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:: 12/jan/2021 . 20:29

Quatro marcas chinesas estariam interessadas em fábrica da Ford em Camaçari, diz jornal

Após o encerramento das operações da Ford no Brasil, incluindo na fábrica de Camaçari, quatro marcas chinesas estariam interessadas em comprar a fábrica na Bahia. Segundo apurações da CNN Brasil Business com fontes do mercado.

As informações são de que Great Wall Motors, Changan Auto, Gelly e GAC estão de olho no terreno e pretendem se instalar por lá. A especulação entre os investidores é de que o Grupo Caoa, do empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, seja o responsável por fazer a conexão entre as marcas e o Brasil, de acordo com a BP Money.

Justiça dá 72 horas para Planalto explicar sigilo do cartão de vacinação de Bolsonaro

A juíza Adverci Rates Mendes de Abreu, da 20ª Vara Federal de Brasília, concedeu, nesta segunda-feira (11), 72 horas para que o governo brasileiro se manifeste acerca do sigilo do cartão de vacinação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A decisão se deu no âmbito de uma ação popular movida pela deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), que contestou o sigilo imposto ao documento pelo Palácio do Planalto. Segundo a parlamentar, o cartão de vacinação de Bolsonaro é de interesse público.

O sigilo de 100 anos ao cartão de vacinação de Bolsonaro foi decretado pelo governo federal após o jornalista Guilherme Amado, da revista Época, solicitar acesso ao documento via Lei de Acesso à Informação (LAI).

Ainda sem vacina, Brasil registra 1.110 mortes e 64 mil casos de Covid

A média móvel de casos dos últimos sete dias está em alta, em 55.034, mas a de óbitos apresentou uma leve queda: de 1.014 na segunda-feira (11) para 994 nesta terça-feira (12)

(ANSA) – O Brasil registrou 1.110 mortes e 64.025 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, informou nesta terça-feira (12) o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Com isso, o país contabiliza 204.690 vítimas e 8.195.637 contágios desde o início da pandemia.Os números às terças-feiras são maiores porque contabilizam o represamento de dados das secretarias estaduais durante o fim de semana.

Com os dados de hoje, a taxa de letalidade da doença continua em 2,5%, mas a de mortalidade voltou a subir e está em 97,4 a cada 100 mil habitantes. O índice de incidência continua mantendo o ritmo de subida e está em 3.900 a cada 100 mil habitantes.

A média móvel de casos dos últimos sete dias está em alta, em 55.034, mas a de óbitos apresentou uma leve queda: de 1.014 na segunda-feira (11) para 994 hoje.

O estado de São Paulo é o que registra mais casos quando considerados os números absolutos, com 1.561.844. Na sequência, aparecem Minas Gerais (602.833), Santa Catarina (526.024), Bahia (515.861) e Paraná (486.349).

Quando analisadas as quantidade de mortes, também em dados totais, São Paulo aparece à frente com 48.662, seguido por Rio de Janeiro (26.976), Minas Gerais (12.750), Ceará (10.162) e Pernambuco (9.889).

Já na análise da taxa de letalidade, o Rio de Janeiro está na primeira colocação com 5,8% – mais do que o dobro da média nacional -, seguido por Pernambuco (4,2%) e São Paulo (3,1%).

Justiça rejeita pedido para adiar Enem em meio a avanço da Covid-19

A Justiça Federal de São Paulo rejeitou nesta terça-feira (12) o pedido para novo adiamento do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que terá início no próximo domingo (17).

A juíza Maria Claudia Gonçalves Cucio, da 12ª Vara Cível, defendeu em sua decisão que o adiamento “causará certamente prejuízos financeiros” e pode impedir o prosseguimento da formação acadêmica de muitos participantes.

A magistrada afirma que, em seu entendimento, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), responsável pela prova, adotou medidas para “neutralizar ou minimizar o contágio” pelo coronavírus, “sem deixar de confiar na responsabilidade do cuidado individual de cada participante”.

O pedido para o adiamento foi feito pela Defensoria Pública da União e entidades estudantis e educacionais diante do avanço da pandemia de Covid-19 em todo o país. Na ação, eles afirmam que o Ministério da Educação não anunciou medidas que garantam a segurança dos quase 6 milhões de candidatos da prova.

Para a juíza, a segurança do exame está garantida já que a organização da prova informou que tomou medidas. Entre as ações destacadas pela magistrada está a regra de que participantes não adentrem nos locais de prova sem uso de máscara e a redução do número de pessoas por sala. Na decisão, ela não informa se há detalhes sobre essas medidas, como qual é a média de participantes por ambiente.

A juíza argumenta ainda que a segurança da prova é de responsabilidade dos candidatos. “Espera-se o comprometimento de cada participante com o seu próprio cuidado e de seus familiares, uma vez que seguir as orientações das autoridades sanitárias é o caminho para a prevenção da Covid-19. Ressalto que os participantes do Enem já concluíram, ou estão em fase final de conclusão, do ensino médio, então compreendem a importância do distanciamento social, do uso da máscara e da higienização das mãos”, diz a decisão.

Para a juíza, o adiamento também não se aplica já que os efeitos da pandemia não são uniformes em todo o território nacional. “A situação da pandemia em uma cidade pode ser mais ou menos grave do que em outra e as peculiaridades regionais ou municipais devem ser analisadas caso a caso, cabendo a decisão às autoridades sanitárias locais, que podem e devem interferir na aplicação das provas do Enem se nessas localizações específicas sua realização implicar em um risco efetivo de aumento de casos da Covid-19.”

A decisão frustra mobilização de estudantes nas redes sociais em favor do adiamento. Mas Une (União Nacional dos Estudantes) e Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) informaram que vão recorrer da decisão, com um agravo judicial. A morte por Covid do diretor do Inep responsável pelo Enem, general Carlos Roberto Pinto de Souza, revelada pelo jornal Folha de S.Paulo, impulsionou nova pressão sobre o governo.

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse nesta terça em entrevista à CNN Brasil que não haverá adiamento das provas e que os pedidos de alteração da data vem de uma “minoria barulhenta”. “Não vamos adiar o Enem”, disse ele, “porque nós tomamos todos os cuidados de biossegurança possíveis. Nós queremos dar tranquilidade para você que vai fazer a prova, assim como aconteceu no domingo (10), claro em menor proporção, em São Paulo, no exame da Fuvest”.

Ribeiro tem se posicionado desde o ano passado pelo retorno às aulas presenciais, ecoando discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de minimização dos efeitos da pandemia. A realização recente dos vestibular da Fuvest e da Unicamp foi citada na decisão judicial. “Nem a Defensoria Pública, nem as entidades estudantis locais, ingressaram com pedido de adiamento ou cancelamento das provas dos vestibulares presenciais, que foram realizadas no mesmo período de aumento de casos de pandemia”, cita o texto.

Em meio à pandemia, os dois vestibulares tiveram taxas de abstenção mais altas que em anos anteriores. As provas do Enem estavam previstas inicialmente para novembro de 2020 e, por pressão do Congresso e de secretários de Educação, foi adiada. Antes de definir as novas datas, o MEC fez uma consulta pública com os participantes –a maioria votou pela realização em maio, o que não foi acatado pelo governo.

O Enem é a principal porta de entrada para o ensino superior. É adotado como vestibular por praticamente todas as universidades federais e critério para bolsas do ProUni (Programa Universidade Para Todo) e contratos do Fies (Financiamento Estudantil). Adiar o exame poderia comprometer, segundo o governo, o ingresso dos jovens nessa etapa.

Bolsonaro diz que PT apoia seu candidato no Senado

“O PT resolveu apoiar quem eu tenho simpatia”, ironizou Bolsonaro durante conversa com apoiadores nesta terça-feira

Em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada nesta terça-feira (12), Jair Bolsonaro ironizou o apoio do PT ao senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) para a presidência do Senado. Bolsonaro afirmou que o partido “resolveu apoiar quem eu tenho simpatia”.

“O PT resolveu apoiar quem eu tenho simpatia no Senado. Eu nunca conversei com deputado do PT, PCdoB e PSOL, nem eles procuraram falar comigo. Eu já sei qual a proposta deles”, disse.

O anúncio do PT foi feito na segunda-feira (11) por meio do senador Humberto Costa (PT-PE).

Bolsonaro também aproveitou a ocasião para voltar a pressionar a bancada ruralista da Câmara dos Deputados por apoio a seu candidato à presidência da Casa, Arthur Lira (PP-AL). “O que peço para a bancada ruralista, que é uma minoria, mas pode decidir, é que vejam o que nós fizemos nesses dois anos. O que vocês lucraram, o que o Brasil lucrou com vocês também”.

 



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