WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

secom saude


(74) 99106-4031

janeiro 2021
D S T Q Q S S
« dez    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  


:: 10/jan/2021 . 15:48

Rui Costa pede ‘menos política e mais vacina’: ‘É isso que o povo quer’

Ao compartilhar o vídeo da Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) tocando a música “Bum Bum Tau Tam”, o governador Rui Costa (PT) pediu neste domingo (10) a diminuição da politização da crise da Covid-19 e da liberação da vacina contra a doença.

“O Brasil inteiro tá na expectativa e a Bahia já está preparadíssima, com seringas, agulhas, freezer e… música! Nossa Orquestra Sinfônica da Bahia entrou no clima e deu o tom. Que venha logo a vacina contra a #Covid19. Menos política, mais vacina. É isso que o povo quer!”, postou no Twitter.

Adversário político de Jair Bolsonaro (sem partido), o petista é crítico contumaz à gestão do presidente da República frente à pandemia.

Na última sexta-feira (8), Rui afirmou que esperava que “o governo federal atrapalhasse menos” o processo de aquisição das vacinas no país

“Tenho dó da nossa esquerda. No ritmo atual, só elegerá alguém em 20 anos”, diz Alysson Mascaro

O motivo, segundo o jurista e filósofo, é o fato de a esquerda “não mobilizar as massas”. “Até agora, com este modelo de governança do capital pela esquerda da direita, que é o que aconteceu com o PT, quem apanhou foi o petista e o petista até agora não aprendeu”, diz. Assista na TV 247

O jurista, filósofo e professor Alysson Mascaro disse à TV 247 que a incapacidade da esquerda de mobilizar massas, em razão da lógica do capital que constitui a própria esquerda e que esse mesmo setor reproduz, fará com que o próximo governo desse grupo só seja possível daqui 20 anos.

De acordo com Mascaro, a esquerda é sabotada pela narrativa do capital, que ela mesma reproduz. Com as políticas de Educação dos governos do PT, por exemplo, milhares de cidadãos sem condições financeiras ingressaram nas universidades. Lá, no entanto, passaram quatro, cinco ou até seis anos sendo alimentados com a lógica do capital. O resultado? Profissionais formados graças aos esforços de um governo de esquerda mas sem esta consciência. Segundo o professor, é este raciocínio que precisa ser modificado.

“Pelo ritmo atual, o próximo governo de esquerda no Brasil vem daqui vinte de anos só, porque a gente não mobiliza as massas. Até agora, com este modelo de governança do capital pela esquerda da direita, que é o que aconteceu com o PT, quem apanhou foi o petista e o petista até agora não aprendeu. Por que? Porque efetivamente a aparelhagem ideológica dominou muito a formação do próprio PT há 40 anos. O PT defende a democracia, a República, as instituições, a ordem e o capital. Quem apanha no final das contas? O petista. Eu tenho dó do ex-presidente Lula, porque ele, que foi constituído com a ideologia da esquerda da direita, que é isso que é, a ideologia dos sindicatos, exatamente por isso quem apanhou foi ele, e ele nunca deveria ter apanhado. Nós precisamos mobilizar o entendimento das pessoas para que elas possam sair da amarra mental que a sociedade capitalista fez para ela mesma”, afirmou.

Petrobras ignora o Rio e deve contratar na Ásia plataformas que vão gerar 80 mil empregos

“Inertes, o Brasil e o Rio assistem ao desmonte deste importante setor estratégico. Calam-se todos em favor do liberalismo apátrida – que produz desemprego e miséria entre os brasileiros”, escreve Ricardo Bruno

O liberalismo apátrida da direção da Petrobras, somado a ausência de políticas públicas destinadas ao fomento do setor, produzirá nos próximos meses 80 mil empregos em Singapura, na Ásia, e desemprego no Brasil, especialmente no Rio de Janeiro.

A Petrobras deu início a licitação de duas mastodônticas plataformas (P 78 e P 79) para o campo de Búzios, no litoral do estado do Rio. Mesmo com o desemprego em alta no país, são remotíssimas as chances de as encomendas ficarem no Brasil, muito menos no Rio de Janeiro, onde os estaleiros estão praticamente vazios.

Ao contrário de anos atrás, quando havia mobilização política em favor do conteúdo local para a garantia de empregos no Brasil e no Rio, não se vê qualquer movimento para assegurar a construção das plataformas no país, o que geraria por baixo 8 mil empregos diretos e 80 mil indiretos. O absoluto desdém com a indústria naval brasileira contrasta com o desemprego galopante que bate à porta de 14 milhões brasileiros.

– Eu tive uma conversa com o presidente da Petrobrás. Ele foi claro: vou comprar onde tiver de comprar com preço mais baixo – relata Sérgio Bacci, vice-presidente do Sindicato da Indústria Naval.

A gestão de Carlos Castelo Branco na Petrobras retirou da maior estatal brasileira o compromisso de políticas públicas em favor do desenvolvimento do País. A Petrobras não opera em favor do Brasil; tal qual uma empresa privada só enxerga seus próprios lucros, ainda que, para isto, produza mais desemprego.

Não se vê qualquer reação da Firjan, a Federação das Indústrias do Rio, em defesa da indústria naval. A ótica caolha do liberalismo obtuso em desfavor dos interesses nacionais passou a prevalecer de modo geral. Não há grita, não há reação. A visão liberal de Paulo Guedes capturou o Brasil, neutralizando qualquer revide ao desmonte de um setor estratégico para o país dono de um gigantesco volume de reservas na pré-sal. Nem mesmo a bancada federal fluminense se mobiliza em torno da questão, rendida, em sua maioria, pelo liberalismo inexorável de Paulo Guedes.

– É o liberalismo puro e simples e ponto final. Não há mais compromisso com o desenvolvimento nacional – protesta Sérgio Bacci.

O estaleiro Keepfells, em Angra dos Reis, estaria apto a fabricar tais plataformas. Também o Isibras, no Rio, teria espaço e capacidade técnica para obras dessa envergadura. Mas infelizmente não devem ser objeto das contratatações.

Antes portentosa, a indústria naval fluminense vive de reparos, sem grandes encomendas. Se antes, em 2014, teve 30 mil trabalhadores, com 120 mil empregos indiretos no estado, hoje tem apenas 9 mil. No País, a queda em números de postos de trabalho no setor foi de 82 mil para 30 mil.

Para se ter ideia do tamanho da tragédia da indústria naval fluminense, o Keepfells, de Angra dos Reis, antigo Verolme, já empregou 7 mil trabalhadores e hoje tem apenas 1,5 mil.

O Brasil não consegue produzir com o mesmo preço da Ásia pelo simples fato de a indústria naval nacional funcionar aos soluços, sem regularidade nas encomendas, o que reduziria os custos de produção. Sem falar no impacto do Custo Brasil, decorrente da instabilidade política reinante no País.

A visão liberal, pura e simples, caminha para aniquilar totalmente esse importante setor da economia nacional. Recentemente a Câmara dos Deputados, cumprindo cegamente a pauta liberal, aprovou projeto autorizando a importação de navios cabotagem sem qualquer imposto. O projeto ainda será votado no Senado.

– Este foi o primeiro passo. Abriram a porteira. Daqui a pouco vão estender aos equipamentos da indústria naval – prevê com pessimismo Sérgio Bacci.

Inertes, o Brasil e o Rio assistem ao desmonte deste importante setor estratégico. Calam-se todos em favor do liberalismo apátrida – que produz desemprego e miséria entre os brasileiros.

247

Drauzio: ‘Ter medo de vacina é burrice’

“Ter medo da vacina? A chance de provocar algum risco colateral é mínimo”, disse o médico Drauzio Varella ao alertar para a falta de coordenação do governo Bolsonaro no enfrentamento à pandemia da Covid-19. “Isso é ridículo e sendo até um pouco rude, burrice”, criticou

O médico Drauzio Varella lançou um alerta e foi duro com os negacionistas: “Ter medo da vacina? A chance de provocar algum risco colateral é mínimo. Já existem muitas pessoas vacinadas neste momento, e não tivemos nenhum caso de complicações graves. Ter medo da vacina, que não costuma dar complicação grave nenhuma e não tem medo da doença que mata uma porcentagem grande das pessoas que são hospitalizadas? Desculpa, mas isso é ridículo e sendo até um pouco rude, burrice”, disse ele à Carta Capital.

De acordo com o médico, “tinha que ter havido uma estratégia do governo federal para acordos com as vacinas mais promissoras”. “A compra de agulhas e seringas, por exemplo, isso tinha que ter sido feito em maio, junho do ano passado, antes que faltem e os preços subam. Nós estamos chegando agora, na hora de vacinar, e agora que a gente descobriu que não tínhamos seringas e agulhas? Olha o ponto que nós chegamos”, critica.

Na entrevista, Drauzio afirmou que, “provavelmente”, mutações de coronavírus não são resistentes à vacinação, porque a vacina “provoca uma resposta imunológica que ataca várias partes do vírus, então uma proteína que foi modificada pode atrapalhar um pouco, mas essa resposta imunológica vai atacar outras partes”.

Fonte: 247

Mudanças aumentam as chances de Lula readquirir direitos políticos.

Julgamento no STF da suspeição de Sergio Moro pode colocar o petista no jogo da sucessão presidencial em 2022.

Pela primeira vez em cinco anos, o entorno político e jurídico do ex-presidente Lula enxerga um cenário favorável na trama judicial que envolve o petista. Aliados falam até em “tempestade perfeita”. Interlocutores e advogados do ex-presidente ouvidos por CartaCapital mapearam cinco fatos jurídicos considerados positivos, além de mudanças no cenário que afetaram o humor daqueles que defendem a anulação dos processos do ex-presidente.

Figuram entre eles a chegada de Kassio Nunes Marques, “ministro de Bolsonaro”, à Segunda Turma do Supremo Tribunal, a derrota colossal de Sergio Moro no mesmo STF no caso Banestado e os sete processos arquivados. Todos compõem o pano de fundo para o o julgamento mais importante previsto para 2021, o habeas corpus que trata da suspeição de Moro na sentença do tríplex do Guarujá.

O ministro Gilmar Mendes afirmou recentemente que pretende pautar em fevereiro a análise do habeas corpus na Segunda Turma do STF. Uma decisão favorável a Lula levaria à anulação da sentença, o recomeço da ação na primeira instância e a devolução dos direitos políticos ao petista, o que o recolocaria no jogo da sucessão presidencial em 2022.

O julgamento na Segunda Turma da corte foi iniciado em 2018 e contabiliza dois votos contrários à suspeição de Moro, os dos ministros Cármen Lúcia e Luiz Edson Fachin. Além de Mendes, faltam votar Ricardo Lewandowski e Kassio Nunes Marques. “Para este ano o desdobramento mais esperado é este HC. A matéria tem prioridade legal: Lula tem mais de 60 anos, é um caso que teve o julgamento de mérito iniciado e o habeas corpus, por natureza, é ação de rito célere”, enumera Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente.

Não bastasse, nos próximos dias, a defesa de Lula terá acesso ao conteúdo completo das mensagens apreendidas pela Operação Spoofing. São sete terabytes de conversas entre procuradores da Lava Jato, Sergio Moro e Deltan Dallagnol que estavam sob tutela da Justiça desde a prisão dos hackers que invadiram o Telegram dos citados. O material, divulgado pelo site The Intercept Brasil, expôs não só a parcialidade da força-tarefa de Curitiba em relação ao petista, mas variados crimes cometidos por quem se dizia combatente da corrupção. Após três ordens do ministro Lewandowski, incluída uma intimação, uma vez que o juiz de plantão se negou a cumprir a ordem do Supremo, o magistrado Gabriel Zago Capanema Vianna de Paiva, da 10ª Vara Federal de Brasília, autorizou o acesso da defesa aos arquivos.

Os diálogos, segundo informações de um advogado que teve acesso a partes das conversas, revelam ainda as relações ilegais do ex-juiz e de procuradores da Lava Jato com autoridades norte-americanas. “Houve ali uma sinergia totalmente fora dos canais oficiais e contra o decreto de cooperação internacional entre os países, o 3.810, que exige que a parceria passe pelo DRCI, órgão do Ministério da Justiça. Não existem registros oficiais desses encontros. Por isso, os processos que utilizaram informações enviadas pelos norte-americanos devem ser anulados, incluindo aqueles contra Lula”, descreve a fonte.

A estratégia da defesa é cruzar esses diálogos com provas, relatos e depoimentos registrados nos processos. Vale lembrar que a Polícia Federal, por meio de uma perícia, atestou a integridade das conversas obtidas pelos hackers.

Curiosamente, outra mudança que teria efeito positivo para o ex-presidente foi a nomeação de Nunes Marques ao STF. Obra de Jair Bolsonaro. Em outubro, o ex-capitão indicou para a vaga de Celso de Mello o então desembargador do Tribunal Regional da Primeira Região. Pesaram as convicções “garantistas” do magistrado. Bolsonaro buscava um nome capaz de aliviar as eventuais análises na corte das acusações contra seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, no escândalo das “rachadinhas”.

Como pau que dá em Chico dá em Francisco, os aliados de Lula esperam do novo ministro uma posição favorável aos reclames da defesa. Não são esperanças vãs. Em 11 de dezembro, Nunes Marques, integrado à Segunda Turma do STF, votou a favor de Lula para excluir a delação do ex-ministro Antonio Palocci de uma ação da Lava Jato. Com o voto do novo integrante, a Segunda Turma concluiu que Moro atuou de forma parcial ao tirar o sigilo da delação e inclui-la no processo seis dias antes da eleição de 2018.

Um advogado que preferiu não se identificar foi enfático: “O ministro teria de dar um cavalo de pau para mudar essa posição garantista e surpreender. Ele chegou na segunda turma alinhado a Gilmar e a maior demonstração disso foi o julgamento do caso da delação do Palocci”.

O julgamento da delação não ficou marcado apenas pelo voto do novo ministro. Cármen Lúcia também surpreendeu a defesa e aliados de Lula ao votar em favor do ex-presidente e manter a exclusão. A “mudança” de postura da ministra teria ligação com o escândalo da Vaza Jato. Não só Cármen Lúcia, mas a maior parte do mundo jurídico nacional e internacional admitiu, pela primeira vez, as provas do lawfare praticado pela força-tarefa de Curitiba e pelo ex-juiz e ex-ministro.

Moro deixou faz tempo de ser herói nacional e sofre as consequências. Além de perder no caso da delação do Palocci duas vezes, em 25 de agosto a Segunda Turma do Supremo anulou sua sentença no caso Banestado por “quebra da imparcialidade”.

O acórdão do julgamento que anulou a decisão condenatória foi publicado na última semana de dezembro e é considerado por juristas como o “principal reconhecimento da parcialidade” do ex-juiz pelo Supremo. “Essa é parte essencial da tempestade perfeita. Depois do julgamento dos casos de Palocci e do Banestado, a Segunda Turma pode ter formado convicção em relação à parcialidade de Moro, com voto de Nunes Marques e Cármen Lúcia”, afirmou Marco Aurélio Carvalho, advogado e coordenador do grupo Prerro­gativas. “Ao longo de cinco anos produzimos provas inequívocas dessa quebra absoluta da imparcialidade. Embora para o julgamento da suspeição seja necessária apenas a existência da dúvida, estamos indo para o campo da certeza absoluta”, acrescenta Zanin Martins.

Não foram as únicas vitórias recentes do ex-presidente. Uma decisão proferida em dezembro pela 6ª Vara Federal de São Paulo arquivou a investigação aberta contra o ex-presidente e seu filho, Luís Cláudio Lula da Silva. Trata-se do sétimo processo em que o petista foi absolvido ou o inquérito acabou arquivado. Todas as ações com esse desenlace foram analisadas em tribunais longe da “República de Curitiba”. Segundo Zanin, o mais emblemático é o processo que ficou conhecido como “Quadrilhão do PT”. Após decisão do juiz da 12ª Vara Federal, que concluiu que a ação proposta se tratava de “tentativa de criminalização da política”, o MP desistiu de apelar. Atualmente correm quatro processos contra o ex-presidente. Ele foi condenado em dois: o caso do tríplex e do sítio de Atibaia.

Para Marco Aurélio de Carvalho, o que está em jogo no julgamento do habeas corpus não é apenas o “caso Lula”, mas a validade ou não do princípio da imparcialidade.

“Se Moro não for declarado parcial, nenhum juiz do Brasil poderá sê-lo. Um magistrado que determinou o vazamento clandestino de conversas entre a presidenta da República e uma figura política, que cerceou pedidos da defesa, que grampeou todos os ramais do escritório de advocacia, dentre tantas outras coisas, é suspeito. Se ele não for considerado parcial com todos os crimes que citei, é como se o STF desse um salvo-conduto à magistratura”, diz Carvalho.

O novo ano, avalia Zanin, pode desfazer as tramoias dos processos contra Lula. “Talvez seja muito importante, para que toda a verdade que mostramos ao longo de mais de cinco anos seja reconhecida judicialmente.” A ver.

Fonte: Carta Capital



WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia