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:: 8/out/2021 . 15:10

União Brasil: fusão entre DEM e PSL reúne maior bancada da direita em 20 anos

Convenção conjunta dá passo final para a formação de uma capilarizada legenda, com planos de ocupar os espaços entre Bolsonaro e Lula na corrida presidencial. Em 20 anos, será a primeira vez que a direita reúne tantos parlamentares em uma única agremiação

Reunidos em convenção simultânea ontem, o Democratas e o PSL aprovaram a fusão das legendas que dará origem ao maior partido do país, o União Brasil. A legenda será presidida pelo atual presidente do PSL, o deputado Luciano Bivar (PE). Já ACM Neto, que comanda o DEM, passará a ser o secretário-geral, segundo nome mais importante da legenda. A nova agremiação nasce capilarizada: somadas, detêm 545 prefeituras, cinco governos estaduais, oito senadores, 82 deputados federais, três pré-candidatos à Presidência da República e fundos eleitoral e partidário milionários.

ela disposição do encontro conjunto de ontem, a ideia do União Brasil é ter um postulante ao Palácio do Planalto, em 2022, consolidando-se como terceira via. Isso, aliás, foi deixado claro por ACM Neto, que não acredita na ida de Pacheco para o PSD, conforme se especula pelas movimentações do presidente pessedista Gilberto Kassab.

“Nunca ouvi nenhuma palavra sugerindo uma saída dele do Democratas. Acho que, com a criação do União Brasil, isso amplia o vínculo e o laço não só dele como de tantas outras lideranças”, afirmou.
Será a primeira vez, em 20 anos, que a direita reúne tantos parlamentares em uma única agremiação. A última vez foi no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, quando o PFL (atual DEM) elegeu 105 representantes. Segundo políticos a par da fusão, o líder da bancada na Câmara deverá ser o deputado Elmar Nascimento (DEM-BA), que conduziu as articulações para definir a união das siglas nos estados e é aliado próximo de ACM Neto.

Tanto Bivar quanto ACM Neto se esquivaram de projetar o futuro — disseram que até que ser obtido o aval para a fusão Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tudo continua como está e que a permissão da nova legenda saia até fevereiro, antes da abertura da janela partidária para as eleições de 2022. “Vamos agora decidir a política nacional não só no Congresso Nacional, mas em todos os estados do país”, disse o governador Ronaldo Caiado (DEM-GO), ao discursar na reunião do partido.

Estrago menor

Em relação aos bolsonaristas que integram os dois partidos, o estrago pelas saídas que já são esperadas tem tudo para ser menor do que o projetado inicialmente. Indicação disso foi o isolamento do ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, derrotado na convenção por ter votado contra a fusão e por não conseguiu manter o União Brasil atrelado ao governo federal. O líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), disse que a saída de parlamentares do PSL mais alinhados ao governo é esperada e que não vê uma debandada.

“Vi poucas defecções. O Onyx votou contra, mas fica e quer o controle do partido no Rio Grande do Sul. Eu desconheço as saídas. São realmente muito poucos do Democratas. Os do PSL já estavam precificados, era algo que já estava anunciado”, afirmou.

Segundo ACM Neto, existe, hoje, a necessidade de reduzir o número dos partidos do país. “A miríade que temos hoje confunde o eleitor, favorece o fisiologismo, dificulta enormemente a construção de consensos direcionados pelo interesse nacional. E finalmente mina a confiança dos brasileiros na política brasileira e na própria democracia”, destacou.

O poder de fogo do União Brasil

» Prefeituras – 458 do DEM e 87 do PSL
» Governos estaduais – Dois do DEM e três do PSL
» Bancada no Senado – seis senadores do DEM e dois do PSL
» Bancada na Câmara – 28 deputados federais do DEM e 54 do PSL
» Pré-candidatos à Presidência da República – senador Rodrigo Pacheco (MG) e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta pelo DEM, e o apresentador de tevê José Luiz Datena pelo PSL

Fonte: Correio Braziliense

Alckmin está de malas prontas para se filiar ao União Brasil, diz coluna

Segundo a coluna, Alckmin espera apenas a confirmação que o comando do diretório estadual do União será entregue ao prefeito de Santos, Rogério Santos, que, assim como ele, está de malas prontas para deixar o PSDB.

O União Brasil, partido resultante da fusão DEM/PSL, dá como certo o ingresso do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin na legenda na semana que vem. A informação é da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Segundo a coluna, Alckmin espera apenas a confirmação que o comando do diretório estadual do União será entregue ao prefeito de Santos, Rogério Santos, que, assim como ele, está de malas prontas para deixar o PSDB. (Com informações do site Bahia.Ba)

Nazista preso no Rio disse que “caça” homossexuais

A polícia do Rio descobriu que Aylton Proença Doyle Linhares, neonazista preso, tentava agarrar crianças no condomínio em que mora. Com ele foram apreendidos objetos como 12 fardas nazistas, medalhas do Terceiro Reich, um quadro de Adolf Hitler, um documento da SS, a organização paramilitar nazista, com a foto dele, recortes de jornal dos anos 1950 sobre nazismo

Revista Forum – Aylton Proença Doyle Linhares, neonazista preso no Rio de Janeiro, na última terça-feira (5), sob a acusação de estuprar um menino de 12 anos, disse à Polícia Civil que “caça” homossexuais. “Ele é um cara inteligente e articulado, mas nega o Holocausto, é homofóbico, pedófilo e diz que caça homossexuais”, disse o delegado responsável pelo caso, Luis Armond. A investigação contra Linhares começou a partir de uma denúncia de um vizinho que suspeitou do abuso sexual. A polícia, então, descobriu que o homem tentava agarrar crianças no condomínio em que mora e conseguiu junto à Justiça um mandado de prisão temporária.

Ao chegar na residência do suposto abusador, os agentes policias se depararam com um farto material nazista, além de armas e munição. Foram encontrados, por exemplo, uniformes nazistas, bandeiras com suásticas, quadro de Adolf Hitler, medalhas do Terceiro Reich, capacete militar e até mesmo uma espécie de passaporte nazista com sua foto. Segundo a polícia, o material encontrado, junto com as armas, é avaliado em cerca de 3 milhões de euros (leia a íntegra na Revista Forum).

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Podemos já considera Sérgio Moro seu candidato a presidente e tenta ressuscitar o lavajatismo

Condenado no STF pela parcialidade contra o ex-presidente Lula, Sérgio Moro já é tratado pela presidente do Podemos, Renata Abreu, como o nome da sigla para disputar o Planalto em 2022. A legenda, agora, tenta ressuscitar o lavajatismo, que teve diversas práticas anticonstitucionais comprovadas pela Vaza Jato

247 – Condenado no Supremo Tribunal Federal (STF) pela parcialidade contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-juiz Sérgio Moro passou a ser considerado pelo Podemos como o candidato da sigla à presidência da República em 2022. De acordo com informações publicadas pela coluna de Guilherme Amado, a presidente do Podemos, Renata Abreu, tem anunciado o ex-juiz como o nome da sigla em 2022.

O ex-ministro está morando nos Estados Unidos e desembarcou no Brasil no mês passado para conversas com lideranças sobre o cenário eleitoral do próximo ano.

Depois de tirar o ex-presidente Lula da eleição de 2018, Moro aceitou o convite da equipe do atual governo, na campanha eleitoral daquele ano. Depois foi ser ministro da Justiça. Deixou o cargo em abril do ano passado, apontando crime de responsabilidade de Jair Bolsonaro, ao denunciar a tentativa de interferência na Polícia Federal.

O ex-juiz ficou conhecido pelo julgamento dos processos em primeira instância da Lava Jato, mas cometeu diversas irregularidades durante a operação. De acordo com denúncias publicadas pelo Intercept Brasil, ele agia como uma espécie de assistente de acusação, o que feria a equidistância entre quem julga e quem acusa – as ilegalidades comprovadas ficaram conhecidas como vaza Jato.

Após autorização do STF, a defesa do ex-presidente Lula teve acesso a diálogos apontando que, em uma das mensagens, trocadas em 16 de fevereiro de 2016, o então magistrado pergunta se os procuradores têm uma “denúncia sólida o suficiente”.

Em 28 de abril de 2016, o então coordenador da Lava Jato, Deltan Dalla­gnol, avisou à procuradora Laura Tessler que Moro o havia alertado sobre a falta de uma informação na denúncia de um réu — Zwi Skornicki, representante da Keppel Fels, estaleiro que tinha contratos com a Petrobras para a construção de plataformas de petróleo.

Uma reportagem do jornal francês Le Monde, publicada em abril deste ano, mostrou que Moro esteve a serviço dos Estados Unidos quando atuava na Lava Jato.

Houve mais irregularidades. Os procuradores Deltan Dallagnol e Vladimir Aras não entregaram nomes de pelo menos 17 americanos que em 2015 estiveram em Curitiba (PR) sem o conhecimento do Ministério da Justiça, uma demonstração da influência dos EUA sobre a Lava Jato.

247

Diretor da PF troca diretor do órgão em Brasília, responsável por investigações sobre fake news, Jair Renan e espiã do STF

Troca no comando da PF em Brasília foi feita pelo diretor-geral da Polícia Federal, o bolsonarista Paulo Maiurino. O delegado Hugo de Barros Correia era responsável por conduzir investigações consideradas sensíveis ao governo Jair Bolsonaro

247 – O diretor-geral da Polícia Federal, o bolsonarista Paulo Maiurino, decidiu mudar a chefia da superintendência  da corporação no Distrito Federal. O superintendente, Hugo de Barros Correia, estava há menos de cinco meses no cargo e era responsável por conduzir investigações sensíveis ao governo Jair Bolsonaro.

Dentre os inquéritos que correm no órgão estão os casos relacionados ao inquérito das fake news e sobre a organização de atos antidemocráticos, sob relatoria do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O órgão também é responsável pelas apurações sobre os negócios de Jair Renan, filho do ex-capitão, e da ex-estagiária do STF Tatiana Marques de Oliveira Garcia Bressan, supeita de repassar informações do gabinete do ministro Ricardo Lewandowski para o blogueiro bolsonarista Allan dos Santos.

De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, as críticas da cúpula da PF ao trabalho de Correia teriam começado ainda nos primeiros dias de sua gestão à frente do órgão, quando foi deflagrada uma operação contra Ricardo Salles, então ministro do Meio Ambiente, com supostas falhas de apuração e pela ausência de necessidade de divulgação das medidas judiciais cumpridas, considerada uma praxe pela instituição.

A gota d’água, porém, teria sido a operação contra Tatiana Marques, deflagrada na última quinta-feira (7), que não teria sido comunicada à direção-geral da PF.

Dirigentes do Psol dizem que apoio a Lula em 2022 não está garantido

Partido pretende condicionar apoio ao ex-presidente a reciprocidade em São Paulo, em torno da candidatura de Guilherme Boulos, e a compromissos na agenda econômica

247 – “Dirigentes do PSOL afirmam que o apoio do partido a Lula ainda não está garantido —embora o PT já considere a adesão como favas contadas. Há pedras ainda no caminho, dizem psolistas. Algumas delas seriam programáticas: o PSOL quer que Lula incorpore a seu programa propostas como a taxação das grandes fortunas e a revogação do teto de gastos”, informa a jornalista Mônica Bergamo, em sua coluna na Folha de S. Paulo.

“A outra seria o eventual apoio dos petistas a candidaturas do partido em alguns estados —como a de Guilherme Boulos em São Paulo. O PT, no entanto, já está em pré-campanha pelo ex-prefeito Fernando Haddad (PT-SP)”, prossegue.

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Michelle e Flávio Bolsonaro direcionaram mais de R$ 50 milhões em publicidade e patrocínio da Caixa

Michele Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (Foto: Divulgação)

O senador Flávio Bolsonaro seria o responsável pelo direcionamento de cerca de 57% dos R$ 87,5 milhões investidos pelo banco em patrocínios entre janeiro e agosto de 2021. A primeira-dama aplicou o direcionamento de patrocínios em ONGs

247 – A primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) atuaram em um esquema que direcionou mais de R$ 50 milhões em verbas de publicidade e patrocínio da Caixa Econômica Federal (CEF). O parlamentar seria o responsável pelo direcionamento de cerca de 57% dos R$ 87,5 milhões investidos pelo banco em patrocínios entre janeiro e agosto de 2021. A primeira-dama aplicou o direcionamento de patrocínios em Organizações Não Governamentais (ONGs) que têm ligação com igrejas evangélicas. A informação foi publicada pela revista Crusoé.

Um dos beneficiados pelo direcionamento de recursos foi a Confederação Brasileira de Ginástica, presidida por Maria Luciene Cacho Resende e representada por Ricardo Cacho Resende, filho dele e amigo de Flávio. A entidade recebeu patrocínio de R$ 30 milhões, o maior repassado pela entidade neste ano.

No caso de Michelle, a primeira-dama aplicou o direcionamento de patrocínios em ONGs que têm ligação com igrejas evangélicas.

A Associação Beneficente Criança Cidadã, por exemplo, recebeu R$ 1,75 milhão em 2019 e R$ 2,2 milhões em abril deste ano. O primeiro deles foi creditado um mês após encontro de Myrna Salsa da Nóbrega Targino, presidenta da ONG, com Michele, em novembro de 2019.

Em troca, a primeira-dama recebeu o título de “madrinha” da entidade.

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