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:: ‘Brasil’

“Petrobras tem que pensar nos 200 milhões de brasileiros, e não apenas nos acionistas”, diz Lula

Presidente concedeu entrevista ao SBT e criticou a distribuição exagerada de dividendos

247 – Em uma entrevista ao SBT Brasil, que será exibida nesta noite, às 19h45, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou a política de preços de combustíveis da Petrobras e criticou o mercado financeiro. Durante a entrevista, o jornalista Cesar Filho questionou a queda das ações na última sexta-feira, levantando a questão sobre a influência governamental nessa decisão. Lula reagiu, afirmando que a Petrobras não deve focar exclusivamente nos interesses dos acionistas, mas também nos interesses dos brasileiros.

“É muito engraçado. Às vezes, eu vejo notícias assim. ‘Petrobras cresce 30%’. ‘Petrobras bate recorde de produção de gasolina’. ‘Petrobras bateu recorde de exportação de petróleo’. ‘Petrobras bateu recorde de arrecadação’. E a gente não ganha nada com isso”, lamentou o presidente.

A decisão de não pagar os dividendos desagradou ao mercado financeiro, que reagiu com uma queda acentuada nas ações da empresa petrolífera desde a última sexta-feira. No entanto, Lula se manifestou lembrando que a Petrobras não deve focar exclusivamente nos interesses dos acionistas, mas também nos interesses dos brasileiros. “Tem que pensar o investimento e em 200 milhões de brasileiros que são donos ou sócios dessa empresa. O que não é correto é a Petrobras, que tinha que distribuir R$ 45 bilhões de dividendos, querer distribuir R$ 80 bilhões. E R$ 40 bilhões a mais que poderiam ter sido colocados para investimento, fazer mais pesquisa, mais navio, mais sonda… Não foi feito”, afirmou o presidente, em entrevista ao SBT News nesta segunda.

Lula ressaltou a importância de direcionar investimentos não apenas para os acionistas, mas para os 200 milhões de brasileiros que são donos ou sócios da empresa. Ele criticou a tentativa da Petrobras de distribuir R$ 80 bilhões em dividendos, em vez dos R$ 45 bilhões inicialmente previstos, observando que os recursos adicionais poderiam ser direcionados para investimentos em pesquisa, navios e sondas. “Tem que pensar o investimento e em 200 milhões de brasileiros que são donos ou sócios dessa empresa. O que não é correto é a Petrobras, que tinha que distribuir R$ 45 bilhões de dividendos, querer distribuir R$ 80 bilhões. E R$ 40 bilhões a mais que poderiam ter sido colocados para investimento, fazer mais pesquisa, mais navio, mais sonda… Não foi feito”, afirmou.

Além disso, o presidente reiterou o compromisso do governo em reduzir os preços dos combustíveis, do gás de cozinha e do óleo diesel, enfatizando que não é razoável equiparar os preços internacionais, uma vez que o Brasil é autossuficiente na produção de petróleo.

Lula também criticou veementemente o mercado financeiro, caracterizando-o como voraz e indiferente às necessidades da população. Ele questionou se o mercado realmente se importa com os milhões de pessoas que sofrem com a fome e com a falta de moradia digna.

Quanto à Petrobras, Lula ressaltou a importância da estatal em meio aos esforços de transição energética, enfatizando seu papel na busca por um mundo menos poluído. Ele destacou os esforços contínuos para privatizar a empresa e a relevância histórica da Petrobras desde sua fundação em 1953.

247

Lula decide manter Prates no cargo depois de reunião tensa em Brasília

Presidente da Petrobras foi chamado para a reunião, principalmente, por se ter se abstido de votar na questão dos dividendos, não tendo apoiado o posicionamento do governo

247 – Após uma reunião marcada por tensões nesta segunda-feira (11), o presidente Lula (PT) decidiu manter Jean Paul Prates no cargo de presidente da Petrobras. O encontro, realizado no Palácio do Planalto, foi convocado em meio às divergências internas em relação à decisão do conselho de não distribuir os dividendos extraordinários do quarto trimestre de 2023 aos acionistas.

Prates defendia inicialmente a distribuição de 50% do valor possível de dividendos extraordinários, mas foi voto vencido durante a reunião do conselho. 6 dos 11 conselheiros (sendo 5 indicados pelo governo federal) optaram por destinar 100% dos recursos para uma reserva estatutária de remuneração de capital. Esta também é a posição defendida pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e pelo presidente Lula.

Prates foi chamado para a reunião, principalmente, por se ter se abstido de votar, não tendo apoiado o posicionamento do governo. O presidente Lula, segundo seus assessores, estava ciente de que o endividamento da Petrobras ultrapassaria o limite definido de US$ 65 bilhões se os dividendos extraordinários fossem totalmente pagos, comprometendo o plano de investimento da empresa.

A decisão de não pagar os dividendos desagradou ao mercado financeiro, que reagiu com uma queda acentuada nas ações da empresa petrolífera desde a última sexta-feira. No entanto, Lula se manifestou lembrando que a Petrobras não deve focar exclusivamente nos interesses dos acionistas, mas também nos interesses dos brasileiros.

“Tem que pensar o investimento e em 200 milhões de brasileiros que são donos ou sócios dessa empresa. O que não é correto é a Petrobras, que tinha que distribuir R$ 45 bilhões de dividendos, querer distribuir R$ 80 bilhões. E R$ 40 bilhões a mais que poderiam ter sido colocados para investimento, fazer mais pesquisa, mais navio, mais sonda… Não foi feito”, afirmou o presidente, em entrevista ao SBT News nesta segunda.

247

Plebiscito sobre Essequibo é assunto interno da Venezuela, diz Itamaraty

Secretária Gisela Padovan do MRE destaca alto nível do diálogo entre os dois países

Agência Brasil – O plebiscito realizado neste domingo (3), que decidiu pela transformação do território de Essequibo – hoje pertencente à Guiana – em um estado venezuelano é assunto interno da Venezuela. A afirmação foi feita na manhã desta segunda-feira (4) pela secretária de América Latina e Caribe do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, embaixadora Gisela Padovan, após a abertura da Cúpula Social do Mercosul, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

“É um assunto interno da Venezuela, tanto que a própria Corte Internacional de Justiça [CIJ] não se pronunciou só sobre o plebiscito. Se pronunciou sobre qualquer medida que altere a atual situação”, disse Gisela Padovan, referindo-se a uma decisão da corte na última sexta-feira (1º), quando determinou que a Venezuela se abstivesse de qualquer ação com o intuito de anexar parte do território da Guiana.

Segundo o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) venezuelano, 10,5 milhões de eleitores participaram do referendo, dos quais 95,93% aceitaram incorporar oficialmente Essequibo ao mapa do país e conceder cidadania e documento de identidade aos mais de 120 mil guianenses que vivem no território.

A embaixadora disse que o Brasil mantém diálogo “em alto nível” com os dois países e espera que a solução seja pacífica”, manifestou.  De acordo com Gisela, o fato de a Venezuela estar suspensa do Mercosul não dificulta conversas no sentido de articular uma solução. “Não. Continuamos avançando.”

Agência Brasil preparou uma reportagem que explica a situação entre a Venezuela e a Guiana. Entenda mais.

União Europeia

Sobre as conversas para concretizar um tratado de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, Gisela Padovan disse que não está surpresa com a posição contrária da França, manifestada pelo presidente Emmanuel Macron, no sábado (2), durante a COP28, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Macron chamou o acordo de “incoerente”, “mal remendado” e “antiquado”.

Agência Brasil preparou uma reportagem que explica a situação entre a Venezuela e a Guiana. Entenda mais.

União Europeia

Sobre as conversas para concretizar um tratado de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, Gisela Padovan disse que não está surpresa com a posição contrária da França, manifestada pelo presidente Emmanuel Macron, no sábado (2), durante a COP28, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Macron chamou o acordo de “incoerente”, “mal remendado” e “antiquado”.

A embaixadora destacou o apoio de países como Alemanha e Espanha, que têm interesse em buscar um acordo que seja bom para os dois lados. “Eu acho que as dificuldades sempre existiram. Não recebo com surpresa essa posição da França”, completou.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está na Alemanha, para uma visita de três dias, em que deve reforçar acordos em diversos setores inclui encontro com o primeiro-ministro alemão, Olaf Scholz.

Parlasul

Na abertura da Cúpula Social, o vice-presidente da representação brasileira no Parlasul, o Parlamento do Mercosul, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), fez críticas a objeções da União Europeia em relação ao acordo de livre comércio.

“Consolidamos nossa convicção de que a União Europeia não pode nos impor sobre participação nas compras governamentais, que limitam a recuperação do nosso setor industrial e do nosso desenvolvimento em ciência e tecnologia. Da mesma maneira, não aceitamos precondições referentes ao meio ambiente. Somos países soberanos. São pontos centrais que precisam ser resolvidos de forma equilibrada para o bloco”, disse o deputado.

O governo brasileiro defende preferência para as empresas nacionais nas compras governamentais.

Fonte: 247

BC desafia o próprio mercado e mantém juros mais altos do mundo no Brasil

Banco Central (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Esta foi a 7ª vez seguida que a autoridade monetária decidiu manter os juros básicos no patamar de 13,75%

247 – Em sua quarta reunião de 2023, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu novamente por manter a taxa Selic em 13,75%. Pelo sétimo encontro consecutivo, a autoridade optou por não mexer nos juros básicos da economia.

A decisão foi unânime. No comunicado, o BC retirou a referência que fazia a uma possível retomada de ciclo de aperto, caso o processo desinflacionário não ocorra dentro do esperado, mas falou em cautela.

“A conjuntura atual, caracterizada por um estágio do processo desinflacionário que tende a ser mais lento e por expectativas de inflação desancoradas, segue demandando cautela e parcimônia”, diz o comunicado.

A expectativa de analistas antes da decisão era de que, embora haja um início de flexibilização já na reunião de agosto do Comitê, com um corte de ao menos 25 pontos-base em meio aos últimos dados de inflação, o Banco Central inseriria isso em sua comunicação de forma implícita, sem se comprometer formalmente com os cortes.

Mais uma vez, o comitê disse que a conjuntura demanda paciência e serenidade na condução da política monetária. “Os passos futuros da política monetária dependerão da evolução da dinâmica inflacionária, em especial dos componentes mais sensíveis à política monetária e à atividade econômica, das expectativas de inflação, em particular as de maior prazo, de suas projeções de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos.”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aliados, como a presidente do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), repetidamente criticaram a política de juros do BC, avaliando que o patamar atual inviabiliza o projeto de reconstrução nacional. (Com informações do InfoMoney).

 

Zanin, o vencedor

Cristiano Zanin (Foto: Pedro França/Agência Senado)

A roda da história girou: Lula com o papa Francisco e Zanin sendo conduzido ao maior posto do judiciário

A imagem diz tudo e mais um pouco, dois dos personagens que estiverem na maior arena jurídica-política do Brasil, no mínimo, nesse século.

O despreparado e arrogante ex-juiz, parcial, que rasgou a Constituição, que  se prestou a participar dos graves crimes lesa-pátria, quebrando empresas, atacando a Soberania do Brasil.

Condenou sem provas Lula, o maior deles, mas tantos outros, foi decisivo para eleição do pior dos brasileiros, sendo seu servil e subserviente, sendo humilhado e saindo pela porta dos fundos, sem conseguir a sua paga, ser ministro do STF.

Na mesma imagem Zanin, o vencedor, que soube passar por tudo que passou, desacreditado, subestimado inclusive por seus pares, mas se manteve firme e convicto da tese jurídica de defesa de Lula.

Teve a paciência e confiou nas palavras de Lula quando inquerido pelo ex-juiz de que haveria outro dia, que a história daria uma volta.

Só não sabia que seria tão grande, Lula inocentado, voltou à arena política, se elegeu e indicou Zanin ao STF, nem em roteiro de cinema preveria que justamente o ex-juiz que fez de tudo por uma vaga, fez perguntas sem nenhum brilho ao Zanin.

A roda da  história girou e proporciona um dia como o de hoje, Lula com o papa Francisco e Zanin sendo conduzido ao maior posto do judiciário.

Não é vingança, é justiça.

247

Cristiano Zanin é o novo ministro do STF

Cristiano Zanin (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247)

Indicado do presidente Lula teve seu nome aprovado pelo plenário do Senado após sua sabatina

247 – Nesta quarta-feira (21), o indicado do presidente Lula ao STF, o advogado Cristiano Zanin, foi aprovado pelo plenário do Senado, após a CCJ da Casa sabatiná-lo e decidir levar em frente a nomeação. O placar da votação no plenário deu ampla margem a Zanin: foram 58 votos a favor e 18 contra.

Zanin ganhou notoriedade a partir de 2013, quando assumiu a defesa de Lula, até então conduzida por Roberto Teixeira, seu sogro. Com estilo combativo e disposição aparentemente infinita, logo passou a antagonizar com o ex-juiz suspeito Sergio Moro, responsável por julgar os processos da finada “lava jato”, que ganhou fôlego a partir de 2014.

O advogado se aproximou mais de Lula a partir de 2018, durante os 580 dias em que o presidente ficou preso em Curitiba por ordem de Moro. Ele se orgulha de ter ajudado, por meio de sua atuação, a desnudar os métodos criminosos da “lava jato” e conseguido vencer em todos os processos do petista.

247

Lula solicita PEC que aumenta isenção tributária para igrejas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) solicitou a senadora Eliziane Gama, do PSD do Maranhão, para preparar, junto à Casa Civil, uma proposta de emenda à Constituição para ampliar a isenção tributária de igrejas.

Segundo o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, ainda não foram decididos quais impostos serão isentados, pois, atualmente as igrejas praticamente já não pagam o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto de Renda (IR), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) e Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). As entidades precisam recolher as contribuições previdenciárias dos funcionários.

A Casa Civil já designou dois servidores para trabalharem na proposta com a senadora.

Cantor desabafa após ter show reduzido a pedido de Gustavo Lima

Foto: Reprodução / Instagram

O cantor Flávio José usou parte do seu show no Maior São João do Mundo, em Camina Grande, na Paraíba, para desabafar. O artista reclamou da desvalorização dos artistas nordestinos e disse que a culpa não era sua por diminuir seu repertório.

“Se ficar alguma música do repertório que vocês estão pensando em ouvir e não vão ouvir, não é culpa minha. Eu não tenho um show pra sair daqui correndo pra fazer”, desabafou o forrozeiro.

“Infelizmente, são essas coisas que os artistas da música nordestina sofrem. Precisa cantar uma hora e meia não, uma hora tá bom”, finalizou o cantor, que começou uma música logo em seguida.

Por meio de nota, a Arte Produções, responsável pela organização do eventos, disse que o show de Gustavo Lima iria começar uma hora mais cedo.

“A Arte Produções informa que o cantor Gusttavo Lima irá antecipar a apresentação no Parque do Povo, começando as 0h30. A antecipação aconteceu a pedido do próprio cantor, o show do artista n’O Maior São João do Mundo será estendido e vai durar cerca de 2h30”, diz a nota.

 

Fonte: Bahia Notícias

“Prisão de Moro está mais perto do que se pensa”, diz Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça

Após a entrevista-bomba do delator Tony Garcia à TV 247, Eugênio Aragão apontou que Moro agiu como “líder de máfia”

247 – O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão comentou a entrevista-bomba do delator Tony Garcia à TV 247, em que o empresário apresentou uma série de denúncias contra a atuação do ex-juiz suspeito e hoje senador, Sergio Moro.

Tony Garcia, que atuou como agente de Moro em suas investigações, relatou ao jornalista Joaquim de Carvalho uma série de abusos de autoridade praticados pelo ex-juiz suspeito. Segundo Garcia, Moro teria transformado Curitiba na ‘Guantánamo brasileira’. Ele também acusou o ex-juiz suspeito de coagi-lo a forjar informações à revista Veja que pudessem comprometer o ex-ministro José Dirceu.

Na avaliação de Eugênio Aragão, Moro executou uma operação de sabotagem contra o Brasil e terá de prestar explicações sobre seus métodos “escabrosos”. “Devo dizer que Moro agiu como líder de máfia. A hora é de colocar essa sujeirada toda em pratos limpos”, disse o ex-ministro da Justiça.

“Quanto mais fio se puxa nesse imbróglio da Lava Jato, mais novelos aparecem. Não há dúvida de que foi uma operação montada por gente sem escrúpulos, comandado por um juiz que nunca respeitou sua toga e menos ainda o sistema de justiça. Ele operou em um misto de ódio, político e profissional (recalque), e levou a cabo o projeto de sabotar um país que estava mostrando independência e altivez no plano internacional”, disse Eugênio Aragão. “Pelas revelações recentes, arrisco a dizer que a perda de mandato e a prisão do ex-juiz estão mais perto do que se pensa. Moro terá que dar satisfação até mesmo de material apreendido, que sequer entrou nos autos, e os métodos escabrosos adotados por ele para coagir e incriminar seus adversários políticos e de profissão. Devo dizer que Moro agiu como líder de máfia. A hora é de colocar essa sujeirada toda em pratos limpos”.

247

PGR defende denúncia contra Moro por calúnia contra Gilmar Mendes

A vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, defendeu, mais uma vez, a denúncia apresentada contra o senador Sergio Moro (União-PR) pelo crime de calúnia. As informações são da Agência Brasil.

 

A situação é referente ao caso sobre um vídeo divulgado no mês passado nas redes sociais em que Moro aparece conversando com pessoas, que não foram identificadas, afirmando: “Não, isso é fiança, instituto…para comprar um habeas corpus do Gilmar Mendes”.

A ação foi motivada por uma representação feita pelo advogado de Mendes. Após o surgimento do vídeo, Lindôra denunciou Moro ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Em nova manifestação enviada na segunda-feira (29) ao STF, a vice-procuradora voltou a afirmar que as afirmações do senador não estão acobertadas pela imunidade parlamentar.

“A denúncia proposta expõe que o denunciado afirmou livre, consciente e ciente da inveracidade de suas palavras, durante evento em dia, hora e local não sabidos na presença de diversas pessoas, acusando falsamente o ministro do Supremo Tribunal Federal de comercializar, no exercício da função jurisdicional, decisão judicial concessiva de habeas corpus”, disse.

 

Defesa

 

Moro declarou, em defesa prévia enviada antes do novo posicionamento da PGR, que as declarações foram  feitas durante uma festa junina no ano passado e não têm relação com seu mandato.

De acordo com o parlamentar, as falas foram feitas quando ele foi abordado por pessoas que participavam da brincadeira conhecida como cadeia, parte tradicional das festividades juninas. A relatora da denúncia é a ministra Cármen Lúcia. Não há prazo para julgamento.

Procurada pela Agência Brasil, a assessoria de Moro informou que ele não vai se manifestar.



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