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Bolsonaristas radicais entram em confronto com a polícia e tentam invadir Palácio do Planalto

Foto: Reprodução/TV Globo

Bolsonaristas radicais entraram em confronto com a polícia, neste domingo (8), na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Nas imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver os participantes de atos antidemocráticos subiram a rampa do Congresso Nacional e tentam também invadir o Palácio do Planalto.
Policiais militares tentaram conter os bolsonaristas com uso de spray de pimenta, no entanto, eles invadiram a área de contenção que cercava o Congresso Nacional. De acordo com a CNN, os manifestantes, que chegaram em caranavas, conseguiram invadir a área.

Fonte: Bahia Notícias

Dino autoriza atuação da Força Nacional contra golpistas em Brasília

Flávio Dino (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Caravanas bolsonaristas chegaram a Brasília para tentar promover um golpe de estado no Brasil

247 – “Além de todas as forças federais disponíveis em Brasilia, e da atuação constitucional do Governo do Distrito Federal, teremos nos próximos dias o auxílio da Força Nacional. Assinei agora Portaria autorizando a atuação, em face de ameaças veiculadas contra a democracia”, postou o ministro da Justiça, Flávio Dino, em suas redes sociais.

Após bolsonaristas planejarem para este fim de semana mais uma de suas manifestações golpistas e antidemocráticas, ônibus chegaram ao Quartel General do Exército em Brasília neste sábado (7), segundo o Metrópoles, transportando diversos apoiadores de Jair Bolsonaro (PL).

Até às 12h30, de acordo com a reportagem, 11 ônibus haviam chegado ao local.

A maior parte dos veículos partiram de Mato Grosso e Espírito Santo.

Nos grupos bolsonaristas, o protesto deste fim de semana vem sendo tratado como uma “guerra”. Foram convocados aqueles que possuem armamentos, os CACs (Colecionadores Atiradores Desportivos e Caçadores).

247

Salvador: Agentes fazem trabalho de campo para medir e combater infestação do Aedes aegypti

Agentes de endemias da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) estão percorrendo as casas da capital baiana, para realizar o Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa), do primeiro ciclo de 2023. As visitas começaram na última segunda-feira e seguem até esta sexta-feira (6).

 

Durante o ciclo, os agentes devem percorrer cerca de 40 mil imóveis em toda a cidade, previamente sorteados, realizando a inspeção, eliminação e tratamento de depósitos com uso de larvicida, bem como a coleta das amostras larvárias dos mosquitos, que serão analisadas no Laboratório do CCZ.

De acordo com a subcoordenadora de arboviroses de Salvador, Cristina Guimarães, as visitas auxiliam no bloqueio da circulação viral, ocasionada pela proliferação do mosquito. “O resultado de cada levantamento visa direcionar as ações de controle de vetor, delimitando áreas que mais possuem a presença do Aedes aegypti, a fim de contribuir para as atividades de comunicação e mobilização, que bloqueiam a reprodução do inseto”, explicou Cristina.

O Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) é uma atividade que permite o conhecimento de forma rápida e por amostragem, da quantidade de imóveis que possuem a presença de recipientes com larvas de Aedes aegypti, mosquito transmissor das arboviroses que causam a dengue, zika e chikungunya, indicando os tipos de criadouros mais utilizados pelo mosquito fêmea para postura dos ovos. O estudo ocorre quatro vezes ao ano, no intervalo de três meses (janeiro, abril, julho e outubro).

A SMS ressalta a importância de as famílias vistoriarem seus respectivos imóveis e quintais, pelo menos uma vez por semana, verificando se há objetos que podem acumular água. Os itens identificados devem ser removidos e descartados em sacos plásticos, para a coleta seletiva, ou para o recolhimento pelo caminhão de lixo. Com uma ação semanal, é possível impedir que ovos e larvas do mosquito cheguem à fase adulta, freando a transmissão das doenças provocadas pelo Aedes.

 

Fonte: Bahia Notícias

Dino determina que ministério providencie indenização à família de Genivaldo de Jesus, morto em SE pela PRF

O ministro da Justiça, Flávio Dino, determinou que a pasta, através da Secretaria de Acesso à Justiça, tome providências a fim de indenizar a família de Genivaldo de Jesus Santos, morto pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em maio do ano passado, após ser parado pelos agentes em um trecho da BR-101, na cidade de Umbaúba, em Sergipe.

 

A medida foi anunciada pelo próprio Dino nesta sexta-feira (6), em seu perfil no twitter. “Genivaldo morreu, em 2022, em face de uma ação de policiais rodoviários federais, em Sergipe. É clara a responsabilidade civil, à luz da Constituição. Determinei ao nosso Secretário de Acesso à Justiça, Marivaldo Pereira, providências visando à indenização legalmente cabível”, escreveu.

Genivaldo sofria de esquizofrenia, fazia tratamento há 18 anos e foi morto dentro de uma viatura da PRF. Imobilizado e colocado dentro do porta-malas do veículo, os agentes utilizaram spray de pimenta e gás lacrimogêneo. 

A perícia aponta que a vítima foi submetida à tortura por 11 minutos e 27 segundos. Toda a ação foi gravada por testemunhas. Na época, o Instituto Médico Legal (IML) apontou ainda que a morte de Genivaldo foi causada por asfixia mecânica e insuficiência respiratória aguda.

Os policiais envolvidos na abordagem foram indiciados pela Polícia Federal e presos de forma preventiva. Foram atribuídos a eles os crimes de tortura, homicídio qualificado e abuso de autoridade.

 

Fonte: BAHIA NOTÍCIAS

Base de Bolsonaro se frustra com ex-presidente, e antigos aliados agora acenam a Lula

O silêncio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após a derrota na eleição presidencial e a viagem para os Estados Unidos às vésperas de deixar o cargo criaram um sentimento de frustração entre aliados do ex-chefe do Executivo.
A avaliação de antigos aliados é que Bolsonaro adotou decisões equivocadas após perder o pleito e que isso estremeceu sua base eleitoral.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, publicou um vídeo nas redes sociais nesta semana para se dirigir a quem está “magoado” e reforçou o apoio do partido ao ex-mandatário. A fala foi replicada no Instagram da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
“Acredito que muitos brasileiros e brasileiras, crianças, jovens, adolescentes, pessoas de todas as idades sentiram orgulho da bandeira nacional, orgulho das nossas cores, orgulho do nosso país. Isso a gente deve a Jair Bolsonaro”, disse Valdemar no vídeo.
“Quero dizer que, se existe alguém, por algum motivo, que teve alguma decepção, mágoa ou frustração, queria dizer a vocês: Jair Messias Bolsonaro tem nosso o crédito, tem nosso apoio, tem um significado incrível para o nosso país e vai continuar tendo”, completou.
A mensagem tem endereço: trazer um alento para a militância decepcionada e buscar evitar um racha ainda maior na base de Bolsonaro.
Havia uma expectativa entre aliados do então chefe do Executivo de que ele pudesse aproveitar o seu capital político e se tornar uma liderança forte e emblemática da oposição, o que, até o momento, não ocorreu. Bolsonaro perdeu a disputa, mas teve 58 milhões de votos.
Um dos reflexos da desmobilização da base bolsonaristas é que alguns parlamentares que foram leais ao ex-mandatário agora já sinalizam uma aproximação com Luiz Inácio Lula da Silva (PL). Há casos de aliados que marcaram presença em posses de ministros do petista e até compartilharam fotos nas redes sociais.
Os dois meses que se seguiram após o segundo turno das eleições foram marcados por uma mudança radical de postura de Bolsonaro, até então acostumado a usar as redes sociais em transmissões ao vivo e realizar passeios de moto para interagir com a população.
Ao mesmo tempo em que militantes bolsonaristas acampavam em frente a quarteis do Exército, o presidente praticamente transferiu seu gabinete para a residência oficial, o Palácio da Alvorada, e desde então foram raras as suas aparições públicas.
Aumentou assim o clima de suspense a respeito de sua postura na hora de entregar o cargo. Apoiadores bolsonaristas acampados em frente a quartéis esperaram até o último momento uma intervenção militar.
Os aliados políticos, por sua vez, esperavam que Bolsonaro atuasse como liderança e mantivesse sua base informada de que não teria como evitar a posse de Lula. O que todos viram, entretanto, foi um Bolsonaro acuado e em silêncio, o que fomentou teorias da conspiração.
Interlocutores do ex-presidente dizem que ele ainda ficará recluso por alguns meses. Eles apostam que, passado esse período, Bolsonaro deve ressurgir politicamente.
Outros ex-auxiliares dizem que Bolsonaro já conquistou seu papel na história como alguém que conseguiu pautar politicamente o debate da direita conservadora.
Mesmo com a reclusão, aliados apostam que ninguém terá força suficiente para ocupar o espaço de Bolsonaro como líder do campo conservador até a próxima eleição presidencial.
“Eu pessoalmente acho natural [a posição do ex-presidente]. Ele [Bolsonaro] teve uma derrota, isso abala. Ele optou pelo silêncio, embora muitos quisessem que ele botasse lenha na fogueira, outros já falavam em prendê-lo, porque ele estaria à frente de movimento. Ele manteve o silêncio, manteve recluso. Cada um reage de uma maneira a isso. Eu tenho a compreensão que realmente foi a escolha dele”, afirma o ex-líder do governo Bolsonaro no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ).
O senador rebate a ideia de que a base bolsonarista está sofrendo com defecções, pelo menos na Casa legislativa em que atua.
“Eu não vejo esse sentimento [de mudança de lado de bolsonaristas, por causa da postura de Bolsonaro], pelo menos no Senado. No Senado não houve nenhum, pelo menos que eu me recorde aqui”, afirmou.
O Senado foi onde a força bolsonarista se mostrou mais claramente no primeiro turno das eleições, com o presidente conseguindo transformar a bancada do PL na maior da Casa, além de eleger aliados próximos e ex-ministros, como Damares Alves (Republicanos-DF), Marcos Pontes (PL-SP) e o ex-secretário da Pesca Jorge Seif (PL-SC).
As cerimônias de transmissão de cargo para os ministros de Lula, ao longo da primeira semana de atividades do novo governo, foram marcadas pelas presenças de alguns políticos que até há pouco estavam nas fileiras bolsonaristas.
Um deles foi o senador Wellington Fagundes (PL-MT), do próprio partido de Bolsonaro, que compareceu à posse do novo ministro da Secretaria Especial de Comunicação Social, Paulo Pimenta (PT). À Folha o parlamentar disse que nunca teve uma posição ideológica radical e não descartou uma proximidade maior com o governo Lula.
No dia seguinte, durante a posse do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, foi notada a presença de Chico Rodrigues (União Brasil-RR), que foi vice-líder do governo Bolsonaro no Senado. Ele ganhou notoriedade ao ser alvo de uma operação da Polícia Federal e ter tentado esconder dinheiro na cueca.
O partido do parlamentar, a União Brasil, indicou três ministérios no governo Lula. Daniela Carneiro foi nomeada para a pasta do Turismo, enquanto que o deputado Juscelino Filho (MA) é titular das Comunicações.
O ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes (PDT), também é considerado da cota da União Brasil, tendo como fiador o senador Davi Alcolumbre (União-AP).
Em suas redes sociais, Chico Rodrigues publicou um vídeo no qual afirma que vai se manter “vigilante”, mas por outro lado exalta o novo governo.
“Estamos iniciando um novo ano, com um novo governo que se implanta, governo do presidente Lula que tem todo o compromisso e responsabilidade em tornar a vida dos brasileiros melhor”, afirma o senador, que ainda acrescentou que é preciso “acreditar” e ter “confiar” na nova gestão.

BN

Medicamento para câncer de sangue apresenta bons resultados em estudo

A farmacêutica Geron Corp informou, nessa quarta-feira (4), que seu medicamento experimental contra câncer de sangue apresentou resultados positivos em seu estudo clínico de fase avançada. O imetelstat ajudou pacientes da doença a se tornarem independentes das transfusões de rotina.

 

O imetelstat foi testado em pessoas com síndromes mielodisplásicas (SMD) de baixo risco, que precisam de transfusões de sangue frequentes para controlar a anemia. A condição é caracterizada por problemas na produção e amadurecimento de células localizadas na medula óssea, ocasionando uma superpovoação de células jovens.

Os resultados preliminares do estudo mostram que aproximadamente 40% dos 118 voluntários que receberam a medicação não precisaram da transfusão por oito semanas. O mesmo foi observado em apenas 15% dos 60 pacientes do grupo de controle, que receberam placebo.

Os efeitos colaterais observados com mais frequência durante o tratamento foram baixa contagem de plaquetas e glóbulos brancos. De acordo com a empresa, eles foram “de curta duração, reversíveis, e não causam risco aumentado de sangramento ou infecções”.

A farmacêutica planeja fazer o pedido de aprovação de uso à agência reguladora Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos ainda em 2023. As informações são do portal Metrópoles.

 

Primeiro caso da variante XBB.1.5 do coronavírus é identificado no interior de SP

O primeiro caso da variante XBB.1.5 do coronavírus, considerada a mais transmissível até agora pela OMS (Organização Mundial da Saúde), foi identificado em uma amostra do vírus em São Paulo.
 

A amostra, que foi coletada em 9 de novembro de uma paciente de 54 anos de Indaiatuba (a 103 quilômetros da capital), foi sequenciada pela Rede de Saúde Integrada Dasa nesta quarta-feira (4).
Foi o único caso identificado de um total de 1.330 amostras sequenciadas no mês de novembro, e das quais 33 eram da sublinhagem XBB da ômicron.
Segundo José Eduardo Levi, virologista responsável pelo projeto de vigilância genômica da rede, apesar de ser o único caso identificado, é provável que ela já tenha se espalhado no estado. “A amostra foi coletada em novembro e agora só conseguimos fazer a identificação, então é provável que já tenha sim um aumento porque a circulação [das variantes] muda com muita rapidez com essas sublinhagens da ômicron.”
A Dasa disse que já comunicou à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo a identificação da cepa. Levi disse que o laboratório dispõe de um teste que ajuda a identificar algumas linhagens da ômicron por meio de uma técnica que investiga genes da proteína S (usada pelo vírus para entrar nas células) que, nestas variantes, sofreram deleção.
“Antes a gente tinha uma correlação de 100% das amostras com essa alteração confirmadas depois no sequenciamento genômico como sendo BA.5 [variante que possui essa alteração]. Já a XBB não tem essa mudança, e nós vimos que de 20% a 30% das amostras do Rio de Janeiro e de São Paulo de dezembro não apresentaram alteração”, afirmou.
Ainda de acordo com o virologista, não houve um aumento significativo da taxa de resultados positivos ou do número total de testes realizados na última semana, mas que isso pode mudar nas próximas duas semanas, quando os casos represados pelo final do ano podem surgir.
A XBB.1.5 é uma variante formada pela combinação de duas sublinhagens da BA.2. Ela carrega uma mutação que torna a sua ligação com as células humanas muito mais eficiente, fazendo com que a replicação seja mais veloz. Por isso, a sua presença em locais como nos Estados Unidos já é dominante frente a outras linhagens menos transmissíveis (mais de 40% das amostras são de XBB.1.5).
Segundo a OMS, ela já foi identificada em 29 países, porém é provável que dado esteja subnotificado devido à dificuldade em fazer o sequenciamento e à queda na realização de testes em todo o mundo.
Na última quarta (4), a epidemiologista e responsável pelo grupo de Covid da entidade, Maria van Kerkhove, disse que a XBB.1.5 acende um alerta para a possibilidade de uma nova onda global.
“Quanto mais esta variante circular, mais oportunidades terá de mudar, e com isso esperamos novas ondas de infecção em todo o mundo, embora ainda não tenhamos indicação sobre o potencial de gravidade ou quadro clínico”, afirmou.

Ara Ketu será homenageado pela Mangueira em desfile de Carnaval

O Carnaval do Rio de Janeiro estará misturado com o da Bahia em 2023. A Mangueira, que vai desfilar no domingo da folia carioca, vai homenagear o Ara Ketu e outros blocos afro da Bahia na Marquês de Sapucaí.

Nesta quarta-feira (4), no Rio de Janeiro, a presidenta da Mangueira, Guanayra Firmino, recebeu a presidenta do Ara Ketu, Vera Lacerda, no Barracão da Mangueira, na Cidade do Samba.

“Estou imensamente feliz de estar na Mangueira hoje. Vamos receber uma homenagem maravilhosa que  não há o que pague. Será um carnaval feliz para o Ara Ketu e para a Mangueira. Estaremos juntos em uma festa linda”, disse Vera Lacerda, presidente e fundadora do Ara Ketu.

A Mangueira vai desfilar no Carnaval do Rio com o samba-enredo “As Áfricas que a Bahia canta”, com homenagens ao Ara Ketu e outros blocos afro, como Ilê Aye e Olodum. Vera Lacerda estará presente no desfile representando a banda, que surgiu em 1980 como bloco afro criado no subúrbio ferroviário de Salvador (BA).

“A Mangueira vai prestar uma homenagem aos cortejos afro do carnaval da Bahia e em um dos nossos setores a gente vai abordar a importância dos blocos afro dentro dessa narrativa dessa história de luta,  de resistência. O Ara Ketu é um símbolo de luta nesse processo, primeiro por ser fundado por uma mulher, a primeira mulher fundadora de um bloco afro, segundo por ser um bloco que conseguiu reunir na sua essência a tradução e a ritualística da musicalidade ancestral da cultura negra com a modernidade e as novas tendências que a própria África proporciona para o mundo”, explicou Guilherme Estevão, carnavalesco da Mangueira, que esteve no encontro.

Na homenagem, haverá uma ala do Ara Ketu, com trechos de músicas da banda no carro alegórico. O Ara Ketu marcou a história da música baiana ao misturar elementos percussivos aos eletrônicos, no estilo “african pop”, adotado por Vera durante uma viagem para países da África na década de 90.

BN

Orochi é detido em Búzios após publicação com armas nas redes sociais

O rapper Orochi foi abordado pela polícia em uma lancha na praia dos Ossos, em Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (4).

Os policiais realizaram uma busca por armas após o artista aparecer em imagens portando um fuzil, no último fim de semana e publicar vídeos de homens armados em seu perfil no Instagram.

O vídeo foi postado nesta terça-feira (3) e logo que as informações chegaram à polícia, o setor de inteligência analisou as imagens.

“No local foram encontradas algumas drogas, como maconha, ecstasy, loló, e foi encontrada uma espingarda calibre 12, camuflada, que se tratava da arma apresentada no vídeo. O dono da arma, um policial militar que trabalhava na segurança de Orochi se apresentou e foi constatado que a arma estava registrada em seu nome. Um segundo segurança, policial militar, também se apresentou e era o dono do veículo onde a arma se encontrava”, contou a polícia.

Ainda de acordo com a Polícia, Orochi não estava na residência e foi encontrado posteriormente na lancha. Ele estava com o rapaz que apareceu nas imagens dançando ao lado do homem que portava a arma de fogo.

“Foi constatado que Matheus Portugal, produtor do rapper MC Poze, era a pessoa que aparecia no vídeo dançando com a espingarda calibre 12, mas ele já não se encontrava mais na casa. Os dois Policiais Militares, que trabalhavam como seguranças, foram autuados e presos em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, foi arbitrada fiança para os dois”.

BN

Homem e mulher são assassinados por dupla em moto na periferia de Salvador

Um homem e uma mulher foram encontrados mortos em uma localidade do bairro da Sussuarana, região periférica de Salvador, na quarta-feira (4). As vítimas, ainda não identificadas, foram assassinadas a tiros.

À Polícia Civi, testemunhas apontaram que as vítimas foram mortas por dois homens que passaram em uma motocicleta. O homem e a mulher morreram ainda no local e os corpos foram removidos para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) do Instituto Médico Legal (IML), segundo o G1.

Os suspeitos do crime e o que o motivou serão investigados pela Delegacia de Homicídios. Ainda não há informações sobre o sepultamento das vítimas.



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