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Paulo Coelho manda recado a Deltan: ‘paga logo o Lula!’

Deltan Dallagnol e o escritor Paulo Coelho (Foto: ABr | Reprodução)

O escritor usou as redes sociais para criticar o ex-membro da Lava Jato, após o STJ determinar indenização ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

247 – O escritor Paulo Coelho criticou Deltan Dallagnol após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinar que o ex-coordenador da força-tarefa da antiga Operação Lava Jato indenize em R$ 75 mil o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por causa da apresentação do PowerPoint, com acusação sem provas, contra o petista em 2016.

“Só usa PowerPoint quem não tem power (poder) nem point (algo para apresentar). Paga logo o Lula, Deltan!”, afirmou o escritor no Twitter.

Vários internautas à rede social nesta terça criticar Dallagnol e também cobraram autocrítica da imprensa tradicional brasileira.

Em nota, a defesa de Lula, representada pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins, afirmou que a decisão do STJ é “um incentivo para que todo e qualquer cidadão combata o abuso de poder e o uso indevido das leis para atingir fins ilegítimos (lawfare)”.

Presidente ucraniano suspende 11 partidos de oposição por supostamente serem pró-Rússia

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse hoje que instruiu seu governo a suspender a atividade de 11 partidos políticos de esquerda pelo que ele descreveu como “laços” com o governo russo.

 

Segundo o Uol, em discurso publicado no domingo em sua página no Telegram, Zelensky afirmou que o Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia decidiu suspender a atividade dos partidos sob a lei marcial.”Dada a guerra em grande escala travada pela Federação Russa e os laços de algumas estruturas políticas com esse Estado, qualquer atividade de vários partidos políticos durante a lei marcial está suspensa”, disse ele.

As organizações são conhecidas por compartilhar algumas posições com Moscou ou ter plataformas de inclinação russa. Um dos partidos da lista, o Opposition Platform-For Life, é liderado por Viktor Medvedchuk, um empresário com laços pessoais com o presidente russo, Vladimir Putin. Outros na lista incluem o Partido Shariy e o Partido Socialista da Ucrânia.

Zelensky disse que o Ministério da Justiça foi “instruído a tomar imediatamente medidas abrangentes para proibir as atividades desses partidos políticos da maneira prescrita”. “Qualquer atividade de políticos que vise dividir [o território ucraniano] ou colaborar [com a Rússia] não terá sucesso”, disse ele. “Mas vai ter uma resposta dura”, completou.

No início de fevereiro, antes do início da invasão em larga escala da Rússia pela Rússia, Zelenskyy havia desligado ligou três redes de televisão que, segundo ele, espalhavam “propaganda” financiada pelo Kremlin.

PSB lançará aplicativo para filiado decidir sobre votações no Congresso

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O PSB deve anunciar em seu congresso partidário, em abril, um método inovador para decidir sobre posicionamentos de sua bancada federal.
 

Por meio de um aplicativo, filiados poderão votar sobre determinados temas que serão objeto de apreciação pelo Congresso Nacional.
Caso haja um número mínimo de participações, os deputados e senadores terão de seguir a opinião da maioria.
A ideia é restringir o uso da ferramenta para apenas alguns temas selecionados, para não tirar a autonomia dos congressistas do partido.

Diferença entre Jerônimo e Neto é de 8% com apoio de padrinhos políticos, aponta Instituto Opnus; confira números

Gerônimo e ACM Neto reprodução Bocão News.

O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) e o secretário estadual da Educação Jerônimo Rodrigues (PT) registraram uma diferença de 8% na disputa pelo Governo da Bahia, quando apresentados seus apoiadores, segundo pesquisa feita pelo Instituto Opnus, divulgada nesta segunda-feira (21).

Segundo a análise, Neto com o apoio de Ciro Gomes (PDT) teve 41% das intenções de votos, Jerônimo Rodrigues, com apoio do ex-presidente Lula e do governador Rui Costa (PT), pontuou 33%. O ministro das Cidades João Roma (sem partido), apadrinhado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) teve 14%; Kleber Rosa (Psol) com apoio de Guilherme Boulos (Psol) soma 1%. Brancos e nulos representaram 4% e não sabem ou não responderam foram 7%.

Já em cenário espontânea, quando não se apresentam os nomes, quase metade dos eleitores não tem preferência por qualquer candidato: 46% declararam que não sabem em quem votar para governador. Depois, ACM Neto aparece em primeiro lugar, com 29% das intenções de voto, o governador Rui Costa com 9%, João Roma tem 4%, Jaques Wagner somou 3%, e Jerônimo Rodrigues tem 2%. Outros candidatos somam 3%, brancos ou nulos são 4%.

Pesquisa aponta Lula com 54% e Bolsonaro com 24%

O ex-presidente Lula lidera em todos os cenários / Bocão News

O ex-presidente Lula (PT) lidera a corrida para presidência com 54% dos votos, seguido de Jair Bolsonaro (PL) com 24%, conforme aponta pesquisa Opnus. O levantamento ainda mostra Ciro Gomes com 6%. Janones e Moro chegam a 4%. Eduardo Leite e João Doria, ambos do PSDB, marcam 1%.

No cenário espontâneo, Lula aparece com 47%. O atual presidente Jair Bolsonaro com 23%. O ex-governador Ciro Gomes (PDT) foi citado por 3% dos entrevistados. Já o deputado federal André Janones (Avante) e o ex-juiz Sérgio Moro (Podemos) foram citados por 1% dos que responderam a pesquisa.

Brancos e nulos são 5%, já “não sabe/não respondeu” são 19%.

Fonte: Bocão News

“Haddad é o único que pode derrotar o tucanato”, diz presidente do PSOL após desistência de Boulos

Juliano Medeiros aponta que o PSOL deve apoiar Haddad (PT) para o governo paulista, deixando Márcio França (PSB) sozinho na disputa

247 – Após o líder do MTST Guilherme Boulos (PSOL) anunciar sua desistência da corrida eleitoral pelo governo de São Paulo, o presidente da sigla, Juliano Medeiros, apontou pelo Twitter nesta segunda-feira (21) que o partido deve apoiar o pré-candidato Fernando Haddad (PT).

Medeiros disse considerar que Haddad é o único capaz de derrotar a hegemonia do PSDB em São Paulo, mas advertiu que a decisão de quem apoiar cabe ao coletivo do PSOL. “Como candidato a deputado federal, Boulos poderá ajudar a consolidar uma bancada ainda mais expressiva da esquerda e do PSOL na Câmara dos Deputados. Para o governo de SP, considero que Fernando Haddad é o único que pode unir as esquerdas e finalmente derrotar o tucanato”.

‘Esse debate será feito nas instâncias do PSOL em São Paulo. Obviamente defenderei a posição que for definida pela maioria com disciplina e compromisso militante. Mas como eleitor e filiado do partido no estado, manifesto a posição que penso ser a mais correta no momento”, completou.

Se o apoio do PSOL a Haddad se confirmar, o petista, que já lidera as pesquisas, deve se consolidar ainda mais na dianteira. Já o pré-candidato Márcio França (PSB) pode ficar sozinho na disputa.

 

Boulos retira candidatura ao governo de São Paulo e se lança a deputado pela unidade da esquerda ao redor de Lula e Haddad

Guilherme Boulos (Foto: Mídia NINJA)

A decisão de Boulos deve impulsionar ainda mais a pré-candidatura de Fernando Haddad, que é quem lidera a corrida pelo governo paulista

247 – O líder do MTST Guilherme Boulos (PSOL) decidiu retirar sua pré-candidatura ao governo de São Paulo e se lançar candidato a deputado federal.

Segundo pesquisa Quaest (SP-03634/2022) divulgada na última semana, o pré-candidato do PT ao governo paulista, Fernando Haddad é quem lidera a corrida, com 24% das intenções de voto. Boulos só aparecia na 4ª posição, com 7%. A mudança de trajetória de Boulos deve impulsionar ainda mais o nome de Haddad.

“Depois de conversar com muitos companheiros do meu partido e de analisar o cenário, eu decidi que não vou ser candidato ao governo de São Paulo. Defendo que a unidade [da esquerda] é essencial para acabar com o ‘tucanistão’ e para derrotar o [presidente Jair] Bolsonaro em São Paulo. E não foi possível uma unidade da esquerda em torno do meu nome. Eu me pauto por projeto político. E não por ego ou por vaidade pessoal”, declarou o psolista à Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

Boulos afirma que sua decisão de se lançar à Câmara se deve à necessidade de fortalecer o Congresso Nacional e ajudar o PSOL a superar a cláusula de barreira, dispositivo legal que restringe ou impede a atuação parlamentar de um partido que não alcança um determinado percentual de votos. O PSOL atualmente tem apenas três deputados federais.  “Eu tomei a decisão de ser candidato a deputado federal neste ano, pela importância de fortalecer e de criar uma grande bancada da esquerda no Congresso Nacional. Nós precisamos derrotar o centrão, que hoje está mandando no país. E eu acho que posso ajudar mais nesta tarefa. E ajudar também o PSOL não apenas a ultrapassar a cláusula de barreira como também a aumentar sua bancada [de deputados federais na Câmara]. O PSOL é um partido fundamental para o Brasil, que traz pautas e que traz agendas que precisam ter mais espaço e visibilidade no Congresso Nacional”.

Questionado sobre um eventual apoio a Haddad, Boulos disse que a decisão cabe ao conjunto do PSOL. “O Haddad é hoje o candidato que está melhor posicionado dentro do campo progressista. Mas essa definição não é individual minha”.

247

Chegada de Alckmin é parte de pacote de mudanças programáticas no PSB 40

Foto: Reprodução / Agência Brasil

por Fábio Zanini | Folhapress

A filiação de Geraldo Alckmin ao PSB é parte de um pacote que inclui uma mudança profunda no partido, que quer passar a ser visto como uma legenda próxima do centro, embora traga a palavra “socialista” no nome.
No mês que vem, a sigla realizará em Brasília um congresso em que deve aprovar um novo programa partidário.
“A ideia é que o partido fique mais parecido com a social-democracia europeia e menos preso a conceitos como a estatização dos meios de produção”, diz o governador do Maranhão, Flávio Dino.
Segundo ele, já ficou demonstrado em diversos países do mundo que quem melhor combate o extremismo ideológico são os centristas. “Será um partido que toca na questão nacional, com muita ênfase na distribuição de renda”, afirma Dino.
O congresso terá como lema o “socialismo criativo”, mais conectado com novos temas, como a economia criativa, formas inovadoras de comunicação e o meio ambiente.
A própria chegada ao partido de Alckmin é parte desse processo de arejamento. “É o resgate da tese da frente ampla, que expressa o campo da Constituição de 1988 e une a centro-esquerda e a centro-direita, representada pelo Alckmin”, diz o governador.
Segundo Márcio França, ex-governador de São Paulo, Alckmin vai se sentir “totalmente à vontade” no novo PSB. Uma das mudanças a serem anunciadas é a defesa pelo partido da implantação do parlamentarismo, sistema que historicamente é associado ao PSDB, de onde o ex-governador acaba de sair.

Fonte: Bahia Notícias

Ministros têm futuro político incerto às vésperas de prazo; Roma segue indefinido

A menos de duas semanas do prazo para deixarem seus ministérios, há três ministros com o futuro eleitoral ainda incerto no primeiro escalão do governo.
João Roma (Cidadania) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) ainda não bateram o martelo se sairão do governo e por qual partido disputariam a eleição.
Braga Netto (Defesa), embora seja considerado por auxiliares palacianos o que tem maior potencial de se lançar candidato, também não definiu a legenda para a qual migrará.
A aposta no governo é que o militar vá compor a chapa do presidente Jair Bolsonaro (PL) como vice.
Inicialmente, havia uma expectativa de que o vice fosse de outro partido da base aliada, o PP, para poder criar uma base sólida de sustentação à campanha. Bolsonaro, contudo, não tem demonstrado estar muito preocupado com essa costura.
No PP, dirigentes também dizem que a prioridade era tentar filiar o presidente. A vice, afirmam, é mais projeto pessoal do que partidário.
Hoje pessoas próximas a Bolsonaro consideram que o cenário mais provável é que Braga Netto vá para o PL de Valdemar Costa Neto. Ele não teve ainda qualquer conversa com o partido sobre filiação.
Já a ministra Damares tem oscilado nos últimos meses sobre sua candidatura. Inicialmente, refutava essa possibilidade, mas começou a falar sobre se lançar ao Senado.
Chegou a dizer que poderia ser candidata por seis estados, até admitir que estava mais próxima do Amapá.
“No coração [estado para se lançar senadora]? Amapá! Alcolumbre, tô chegando”, disse a jornalistas, no fim de fevereiro, em alusão ao ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Como a Folha mostrou, líderes evangélicos passaram a trabalhar por Damares, que é pastora, para tentar a vaga do senador no estado, cujo mandato termina neste ano.
Mais recentemente, contudo, ela tem demonstrado desânimo em disputar eleições. Integrantes do governo não sabem dizer com certeza qual será seu destino.
O cenário mais complicado, contudo, é o do ministro João Roma. Pré-candidato ao governo da Bahia, ele enfrenta dificuldade de construir seu palanque. O primeiro obstáculo é o seu partido, Republicanos, que resiste em garantir-lhe a legenda.
Além disso, o movimento do PP no estado de deixar o governo de Rui Costa (PT) para apoiar a campanha de ACM Neto (União Brasil) esvaziou o apoio a Roma. João Leão (PP) será candidato a senador na chapa do ex-dirigente do DEM.
Ainda assim, o ministro tem dito a aliados que a tendência é deixar a pasta para concorrer ao Palácio de Ondina.
Uma ala de aliados de Bolsonaro quer que o ministro dispute a eleição para dar palanque ao presidente na Bahia.
Se isso ocorrer, o ministro deverá se filiar ao PL. Embora integrantes do partido reconheçam que ele terá uma campanha esvaziada, dizem que é a única possibilidade que existe de Bolsonaro ter um palanque no estado.
Se o desejo não se concretizar, Roma deve continuar no atual cargo até o fim do governo. Sua mulher, Roberta Roma, é candidata a deputada federal.
O presidente tem insistido na campanha a governador da Bahia do seu ministro porque precisa de um palanque no estado, historicamente marcado pelo petismo e o carlismo.
Caso Roma, Damares e Braga Netto decidam concorrer a cargos públicos, a lista de ministros-candidatos saltará para nove.
O presidente fez na quinta-feira (17), no Palácio da Alvorada, o que deve ser a última reunião ministerial com a configuração atual da Esplanada. Ele pediu empenho aos ministros em reta final de gestão.
A legislação eleitoral determina que ministros que desejam disputar eleições devem deixar seus postos seis meses antes do pleito, que ocorrerá no primeiro fim de semana de outubro. O prazo da desincompatibilização é 2 de abril.
Dos 23 ministros, seis têm suas candidaturas certas. Onyx Lorenzoni (Trabalho) e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) vão concorrer aos governos estaduais do Rio Grande do Sul e de São Paulo, respectivamente.
Tarcísio ainda não se filiou a nenhum partido. A expectativa inicial de aliados de Bolsonaro e do próprio ministro era a de que ele se filiasse no PL, o que ainda não se confirmou.
Já Flávia Arruda (Secretaria de Governo), Tereza Cristina (Agricultura) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) disputarão vaga de senador pelo Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte, respectivamente.
Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) sairá para deputado federal por São Paulo.
Para a sucessão dos seus ministros, Bolsonaro tem dado prioridade a quadros que já atuam no governo. Muitos, inclusive, secretários-executivos. Ele foi advertido por um aliado que privilegiar quadros inexpressivos, sem luz própria, nas palavras dele, poderia ser ruim em ano de eleição.
Até o meio do ano, quando permite a lei eleitoral, são eles que viajarão aos estados e farão publicidade do governo Bolsonaro. Por isso, alocar políticos seria interessante.
Até o momento, é dada como certa a promoção de dois secretários-executivos: Marcelo Sampaio e Marcos Montes, da Infraestrutura e da Agricultura, respectivamente.
O presidente do INSS é cotado também para assumir a vaga deixada por Onyx Lorenzoni no Trabalho.
No caso de Braga Netto assumir a vice, como tudo indica, disputam o Ministério da Defesa o atual Comandante do Exército, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, e o ministro da Secretaria Geral, Luiz Eduardo Ramos. O primeiro, contudo, desponta nas apostas de auxiliares do presidente, até o momento.

 

Fonte: Bahia Notícias

Lula: “fome é doença que não dói aos olhos de quem não a sente”

“É uma das coisas mais bárbaras que a humanidade deixou acontecer, porque temos capacidade de produzir alimentos para todos”, disse o ex-presidente

Rede Brasil Atual – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou neste sábado (19) o assentamento Eli Vive, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Londrina, interior do Paraná. Ele participou da “Jornada de Solidariedade: Rumo aos Comitês Populares”, que marcou o lançamento nacional dos comitês. Como o próprio PT afirma em seu perfil no Twitter, trata-se de uma “retomada do trabalho de base”.

No evento, Lula discursou e falou a respeito da atual situação do Brasil, chamando a atenção para o aumento dos combustíveis promovido durante o governo Bolsonaro. “Nosso país foi submetido a um processo de destruição. A Petrobras era uma empresa excepcional. Nós temos petróleo autossuficiente, o que não temos são refinarias, porque pararam de fazer. E agora temos 392 empresas importando gasolina dos EUA, pagando em dólar”, apontou.

Além do elevado custo de vida, o ex-presidente falou a respeito de problemas como o desemprego e o aumento da fome. “Eu sei o que é um chão de fábrica. Sei o que é ficar desempregado. Levantar de manhã e não ter nem café pra tomar. Tem gente muito mais letrada do que eu. Mas nem 10% dos que querem concorrer entendem a alma do povo brasileiro como eu entendo”, disse.

“A fome é uma doença que não dói aos olhos de quem não a sente. É uma das coisas mais bárbaras que a humanidade deixou acontecer, porque temos capacidade de produzir alimentos para todos, mas são 19 milhões de pessoas passando fome no Brasil e 116 milhões com comida insuficiente”, pontuou.

Lula e o semipresidencialismo

Em seu discurso, Lula criticou as ações do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que pretende articular uma proposta que estabeleça o chamado semipresidencialismo no Brasil. O parlamentar criou na quinta-feira (17) um grupo de trabalho para discutir o tema, com um “conselho consultivo” formado por figuras como o ex-presidente Michel Temer (MDB).

“Não conseguiram aprovar o parlamentarismo com dois plebiscitos, vão tentar uma mudança na Constituição para criar o semipresidencialismo. Você elege um presidente, pensa que vai governar, mas quem vai governar é a Câmara, com orçamento secreto para comprar o voto dos deputados, para fazer todas as desgraceiras que estão fazendo”, contestou Lula.

Como tem feito em discursos e entrevistas, Lula reforçou a necessidade de se priorizar as eleições parlamentares. “Durante as eleições eu vou pedir voto para deputado. Vocês tratem de lançar candidato. Nós precisamos de pelo menos metade de deputados bons. Se não, não consegue aprovar, fazer as coisas.”

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