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Presidente do STF sofre queda e fica em observação em hospital em SP

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, sofreu uma queda neste domingo (19) e bateu a cabeça.

Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Após o acidente, o ministro fez um raio-x do crânio e está em observação no Vila Nova Star, hospital de elite de São Paulo. ?
Toffoli está sendo atendido pela médica Ludhmila Hajjar, que já foi cotada para ser ministra da Saúde.

Japonês da Federal é condenado a perda de cargo por facilitar contrabando

O agente da Polícia Federal Newton Hinedori Ishii, conhecido como o “japonês da federal”, foi condenado a perda do cargo público e a pagar multa de R$ 200 mil por facilitação de contrabando. A condenação foi proferida pelo juiz Luis Ruivo Marques, da 1ª Vara da Justiça Federal de Foz do Iguaçu. 

Foto: Divulgação

Ishii foi condenado por envolvimento em uma quadrilha composta por 22 agentes da PF, quatro servidores da Receita Federal e dois policiais rodoviários federais. Eles atuariam em um esquema de facilitação de contrabando pela fronteira entre Brasil e Paraguai. Na decisão, o juiz ressalta que o réu escolheu o tipo de mercadoria que aceitaria facilitar e, “ainda, fixou o preço da propina a ser cobrada pela omissão na atribuição de combater o crime que lhe foi conferida pelo Estado”.

O magistrado citou ainda um telefonema interceptado com autorização judicial em que o agente informa a placa de um veículo para que um policial corrupto deixe de fiscalizar ou simule a fiscalização, beneficiando a quadrilha de contrabando.

Brasil tem 79.488 mortes e 2.098.389 casos confirmados de covid-19

Ministério da Saúde registrou 716 óbitos e 23.529 novos infectados nas últimas 24 horas. Governo estima que 1.371.229 pessoas já estão recuperadas

SUAMY BEYDOUN/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

O Brasil acumula 79.488 mortes e 2.098.389 casos confirmados de covid-19, doença sistêmica provocada pelo novo coronavírus, desde o início da pandemia. Os dados foram atualizados neste domingo (19) pelo Ministério da Saúde.

Nas últimas 24 horas, de acordo com a pasta, as secretarias estaduais de saúde notificaram 716 óbitos e 23.529 novos infectados. A taxa de letalidade, que é o percentual de mortes entre os indivíduos doentes, está em 3,8%.

Do contingente total de contaminados, o governo federal estima que 1.371.229 pessoas já estão recuperadas, enquanto 647.672 em acompanhamento —ocorrências notificadas nos últimas 14 dias e que não evoluíram para morte.

Veja a situação em cada estado do Brasil

São Paulo: 415.049 casos (19.732 mortes)
Ceará: 146.972 casos (7.178 mortes)
Rio de Janeiro: 138.524 casos (12.114 mortes)
Pará: 137.484 casos (5.523 mortes)
Bahia: 122.169 casos (2.840 mortes)
Maranhão: 106.325 casos (2.708 mortes)
Minas Gerais: 92.972 casos (1.982 mortes)
Amazonas: 90.913 casos (3.149 mortes)
Distrito Federal: 82.412 casos (1.085 mortes)
Pernambuco: 79.452 casos (5.984 mortes)
Espírito Santo: 70.609 casos (2.222 mortes)
Paraíba: 67.382 casos (1.486 mortes)
Paraná: 54.629 casos (1.327 mortes)
Santa Catarina: 53.336 casos (685 mortes)
Alagoas: 50.078 casos (1.397 mortes)
Rio Grande do Sul: 47.113 casos (1.252 mortes)
Sergipe : 45.243 casos (1.125 mortes)
Rio Grande do Norte: 43.766 casos (1.577 mortes)
Goiás: 40.769 casos (1.092 mortes)
Piauí: 39.296 casos (1.100 mortes)
Mato Grosso : 34.136 casos (1.332 mortes)
Amapá: 33.705 casos (507 mortes)
Rondônia: 29.117 casos (686 mortes)
Roraima: 25.467 casos (429 mortes)
Tocantins: 17.773 casos (294 mortes)
Acre: 17.295 casos (460 mortes)
Mato Grosso do Sul: 16.403 casos (222 mortes)

R7

Patrícia Pillar detona Bolsonaro: “só enxergo estupidez e destruição”

A atriz Patricia Pillar manifestou profunda indignação com a postura do presidente Jair Bolsonaro diante da pandemia de coronavírus. Ela disse: “a curto prazo não enxergo nenhuma luz, só estupidez e destruição”

Patricia Pillar pede mobilização em prol de religiões de matrizes africanas

A atriz, diretora e produtora Patrícia Pillar afirmou que não vê luz no fim do túnel para o Brasil, com a catástrofe sanitária associada à gestão temerária de Jair Bolsonaro. Ela complementou, indignada, ao jornalista Ancelmo Gois, d’O Globo: “e o pior, são mais de 75 mil mortes pela Covid até agora”

A reportagem do portal Uol relata que “diante do número crescente de mortes no país, ela [Patrícia Pillar] acusou o político de dar um mau exemplo ao estimular, indiretamente, as pessoas a não usarem máscaras e a irem para as ruas.”

A matéria ainda destaca que “ela ainda ressaltou que a Saúde não é o único ponto fraco da gestão do chefe de Estado, atualmente sem partido. “[São] perdas irreparáveis em Educação, Meio Ambiente, Cultura, Relações internacionais”, cita ela, sobre algumas das pastas que enfrentam problemas internos.”

 

Trump ameaça não aceitar resultado da eleição nos EUA

Presidente estadunidense afirmou que “terá de ver” se aceita o resultado da votação, marcada para novembro. Joe Biden, seu oponente, abriu 15 pontos de vantagem

Em entrevista ao programa Fox News Sunday, na TV americana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não confirmou se aceitará o resultado das eleições presidenciais, marcadas para novembro, informa o portal Exame.

Trump disse que “terá de ver” se a votação será legítima. Ele também disse que  o sistema de votação pelo correio “pode ser fraudulento”.

Seu opsitor, o democrata Joe Biden, está a 15 pontos de vantagem nas pesquisas.

Segundo a reportagem, por conta da pandemia, alguns estados estão intensificando a votação à distância e o presidente vem criticando o sistema desde o início da campanha. “Acredito que o voto pelo correio vai comprometer a eleição”, afirmou Trump.

247

Bolsonaro não mudou nem vai mudar

“Bolsonaro “paz e amor”, do diálogo e de um suposto governo de centro-direita é uma contrafação, uma ópera-bufa, um mito, inventado por setores da mídia. O diálogo, entendimento, conciliação ou seja o que for que esteja sendo engendrado entre o Palácio do Planalto e os chefes das duas casas do Congresso Nacional poderá levar a qualquer coisa, menos à estabilidade, à solução da crise do país e à defesa da democracia”, escreve o jornalista José Reinaldo Carvalho

Jair Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)

Por José Reinaldo Carvalho, do Jornalistas pela Democracia – O inquilino do Palácio da Alvorada voltou à carga neste sábado (18), fazendo da área externa da residência oficial cenário de pantomimas e patriotadas, com içamento do Pavilhão Nacional e o canto do Hino por um coro desafinado e desenxabido. Foi mais um episódio da simbologia neofascista que passou a fazer parte da rotina presidencial.

Novamente, Bolsonaro demonstrou a essência da linha governamental de gestão da pandemia, em boa hora catalogada com a palavra certa por um eminente membro da Alta Corte: “genocídio”. E como exibição de que na “rentrée” segue beligerante, atacou de novo os governadores, não se importando com o fato de que alguns deles nem adversários são e foram constrangidos a executar políticas irresponsáveis de abandono do distanciamento social. Inopinadamente, alguns passaram a defender a reabertura das atividades econômicas e o retorno ao “normal”. Não suportaram o caos provocado por Bolsonaro, a pressão da crise econômica e social, confrontados com o desamparo causado pela ruinosa conduta do governo federal. Por óbvio, somente com ações coordenadas e a responsabilidade compartilhada, seria possível assegurar a proteção socioeconômica em situação de quarentena prolongada.

A cena deste sábado foi um recado político a desmentir os incautos e iludidos de que Bolsonaro estaria iniciando uma fase de diálogo com as forças democráticas, mudando de tom e transformando o caráter do seu governo e de sua própria personalidade. Segundo a lenda, largamente difundida nas últimas três semanas, estaria propenso ao entendimento nacional e até revelando um outro perfil, em substituição ao tosco, truculento mensageiro da morte, chefe de governo neofascista e de extrema direita. Não descartamos que entre os principais atores no palco da vida política, passe a prevalecer uma postura, que aliás nunca deixou de existir, de conciliação e entendimento com Bolsonaro. O fracasso está à vista, esta é a sorte de toda vã ilusão.

Bolsonaro não mudou nem vai mudar. Ele é o polo irradiador e continuador da atual crise política e tragédia nacional.

Uma crise continuada, ligada a fatos de seis anos atrás. Está registrado na história: no dia seguinte à eleição de 2014, o PSDB, secundado automaticamente pelo DEM, PMDB, outros partidos do “centrão”, pelo oligopólio dos meios de comunicação, setores do Judiciário e do Ministério Público, forças armadas, polícias e lideranças de centro-esquerda dissidentes da frente progressista que governava o país, decidiram assestar o golpe contra a democracia. Que resultou nisto que aí está.

Os fatos são conhecidos. Destituíram a presidente Dilma em 2016, condenaram e encarceraram o presidente Lula em 2018, inabilitando-o a concorrer nas eleições presidenciais do mesmo ano. Hoje está demonstrado o que então se intuía: foi um golpe manipulado também de fora, nos Estados Unidos.

O governo que emergiu das urnas na sequência deste golpe continuado tem uma natureza imutável. É neofascista e de extrema direita. Ataca a democracia, os direitos civis, os direitos humanos, as instituições do precário estado constitucional de direito, os direitos do povo, as conquistas dos trabalhadores, com a reforma da previdência e os seguidos retrocessos na legislação laboral, os valores culturais e civilizacionais. É um governo submisso ao imperialismo, agressor dos países progressistas da região, particularmente a vizinha Venezuela. Governo militarizado, de explícita simbiose com as forças armadas e polícias. Um dos papéis preponderantes para sua instalação foi desempenhado pelo ex-comandante da força terrestre. Pelo twitter, deu o sinal para o golpe contra Dilma e a prisão de Lula. Governo fora da lei, de notórias ligações com as milícias.

Bolsonaro “paz e amor”, do diálogo e de um suposto governo de centro-direita é uma contrafação, uma ópera-bufa, um mito, inventado por setores da mídia. O diálogo, entendimento, conciliação ou seja o que for que esteja sendo engendrado entre o Palácio do Planalto e os chefes das duas casas do Congresso Nacional poderá levar a qualquer coisa, menos à estabilidade, à solução da crise do país, ao respeito às liberdades democráticas e à mudança do caráter do governo e do seu titular. São manobras ligadas ao acirramento recente dos ataques à Constituição, aos Poderes legislativo e judiciário. Resultaram também do medo pânico do clã presidencial em face das investigações que atingem filhos e amigos. E do perigo de criminalização internacional, com o espectro de sua condenação por delito contra a humanidade pela gestão genocida da pandemia.

Enquanto isso, o Brasil vive uma crise multidimensional, agravada pelo alinhamento pró-estadunidense adotado pelo governo de extrema direita: crise política, econômica, social, sanitária e ambiental. Na circunstância atual, a crise sanitária enfeixa as principais contradições. E as espelha. Nesse quadro, a luta pela vida e pela proteção dos direitos do povo entrelaça-se com a luta pela democracia e em defesa da soberania nacional ameaçada.

A mudança de rumo do país só ocorrerá a partir do fim deste governo. É uma questão de salvação nacional interromper sua continuidade, seja pelo impeachment ou pela cassação da chapa eleita em 2018, o que deveria obviamente ser sequenciado pela antecipação das eleições presidenciais.

Fora Bolsonaro, democracia, proteção aos direitos sociais e defesa da soberania são bandeiras que podem unir amplas setores políticos e sociais democráticos, patrióticos e progressistas. Partidos, organizações dos movimentos sociais, personalidades.

Setores de direita que fazem oposição a Bolsonaro por seus interesses próprios e não por convicções democráticas e patrióticas, recusam-se a dar encaminhamento legislativo ao impeachment. É conveniente a esses setores a polarização da vida política entre eles próprios e a extrema direita. E que a solução da crise política, sob seu estrito controle,  seja a resultante dessa divisão.

Dois fatores são decisivos para as forças progressistas alcançarem êxito na luta para pôr fim ao governo Bolsonaro: a unidade entre as correntes  democráticas, patrióticas e populares e a mobilização do povo. A superação da fragmentação e da divisão entre as forças progressistas e de esquerda é condição sine qua non para a conquista desse êxito.

A ampla unidade entre as forças democráticas é a condição indispensável para formar uma maioria política democrática no país. Uma unidade não  apenas partidária. Envolve um conjunto imenso e variado de organizações sociais e personalidades democráticas e patrióticas. Trata-se de um processo objetivo, que não tem (nem está no horizonte que tenha) expressão orgânica nem eleitoral.

O esforço de unidade inclui múltiplos embates em situações objetivas, nas quais se realizam ações pontuais convergentes entre todas as forças de oposição.

Fonte: 247

Após atrito com Senado, Planalto chama reunião para discutir vetos presidenciais

Fonte: Google Imagens

Em um novo gesto para melhorar a articulação política, o Palácio do Planalto convocou líderes e vice-líderes do governo na Câmara e no Senado para uma reunião conjunta com o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos.

O encontro, agendado para a próxima terça-feira (21) é o primeiro desse teor e marca uma nova estratégia do Executivo para discutir uma forma de diminuir a resistência do Congresso aos vetos feitos pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em projetos de lei sancionados recentemente.

Entre os mais controversos, estão a prorrogação, até dezembro de 2021, da desoneração da folha de pagamento para 17 setores intensivos de mão de obra, e ao menos 8 itens retirados do novo marco legal do saneamento.

Fontes que acompanham as conversas admitem que há margem para o governo fechar um entendimento com os partidos que pode até resultar na derrubada de trechos considerados mais sensíveis dentro do Congresso.

Um deles, dentro do projeto do saneamento, é o artigo que autorizava a prorrogação dos contratos vigentes por mais 30 anos. Em sessão na quarta-feira (15) o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que o Executivo não respeitou o acordo que foi construído com os líderes partidários sobre o assunto.

“A bancada do governo no Congresso segue negociando pautas importantes para o país e essa reunião é uma etapa disso”, disse o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes.

Internamente, o governo vem tratando a votação de vetos como um teste de fogo das negociações pela formação de uma base aliada no Legislativo. Desde que as conversas com siglas como PP, PL, Republicanos e PSD se intensificaram, em meados de abril, deputados e senadores ainda não se reuniram para uma sessão conjunta.

Na semana passada, para acomodar mais partidos de centro nos cargos de vice-líderes na Câmara, efetuou quatro mudanças, cedendo espaço para PSC, Podemos e PTB.

Fonte: CNN Brasil.

Bolsonaro diz que vai manter Salles e Pazuello no governo e mais de 17 de julho

Fonte: Google Imagens

A declaração do presidente Jair Bolsonaro sobre a permanência dos ministros Ricardo Salles e Eduardo Pazuello nas pastas do Meio Ambiente e da Saúde, respectivamente, e o Projeto de Lei do governo federal que propõe R$ 616 milhões em créditos suplementares são alguns dos destaques da manhã desta sexta-feira, 17 de julho de 2020.

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse que vai manter os ministros Ricardo Salles, na pasta do Meio Ambiente, e Eduardo Pazuello, na Saúde. Bolsonaro criticou os que dizem que houve militarização no governo, já que, segundo ele, apenas nove, dos 23 ministros, são militares.

Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo, disse em entrevista exclusiva à CNN que todas as campanhas dele foram financiadas de forma legal. A declaração foi depois de Alckmin ter sido indiciado pela Polícia Federal em inquérito da operação Lava Jato em São Paulo. A suspeita é de cartel no Metrô e no Rodoanel.

Combate ao desmatamento ilegal

O governo federal encaminhou, nesta sexta-feira (17), ao Congresso Nacional um projeto de lei que propõe abrir de crédito suplementar de cerca de R$ 616 milhões para os ministérios da Agricultura, Justiça e Defesa. Deste montante, R$ 410 milhões, seriam aplicados na operação que mantém as Forças Armadas no combate ao desmatamento ilegal e a focos de incêndio na Amazônia.

Manifesto

Dos 20 clubes da primeira divisão do Camperonato Brasileiro, 16 equipes lançaram um manifesto apoiando a Medida Provisória que muda regras sobre direito de transmitir eventos esportivos, além de flexibilizar contratos de jogadores de futebol com os clubes.

O clube mandante do jogo passaria a ter direito exclusivo de vender a exibição da partida para uma emissora de TV ou outra plataforma de mídia. Até então, a lei previa que os direitos eram dos dois clubes envolvidos na partida.

Márcia de Aguiar

Márcia Oliveira de Aguiar, esposa de Fabrício Queiroz, recebeu o prazo de 24 horas para colocar a tornozeleira eletrônica. Ela deve se apresentar até as 18h desta sexta-feira (17) na Secretaria de Administração Penitenciária. A defesa de Márcia informou que ela vai cumprir a decisão.

Fonte: CNN Brasil

Alckmin indiciado, posse de Milton Ribeiro no MEC e mais da noite de 16 de julho

Foto: Google Imagens

Geraldo Alckmin

A Polícia Federal indiciou o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, pela suspeita de três crimes: lavagem de dinheiro, falsidade ideológica eleitoral e corrupção passiva. O caso apura supostos repasses feitos pela Odebrecht em 2010 e 2014 à campanhas de Alckmin e que não teriam sido declarados. Alckmin disse à CNN que sequer foi ouvido no processo, mas que está tranquilo e prestará contas.

Ministério da Educação

Milton Ribeiro tomou posse como ministro da Educação. Em seu primeiro discurso, o novo titular do MEC defendeu o diálogo com acadêmicos e educadores. O presidente Jair Bolsonaro participou da cerimônia por videoconferência.

‘Nova CPMF’

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a sociedade brasileira considera que já paga impostos demais e que seria difícil aceitar mais um. Maia se reuniu nesta semana com o ministro Paulo Guedes para debater a reforma tributária.

Hackers

Reino Unido, Estados Unidos e Canadá acusaram um grupo de hackers russos de tentar roubar dados de uma pesquisa sobre vacina e possíveis tratamentos para a Covid-19.

 

Fonte: CNN Brasil

“Salles fica, Pazuello fica, sem problema nenhum”, diz Bolsonaro

Jair Bolsonaro disse hoje que Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, e Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde, não sairão do governo. O ex-capitão ainda defendeu a frase dita por Salles na reunião ministerial de 22 de abril, na qual o ministro do meio ambiente manifestou interesses em aproveitar o foco no noticiário do coronavírus para “passar a boiada”

Bolsonaro irá manter Salles e Pazuello no governo. Ele disse: “Salles fica, Pazuello fica, sem problema nenhum. A gente lamenta a reunião, onde não se mede palavras. Salles falou em passar boiada. Ele quer desburocratizar muita coisa.”

O ocupante do Planalto ainda completou: “é muito fácil estar no ar condicionado com churrasco na churrasqueira elétrica e criticar o cara que está no campo, que trabalha de domingo a domingo. São eles que garantem a economia, a exportação no porto de Santos.”

Fonte: 247



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