covid-19, a demanda por oxigênio não superou 30 mil metros cúbicos diários. Antes da pandemia, a demanda não chegava a metade disso.

De acordo com o secretário de Atenção Especial à Saúde do Ministério da Saúde, Franco Duarte, o aumento repentino da demanda foi impulsionado pela explosão de casos de Covid-19 no estado.

Nesta quarta-feira (13), a cidade bateu um novo recorde negativo: foram 2.221 novas hospitalizações só nos 12 primeiros dias de janeiro. O número é maior do que o total de internações registradas em todo o mês de abril, primeiro pico da pandemia no Amazonas.

Em entrevista à imprensa na quinta-feira (14) o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC) anunciou que terá de transferir doentes para tratamento em outros estados, em função do desabastecimento de oxigênio.

O governador também decretou toque de recolher entre 19h e 6h, exceto a pessoas ligadas a atividades essenciais que são saúde, segurança e imprensa como tentativa de diminuir a circulação e infecção de pessoas.

Com recorde de mortes e funerárias sob pressão, Portugal começa novo lockdown

Após três semanas de crescimento acelerado dos casos de Covid-19 que deixaram o país com a quarta maior taxa de letalidade por milhão de habitantes da União Europeia, Portugal entra nesta sexta-feira (15) em um novo período de confinamento geral.

Além dos hospitais, os serviços funerários estão sob pressão: nunca, neste país de pouco mais de 10 milhões de habitantes, morreu tanta gente ao mesmo tempo. Somando-se os óbitos por Covid aos ocorridos por outras razões, a média diária de mortes tem sido superior a 500 pessoas há nove dias consecutivos. Algo inédito.

Portugal também vive um inverno rigoroso, algo pouco comum, e a onda de frio, segundo especialistas, contribui para o aumento da cifra. Nesta semana, já houve dois dias com mais de 600 mortes. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, há mais de 40 anos essa marca não era atingida. As últimas vezes ocorreram em 14 e 15 de junho de 1981, após uma onda de calor sem precedentes.

Sobrecarregadas, as funerárias portuguesas já pedem ajuda. Carlos Almeida, presidente da Associação Nacional das Empresas Lutuosas, pediu aos hospitais que aumentem a capacidade de área refrigerada para armazenamento de corpos. “Já há cadáveres em salas refrigeradas a uma temperatura não ideal, mantida com ar condicionado”, afirmou ele à agência Lusa.

Atualmente, há filas para enterros e cremações em várias partes do país. Em Lisboa, a espera pela cremação pode chegar a 72 horas. Normalmente, esse prazo não ultrapassava 24 horas.

Em uma tentativa de travar o crescimento de infecções e mortes, Portugal volta agora a um lockdown semelhante ao implementado em março e abril. Quase todo o setor de comércio e serviços fechará as portas outra vez, incluindo salões de beleza, academias de ginásticas e atividades culturais. Restaurantes passam a funcionar apenas com serviço para viagem.

Dessa vez, porém, o governo optou por manter escolas e universidades abertas.

Embora o tema não tenha sido consenso, o premiê António Costa (Partido Socialista) justificou a decisão com “a necessidade de não voltar a sacrificar a atual geração de estudantes”.

Oficialmente, as medidas têm validade de 15 dias, e após esse período é preciso renová-las. O primeiro-ministro já adiantou, no entanto, que elas não devem durar menos de um mês.

Além das escolas, seguem abertas igrejas e outros templos religiosos, ainda que com restrições de lotação e medidas de proteção e distanciamento social obrigatórios. O esporte profissional, incluindo o campeonato nacional de futebol, também não será interrompido –não haverá público nos estádios.

Devido ao pleito presidencial, no dia 24, está prevista uma liberdade especial de circulação aos eleitores.

Após um período inicial de bom controle da pandemia, o governo tem sido criticado nesta nova alta de infecções. Enquanto outros países europeus escolheram apertar as restrições no Natal, Portugal foi no sentido inverso e afrouxou as regras no período entre 23 e 26 de dezembro.

Não houve, por exemplo, limite máximo de pessoas para as celebrações nem proibições de viagens.

Mesmo com a intensificação das restrições no Ano Novo, especialistas veem consequências graves na decisão de flexibilizar as medidas no período do Natal. Desde março, Portugal registrou 517.806 casos confirmados e 8.384 mortes por Covid-19.

Liderados por Whindersson, personalidades doam cilindros de oxigênio para o Amazonas

O comediante Whindersson Nunes deu início a uma campanha de doações de cilindros de oxigênio para o estado do Amazonas que vem sofrendo com a falta do material. Ao todo, de acordo com o artista, já foram arrecadados até esta quinta-feira (14), 40 cilindros de 50 litros cada.

De acordo com o humorista, o também comediante Tirulipa, a atriz Tatá Werneck e os cantores Tierry e Simone já confirmaram a doação. “Estou no whats com a galera. Vai dar certo pivete”, disse Whind em postagem nas redes sociais.

Além deles, outros artistas comentaram na postagem. O jogador do Everton (ING) e da seleção brasileira e a cantora Marília Mendonça já entraram em contato com o comediante, o que pode fazer a contagem de doações aumentar ainda mais.

O Amazonas vem passando por uma crise por conta da segunda onda do novo coronavírus e já acontece a falta de oxigênio nos hospitais. Na última terça (12), Manaus tinha taxa de ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de 90% na rede pública e 93% da rede privada, mas 58 pacientes estavam na fila por um leito de UTI nos hospitais de referência, 36 na capital e outros 22 no interior do estado.

Também houve recorde de sepultamentos em Manaus nos primeiros dias do ano, com média diária de 111 enterros, bem acima das médias registradas nos meses de abril (93 por dia) e maio (76 por dia) do 2020. Nesta quarta-feira, foram 198 enterros.

TRE-BA nega pedido de candidato derrotado do PT que questionou segurança das urnas

Derrotado na eleição em Salvador, o postulante a vereador Carlos Alves (PT) recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) e pediu auditagem e perícia de todas as urnas eletrônicas utilizadas no primeiro turno das eleições do ano passado. Ele, no entanto, teve o pedido negado pela juíza Maria Mercês Mattos Miranda Neves, da 12ª Zona Eleitoral da capital baiana. A informação está contida na edição desta sexta-feira (15) do diário oficial da Corte eleitoral, publicada nesta quinta-feira (14).

Na petição, o petista fala, sem provas, “das mais expressivas e graves irregularidades detectadas no sistema eletrônico de votação em nosso Estado”. “É de se imaginar, portanto, que o sistema eletrônico de votação operou de forma vulnerável em nosso Estado, o que pode ter viabilizado a ocorrência de fraudes durante o último pleito, já que falhou a principal garantia de confiabilidade do sistema”, argumentou.

Alves ainda sugeriu que existem denúncias de que os votos em brancos e os que foram justificados teriam sido distribuídos para os demais candidatos, “comprometendo todo o sistema de segurança”.

Na sentença, a magistrada ressalta que as denúncias apresentadas pelo político derrotado no pleito de 2020 foram retiradas a partir de manifestações feitas em redes sociais. ”De outra banda, não é novidade que, nos últimos anos, o ambiente virtual tem servido a propósitos espúrios, de verdadeiro ataque à democracia. O mal, nominado desinformação, tem se espalhado e contaminado a liberdade de escolha de muitas pessoas”, escreveu a juíza.

Ela ainda alertou que as denúncias apresentadas pelo candidato sobre transferência dos votos para outros postulantes não possuem “qualquer meio de convencimento válido para utilização em juízo”.

Para a juíza, “independente do que o autor da contenda possa ter lido em sites, ou redes sociais, é de fundamental importância proceder à checagem de fatos, para assegurar a veracidade do conteúdo, antes de assimilá-lo”. Para ela, “informações falsas ou descontextualizadas, propositalmente ou não, colaboram com a corrente antidemocrática que busca desestabilizar os fortes pilares em que foram estabelecidas as eleições no Brasil.”

Por fim, a magistrada ainda ressalta que Carlos Alves “não traz nenhum elemento de prova que corrobore a sua alegação, tampouco apresenta fatos novos que comprometam a lisura do pleito municipal, tendo a peça vestibular se baseado apenas em conjecturas.”

ONDA DE ATAQUES A DEMOCRACIA
A deslegitimação ao sistema democrático ganhou força nos últimos meses após a derrota de Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, na sua tentativa de reeleição. Derrotado por Joe Biden, ele adotou a tática de questionar a lisura das eleições norte-americanas. Após utilizar todas as táticas de invalidação do pleito, sem êxito, ele inflamou sua militância que, na última semana, invadiu o Capitólio, Congresso norte-americano. O protesto culminou na morte de cinco pessoas.

No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), apoiador de Trump, é um dos maiores questionadores do voto em urna eletrônica. Na semana passada, ele novamente sugeriu a ineficácia do método de votação utilizado no Brasil e disse que, em 2022, haveria a possibilidade de haver conflitos semelhantes aos que foram registrados nos Estados Unidos. O pleito norte-americano, contudo, ainda utiliza o voto impresso, defendido pelo presidente brasileiro.



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