WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

secom bahia

secom bahia

embasa


(74) 99106-4031

maio 2022
D S T Q Q S S
« abr    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  


:: ‘Política’

Ciro luta contra a história

“O dia 1◦ de outubro de 2022 será o dia em que Ciro poderá chutar a porta da história”, escreve Ricardo Cappelli

Ciro Gomes é um dos quadros mais extraordinários do Brasil. Sua indignação com a situação nacional é a mesma de milhões de patriotas. O ex-governador exala uma rebeldia que contagiou parcelas expressivas da juventude.

Comecei minha vida política como brizolista, com muito orgulho. Em 1989, com apenas 17 anos, saí de casa com o peito estufado e um lenço vermelho no pescoço para votar no saudoso Leonel. Se pudesse voltar no tempo, faria tudo de novo.

Minha simpatia pelo nacionalismo trabalhista me rendeu muitos rótulos. Vivemos a era do instantâneo líquido de Bauman. Duas palavras e dois segundos já são suficientes para te marcar para sempre. Antipetista e Cirista foram alguns dos rótulos que colecionei.

Tenho na minha estante com orgulho o livro “Projeto Nacional: O Dever da Esperança”.  Leitura obrigatória para todos aqueles que amam o nosso chão. Pode-se concordar ou discordar de Ciro, mas é impossível ignorá-lo.

O adversário de Ciro em 2022 não é alguém com posições mais à esquerda ou um programa econômico mais revolucionário e transformador. Talvez o pedetista não tenha se dado conta, mas ele luta contra a própria história.

Não existe justiça na história, ela não é decidida através de um concurso.  A história é uma mistura da famosa luta de classes com um conjunto de acasos e coincidências que vão tratando de encaixar personagens no tempo.

E não há qualquer dúvida de que ainda vivemos o tempo histórico de Lula. O ex-presidente ainda mora no coração dos brasileiros. É a nossa maior liderança popular viva, talvez a maior de todos os tempos.

Viveremos em 2022 uma batalha sem precedentes. Nunca antes um presidente no cargo enfrentou um ex-presidente. Nunca o país foi governado por forças assumidamente de extrema-direita. Nunca estivemos tão perto de consolidar uma República das Milícias.

Como escreveu o insuspeito Elio Gaspari, escritor consagrado da autopsia do Regime Militar, nunca estivemos tão perto de um novo AI-5.

Partido político existe pra disputar poder, claro. E o PDT não teria sentido se não fosse para disputar a liderança da esquerda brasileira. Partido político que se contenta em ser coadjuvante planeja a irrelevância.

Ciro tem todo o direito de seguir com a sua candidatura e defender as suas ideias durante a campanha eleitoral. Ninguém tem o direito de exigir dele a renúncia às suas convicções.

E é justamente por essas convicções e por seu compromisso com o povo brasileiro que o dia 1◦ de outubro de 2022 será o dia em que Ciro poderá “chutar a porta da história”.

Teríamos um final épico se a batalha de todos os tempos entre dois gigantes fosse decidida na véspera do primeiro turno por um inesperado ato de rebeldia patriótica.

Há muitas formas de entrar para a história. Existe uma vaga reservada para Ciro nela.

Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do colunista.

Fonte: 247

Órfãos da terceira via já discutem outras opções entre Lula e Bolsonaro

O esfarelamento da chamada terceira via, com a dificuldade da construção de uma candidatura unitária e os resultados decepcionantes nas pesquisas, abriu espaço para discussões sobre uma escolha entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que hoje lidera a corrida, e o presidente Jair Bolsonaro (PL).
O assunto se tornou frequente entre articuladores de campanhas e representantes da sociedade e do empresariado que são entusiastas de uma alternativa competitiva aos dois favoritos, que têm juntos cerca de 70% das intenções de voto.
Por ora, no entanto, parte do debate está restrita aos bastidores, enquanto sobrevivem os últimos esforços para colocar de pé uma chapa do autodenominado centro democrático. Ciro Gomes (PDT), João Doria (PSDB) e Simone Tebet (MDB) tentam ser os escolhidos para a missão.
Enquanto os próprios pré-candidatos respondem com evasivas sobre sua opção em um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro, dando apenas indicações, opiniões de outros líderes políticos que passaram meses defendendo um caminho do meio começam a vir à luz.
O ex-presidente Michel Temer (MDB) já resolveu nesse cenário apoiar Bolsonaro, como antecipou em abril o Painel, da Folha. O vice de Dilma Rousseff (PT), que assumiu o Planalto após o impeachment, tem evitado se aprofundar no assunto porque, por enquanto, ainda aposta na colega de partido Tebet.
Tratada sob reserva, a possibilidade de outros setores e agentes envolvidos nas conversas abandonarem o barco antipolarização e declararem apoio à reeleição do atual mandatário está colocada, apesar do discurso de que o grupo repele igualmente os dois protagonistas do certame.
Lula também começa a atrair gente desse campo. O ex-ministro Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) confirmou nesta sexta-feira (13) ao jornal O Estado de S. Paulo que apoiará o petista já no primeiro turno, no intuito de “salvar o Brasil da tragédia de Bolsonaro”.
As migrações em ambos os lados geralmente vêm acompanhadas de ressalvas, com a observação de que há discordâncias pontuais com o presidenciável, mas que o seu oponente é ainda pior.
A saga da terceira via teria na próxima quarta-feira (18) um capítulo derradeiro, com o anúncio de uma candidatura unificada, mas nada está assegurado. Um encaminhamento depende da análise de uma pesquisa encomendada para ver quem é mais forte entre Doria e Tebet.
O saldo até aqui foi marcado por tropeços. A expectativa em torno de Sergio Moro (primeiro no Podemos, depois na União Brasil) derreteu, Eduardo Leite (que negou convite do PSD e ficou no PSDB) fez um recuo estratégico, Luciano Bivar (União Brasil) rompeu com o grupo e se lançou pré-candidato.
Refratário à sua inclusão como parte da terceira via, Ciro ampliou o diálogo com os setores de centro-direita empenhados na fabricação da alternativa, mas seu nome sofre resistência principalmente por causa das divergências na seara econômica e pela fama de intransigente.
Presidenciável do Novo, Felipe d’Avila também se distanciou das tratativas sobre aglutinação e prega voto nulo caso se configure um embate direto entre Lula e Bolsonaro. “Nenhum dos dois tem credibilidade para honrar as propostas e o projeto do partido Novo”, diz o também cientista político.
A anulação do voto é também a proposta defendida pelo empresário João Amoêdo, que foi candidato do Novo à Presidência em 2018 e desistiu da campanha neste ano após conflitos com uma ala bolsonarista da sigla. “Não consigo apoiar nenhum dos dois”, diz.
Para Amoêdo, Bolsonaro é intragável “por todos os erros que cometeu do ponto de vista econômico, ambiental, internacional”, e Lula “tem um histórico muito ruim de corrupção do PT e em nenhum momento sinaliza reconhecer erros cometidos, passando a mensagem de que poderá repeti-los”.
Com a constatação de que dificilmente Lula e Bolsonaro deixarão o topo da corrida, um raciocínio de certa forma paliativo passou a circular entre diferentes atores desse segmento nas últimas semanas. A ideia é defender que haja uma ou mais candidaturas ao menos para elevar o nível do debate.”Tem muita gente que fala assim: ‘Mas [o candidato] pode não chegar no segundo turno’. Pode”, reconheceu Paulo Hartung, ex-governador do Espírito Santo que hoje transita entre os universos político e financeiro, em entrevista ao Canal Livre, da Band, no início deste mês.
A visão de Hartung, repetida por colegas dele na empreitada, é a de que a centro-direita não pode perder a oportunidade de levar seus projetos para a arena eleitoral e deve usar seu resultado nas urnas, qualquer que seja ele, para negociar apoio no segundo turno com base em agendas e propostas.
As projeções mais otimistas falam em alcançar um patamar de 10%, mas, diante do quadro hostil, uma fatia de 5% já seria comemorada.”Ele [candidato] vai ser influente no segundo turno, vai ajudar a decidir o rumo do país e o programa que o Brasil vai seguir de agora para a frente”, completou. A hipótese não é dita às claras por ninguém, mas a tendência, nesse caso, seria baixar as armas e buscar algum acordo com o PT.
O ex-governador, que foi do MDB, do PSB e do PSDB, já colaborou com o apresentador Luciano Huck (que trocou a política pela manutenção da carreira na TV Globo) e com Leite. A aposta da vez nos círculos que insistem na terceira via é mais Tebet do que Doria, pela alta rejeição do tucano entre eleitores.
“Eu não discuto segundo turno agora, antes do resultado do primeiro, nem sob tortura”, diz Hartung à Folha, sobre escolher entre Lula e Bolsonaro. “É hora de produzir uma alternativa à polarização”, segue ele, que em 2018 apoiou Fernando Haddad (PT) no segundo turno “pela questão democrática”.
O Derrubando Muros, grupo independente que reúne cerca de cem empresários, acadêmicos e profissionais de várias áreas, viu florescer entre os membros o apelo para que as forças não se dispersem. O movimento abriga simpatizantes de um nome alternativo e de Lula, mas abomina Bolsonaro.
A ideia de que é preciso baixar as expectativas sobre resultado eleitoral de uma candidatura alternativa aos polos e ajudar a qualificar o debate ganhou adesões na organização, segundo seu coordenador, o sociólogo e empresário José Cesar Martins.”Independentemente de crescer ou não, uma liderança do centro precisa estar lá para defender um programa liberal na economia e democrático nos costumes e na política”, diz ele.

Miguel do Rosário aponta “espetacular implosão de Ciro Gomes”

Por Miguel do Rosário, editor do Cafezinho – Poucas vezes se testemunhou, no Brasil, uma implosão política tão espetacular como a protagonizada por Ciro Gomes.

Já assistimos outras implosões políticas, como a de Aécio Neves, mas foram fenômenos muito mais graduais e melancólicos.

O caso de Ciro é especial.

É realmente um espetáculo, como a explosão de uma supernova. A metáfora é apropriada, porque ele parece ter sucumbido ao peso gravitacional de suas próprias ambições e vaidades.

Uma estrela anã ou um buraco negro?

Na última grande pesquisa com entrevistas presenciais, a Quaest, Ciro Gomes aparece com 7%, 22 pontos atrás de Bolsonaro (29%) e quase 40 pontos atrás de Lula (46%).

A propósito, uma das (muitas) contribuições negativas de Ciro ao debate político atual tem sido acusações delirantes contra pesquisas. (leia a íntegra no Cafezinho)

247

Sérgio Moro diz que pode ‘não concorrer a nada’ nas próximas eleições

Foto: Reprodução / CNN Brasil

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro declarou, nesta quarta-feira (20), que pode “não concorrer a nada” nas Eleições 2022. Ele cotado para ser pré-candidato a presidência da República pelo Podemos. Nas últimas semanas ele deixou o partido e se filiou ao União Brasil.  

A fala do ex-juiz ocorreu durante uma entrevista à CNN Brasil. “Me coloquei numa situação de desprendimento para a união nacional, para vencer extremos. Não está descartada nenhuma situação, posso inclusive não concorrer a nada. Não vivo da política, estava fora do Brasil e voltei para ajudar na construção de algo que possa vencer extremos políticos”, disse.

Ainda durante a entrevista Moro explicou que a retirada de seu nome da pré-candidatura, ocasionada após sua saída do Podemos, além da definição de Luciano Bivar como nome do partido para disputar o Planalto, se deu após avaliação de que “somente com capital político” a eleição não estaria resolvida.

“O União Brasil definiu o Luciano Bivar como pré-candidato à Presidência e a partir daí tenta construir esse centro, para que ele possa chegar junto com forças, com estrutura partidária, tempo de TV, recursos financeiros”, continuou. “Eu vim para ajudar a construir esse centro. Qual vai ser o meu papel, isso é algo que está em definição”.

“Eu somente com meu capital político não daria certo, daí a necessidade de fazer um movimento. Todo mundo cobrava dos candidatos da terceira via esse desprendimento. Ninguém recuava e fazia nada, e essa situação permanece. A gente tem que construir algo diferente”, opinou.

Lula ganha apoiadores entre os evangélicos, aponta pesquisa XP/Ipespe

O ex-presidente diminuiu a liderança de Bolsonaro neste segmento. A diferença caiu de 16 para sete pontos percentuais

247 – A pesquisa XP/Ipespe apontou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou mais apoiadores evangélicos e diminuiu a diferença para Jair Bolsonaro (PL): caiu de 43% a 27% para 40% a 33%. Ou seja, de 16 para sete pontos percentuais.

As estatísticas foram publicadas pela coluna de Maquiavel, de Veja.

O levantamento mostrou que, no estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do Brasil, o petista lidera com 34% dos votos. Bolsonaro ficou em segundo lugar, com 30%.

247

Marcia Tiburi reage a ataque de Ciro Gomes e diz que ele “afunda no narcisismo primário”

Marcia Tiburi (Foto: Kamilla Ferreira/Agência PT)

Professora e filósofa disse ainda que pedetista “está prestes a ser deixado pra trás na poeira da estrada da história”

247 – A professora e filósofa Marcia Tiburi reagiu a uma fala do pedetista Ciro Gomes, em que ele a usou como escada para abraçar um discurso de extrema direita e atacar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva após uma fala sobre a questão do aborto. “Acabo de ver um vídeo em que Ciro Gomes me cita. Como não é a primeira vez que ele fala pronuncia meu nome, é justo responder. Eu nunca falo de Ciro, porque realmente fico triste em ver o político que ele vem se tornando. Ciro é evidentemente uma pessoa que sabe muito sobre o  Brasil. Diferentemente da grande maioria dos políticos brasileiros, em geral, ele sabe se expressar na forma e no conteúdo. Eu o vi falar ao vivo duas vezes. Numa delas, tomei a liberdade de dizer que ele tinha muito futuro, caso conseguisse deixar de lado sua postura de coronel. Ele não seguiu o meu conselho. E segue afundando no narcisismo primário que destrói carreiras políticas. O narcisismo masculinista é um assunto grave na política brasileira. Ciro poderia meditar nesse tema e parar de me usar para produzir falsas polêmicas”, escreveu Marcia.

“Ciro me cita no vídeo a propósito de um recorte com a expressão ‘lógica do assalto’, tirada de uma entrevista de 2015 e usada pelo MBL e assemelhados em 2018, muito antes de eu ser candidata. Basicamente eu falava do capitalismo como um grande e sistemático roubo. Esse vídeo ainda circula porque eu fui transformada em ‘token’ da extrema-direita, ou seja, sou usada para causar polêmica e ataques à esquerda como um todo. O que políticos de extrema-direita fazem com minha imagem daquela época é desinformação, Ciro segue o mesmo caminho. O segundo tema, o “cu”, está ainda mais mal citado na fala de Ciro Gomes. Nunca falei de cu, de anus ou de tema semelhante em campanha. O recorte é de um vídeo de 2017 em um debate sobre literatura. Jamais imaginaria que uma fala tão ingênua pudesse se tornar tão apelativa.O que prova que o terror anal é um fato. Não é só o Ciro (que já falou disso publicamente outra vez, me usando), mas muitos outros senhores não analisados (digo sem ironia) que recorrem a essa fala descontextualizada para causar frisson ao redor. Ora, o patriarcado é mal resolvido. Aprendi com homens sábios do nordeste que um coronel é um menino mimado. Temos um na presidência causando estragos atrozes na nação. Outros, para o bem ou para o mal, não chegarão lá, mostrando que ego é importante na política, mas não basta. Canalhice também, mas nem sempre resolve. Não há fórmula. Certamente os desesperados pelo cargo, sejam bons, sejam ruins, não chegarão lá. E o mais triste é ver que até uma figura tacanha como Bolsonaro chegou. Ora, um ego que se mede pelo cargo de presidente nada significa. De modo que posso dizer apenas: prezado filho do ego, tire seu ego do caminho, que eu quero passar com as minhas companheiras feministas para inaugurar uma outra política. Você é como o capitalismo em estado de desespero, está prestes a ser deixado pra trás na poeira da estrada da história”, acrescentou ainda a professora. Confira seus tweets:

“Que Bolsonaro tentará um golpe é certo como dois e dois são quatro”, diz Fernando Horta

Historiador também afirma que o Brasil não ficará livre do fascismo sem algum grau de violência

247 – O historiador Fernando Horta avaliou, em seu programa semanal com Gustavo Conde, que Jair Bolsonaro tentará um golpe de estado para não deixar o poder no Brasil. “É certo como dois e dois são quatro”, afirmou. Na sua avaliação, o fascismo funciona desta maneira, corrompendo a ordem institucional, e ele se encontra amparado pelas Forças Armadas, que não irão querer “largar o osso”.

Horta também disse que o Brasil não se libertará do fascismo sem algum grau de violência. “Foi assim na Alemanha, na Itália e será assim também no Brasil”, diz ele. Horta afirma que os poderes institucionais empurraram o Brasil para esta situação trágica porque as instituições deixaram de funcionar no Brasil há pelo menos seis anos, a partir do golpe de estado contra a ex-presidente Dilma Rousseff. “A vida de uma pessoa passou a valer menos que a ameaça de um fascista”, afirma.

 

247

 

Ciro Nogueira, ministro de Bolsonaro, cometeu crime de corrupção, diz PF

Foto: Reprodução / Flickr Palácio do Planalto

A Polícia Federal afirmou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), cometeu os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por ter recebido propina da JBS.

De acordo com a PF, a empresa frigorífica teria feito os pagamentos para que o PP apoiasse a reeleição da então presidente Dilma Rousseff em 2014.
Agora, cabe à PGR (Procuradoria-Geral da República) decidir se apresenta denúncia contra o ministro, se pede o arquivamento do caso ou se solicita a realização de mais medidas para aprofundar as investigações.
Ciro Nogueira é o ministro da principal pasta do governo de Jair Bolsonaro (PL) e foi um dos principais articuladores da entrada dos partidos do centrão na gestão federal. Ex-aliado do PT, ele tornou-se um defensor do chefe do Executivo e já garantiu o apoio do PP a ele nas eleições deste ano.
Segundo a PF, parte do repasse da JBS a Nogueira foi feito por meio de doação eleitoral oficial e outra parte foi repassada em dinheiro vivo por intermédio do supermercado do irmão do ministro.
No relatório, a corporação diz que os fatos apontam que Nogueira e os executivos da JBS não mantinham “relação republicanas entre um dirigente de um partido político – que deseja apoio financeiro para sua legenda – e um importante empresário”.

Fonte: Bahia Notícias

Aliado de ACM Neto, Doria se nega a fazer críticas a Rui Costa: ‘Não quero ser desleal’

Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias

Mesmo sendo aliado de ACM Neto (UB), pré-candidato que visa derrubar a hegemonia do PT na Bahia em outubro, o ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB), se recusou, em entrevista ao Bahia Notícias nesta sexta-feira (8), a fazer críticas ao governo de Rui Costa (PT) no estado.

“Eu não me sinto confortável fazendo isso. Sou antagonista do PT, todos sabem disso, mas eu fui colega desses governadores durante três anos e três meses e, agora, no processo eleitoral, eu não quero ser desrespeitoso e desleal fazendo críticas que eu não fiz durante três anos e três meses”, declarou Doria.

“Seria uma forma injusta e incorreta, ainda que eu possa perceber equívocos, erros e omissões. Mas, nesse caso, não cabe a mim fazer as críticas”, continuou o ex-governador de São Paulo.

Em um encontro ocorrido na noite desta quinta (7), ACM Neto fez uma homenagem a Doria (veja aqui) e o prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), definiu o ex-governador paulista como um “amigo” da capital (veja aqui).

 

Bahia Notícias

“Vagabundo é quem fica passeando de moto e jet ski enquanto o povo está na fila do osso”, diz Boulos

Guilherme Boulos (Foto: Reprodução)

Com discurso crítico a Jair Bolsonaro, o pré-candidato a deputado federal cobrou do ex-presidente Lula um novo programa habitacional para seu eventual terceiro governo

247 – Pré-candidato a deputado federal por São Paulo, Guilherme Boulos esteve nesta sexta-feira (25) em um condomínio construído pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) acompanhado do ex-presidente Lula (PT) e do ex-ministro e pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad.

Boulos rebateu ataques feitos por bolsonaristas aos movimentos por moradia. “Temos que dizer em alto e bom som que quem luta por casa, por moradia, não é vagabundo não. Vagabundo é quem ficou 27 anos no Congresso e não fez nada, só rachadinha e esquema de gabinete. Vagabundo é quem fica passeando de moto e jet ski enquanto o povo brasileiro está na fila do osso. Movimento social tem dignidade”, disse ele em referência a Jair Bolsonaro (PL).

O pré-candidato à Câmara cobrou que o ex-presidente Lula tenha um novo programa habitacional em seu eventual terceiro governo. “Essas pessoas têm a esperança, como nós do movimento social temos, que a partir de 1 de janeiro do ano que vem, você chegando lá [na Presidência], que a gente reconstrua um programa habitacional para esse país, junto com o povo, com o movimento social. Nós temos que desapropriar imóveis abandonados nas regiões centrais para botar pobre morar no centro sim senhor, porque tem direito de morar perto de onde trabalha, onde tem infraestrutura, onde tem serviço público”.

Fonte: 247



WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia