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:: ‘Brasil’

Em entrevista à TV 247, Chico Buarque alerta: “estão preparando um golpe”

Um dos maiores artistas brasileiros, Chico Buarque de Hollanda concedeu entrevista ao programa “Estação Sabiá”, de Regina Zappa, na TV 247, ao lado de Hildegard Angel, no centenário de Zuzu Angel, e disse que o Brasil pode estar caminhando para uma nova ditadura

O cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda está concedendo, na tarde desta quinta-feira (10), entrevista às jornalistas Regina Zappa e Hildegard Angel, na TV 247.

Um dos maiores artistas da história do Brasil, Chico Buarque relata sua convivência com a estilista Zuzu Angel, que foi morta pela Ditadura Militar após cobrar investigação e punição dos autores do assassinato de seu filho Stuart Angel Jones, pelos militares.

“Eles descobriam um aparelho [núcleo de oposição ao regime], mataram todo mundo. Depois fotografavam e às vezes plantavam armas, fuzis, como se os ‘terroristas’, ‘subversivos’, como eles os chamavam, tivessem atirado antes e foi uma reação natural das Forças Armadas em defesa da própria vida e da pátria”, afirmou o compositor.

Chico Buarque se emocionou ao criticar o governo e alertou que Jair Bolsonaro prepara um novo golpe contra a democracia brasileira e a instauração de uma nova Ditadura Militar.

“Na Ditadura, nós não teríamos um programa como esse, não estaríamos falando disso aqui. E o que este governo quer, evidentemente, é a volta da Ditadura, no sentido da censura, da proibição da difusão de ideias, de maneira que o programa da Regina não possa mais ir ao ar, os sites de esquerda, de oposição ao governo seriam banidos. É tudo o que querem. Eles já estão plantando tudo isso, com estas campanhas todas, anunciando possível fraude na eleição, já estão se preparando para um golpe. A gente sabe que eles estão preparando um golpe e o golpe vai trazer tudo isso de volta que eu estou falando, além do que já existe, deste horror. A autorização, que vem lá de cima, para continuar a haver este morticínio [Chico se emociona e embarga a voz] de favelados. É foda”, relatou Chico Buarque.

Em outro trecho da entrevista, Chico reforçou o alerta: “já estamos com o pé no fascismo. Bolsonaro, com apoio das Forças Armadas, é capaz, mesmo, de promover um Golpe de Estado. E eles vêm anunciando isso o tempo todo. Eles estão anunciando o golpe e algum pretexto vai ser usado para fechar de vez”, afirmou.

Fonte: 247

 

STF decide que Estado é responsável por jornalista atingindo no olho em cobertura

Fotógrafo após ser atingido por bala de borracha em cobertura | Foto: Folhapress

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (10), que o Estado deve ser responsabilizado por jornalistas feridos durante coberturas de manifestações públicas. Segundo a Folha de São Paulo, o direito do fotógrafo Alex Silveira de receber indenização por ter sido atingido no olho esquerdo por uma bala de borracha disparada por um policial militar foi reconhecido por 10 votos a um.

Alex foi atingido durante a cobertura de um protesto de servidores na Avenida Paulista, em 2000, para o jornal Agora, do Grupo Folha. O ferimento deixou o fotógrafo com apenas 15% da visão no olho baleado.

O caso foi julgado pelo Supremo em um recurso com repercussão geral, ou seja: o entendimento desse processo valerá para todas as ações similares em curso no Judiciário. Mas, ainda segundo a Folha, os magistrados ainda não definiram qual tese jurídica irão fixar para que seja aplicado pelos demais órgãos da Justiça.

Em primeira instância, foi reconhecido o direito do fotógrafo de ser indenizado em valor equivalente a 100 salários mínimos. Já em segunda instância, a 1ª Câmara de Direito Público do TJ-SP reconheceu que Alex não era um dos manifestantes, mas afirmou que a culpa por ter sido atingido pela bala de borracha foi dele mesmo.

Foi entendido que, como o profissional ficou no local do tumulto e não se retirou após o conflito tomar proporções agressivas e de risco à integridade física, a culpa pelo ferimento é exclusivamente dele. A decisão do TJ-SP foi criticada pelos ministros do STF. A ministra Cármen Lúcia afirmou que “chega a ser quase bizarro” culpar o fotógrafo por ter levado o tiro.

Para o ministro Marco Aurélio, o TJ-SP “violou o direito ao exercício profissional, no que assentada a culpa exclusiva da vítima”. O magistrado afirmou que, “ao atribuir à vítima, que nada mais fez senão observar o fiel cumprimento da missão de informar, a responsabilidade pelo dano, o Tribunal de Justiça endossou ação desproporcional, das forças de segurança, durante eventos populares”.

O ministro Luís Roberto Barroso afirmou que a cobertura jornalística de uma manifestação é de interesse público e, portanto, é dever do Estado proteger esses profissionais. “O jornalista não estava lá correndo o risco em nome próprio, ele estava lá correndo o risco pelo interesse público. E todos nós temos o interesse de saber o que está acontecendo em uma manifestação”.

Alexandre de Moraes afirmou que não há nenhum elemento nos autos do processo que aponta para a culpa exclusiva da vítima. “Não é razoável exigir dos profissionais da imprensa que abandonem a cobertura de protestos. Estaríamos cerceando o exercício da liberdade de imprensa”, analisou. Para ele, o Supremo estaria propiciando notícias incompletas, imprecisas e equivocadas.

A Associação Brasileira de Jornalismo investigativo (Abraji) e a Artigo 19, entidade internacional de defesa dos direitos humanos, pediram ao STF para serem ouvidas no caso como partes interessadas.

O único voto divergente foi o do ministro Kassio Nunes Marques. Para ele, o Supremo não deveria reconhecer um direito genérico a jornalistas em casos de coberturas de manifestações públicas. O magistrado afirmou que é necessário levar em consideração casos de jornalistas que assumem riscos por imprudência e contrariam normas de segurança.

O relator do processo, Marco Aurélio, sugeriu a fixação da seguinte tese: “Viola o direito ao exercício profissional, o direito-dever de informar, conclusão sobre a culpa exclusiva de profissional da imprensa que, ao realizar cobertura jornalística de manifestação pública, é ferido por agente da força de segurança”.

E o ministro Edson Fachin, concluiu que “o Estado é civilmente responsável pelo dano a profissional de imprensa ferido em situação de tumulto durante cobertura jornalística”.

Fonte: Bahia Notícias

Bolsonaro após Brasil passar de 480 mil mortes: “o milagre para termos poucos óbitos é o remédio da malária e o do piolho”

Bolsonaro com uma caixa de cloroquina (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

Em live nas redes sociais, Jair Bolsonaro volta a citar parecer já desmentido pelo TCU: trabalho com “fortes sinalizações” de que houve supernotificação de mortes por Covid. O “milagre” para o Brasil ter “poucos óbitos” foi o tratamento precoce, repetiu

Jair Bolsonaro voltou a defender o ineficaz tratamento precoce contra a Covid-19, nesta quinta-feira, 10, em live nas redes sociais, no dia em que o Brasil ultrapassou a marca de 480 mil mortos oficiais pela doença.

Ele declarou que o “milagre” para o Brasil ter “poucos óbitos” foi o tratamento precoce foi o tratamento precoce. “Talvez eu tenha sido o único chefe de estado no mundo a apostar nisso, mas não apostei nisso de graça, não foi um chute da minha cabeça”, argumentou em live.

Ainda, reforçando o que afirmou em discurso no Palácio do Planalto mais cedo, Bolsonaro novamente citou parecer falso –  já desmentido pelo Tribunal de Contas da União (TCU) –  segundo o qual cerca de 50% das mortes por Covid-19 em 2020 tiveram outras causas. O auditor da Corte que tentou inserir os dados no sistema foi afastado.

Ele afirmou que trabalha com “fortes sinalizações” de que houve supernotificação de mortes pelo novo coronavírus no país.

As principais suspeitas, no entanto, é que haja subnotificação de casos e óbitos por Covid-19 no país, uma vez que o Brasil é um dos países que menos testa contra a doença.

Lula encontra lideranças progressistas para construir aliança para o governo do Rio de Janeiro

Molon, André Ceciliano, Lula, Gleisi, Freixo e Jandira Feghali (Foto: Ricardo Stuckert)

Ex-presidente considera crucial derrotar o bolsonarismo no estado que deu origem ao fenômeno que está destruindo a democracia brasileira

O ex-presidente Lula se encontrou nesta quinta-feira (10) no Rio de Janeiro com diversas lideranças políticas de variados partidos do campo progressista do estado. O petista inicia uma agenda política pelo território fluminense.

Em fotos publicadas no Twitter pelo próprio petista é possível ver a deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, os deputados federais Marcelo Freixo (PSOL-RJ), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Alessandro Molon (PSB-RJ), os deputados estaduais André Ceciliano (PT) e Carlos Minc (PSB-RJ), o ex-senador Lindbergh Farias e o ex-deputado federal Wadih Damous, entre outros. Na terça-feira (8) Minc anunciou que Freixo está de mudança do PSOL para o PSB, assim como o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Também pelo Twitter, Gleisi classificou o encontro como “uma representativa reunião”. “Vamos devolver a esperança ao Rio de Janeiro!”, escreveu Freixo.

Fonte: 247

Um dia após pressão da embaixada chinesa, Bolsonaro volta a dizer que vírus da Covid foi criado em laboratório

Em culto evangélico em Anápolis (GO) nesta tarde, Jair Bolsonaro disse que não tem provas, mas acredita na hipótese classificada pela embaixada como “teoria conspiratória”

Um dia após a Embaixada da China no Brasil se posicionar sobre a hipótese de que o novo coronavírus foi criado em um laboratório em Wuhan, Jair Bolsonaro insistiu na narrativa.

Em culto evangélico em Anápolis (GO), o presidente disse que não tem provas, mas acredita na hipótese classificada pela embaixada como “teoria conspiratória”.

“Tivemos um problema seríssimo, a tal da pandemia. Ainda, eu não tenho provas, né? Mas esse vírus nasceu de um animal ou nasceu num laboratório? Eu tenho na minha cabeça da onde ele e veio e para quê, mas ela está aí”, disse. “Começou a se utilizar politicamente o vírus”, completou Bolsonaro.

No comunicado desta terça-feira, a China alertou que a politização do coronavírus “está fadada ao fracasso”.

“Instamos aquele pequeno número de países e indivíduos a cessar imediatamente a politização do assunto e a sabotagem da cooperação internacional no estudo das origens por motivo de sua agenda política escusa”, diz a embaixada do país asiático.

Reportagem de Natália Portinari e Julia Lindner, no Globo, publicada nesta quarta, mostra como os posicionamentos agressivos de Bolsonaro com a China prejudicaram a compra de vacinas.

Segundo as jornalistas, um executivo da farmacêutica Sinovac pediu uma mudança no posicionamento político do Brasil para que houvesse uma relação “mais fluida” entre os países e “fez questão de ressaltar a importância do apoio político para a realização das exportações, e mesmo a possibilidade de tratamento preferencial a determinados países”.

Wassef, que escondeu Queiroz, tem procuração para representar Jair Bolsonaro

Documento assinado por Bolsonaro no dia 6 de maio autoriza Frederick Wassef a representá-lo perante qualquer repartição, autarquia ou órgão federal, estadual ou municipal

O advogado Frederick Wassef, que escondeu Fabricio Queiroz da Justiça em sua casa em Atibaia, recebeu de Jair Bolsonaro uma procuração para representá-lo judicialmente.

O documento foi divulgado pelo jornalista Caio Junqueira, da CNN Brasil, e foi assinado por Bolsonaro no dia 6 de maio.

A procuração diz que Wassef poderá, em nome do presidente, “transigir, negociar, reconvir, concordar, discordar, ratificar, firmar compromissos ou acordos, receber e dar quitação, desistir, acompanhar quaisquer processos em todos os termos ou instâncias, representar (o presidente) perante qualquer repartição, autarquia ou órgão federal, estadual ou municipal”.

Fabrício Queiroz, que recebeu abrigo de Frederick Wassef em sua casa, é amigo de longa data do presidente Jair Bolsonaro, é denunciado junto com o senador Flávio Bolsonaro no esquema das rachadinhas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Fonte: 247

Luana Araújo reafirma depoimento e diz que aceita acareação com Queiroga na CPI

“Como poderia fugir disso? Se necessário, lá estarei”, disse a médica infectologista ao reafirmar o que relatou na CPI, que sua nomeação para a secretaria de combate à Covid não foi efetivada por decisão do governo

A médica infectologista Luana Araújo rebateu o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que no segundo depoimento à CPI da Covid, nesta terça-feira (8), disse que a não efetivação da nomeação da médica foi uma decisão pessoal dele, e não da cúpula do governo, como disse em seu primeiro depoimento à comissão.

Em declaração ao site Metrópoles, a infectologista manteve a versão dada por ela à comissão, em depoimento na semana passada, de que havia sido comunicada pelo ministro da Saúde de que sua nomeação não foi efetivada porque seu nome não teria sido aprovado pelo governo.

A médica disse também que participaria de uma acareação com o ministro Queiroga para reafirmar sua posição, como já defendem alguns integrantes da CPI. “Como poderia fugir disso? Se necessário, lá estarei”, disse a médica, reforçando que a versão dada por ela “foi o que aconteceu”.

No depoimento à CPI nesta terça-feira, o ministro Marcelo Queiroga disse o seguinte sobre o fato da médica Luana Araújo não ter sido efetivada na Secretaria de Enfrentamento à Covid-19: “Entendi que, naquele momento, a despeito da qualificação que a doutora Luana tem, não seria importante a presença dela para contribuir para harmonização desse contexto. Então, no ato discricionário do ministro, decidi não efetivar a sua nomeação”, afirmou.

Fonte: 247

STF pauta suspensão da Copa América para sessão extraordinária na quinta-feira

O caráter emergencial da sessão se deve a “excepcional urgência e relevância do caso e da necessidade de sua célere conclusão, considerando que se noticia o início da competição desportiva questionada para o próximo dia 13 de junho”, explica a ministra Cármen Lúcia

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para quinta-feira (10), em caráter extraordinário, sessão para discutir a eventual suspensão da Copa América no Brasil. A audiência é consequência de ação apresentada pelo PSB, de relatoria da ministra Cármen Lúcia.

A magistrada, em despacho, afirma que os ministros analisarão ao longo de 24 horas, em plenário, como proceder com o torneio. A sessão extraordinária, explica a ministra, se deve a “excepcional urgência e relevância do caso e da necessidade de sua célere conclusão, considerando que se noticia o início da competição desportiva questionada para o próximo dia 13 de junho”.

Os advogados das partes, do PSB e da Advocacia Geral da União (AGU), poderão fazer sustentações orais na quarta-feira (9) para que posteriormente os ministros apresentem seus votos.

 

Veja implode Bretas, da Lava Jato do Rio, e o acusa de negociar penas

Juiz Marcelo Bretas aparece em uma gravação falando em aliviar a pena do delator Fernando Cavendish

O advogado criminalista Nythalmar Dias Ferreira, que fechou um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) no qual acusa o juiz Marcelo Bretas, da Lava Jato no Rio, de negociar penas, combinar estratégias com o Ministério Público e direcionar acordos. De acordo com reportagem da revista Veja, Ferreira teria apresentado aos promotores uma gravação em que Bretas fala em ‘aliviar’ a pena de Fernando Cavendish, um outro delator preso na operação Lava Jato.

No áudio, segundo a reportagem, o juiz diz a Nythalmar que havia conversado com o Ministério Público sobre um acordo e que poderia “aliviar” a pena de Cavendish caso tudo saísse como o esperado. “Você pode falar que conversei com ele, com o Leo, que fizemos uma videoconferência lá, e o procurador me garantiu que aqui mantém o interesse, aqui não vai embarreirar” diz Bretas na gravação. “E aí deixa comigo também que eu vou aliviar. Não vou botar 43 anos no cara. Cara tá assustado com os 43 anos”, diz em outro trecho do diálogo.

O Leo citado por ele é o procurador Leonardo Cardoso de Freitas, então coordenador da Lava-Jato no Rio de Janeiro. Os “43 anos” se referem à decisão que condenou o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, ex-presidente da Eletronuclear, o que gerou temor generalizado nos réus.

Acusado de negociar sentenças, Bretas condena ex-governador Pezão a 98 anos de prisão

No dia em que é denunciado por conduta espúria, o juiz Marcelo Bretas condena ex-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, a mais de 98 anos e 11 meses de prisão

Agenda do Poder – No dia em que foi revelado o conteúdo espúrio de sua atuação na Lava Jato, através da delação do advogado Nythalmar Ferreira, o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, condenou o ex-governador Luiz Fernando Pezão a 98 anos, 11 meses e 11 dias de prisão pelos crimes de corrupção passiva. A rigorosa sentença de Bretas, dada na tarde desta sexta-feira, foi interpretada como um movimento para tirar o foco do volumoso cipoal de denúncias contra o magistrado posto a público a partir da delação do advogado.

Apesar de nenhum valor substancial ter sido encontrado em contas no Brasil e no exterior ou mesmo propriedades em nome do ex-governador, Bretas condenou Pezão por entender que ele deu continuidade ao esquema de corrupção montado por Sérgio Cabral. Essa é a primeira condenação de Pezão na Lava Jato do Rio.

Fonte: 247

 



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