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Mourão fala à Globo e já se coloca como futuro presidente

O vice-presidente Hamilton Mourão concedeu entrevista à Globonews na noite desta terça-feira (14) posicionando-se como futuro presidente da República, à espera de um possível impeachment de Jair Bolsonaro. “Não queremos a política indo para dentro dos quarteis e a discussão ‘eu apoio o presidente’, ‘eu sou contra o presidente’, disse

(Foto: ABr)

O general e vice-presidente Hamilton Mourão concedeu entrevista à Globonews na noite desta terça-feira (14) posicionando-se como futuro presidente da República, à espera de um possível impeachment de Jair Bolsonaro. Ele repete o movimento de Itamar Franco, vice-presidente de Fernando Collor, que em 1992 movimentou-se com discrição procurando colocar-se como sucessor confiável do então presidente. Mourão disse na entrevista que as Forças Armadas devem ficar fora do governo e fez uma crítica contundente à postura de Bolsonaro na crise do coronavírus: “Ter mais de 70 mil pessoas que já foram a óbito, você não pode ficar batendo palmas para isso e achar que é normal”, disse.

“Não queremos trazer as forças, efetivamente, para dentro do governo. Nós não queremos a política indo para dentro dos quarteis e a discussão ‘eu apoio o presidente’, ‘eu sou contra o presidente’, independentemente de ele ser um militar, um antigo militar ou não”, afirmou Mourão. “Quero que meus companheiros continuem com a visão da missão constitucional do Exército, e não ficar me aplaudindo, ou Bolsonaro ou Ramos (ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos). Isso fica para aquela conversa de final de tarde”, completou.

“Eu me relaciono bem com nossos diferentes atores do espectro político. Discordo da opinião de alguns, eles também discordam da minha. Mas quando a gente lida dessa forma, não precisando nos ofender mutualmente, acho que isso é a essência da política. E eu sempre digo, a gente pratica política desde cedo”, observou.

Mourão também disse aprovar as ações adotadas pelo governo em relação ao enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, apesar de “não estar satisfeito com as consequências com as consequências que a doença tem trazido para a saúde”. “Você ter mais de 70 mil pessoas que já foram a óbito, você não pode ficar batendo palma e achar que isso é normal”, disparou.

Fonte: 247

TSE exclui identificação biométrica das eleições deste ano

Por causa da pandemia de covid-19, infectologistas viram risco de contaminação no procedimento e estímulo às aglomerações

Biometria, mais lenta, é responsável por muitas filas Divulgação/TRE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) excluiu a necessidade de identificação biométrica nas eleições municipais deste ano.

O tribunal decidiu seguir a recomendação apresentada na noite desta terça-feira (14) por infectologistas, segundo os quais havia risco de contaminação no procedimento e estímulo às aglomerações.

A decisão foi tomada pelo presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, após ouvir os médicos David Uip, do Hospital Sírio Libanês, Marília Santini, da Fundação Fiocruz, e Luís Fernando Aranha Camargo, do Hospital Albert Einstein, que integram o grupo que presta a consultoria.

Médicos e técnicos consideram dois fatores: a identificação pela digital pode aumentar as possibilidades de infecção, já que o leitor não pode ser higienizado com frequência; e aumenta as aglomerações, uma vez que a votação com biometria é mais demorada do que a votação com assinatura no caderno de votações.

A questão deverá ser incluída nas resoluções das Eleições 2020 e levada a referendo do plenário do TSE após o recesso do Judiciário.

O grupo deve se reunir semanalmente para definir as regras e a cartilha de cuidados que serão tomados durante o processo eleitoral.

Os três médicos acreditam que, em novembro, quando ocorrerá a eleição (dias 15 e 29), a situação da pandemia estará em condição mais controlável do que a atual. As datas do primeiro e segundo turnos, inicialmente em outubro, foram adiadas pelo TSE exatamente por essa razão.

Neto de Elvis Presley é encontrado morto; suspeita é de suicídio, diz site

O neto de Elvis e Priscilla Presley, Benjamin Keough, 27, foi encontrado morto em Calabasas, na Califórnia (EUA), segundo reportado pelo TMZ. A suspeita é de que Ben tenha se suicidado com um tiro. Não se conhece muito sobre a vida de Benjamin — além do fato de ter uma família muito famosa. Filho de Lisa Marie Presley e do músico Danny Keough, ele também é irmão da atriz Riley Keough, que participou de vários filmes de terror independentes. O último foi “The Lodge”, em 2019.

Assim como o avô, Ben também era músico e chegou a fechar um contrato de US$ 5 milhões com uma gravadora em 2009, ainda de acordo com o TMZ. Fora isso, pouco se sabe sobre sua vida pública. Ben manteve um perfil discreto ao longo dos anos, não sendo muito ativo nas redes sociais. Uma das últimas vezes que o músico foi visto com a família foi no aniversário de 40 anos da morte de Elvis, em 2017, durante uma vigília em Graceland, a casa do rei do rock.

Ele, porém, sempre foi muito lembrado por ser quase idêntico o avô — até sua mãe Lisa já apontou a grande semelhança. “Ben se parece tanto com Elvis. Uma vez, ele estava no [Grand Ole] Opry e foi como uma tempestade silenciosa atrás do palco. Todo mundo se virou e olhou quando ele chegou. Todo mundo queria tirar uma foto com ele porque era simplesmente bizarro”, lembrou ela à época.

Lisa também escreveu uma música sobre o filho chamada “Storm and Grace”. Storm é o nome do meio de Ben.

Fonte: UOL

Gleisi diz que o mal que a Globo fez ao Brasil é imperdoável

A deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) comentou o artigo em que o jornalista Ascânio Sêleme, ex-diretor de redação do Globo e um dos principais colunistas do jornal, diz que chegou a hora de perdoar o Partido dos Trabalhadores.“’Não há como uma nação se reencontrar se 30% da sua população for sistematicamente rejeitada’. As consequências necessárias: anular a condenação de Lula e levantar a censura da Globo ao PT. O mal que fizeram ao país é imperdoável”, afirmou a deputada. Saiba mais sobre a polêmica:

O jornal O Globo, dos irmãos Marinho, enviou neste sábado uma proposta de paz ao Partido dos Trabalhadores, alvo de uma perseguição midiática e judicial liderada pelo grupo nos últimos anos, que promoveu um golpe de estado em 2016, contra a ex-presidente Dilma Rousseff, e uma eleição presidencial manipulada em 2018, uma vez que os direitos políticos do ex-presidente Lula foram artificialmente subtraídos por um processo de lawfare.

A bandeira branca partiu do jornalista Ascânio Sêleme, que já dirigiu o jornal e hoje é um de seus principais articulistas, na coluna “É hora de perdoar o PT”, em que ele argumenta que o partido já foi punido com o impeachment de Dilma e a prisão de seus principais líderes. No artigo, Ascânio argumenta que é preciso reconhecer que 30% dos eleitores brasileiros são de esquerda e que o PT é a principal força político-partidária deste campo.

O aceno de paz, no entanto, não envolve ainda nenhum tipo de autocrítica da Globo por seu papel no golpe de estado de 2016, que abriu espaço para a ascensão do bolsonarismo – fenômeno que hoje ameaça o grupo de comunicação. Desde que chegou ao poder, Jair Bolsonaro tem adotado postura hostil à mídia tradicional e tem estimulado o crescimento de grupos rivais, como a CNN, aparentemente ligada ao empresário Edir Macedo.

Em seu texto, o colunista do Globo também argumenta que não faz sentido isolar o PT, dada a sua expressividade na sociedade brasileira. “Este agrupamento político, talvez o mais forte e sustentável da história partidária brasileira, tem que ser readmitido no debate nacional. Passou da hora de os petistas serem reintegrados”, diz ele, que não menciona a devolução dos direitos políticos de Lula. Ascânio também afirma que “o ódio ao PT não faz mais sentido”.

Foi este ódio, semeado pela Globo e outros meios de comunicação, que degenerou no bolsonarismo, um fenômeno que envergonha o Brasil aos olhos do mundo e que ameaça a própria Globo.

247

Ao invés de falar em perdão ao PT, a Globo deveria pedir desculpas

“O mesmo grupo midiático que trabalhou pelo golpe de 2016, que colocou nossa soberania à venda, que criou factoides para a prisão injustificável do ex-presidente Lula, favorecendo a ascensão de Bolsonaro agora diz, arrogantemente, em perdão?”, questiona o deputado Rogério Correia (PT-MG).

Em artigo intitulado “É hora de perdoar o PT”, o jornalista Ascânio Selene, de O Globo, diz que “o ódio dirigido ao partido não faz mais sentido e precisa ser reconsiderado se o país quiser mesmo seguir o seu destino de nação soberana, democrática e tolerante”. No mínimo curioso o texto, vindo da mesma organização midiática que não somou esforços para atacar dia e noite o Partido dos Trabalhadores. Que concentrou praticamente todo empenho jornalístico para criar a falsa imagem do “partido mais corrupto de todos os tempos”. Agora vem falar em perdão?

Não que não tenha havido erros por parte Partido dos Trabalhadores. Isto é normal e comum em qualquer partido político ou organização instituída. Mas, a impressão que se passa é que esse artigo é uma espécie de “autocrítica” pedante e carregada de arrogância.  Ascânio argumenta que é preciso reconhecer que 30% dos eleitores brasileiros são de esquerda e que o PT é a principal força político-partidária deste campo. Ele diz ainda que “ninguém tem dúvida de que os malfeitos cometidos já foram amplamente punidos”. Porém, não consegue reconhecer o quanto o conglomerado dos irmãos Marinho blindou e continua protegendo o PSDB. O exemplo mais recente foi da operação da Polícia Federal, no último dia 3, envolvendo o senador e ex-governador de São Paulo, José Serra. De acordo com a denúncia, entre 2006 e 2007, o tucano usou seu cargo para receber da Odebrecht pagamentos indevidos em troca de benefícios nas obras do Rodoanel Sul. O caso foi noticiado no dia da operação policial, mas não se falou mais no assunto.

Se a Rede Globo quiser mesmo fazer uma autocrítica real, despida de tanto pedantismo e arrogância, será preciso, antes de tudo, que reconheça a perseguição que fez ao presidente Lula e a perseguição que culminou no golpe contra a presidenta Dilma, além disso, reconhecer os feitos dos governos petistas. Lula saiu do Governo com 87% de aprovação, encerrando seu mandato com o PIB crescendo mais de 7% ao ano. Com o Bolsa Família, o Brasil saiu do Mapa da Fome, promovendo uma das maiores políticas de transferência de renda do mundo.

Para fazer uma autocrítica verdadeira, é preciso reconhecer que as gestões Lula/Dilma realizaram os maiores avanços educacionais de nossa história. Foram estes governos que criaram o Fundeb, o Plano de Desenvolvimento da Educação que destinou recursos para mais de 37 mil escolas, o Prouni que beneficiou mais de 2 milhões de estudantes e o Pronatec, que é um programa de ensino técnico de excelência. Foram também os governos petistas que promoveram a maior universalização do ensino, criando acessibilidade por meio das políticas de cota e financiamento.

É preciso reconhecer ainda que o Brasil avançou em muito em sua política de saúde pública nas eras Lula/Dilma. Aqui, podemos citar o aumento de 302% do orçamento do SUS e 63% dos leitos de UTIs, a criação do Samu e das UPAs, e os programas Mais Médicos e Farmácia Popular.

Seria interessante que esta autocrítica reconhecesse ainda o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) que estimulou a agricultura familiar, garantindo alimentos saudáveis e segurança alimentar a milhares de brasileiros. Que lembrasse de programas de desenvolvimento socioeconômico como o Luz para Todos e Água para Todos.

Porém é difícil que este reconhecimento parta da mídia que sempre trabalhou contra as políticas de diminuição das desigualdades. Pelo contrário, sempre foi a favor das iniciativas liberais e agora apoia o ultraliberalismo de Paulo Guedes.

Sendo assim, fica uma situação um tanto quanto cômoda dizer em perdão o PT no momento em que a Globo está historicamente em seu maior isolamento.  Atacada constantemente pelo fascismo bolsonarista a emissora está perdendo espaço para redes como a Record e CNN, além de não conseguir fazer frente aos sistemas streaming, a exemplo da Netflix.

O mesmo grupo midiático que trabalhou pelo golpe de 2016, que colocou nossa soberania à venda, que criou factoides para a prisão injustificável do ex-presidente Lula, favorecendo a ascensão de Bolsonaro agora diz, arrogantemente, em perdão?

É preciso antes de tudo que se faça uma verdadeira autocrítica, sem pedantismo e arrogância e que a Globo se reconheça como a criadora do próprio monstro que agora se volta contra ela.

Fonte: 247

Acossada pelo bolsonarismo, Globo acena bandeira branca ao PT e diz que “é hora de perdoar” o partido

Proposta de armistício foi feita pelo colunista Ascânio Sêleme, que dirigiu o jornal e é ainda um de seus principais articulistas

Lula, William Bonner e Renata Vasconcellos (Foto: Brasil247 | Reprodução)

O jornal O Globo, dos irmãos Marinho, enviou neste sábado uma proposta de paz ao Partido dos Trabalhadores, alvo de uma perseguição midiática e judicial liderada pelo grupo nos últimos anos, que promoveu um golpe de estado em 2016, contra a ex-presidente Dilma Rousseff, e uma eleição presidencial manipulada em 2018, uma vez que os direitos políticos do ex-presidente Lula foram artificialmente subtraídos por um processo de lawfare.

A bandeira branca partiu do jornalista Ascânio Sêleme, que já dirigiu o jornal e hoje é um de seus principais articulistas, na coluna “É hora de perdoar o PT”, em que ele argumenta que o partido já foi punido com o impeachment de Dilma e a prisão de seus principais líderes. No artigo, Ascânio argumenta que é preciso reconhecer que 30% dos eleitores brasileiros são de esquerda e que o PT é a principal força político-partidária deste campo.

O aceno de paz, no entanto, não envolve ainda nenhum tipo de autocrítica da Globo por seu papel no golpe de estado de 2016, que abriu espaço para a ascensão do bolsonarismo – fenômeno que hoje ameaça o grupo de comunicação. Desde que chegou ao poder, Jair Bolsonaro tem adotado postura hostil à mídia tradicional e tem estimulado o crescimento de grupos rivais, como a CNN, aparentemente ligada ao empresário Edir Macedo.

Em seu texto, o colunista do Globo também argumenta que não faz sentido isolar o PT, dada a sua expressividade na sociedade brasileira. “Este agrupamento político, talvez o mais forte e sustentável da história partidária brasileira, tem que ser readmitido no debate nacional. Passou da hora de os petistas serem reintegrados”, diz ele, que não menciona a devolução dos direitos políticos de Lula. Ascânio também afirma que “o ódio ao PT não faz mais sentido”.

Foi este ódio, semeado pela Globo e outros meios de comunicação, que degenerou no bolsonarismo, um fenômeno que envergonha o Brasil aos olhos do mundo e que ameaça a própria Globo.

 

Fonte: 247

JUSTIÇA ELEITORAL CERTIFICA BRASILEIRO APTO A DISPUTAR ELEIÇÕES 2020

Por Netto Maravilha (Radialista e blogueiro da cidade de Senhor do Bonfim) 08:41 BRASILEIRO, DESTAQUE, POLÍTICA
CERTIDÃO CLIQUE AQUI PARA VERSÃO ORIGINAL
Certifico que, de acordo com os assentamentos do Cadastro Eleitoral e com o que dispõe a Res.-TSE nº 21.823/2004, o(a) eleitor(a) abaixo qualificado(a) está quite com a Justiça Eleitoral na presente data.
Certidão emitida às 12:09 em 09/07/2020
Res.-TSE nº 21.823/2004: O conceito de quitação eleitoral reúne a plenitude do gozo dos direitos políticos, o regular exercício do voto, salvo quando facultativo, o atendimento a convocações da Justiça Eleitoral para auxiliar os trabalhos relativos ao pleito, a inexistência de multas aplicadas, em caráter definitivo, pela Justiça eleitoral e não remitidas, excetuadas as anistias legais, e a regular prestação de contas de campanha eleitoral, quando se tratar de candidatos. A plenitude do gozo de direitos políticos decorre da inocorrência de perda de nacionalidade; cancelamento de naturalização por sentença transitada em julgado; interdição por incapacidade civil absoluta; condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos; recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa; condenação por improbidade administrativa; conscrição; e opção, em Portugal, pelo estatuto da igualdade.
Esta certidão de quitação eleitoral é expedida gratuitamente. Sua autenticidade poderá ser confirmada na página do Tribunal Superior Eleitoral na Internet, no endereço: http://www.tse.jus.br ou pelo aplicativo e-Título, por meio do código:
J/E5.TFSU.ERVY.Y6EZ
Filiação:
Zona: 045
Município: 39012 – SENHOR DO BONFIM
Seção: 0073
– ADERALCY LOPES BRASILEIRO – ATACIAS BATISTA BRASILEIRO
UF: BA Domicílio desde: 18/09/1986
Inscrição: 0454 4140 0558
Data de nascimento: 04/02/1960
Eleitor(a): CARLOS ALBERTO LOPES BRASILEIRO
Ocupação declarada pelo(a) eleitor(a): OUTROS

Deltan diz que obedece, mas protesta contra decisão de Toffoli

O procurador Deltan Dallagnol afirmou que a Lava Jato irá cumprir a decisão de Antonio Dias Toffoli, presidente do Supremo, mas que lamenta a orientação. Ele disse: “a força tarefa cumprirá a decisão do Pres. do STF para dar acesso às bases de dados, mas lamenta a orientação inédita de compartilhar informações sigilosas”

Deltan Dallagnol lamentou a decisão de Dia Toffoli sobre o acesso à base de dados da força-tarefa da Lava Jato. Ele destacou que a operação irá cumprir a decisão a contragosto.

Deltan está acuado com o volume de denúncias e reportagens que têm vindo à tona com relação à força-tarefa e sua respectiva colaboração com o Departamento de Justiça Americano.

Fonte: 247

 

Com ajuda de Bolsonaro, Queiroz vai para prisão domiciliar

“O que fica de novo evidenciado é que o Queiroz e sua mulher não são reféns de Frederick Wassef, como se supunha, mas de Bolsonaro, de quem depende para sua sobrevivência imediata e futura”, afirma Alex Solnik, do Jornalistas pela Democracia

Se já era pequena a possibilidade de Fabrício Queiroz delatar o esquema da rachadinha de Flavio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, e o envolvimento de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, enquanto estava em prisão preventiva em Bangu 8, a chance agora é igual a zero.

Principalmente porque o habeas corpus também atinge sua mulher, Márcia Aguiar, até hoje considerada foragida.

Vão ficar, ambos, na casa da família, em Rio das Pedras, com tornozeleiras eletrônicas, monitoramento estreito e proibição de contato com outros membros da quadrilha.

Prisão domiciliar não significa absolvição; o processo vai continuar tramitando normalmente, se é que há alguma coisa normal nesse episódio da rachadona.

Embora esteja em suposta quarentena por estar contaminado, Bolsonaro participou ativamente do movimento que resultou na “progressão de pena” de Queiroz, ao fazer declarações de amor ao ministro do STJ João Otávio de Noronha, na véspera da decisão.

O que fica de novo evidenciado é que o Queiroz e sua mulher não são reféns de Frederick Wassef, como se supunha, mas de Bolsonaro, de quem depende para sua sobrevivência imediata e futura, que estará garantida desde que eles permaneçam em silêncio.

Fonte: 247

EUA superam 3 milhões de casos de covid-19, enquanto Trump inicia saída da OMS

EUA superam 3 milhões de casos de covid-19, enquanto Trump inicia saída da OMS

*Por Ariela Navarro, com escritórios da AFP no mundo

A pandemia do novo coronavírus não cede nos Estados Unidos, que superaram a barreira dos 3 milhões de casos nesta quarta-feira 8, um dia depois de o governo de Donald Trump anunciar o início do processo formal para tirar o país da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os Estados Unidos são o país mais afetado pela pandemia, com mais de 131.000 mortos, seguido do Brasil, onde o presidente Jair Bolsonaro, que anunciou na véspera ter sido infectado pela covid-19, questiona desde o início as medidas para aplacar a pandemia.

No Brasil, o novo coronavírus já causou mais de 67 mil mortes e 1,7 milhão de contágios, mas apesar dos dados, tanto Trump quanto Bolsonaro continuam criticando as medidas de confinamento.

O fato de estar doente não mudou a atitude desafiadora de Bolsonaro frente ao vírus. “Com a graça de Deus, viverei ainda por muito tempo”, tuitou nesta quarta o presidente, após voltar a defender o uso da polêmica hidroxicloroquina para tratar a doença.

Enquanto isso, a cidade australiana de Melbourne se preparava nesta quarta para voltar ao confinamento para tentar aplacar a curva de contágios em um momento em que são registrados cerca de 100 novos casos diários.

Na Europa surgem indícios de que voltar a impor medidas restritivas muito estritas será difícil, depois de a Sérvia ser palco de um protesto com milhares de pessoas criticando o toque de recolher e de a França descartar que no caso de uma segunda onda se volve a impor um “confinamento total”.

Em todo o mundo, o vírus infectou quase 12 milhões de pessoas e deixou mais de 545.000 falecidos desde que foi detectado pela primeira vez na China no fim de 2019.

Recorde de infecções

Nos Estados Unidos, o surto passou despercebido e no início de fevereiro eram contabilizados apenas um punhado de casos, mas em 28 de abril o país somava mais de um milhão de contágios e em 11 de junho eram dois milhões, segundo um balanço da AFP, com base em cifras oficiais.

Na terça-feira, os Estados Unidos voltaram a bater um novo e triste recorde de infecções: 60.000 em 24 horas.

O infectologista e especialista assessor da Casa Branca, Anthony Fauci, advertiu que o país ainda está “até o pescoço” imerso na crise, acabando de passar a primeira onda, mas Trump expressou na terça-feira seu desacordo e afirmou que os Estados Unidos estão em uma “boa posição”.

No contexto da pandemia, o governo americano anunciou que vai revogar os vistos dos estudantes estrangeiros cujas escolas deem aulas exclusivamente de forma virtual no próximo trimestre. Mas a prestigiosa Universidade de Harvard e o MIT interpuseram nesta quarta-feira um recurso judicial para bloquear a revogação.

A crise sanitária que não cede não impediu que Washington iniciasse seu processo de retirada formal da OMS, tal como havia anunciado Trump, que critica a instituição por, segundo ele, ser próxima da China.

Os Estados Unidos são o principal país doador da OMS e sua saída representa um duro golpe para o funcionamento da organização da ONU, que perderá 400 milhões de dólares anuais com sua retirada.

A saída americana será efetivada em um ano, em 6 de julho de 2021. Mas Joe Biden, adversário democrata de Trump nas presidenciais de novembro, assegurou que, se for eleito, manterá o país na OMS.

Sem máscara

Especialistas criticam Estados Unidos e Brasil pela propagação do vírus, ao não incentivar medidas como um distanciamento social rigoroso.

Até mesmo ao anunciar que estava contagiado, Bolsonaro tirou a máscara para mostrar o rosto aos jornalistas.

Este gesto levou a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) a denunciar a atitude do mandatário que, sabendo que está doente, não respeitou as normas de segurança, pondo em risco a vida dos jornalistas.

Bolsonaro tem participado de vários eventos públicos sem máscara e criticado as medidas de distanciamento social impostas em vários estados devido a seu impacto econômico.

Guerrilha pede trégua na Colômbia

O novo coronavírus castiga duramente a América Latina e o Caribe, que superou na terça-feira os três milhões de infecções e as 132.000 mortes.

Na Colômbia, a guerrilha do ELN, a última reconhecida no país, propôs ao governo do presidente Iván Duque um cessar-fogo bilateral por três meses diante da magnitude da emergência sanitária.

Enquanto isso, na Bolívia, sede detentos da superlotada prisão da cidade de La Paz morreram esta semana supostamente por causa do novo coronavírus, segundo as autoridades.



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