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:: ‘Brasil’

PSOL está disposto a aceitar Alckmin vice se Lula fizer programa de esquerda

Foto: Divulgação / Ricardo Stuckert

Para a ala hoje dominante do PSOL, o programa de governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será o fator fundamental na definição de apoio ao ex-presidente, mais até do que a presença ou não do ex-governador Geraldo Alckmin na chapa como vice.?

O partido de esquerda não esconde seu descontentamento com a possibilidade de o ex-tucano fazer parte da aliança, posição já expressada por sua liderança de maior visibilidade eleitoral, o líder sem-teto Guilherme Boulos.
Lideranças da legenda, no entanto, afirmam que a presença de Alckmin não significará automaticamente a recusa do PSOL em aliar-se a Lula. Mais importante, dizem, são as propostas em jogo.
Como mostrou a coluna Mônica Bergamo, o partido começa em fevereiro a discutir um programa para apresentar ao PT, com pontos como revogação de teto de gastos, forte agenda ambiental e revisão de reformas feitas nos governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL).
A princípio, são compatíveis com o que o próprio Lula vem defendendo, mas há um temor de recuo por parte do PT em caso de aliança com Alckmin, de perfil mais à direita.
Caso os pontos sejam incorporados ao programa de governo, contudo, o PSOL está disposto a tolerar a presença do ex-tucano como neoaliado.

Ministério Público estuda pedir relatório ao Coaf sobre ganhos de Sergio Moro

Foto: Reprodução / Flickr Ministério da Justiça

Ainda vai causar muita dor de cabeça a a investigação aberta no TCU para apurar se houve conflito de interesses no contrato dele com a consultoria Alvarez & Marsal, que atuou como administradora da recuperação judicial do grupo Odebrecht.

Segundo o colunista Lauro Jardim, o Ministério Público junto ao TCU estuda pedir um relatório de inteligência ao Coaf para saber quanto Moro recebeu durante o ano que trabalhou na A&M. Cogita também solicitar essa informação às autoridades americanas.

Ao contrário do que parece, o ministro do TCU Bruno Dantas, que abriu a investigação, não determinou à consultoria que entregasse esses dados. Apenas pediu “a título de cooperação” que a Alvarez o fizesse. Mas o valor da remuneração recebida pelo juiz da Lava-Jato não consta do material já enviado.

 

Fonte = Bahia Noticias

“Ciro foi covarde”, escreve Miguel do Rosário sobre ataques ao 247

Miguel do Rosário e Ciro Gomes (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | ABr)

“Feroz e violento com um veículo alternativo; mansinho e educado com a mídia corporativa”, destaca o editor d’O Cafezinho

247 – O jornalista Miguel do Rosário, em artigo n’O Cafezinho, criticou o pré-candidato à presidência da República Ciro Gomes (PDT) pelos ataques que fez contra o jornalista Luis Costa Pinto, do Brasil 247. Ciro foi confrontado com uma simples questão colocada pelo jornalista Luís Costa Pinto, diretor editorial do 247, sobre a possibilidade de uma aliança entre as forças do campo progressista para derrotar Jair Bolsonaro.

Em sua resposta, Ciro Gomes, que está com 3% de intenções de voto segundo a última pesquisa PoderData, acusou o 247 de “não ser um órgão de imprensa” e de ser “um panfleto do Lula, pago com dinheiro sujo”.

Rosário diz que o jornalista “fez uma pergunta pertinente” e que “as respostas de Ciro foram infelizes”. “Não é a primeira vez que Ciro Gomes ataca um veículo independente, acusando-o de ter ligações com Lula, com o PT, e de receber financiamento ilícito”, diz o editor d’O Cafezinho.

“A fala de Ciro sintetiza um dos problemas centrais de sua campanha: uma falta de inteligência emocional que o vem isolando – e a seu partido – num ritmo que podemos chamar de dramático”, destaca.

“Foi um gesto covarde, mesquinho, antidemocrático e, de ponto-de-vista eleitoral, mais um dos incontáveis tiros que Ciro Gomes vem aplicando, criteriosamente, em seu próprio pé, desde que perdeu a vaga para Haddad no primeiro turno de 2018”, argumenta.

“Foi covarde porque jornalistas da grande imprensa já fizeram exatamente a mesma pergunta, e Ciro Gomes jamais os contrangeu com ataques aos veículos que representavam”, lembrou.

“Ciro apenas atacou o 247 por entender que, no atual ecossistema da comunicação brasileira, é um veículo que não conta com a simpatia das elites e dos outros grandes meios de comunicação. É um raciocínio típico de um covarde: feroz e violento com um veículo alternativo de esquerda; mansinho e educado com a mídia corporativa”, reforça o jornalista Miguel do Rosário.

247

CPI contra Moro recebe aprovação de Ciro Nogueira, ministro de Bolsonaro, e Arthur Lira

Segundo o site O Antagonista, o ministro da Casa Civil de Bolsonaro aplaudiu a sugestão do PT em um grupo de Whatsapp

247 – O ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, Ciro Nogueira (PP-PI), aprovou a ideia do PT de articular a criação de uma CPI para investigar a consultoria prestada pelo ex-juiz suspeito Sergio Moro à empresa Alvarez & Marsal, que lucrou com pagamentos de empresas quebradas pela Lava Jato.

Segundo O Antagonista, o ministro postou a notícia em um grupo de WhatsApp, seguida de um gif de aplausos. O site apurou ainda que Arthur Lira (PP), presidente da Câmara dos Deputados, já teria garantido a instalação da comissão, cujas assinaturas serão recolhidas pelo deputado petista Paulo Teixeira.

O líder do PT na Câmara, deputado Reginaldo Lopes (MG), já solicitou formalmente que o TCU compartilhe o processo que investiga Moro.

A ideia da CPI surgiu depois que o TCU não conseguiu acesso ao salário pago pela Alvarez & Marsal a Sergio Moro durante os 10 meses de consultoria. O tribunal deve pedir ao Coaf que revele os ganhos.

Após dois anos de matérias contra mim, Globo dedicou 18 segundos para noticiar minha inocência, diz ex-ministra Erenice Guerra

(Foto: ABr | Reprodução)

Inocentada das acusações infundadas da mídia corporativa, ex-ministra do governo Dilma explicou a sequência de fatos que levou a seu pedido de demissão em 2010

247 – A ex-ministra Erenice Guerra, que atuou no governo Dilma Rousseff, explicou a sequência de fatos que levou a seu pedido de demissão do governo em 2010. Ela foi inocentada das acusações infundadas perpetradas pela imprensa corporativa à época.

Em setembro daquele ano, com base em depoimento de Fábio Baracat, empresário do setor de transportes, a Veja acusou Israel Guerra, filho de Erenice, de participar de tráfico de influência em que ele teria cobrado propina para facilitar negócios com o governo. O próprio Baracat, entretanto, publicou nota de esclarecimento desmentindo as acusações da revista que depois apoiou o golpe contra Dilma e as perseguições contra o ex-presidente Lula, fato comprovado pelo STF e a Vaza Jato.

Enquanto isso, a Globo dizia que a permanência de Erenice Guerra no governo era insustentável

Na disputa eleitoral de 2008, conta Erenice, “pela nossa proximidade, que já vinha desde 2002, isso se transformou num instrumento, numa forma de destruir a Dilma. Era evidente que ela ia ganhar aquela eleição”.

“A forma de atingir Dilma encontrada naquele momento foi, na minha opinião, atingindo a mim. Eu seria o elo fraco de uma corrente, e o objetivo era fazer ela perder a eleição. Tanto que teve segundo turno, que não era para ter, mas acabou tendo, dado o escândalo, e a exploração da mídia em cima de denúncias absolutamente vazias, sem prova nenhuma. Depois, quando o denunciante foi depor na polícia ele ainda voltou atrás e disse que não foi bem isso, não era bem assim que eu disse. Mas foi o que disse pra Veja”, relatou.

“A imprensa explorou isso durante anos. Até hoje a imprensa solta notinha se referindo à ‘aquela’ Erenice Guerra que fazia algum malfeito, o que nunca foi comprovado”, prosseguiu. “Não tem prova, mas tem convicção. Sabe? Igual foi feito com o Lula”.

A procuradora no MPDF que recebeu o processo afirmou: “ela despachou para o juiz dizendo que não tem como pedir indiciamento em absolutamente nada, porque não existe nenhuma consistência em tudo que foi apresentado e levantado, e pediu o arquivamento do inquérito, que foi arquivado”.

“E aí a Globo, que tinha passado dois anos falando todos os dias que eu era uma pessoa que praticava malfeito no governo, se deu o trabalho de, em 18 segundos, dizer que o inquérito que apurava eventuais irregularidades contra a ministra Erenice Guerra foi arquivado conforme  solicitação do MP e determinação do juiz. 18 segundos. Niguém nunca disse sorry”, completou.

247

Pago por quem lucrou com a quebra da Odebrecht, Moro trata brasileiros como idiotas e diz que não trabalhou para a Odebrecht

Sergio Moro e fachadas da Odebrecht e OAS (Foto: Alessandro Dantas/PT no Senado | Reuters)

247 – O ex-juiz Sergio Moro, que destruiu 4,4 milhões de empregos, segundo o Dieese, foi declarado suspeito pela suprema corte e depois foi contratado por uma empresa dos Estados Unidos, a Alvarez & Marsal, que ganhou R$ 42 milhões de empresas atingidas pela Lava Jato, tratou os brasileiros como idiotas neste sábado. Ao ser confrontado com a informação de que foi pago pela empresa que lucrou com a quebra da Odebrecht, ele diz que nunca trabalhou para a Odebrecht. De fato: Moro trabalhou para a empresa que lucrou com a quebra da Odebrecht. Confira:

Alckmin como vice de Lula não muda programa econômico, diz secretário-geral do PT

Paulo Teixeira, Geraldo Alckmin (Foto: Agência Brasil)

“Nossas divergências ficaram no passado”, disse o deputado Paulo Teixeira, que integrou a oposição ao ex-governador de São Paulo

247 – O deputado federal e secretário-geral do PT, Paulo Teixeira (SP), defensor da chapa Lulalckmin, afirmou que o ex-governador não atua para alterar o programa econômico e de governo que está sendo elaborado pelo partido.

“Ao mesmo tempo que o nome dele [Alckmin] entra no debate, temas fundamentais para o nosso projeto estão sendo discutidos sem que haja uma mudança nas agendas do PT”, diz ele à coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo.

Teixeira, que integrou a oposição ao ex-governador de São Paulo, admite que sejam dados “todos os passos possíveis na direção de derrotar o bolsonarismo”, o que inclui a aliança com Alckmin. “Nossas divergências ficaram no passado”.

Fonte: 247

Entrevista de Lula derruba dólar e provoca onda de otimismo nos mercados

Lula (Foto: Ricardo Stuckert)

Declarações de Lula à mídia independente sobre reconstrução nacional e Alckmin acalmam mercado

247 – Em meio à recepção da entrevista do ex-presidente Lula à mídia independente, em que ele falou sobre a reconstrução nacional que será conduzida se eleito, o dólar opera em forte queda ante o real, em uma valorização da moeda nacional, nesta quarta-feira (19). Lula também falou sobre sua possível aliança com o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (sem partido). “Não há problemas” em tê-lo como vice, disse Lula.

Por volta de 16h30, a divisa americana tinha baixa de 1,69%, negociada a R$ 5,4659, após operar no patamar de R$ 5,52 por volta de 11h15.

Existe ainda a percepção de um ambiente mais positivo para ativos de risco no exterior, com os recentes anúncios do banco central americano (Fed) sobre o aumento da taxa de juros nos EUA. A tendência é o dólar se valorizar.

247

Papa Francisco reza pelas vítimas das enchentes no Brasil

Foto: Reprodução / Twitter

O Papa Francisco rezou neste domingo (16), pelas vítimas das recentes enchentes em vários estados brasileiros, incluindo a Bahia, que causaram danos e vítimas significativos, depois de rezar o Angelus na Praça de São Pedro.

“Expresso minha proximidade com as pessoas afetadas pelas fortes chuvas em várias regiões do Brasil nas últimas semanas”, disse o papa, de acordo com o Estado de São Paulo.

Francisco ofereceu suas orações “especialmente pelas vítimas, suas famílias e por todos aqueles que perderam suas casas” e pediu que “Deus apoie os esforços daqueles que estão trazendo ajuda”.

O mau tempo e as fortes chuvas causaram enormes prejuízos e várias dezenas de vítimas no Brasil, especialmente na região nordeste.

Depois de atingir duramente a Bahia, com pelo menos 25 mortes confirmadas, as fortes chuvas atingem também os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, onde já houve vítimas e centenas de deslocados.

 

Fonte: Bahia Notícias

Aliados de Lula e Alckmin avaliam que aliança entre os dois já está consolidada

Correligionários do ex-presidente do ex-governador minimizam desgastes e projetam a chapa para as eleições de 2022

247 – A chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para as eleições presidenciais deve mesmo ser formada com o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que deixou o PSDB e busca um novo partido. “Aliados do ex-presidente Lula (PT) e do ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido) avaliam que a construção da chapa conjunta está pavimentada e que a união demonstrou, nesta semana, resistir a desafios de ordem programática e partidária”, aponta reportagem de Carolina Linhares, publicada na Folha de S. Paulo.

“A leitura de quem acompanha as conversas entre Lula e Alckmin é a de que ambos querem fazer a chapa acontecer e, para isso, estão dispostos a superar diferenças –a união pode ser anunciada em fevereiro. O ex-governador abandonou os movimentos para disputar novamente o Palácio dos Bandeirantes e se concentrou em debater o país. Lula, por sua vez, não viu mais surgirem especulações de nomes de vices depois que o de Alckmin entrou na roda. Petistas afirmam que, na opinião do ex-presidente, o jantar que os reuniu publicamente demonstrou que as resistências no partido e na opinião pública foram menores que o esperado”, prossegue a jornalista.

 



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