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:: 19/jan/2021 . 23:30

Em Brasília, Rui se reúne com embaixadas de países da Ásia para ‘vender’ parque da Ford

O governador Rui Costa (PT) cumpre agenda em Brasília neta terça-feira (19). O petista visitou as embaixadas de Índia, Coreia do Sul e do Japão para apresentar o parque automobilístico que a Ford vai deixar em Camaçari, na região metropolitana de Salvador.

A Índia possui como destaques a empresa Tata Motors, hoje dona da Jaguar e Land Rover, e a Mahindra, que já possui atividade no Brasil, em Porto Alegre. Rui conversou com o embaixador Suresh K. Reddy. “Queremos convidar as fabricantes indianas para conhecer a área antes ocupada pela Ford para avaliar a possibilidade de instalação num dos maiores parques existentes no Brasil, inclusive com porto exclusivo” disse o governador.

De acordo com o governo baiano, Reddy indicou que o país possui o interesse de que companhias indianas estejam no país e na Bahia, além de querer iniciar parcerias no campo tecnológico, área que a Índia tem ampliado investimentos.

No diálogo com o representante japonês, Akira Yamada, Rui recebeu o mesmo sinal verde de interesse. O Japão possui marcas tradicionais como Nissan, Toyota e Honda.

O embaixador sul-coreano, Kim Chan-Woo, teria elogiado a estrutura do Senai/Cimatec. O representante assegurou difundir as informações com o setor industrial de seu país. Ele citou o exemplo da Hyundai no Brasil e a necessidade de uma menor burocratização para mais negócios com a Coréia do Sul.

Estiveram presentes em todas as agendas, acompanhando Rui Costa, o vice-governador, João Leão; o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Davidson Magalhães; o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Antônio Alban; o diretor de Tecnologia e Inovação do Senai/Cimatec, Leone Peter Andrade; o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, Júlio Bonfim; e o superintendente de Atração e Desenvolvimento de Negócios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Paulo Guimarães.

Oposição e movimentos populares organizam carreata pelo “Fora Bolsonaro” no próximo sábado

Nesta terça-feira, partidos políticos se reuniram com movimentos sociais e sindicais para traçar três linhas principais de atuação e mobilização no país: a vacinação de toda a população, a continuidade do auxílio emergencial e o impeachment de Bolsonaro

Ficou definida a realização de uma carreata em todo o país no próximo sábado (24) para pressionar pelo impeachment de Jair Bolsonaro, uma das linhas que foram tratadas na reunião.

As outras duas são a defesa da vacinação de todos e todas, juntamente com uma campanha popular de esclarecimento sobre a segurança da vacina e a importância da imunização, e a reivindicação pela continuidade do auxílio emergencial.

 

Com Covid-19, bolsonarista Luciano Hang e a esposa estão internados em hospital de SP

Defensor da cloroquina e da ivermectina como “tratamento precoce”, dono da rede de lojas Havan está internado na mesma unidade da Prevent Senior que sua mulher, Andrea Hang, também com Covid-19. Os dois passam bem

O empresário bolsonarista Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, de Santa Catarina, está internado no Hospital Santa Maggiore, no Morumbi, em São Paulo, após testar positivo para a Covid-19. Sua esposa, Andrea Hang, está internada na mesma unidade, em outro andar, também infectada pelo vírus.

Forte aliado de Bolsonaro, Hang, de Santa Catarina, é forte defensor do discurso do “tratamento precoce” contra a doença, com substâncias como a cloroquina e ivermectina, que não têm qualquer comprovação científica para combater o vírus. Ambos estão bem, sem sintomas graves e não precisam de oxigênio, informou o jornalista William De Lucca. A notícia também foi publicada pela Folha de S.Paulo.

Desde o início da pandemia, Luciano Hang fez vários discursos contra o isolamento social e já tentou burlar as regras para não precisar fechar suas lojas, tentando se passar por supermercado, por exemplo, considerado ‘serviço essencial’.

 

Sem insumos, Fiocruz adia de fevereiro para março entrega de vacinas da Oxford

Segundo a Fiocruz, o primeiro lote de matérias-primas da China deve chegar no dia 23 de janeiro, mas além do tempo de produção do imunizante, as doses fabricadas nacionalmente precisarão passar por testes de qualidade que demorarão quase 20 dias

AstraZeneca e Universidade de Oxford retomam testes de vacina contra Covid-19 (Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração)

Com atraso na chegada de insumos vindos da China para produzir a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que produz a vacina no Brasil, adiou de fevereiro para março a previsão de entrega das primeiras doses do imunizante.

O jornal Estado de S.Paulo teve acesso a ofício da Fiocruz encaminhado nesta terça-feira, 19, ao Ministério Público Federal (MPF) que informa sobre o adiamento.

Isso dificulta a vacinação nacional uma vez que a única vacina que se encontra no Brasil, a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, também apresentou incertezas quanto à importação dos insumos para fabricar o imunizante chinês.

Diante da falha comunicativa entre o governo de Jair Bolsonaro e o governo da Índia, o país ainda não foi buscar as 2 milhões de doses prontas da vacina da Oxford/AstraZeneca no Serum Institute. No final de semana passada, o avião fretado pelo governo federal se preparou para voar, mas teve de ficar no aeroporto de Recife (PE) após o governo indiano anunciar que as entregas só iriam começar após o país iniciar sua vacinação.

A Índia começou neste final de semana a vacinar sua população. Nesta semana, o país deve começar a exportação de vacinas para o mundo. A prioridade de exportação, porém, é para países próximos, inicialmente, como Butão e Bagladesh. Enquanto o Brasil ficou no fim da fila.

Segundo a Fiocruz, o primeiro lote de matérias-primas oriundas da China deverão chegar no dia 23 de janeiro, “ainda aguardando confirmação”, e que as primeiras doses produzidas com essa matéria-prima deverão ser entregues ao Ministério da Saúde somente no início de março.

A Fiocruz justifica ser necessário mais de um mês para o fornecimento das doses, pois, além do tempo de produção do imunizante, as doses fabricadas nacionalmente precisarão passar por testes de qualidade que demorarão quase 20 dias.

 

Em tom de ameaça, PGR diz que “estado de calamidade pública é a antessala do estado de defesa”

Em nota, o procurador-geral da República, Augusto Aras, lava as mãos sobre o impeachment e diz que cabe ao Congresso Nacional julgar “eventuais ilícitos” da “cúpula da República” cometidos no enfrentamento à pandemia

O procurador-geral da República, Augusto Aras, divulgou nota na noite desta terça-feira (19) em que diz que é competência do Congresso Nacional julgar os crimes cometidos pelo governo de Jair Bolsonaro durante a pandemia do coronavírus.

“Eventuais ilícitos que importem em responsabilidade de agentes políticos da cúpula dos Poderes da República são da competência do Legislativo”, diz Aras em nota divulgada pela PGR.

A pressão pelo impeachment de Jair Bolsonaro cresceu nos últimos dias nas redes sociais e em setores da oposição, após o agravamento da crise da saúde pública no Amazonas, em decorrência da qual pacientes internados com Covid-19 morreram asfixiados devido à falta de oxigênio nos hospitais.

Neste sábado (23), partidos de oposição e movimentos sociais realizarão carreatas em várias cidades do país pedindo o impeachment de Bolsonaro.

Leia, abaixo, a nota da PGR na íntegra:

O Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020, reconheceu o estado de calamidade pública no país até 31 de dezembro de 2020. Em 30 de dezembro, o Supremo Tribunal Federal estendeu a validade dos dispositivos da Lei 13.979/2020, que estava vinculada ao prazo do Decreto Legislativo nº 6, mantendo em vigor as medidas sanitárias para combater a epidemia da Covid-19.

O estado de calamidade pública é a antessala do estado de defesa. A Constituição Federal, para preservar o Estado democrático de Direito e a ordem jurídica que o sustenta, obsta alterações em seu texto em momentos de grave instabilidade social. A considerar a expectativa de agravamento da crise sanitária nos próximos dias, mesmo com a vacinação, é tempo de temperança e prudência, em prol da estabilidade institucional.

Segmentos políticos clamam por medidas criminais contra autoridades federais, estaduais e municipais. O procurador-geral da República, no âmbito de suas atribuições e observando as decisões do STF acerca da repartição de competências entre União, estados e municípios, já adota todas as providências cabíveis desde o início da calamidade. Eventuais ilícitos que importem em responsabilidade de agentes políticos da cúpula dos Poderes da República são da competência do Legislativo.

Desde a chegada do novo coronavírus ao Brasil, a PGR criou o Gabinete Integrado de Acompanhamento da Epidemia Covid-19 (Giac), que, juntamente com o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), estabeleceu diálogo e integração entre segmentos da sociedade e autoridades em todos os níveis de governo para resolver questões emergenciais no cotidiano dos serviços de saúde.

Também tem fiscalizado a aplicação de verbas destinadas ao enfrentamento da disseminação da doença, em trabalho conjunto com todo o Ministério Público brasileiro e com os tribunais de contas. Abriu inquéritos criminais contra oito governadores suspeitos de desvios, tendo um deles sido afastado do cargo.

As medidas intensificaram-se nos últimos dias, diante do grave quadro registrado em Manaus por conta da falta de oxigênio medicinal em hospitais. A Procuradoria-Geral abriu investigação criminal sobre atos envolvendo o governador do estado do Amazonas, o prefeito atual e o ex-prefeito de Manaus pela possível omissão. Requisitou a instauração, pelo Ministério da Saúde, de um inquérito epidemiológico e sanitário, instrumento usado pela

primeira vez, embora esteja previsto na lei desde 1975. Solicitou esclarecimentos ao ministro da Saúde sobre sua atuação quanto à falta de oxigênio na capital amazonense.

Neste momento difícil da vida pública nacional, verifica-se que as instituições estão funcionando regularmente em meio a uma pandemia que assombra a comunidade planetária, sendo necessária a manutenção da ordem jurídica a fim de preservar a estabilidade do Estado democrático.

O PGR continuará investigando atos ilícitos e contribuindo para que a ordem jurídica, centrada na Constituição e nas leis do país, seja observada, para que não haja o alastramento da crise sanitária para outras dimensões da vida pública.



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