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Toffoli e Maia querem quarentena de 8 anos para ex-juiz disputar eleições

Presidente da Câmara dos Deputados defende que medida passe a valer já para 2022

A ideia de determinar um período de quarentena para que juízes possam disputar eleições para cargos eletivos voltou a ser defendida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.A defesa foi feita por ambos nesta quarta-feira 29. Primeiro, Maia afirmou que o projeto de lei sobre o assunto deve ser votado ainda neste ano pelos deputados. “Já existem projetos tramitando na Casa. Acho que esse debate está sendo amadurecido e está perto de chegar a um entendimento de que carreiras de Estado não podem ser usadas como trampolim pessoal”, afirmou.

O prazo, na visão de Maia, é necessário para evitar que juízes tomem decisões “que podem, muitas vezes, ser distorcidas” e influenciar no processo eleitoral.

” Oito anos é um prazo longo, são duas legislaturas, dois mandatos para que a influência de decisões que aí muitas vezes podem ser distorcidas influenciem o processo eleitoral”, disse o presidente da Câmara.

No mesmo dia, Toffoli também tratou do tema.

“Utilização da magistratura e do poder imparcial do juiz para fazer demagogia, aparecer para a opinião pública e depois se fazer candidato. Quem quer ser candidato tem que deixar a magistratura, tem que deixar o Ministério Público, e há que haver um período de inelegibilidade, sim”, declarou o presidente do STF.

Hoje, juízes e procuradores podem concorrer a cargos eletivos – como de deputados, senadores, governadores e presidente da República – seis meses após deixarem o Judiciário, a não ser em caso de aposentadoria compulsória, quando são exigidos oito anos..

Fonte: Carta Capital

URGENTE! PT quer CPI já para apurar por que Lava Jato detém dados de 38 mil pessoas

Legenda quer investigar as suspeitas levantadas de que força-tarefa faz uso político de banco de dados de milhares de pessoas, incluindo juízes e parlamentares. Os indícios de abusos e falta de transparência do grupo dirigido por Deltan Dallagnon foram levantados por ninguém menos que o chefe do Ministério Público Federal, Augusto Aras. “É uma caixa de segredos”, alerta o procurador-geral da República

Partido dos Trabalhadores quer a instalação imediata de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a atuação dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, depois que o procurador-geral da República, Augusto Aras, revelou que o grupo investigou 38 mil pessoas, incluindo parlamentares e juízes, sem qualquer tipo de justificativa. “A Câmara precisa instalar esta CPI para que o Brasil conheça a verdade sobre uma operação que tanto prejuízo causou ao Brasil”, defendeu a presidenta do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR). A CPI foi solicitada pelo líder do PDT na Câmara, deputado André Figueiredo (CE) e tem o apoio da bancada do PT.

“A força-tarefa de Curitiba tem 350 terabytes e 38 mil pessoas com seus dados depositados, que ninguém sabe como foram escolhidos”, revelou Aras, durante uma live transmitida pelo grupo ‘Prerrogativas’, na noite de terça-feira, 28 de julho. “Não se pode imaginar que uma unidade institucional se faça com segredos, com caixas de segredos”. O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) considera muito graves as revelações de Aras: “A Câmara deve imediatamente instalar a CPI da Lava Jato, que já foi lida e aguarda decisão do  Rodrigo Maia para iniciar o funcionamento”.

Pimenta anunciou que o partido vai acionar o Supremo Tribunal Federal e o próprio  Ministério Público Federal para acompanhar as medidas adotadas para investigar e identificar os responsáveis. “Os 50 mil documentos que a Lava Jato possui arquivados em um sistema paralelo, sem controle da PGR ou das corregedorias, revela um Estado Policial dentro do país”, alertou o deputado petista gaúcho. “Trata-se de uma afronta ao Estado de Direito e não pode ser tolerado impunimente pelo STF e pelo Congresso”.

O PT avalia que a possibilidade de compartilhamento de informações pessoais entre Receita Federal, Lava Jato e PF sem autorização judicial, para criar um banco de dados sobre 38 mil pessoas é criminoso. “É uma polícia política para ser acionada contra todos que não se intimidam aos abusos”, criticou Pimenta.

Guerra no MPF

Em junho, a Procuradoria Geral da República tentou ter acesso aos dados armazenados pela investigação no Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. A força-tarefa em Curitiba recebeu a visita da vice-procuradora Lindôra Araújo, uma das principais auxiliares de Aras, mas se recusou a entregar os dados, questionando a legalidade da busca e acusando o procurador-geral de “manobra ilegal”.

Augusto Aras  recorreu ao Supremo Tribunal Federal e o presidente da corte, ministro Antonio Dias Toffoli, determinou o compartilhamento de dados. Ao expedir a ordem, o ministro afirmou que a posição da Lava Jato viola o princípio da unidade do Ministério Público Federal.

Segundo Aras, todo o Ministério Público Federal no país armazena 40 terabytes de informações. A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, sozinha, tem mais dados armazenados que todo o sistema de informações de todos os procuradores federais. Segundo Aras, o arquivo do grupo de procuradores de Curitiba tem 350 terabytes.

Da Redação

‘Não quero vítima como candidato em 22’, diz Janaina sobre Moro

Deputada estadual pelo PSL em SP criticou nesta segunda (27) afirmações dada pelo ex-ministro, de que governo usou sua presença no ministério

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) criticou nesta segunda-feira (27) as últimas afirmações do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro. Nas redes sociais, a parlamentar escreveu que está “cansada de ouvir lamúrias” e que vitimização “é coisa de quem não tem proposta”.

Paschoal acredita que não devemos antecipar a eleição presidencial de 2022. “No entanto, caso ele (Moro) tenha o desejo, ou o sentimento de responsabilidade, precisará abrir a cabeça. Eu não escondo de ninguém minha admiração por ele a propensão de o apoiar em uma possível candidatura em 22, mas já estou cansada de ouvir lamúrias. Alguém que queira governar o Brasil precisa ter a capacidade de virar a página”, afirmou.

Brasil depende cada vez mais da China, atacada pelo bolsonarismo

Nos primeiros seis meses deste ano, o país asiático respondeu por 34% das exportações nacionais e 80% do superávit comercial – o que prova que Jair Bolsonaro atenta contra o interesse nacional quando ataca a China

As estatísticas oficiais demonstram que Jair Bolsonaro, que mantém uma política externa de total submissão aos interesses de Donald Trump, atenta contra os interesses nacionais, quando ataca a China. Isso porque nunca foi tão grande a participação chinesa nas exportações e no saldo comercial do País – o que é fruto de uma parceria estratégica entre Brasil e China consolidada no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“De janeiro a junho, os embarques para o gigante asiático subiram 14,6% ante o mesmo período do ano passado, para US$ 34,35 bilhões, ao mesmo tempo em que as vendas para o resto do mundo caíram 15,2%. Como resultado da maior demanda da China, a participação do país na pauta de exportações nacional cresceu ainda mais, de 27% no primeiro semestre de 2019 para 34% no mesmo intervalo de 2020 – maior percentual desde 2000, primeiro ano da série elaborada pelo banco. Do superávit de US$ 22,3 bilhões da balança comercial brasileira no acumulado deste ano, a China responde por US$ 17,7 bilhões, ou quase 80% do total”, aponta reportagem do jornalista Assis Moreira, publicada no Valor Econômico.

“As exportações brasileiras continuaram relativamente resilientes, graças à demanda da China”, diz Roberto Secemski, do banco Barclays. Após cair 6,8% no primeiro trimestre sobre igual período de 2019, a economia chinesa cresceu 3,2% no segundo trimestre na mesma comparação, o que configura uma recuperação em “V”. A China deve sair do choque atual mais forte e será uma das poucas nações a crescer este ano, afirma Livio Ribeiro, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Bolsonaro ignora mortos e faz cálculos para a reeleição, escreve Celso Rocha de Barros

O sociólogo Celso Rocha de Barros escreve em sua coluna na Folha de S.Paulo que o cálculo de Bolsonaro é que vai se eleger, se os sobreviventes não sentirem empatia com as vítimas

247 – “O Brasil deve chegar a 100 mil mortos na pandemia nas próximas semanas. É duas vezes o número estimado de brasileiros mortos na Guerra do Paraguai. Mas Bolsonaro aposta que genocídio não custa voto”, escreve Celso Rocha de Barros.

“Se morrer 1 milhão de pessoas, e seus, digamos, dez parentes e amigos próximos se revoltarem contra Bolsonaro, ainda não é gente suficiente para colocar um candidato presidencial no segundo turno. Como notou o cientista político Christian Lynch, os que morreram não vão votar”.

“Se você adoecer e morrer, Bolsonaro perderá seu voto, mas nenhum adversário de Bolsonaro tampouco o terá. Bolsonaro já precificou a sua morte, leitor, e conta que ainda dá para ganhar eleição sem os votos de sua viúva e de seus órfãos”.

“Bolsonaro tenta manter seus seguidores fiéis “protegidos” da ciência e da imprensa profissional. Para isso, tenta lhes despertar a sensação de que são os malandros que ninguém engana, os que tomaram a pílula vermelha do Matrix, que descobriram a verdade, que não serão iludidos pelo que diz a “mídia esquerdista” ou os “cientistas comprados pela China”. Não tem estelionato que dê certo se você não conseguir que o otário sinta que quem está sendo malandro é ele”.

Ainda é cedo para dizer se matar 100 mil pessoas custa votos no Brasil. Nos Estados Unidos, a reeleição de Donald Trump parece seriamente ameaçada. Aqui o clima anda mais para acordão. Sabe como é, você anistia 500 assassinatos, passa uns anos, os caras aparecem querendo que anistie mais 100 mil.

A frente ampla só aprova o que é de interesse da direita

A aprovação da Fundeb serviu para provar que a frente ampla só aprova o que beneficia a direita. Outros projetos, de interesse do povo, não terão a mesma sorte

lguns episódios do período recente têm sido muito didáticos para que se compreenda qual a verdadeira natureza da política da frente ampla no Brasil. Para quem não entende o conceito, a frente ampla seria, em tese, uma união de diversos setores da política nacional, para “lutar contra Bolsonaro”. Seria colocar na mesma frente desde Guilherme Boulos até Fernando Henrique Cardoso, passando por todos os partidos do centrão e da direita tradicional.

O PT é um dos poucos partidos que ainda não entrou por inteiro nessa frente, muito por conta da política de Lula, que tem evitado que isso aconteça. No entanto, há uma forte pressão da ala direita do partido para que eles também se juntem com esses vigaristas políticos.

A aprovação do Fundeb, amplamente celebrada pelos setores da esquerda que apoiam a frente ampla, e também pela direita, foi uma demonstração do seu funcionamento. O Fundeb é um fundo para os municípios e estados e que seria usado para investir na educação. O que é curioso, porém, é observar que toda a direita nacional, que sempre lutou contra o aumento dos investimentos em educação, cultura, saúde e tudo que possa ser de interesse do povo, celebrou a aprovação desse fundo em particular, mostrando o seu verdadeiro propósito, que é uma espécie de propina para os prefeitos e governadores e que não vai ser revertido em nada para a população.

Um outro Projeto de Lei, no entanto, que é de muito maior interesse para o povo. O PL 1462 do deputado petista Alexandre Padilha, que tem como finalidade estatizar a vacina e tecnologias em geral para tratamento de doenças epidêmicas que deixem o país em estado de calamidade pública, parece não possuir a mesma popularidade de que gozava o Fundeb entre os parlamentares. A PL é acertada e sua aprovação seria de benefício para o povo, particularmente no momento atual, em que a pandemia de coronavírus atinge o país de forma devastadora. No entanto, não se vê a frente ampla lutando por essa pauta. Não vemos Rodrigo Maia chorando no Congresso pela estatização da vacina contra a Covid-19.

Os dois fatos servem para mostrar que os partidos que formam a frente ampla não farão nada de interesse do povo, além de mostrar que quem realmente tem voz nessa frente não é a esquerda, e sim a direita. Sob o pretexto da luta contra Bolsonaro, os partidos da direita tradicional sequestraram a esquerda e a colocaram completamente a reboque deles. O que deve ser feito é se colocar contra a política da frente ampla e a favor do “Fora Bolsonaro” nas ruas, por meio das mobilizações populares.

A PREFEITURA MUNICIPAL DE ITIÚBA, ATRAVÉS DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, REALIZOU A ENTREGA DOS KITS ESCOLARES PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO REMOTA.

A Prefeitura Municipal de Itiúba, através da Secretaria de Educação, realizou a entrega dos Kits escolares para os alunos da educação remota. A iniciativa ocorreu, por conta do momento que estamos vivendo no nosso país, que não permite que tenhamos aulas presenciais, para preencher o tempo, e o ano letivo, a Secretaria de Educação se reinventou com a realização de aulas on-line, entrega de kits de atividades escolares e kits (alimentação).
Tudo isso pensando no bem-estar e conhecimento dos alunos da rede municipal.

 

Secretaria de Educação – Educando hoje, amanhã e sempre!

ASCOM- Levando Informação da gestão que mais avança nas mudanças!

Bolsonaro retoma trabalho no Planalto e se diz “imunizado” contra Covid-19

Após 20 dias em que ficou isolado cumprindo quarentena por ter sido infectado com o novo coronavírus, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), disse nesta segunda-feira (27) que já está imunizado contra a doença, mas que está evitando, por precaução, contato com as pessoas.

O presidente retomou as atividades no Palácio do Planalto, onde se reunirá com o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Ao falar com apoiadores que o aguardavam na parte interna da residência oficial, Bolsonaro usou máscaras e evitou apertar as mãos das pessoas. “Estou imunizado já, mas evito o contato”, disse o presidente.

No último sábado (25), o presidente informou em uma rede social que seu teste de coronavírus havia dado negativo. Bolsonaro foi diagnosticado com coronavírus no último dia 7 de julho.

Logo após a publicação, Bolsonaro saiu de moto por Brasília, acompanhado por seguranças.

Sem partido, Bolsonaro diz que ‘não vai se meter em eleições municipais’

Jair Bolsonaro disse que já tem problemas demais para se ocupar. “Tenho problema de desemprego, cresceu a violência”

Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

Em fala a apoiadores no Palácio da Alvorada nesta quarta-feira (22), mesmo após testar positivo para o coronavírus pela terceira vez, Jair Bolsonaro afirmou que não irá ‘se meter’ nas eleições municipais deste ano.

Bolsonaro disse que não tem partido, pois deixou o PSL e não conseguiu ainda fundar o Aliança pelo Brasil, e que já tem problemas demais para se ocupar: “tenho problema de desemprego, cresceu a violência”.

Ele também tratou da aprovação do Fundeb no Congresso na terça-feira (21), tentando faturar para seu governo a conquista.

Fonte: 247

Crianças de 3 e 10 anos saltam de prédio para escapar de incêndio na França

Para escapar de um incêndio em Grenoble, na França, duas crianças, de 3 e 10 anos, pularam de uma altura de cerca de 12 metros. O caso aconteceu nesta terça-feira (21). Adultos estavam posicionados no chão para agarrar as crianças quando elas se jogaram. É possível ver a cena em um vídeo que circula nas redes sociais. 

Nas imagens, publicadas inicialmente pelo jornal regional “Le Dauphiné Libéré”, dá para ver o momento em que as crianças conseguiram deixar o 3º andar do prédio em chamas. Veja:

 

Fonte: Bahia Notícias



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