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Brasil salta de quinto a segundo país com mais mortos por coronavírus no mundo em duas semanas

Com 41.828 óbitos, país ultrapassa Reino Unido. Pesquisadores veem aceleração da doença com reabertura do comércio. Projeção calcula 60.000 mortos até o fim do mês

Bastaram duas semanas para o Brasil saltar da quinta para a segunda posição no ranking de países com maior número de mortes pela covid-19. Nesta sexta-feira, o país ultrapassou o Reino Unido (que tem 41.481 mortes) ao registrar 41.828 vítimas fatais do novo coronavírus. De acordo com os dados do Ministério da Saúde, o país soma 828.810 infecções —com 909 novos óbitos e 25.982 casos notificados em 24 horas— e ainda investiga 4.033 mortes.

Há um mês, autoridades de saúde e cientistas alertam sobre a tendência de que o Brasil se torne o próximo epicentro global da pandemia, posto atualmente ocupado pelos Estados Unidos, com 2.083.548 de casos confirmados e 116.130 mortes. No ranking de óbitos por milhão de habitantes, o Brasil ocupa a 11ª posição global, com 180 mortes por milhão de pessoas. A Bélgica lidera a contagem, com 831 óbitos por milhão, seguida pela Espanha, com 580 mortes por milhão, de acordo com os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

No início de maio, quando o Ministério da Saúde sequer registrava 8.000 óbitos pelo novo coronavírus, estudos da Universidade Johns Hopkings e um levantamento do Observatório Covid-19 BRindicavam que o país superaria 1,6 milhão de infecções. Na mesma época, especificamente no dia 8 de maio, a Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto publicou um estudo que apontava que o Brasil já teria dois milhões de casos de covid-19. Considerando essa estimativa, teríamos, hoje, quatro milhões de casos.

Em 20 de maio, oEL PAÍS estimou que apenas um em cada 20 casos é notificado pelo Governo e que o número de infectados no Brasil pode chegar a 3,7 milhões de pessoas. Esse é o número obtido quando se aplica o método de um grupo de matemáticos e epidemiologistas da London School of Hygiene and Tropical para calcular a subnotificação.

Vitor Engrácia Valenti, doutor em Ciências e professor da UNIFESP, que também trabalha com projeções feitas pela Oxford University de Londres, aponta que o Brasil já pode ser o epicentro global da pandemia. “Era esperado que, com uma estimativa de comportamento da doença, o pico de contágios chegasse em dois ou três meses depois do primeiro caso, mas a covid-19 ainda está em avanço no Brasil”, diz o pesquisador.

Valenti aponta que, com o recente relaxamento das medidas protetivas —comércio e outros serviços reabriram esta semana em São Paulo, a principal cidade do país— o Brasil pode registrar mais de duas mil mortes diárias no começo de julho. Já o professor de medicina Domingos Alves, responsável pelo Laboratório de Inteligência em Saúde (LIS) da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, esse registro pode ser ainda maior. “Nós somos o único país no mundo que depois do dia 50 estava acelerando no número de casos e de óbitos. Temos projeções que indicam que podemos chegar a 5.000 óbitos por dia em julho”, afirma.

“Como não podemos prever o comportamento das pessoas, se vão respeitar o isolamento social ou não, é possível que tenhamos 3.000 ou 4.000 mortes por dia no próximo mês”, pondera Valeti. Um estudo do qual ele fez parte demonstra que o isolamento salvou pelo menos 10.000 vidas no país. Para o cientista, o que é certeza é que já não existe a possibilidade de se falar em um “cenário otimista” para o Brasil. “Em nossa projeção realista, o país teria 41 mil óbitos por covid-19 no dia 9 de junho, uma cifra muito próxima da registrada oficialmente na data [38.406], considerando a polêmica sobre a transparência nos números divulgados pelo Ministério. De acordo com a projeção pessimista, podemos chegar a 60 mil mortes até o final deste mês”.

Fonte: El País

Nove estados estão com mais de 80% das UTIs destinadas a pacientes de Covid-19 lotadas

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Nove estados brasileiros estão com mais de 80% de lotação nos leitos de UTI destinados para pacientes da Covid-19 nos hospitais da rede estadual. Mesmo com a alta taxa, alguns governadores e prefeitos decidiram reabrir o comércio de rua e shoppings em capitais ou outras regiões dos estados.

*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 02.04.2020: Hospital de campanha montado no Anhembi. (Foto: Bruno Santos/Folhapress)

Amapá, Pernambuco, Acre e Rio Grande do Norte apresentam o quadro mais preocupante, segundo levantamento da reportagem com os governos estaduais com dados de segunda (8) e terça-feira (9). Esses estados não conseguiram reduzir a lotação de nove a cada dez leitos com pacientes da doença desde a semana passada, mesmo com a criação de mais vagas.

Em Pernambuco, a taxa de ocupação é de 96%, e a demanda por leitos não dá sinais de redução do ritmo. No domingo (7), o governador Paulo Câmara anunciou que a fila de espera por um leito de UTI estava zerada. No início da manhã de segunda-feira, 25 pacientes constavam na lista da central de regulação de leitos à espera de transferência para UTI.

O secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, diz que os gráficos mostram que provavelmente o pico da doença no estado ocorreu no fim da primeira quinzena de maio. Nesta segunda, setores da construção civil e do comércio atacadista voltaram a funcionar. Também foi permitida a retirada de produtos em pontos de coleta nos shoppings centers.

No Rio Grande do Norte, 90,2% das 184 vagas estão ocupadas. Em Natal, todas as UTIS estão com pacientes. No estado, 36 leitos de bloqueados por falta de equipamentos ou profissionais de saúde.

No Ceará, que começa a ter uma estabilização do número de mortes e casos, houve uma diminuição na taxa de ocupação de UTIs. Na última semana, foram abertos mais 25 leitos no estado. De um total de 756 vagas, 82,43% estão ocupados.

No Rio de Janeiro, a ocupação de UTIs se mantém alta, chegando a cerca de 89%. O hospital de campanha do Maracanã não foi considerado no cálculo porque o governo do estado não respondeu questionamento da reportagem sobre a ocupação de leitos na unidade.

Afastado da gestão do hospital pelo governador Wilson Witzel (PSC), o Iabas (Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde) afirmou que não está autorizado a fornecer as informações requisitadas.

Na capital, a taxa de ocupação das UTIs também continua alta, em 86%. Conforme mostrou o jornal Folha de S.Paulo, a demanda por atendimento caiu, frente a uma diminuição de novos casos da Covid-19, mas ainda não houve alívio quanto à ocupação dos leitos intensivos.

Mesmo diante da alta taxa de ocupação das UTIs, o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) e o governador Wilson Witzel (PSC) chegaram a iniciar um processo de reabertura e retomada das atividades econômicas. Após proibição, a Justiça do Rio liberou a flexibilização do distanciamento social estabelecidas pelo governo.

No Maranhão, a ocupação recuou de 90% para 84%. Cinco novos leitos foram criados. Na região da Grande Ilha, há 240 leitos, dos quais 211 estavam ocupados, o que representa 88% do total. Em coletiva virtual, o governador Flávio Dino (PC do B), disse que houve redução na demanda hospitalar na capital, São Luís, que passou a receber pacientes em estado grave de outras regiões do estado.

“São 240 leitos de UTI na Ilha de São Luís, dos quais no dia 7 estavam ocupados 219, e 21 leitos estavam livres na rede estadual. Grande parte desses pacientes já não são oriundos da ilha de São Luís e, sim, oriundos de outras cidades do Maranhão”, disse. O governo alugou avião, para UTI aérea.

No estado de São Paulo, a taxa de ocupação de leitos de UTI registrada foi de 68,6%. Na grande São Paulo, 74,1%.

Os dados são menores que os da semana anterior. Na última terça (2), segundo os dados apresentados pela Secretaria da Saúde, a taxa de ocupação de leitos de UTI no estado era de 73,5% e na grande São Paulo, de 85,3%. Já a capital registra uma taxa de ocupação de 67% e um total de 1.183 leitos em operação.

Na semana passada, a taxa havia caído para 62% na segunda-feira —o número era de 84% no dia anterior. Nesse mesmo dia, a cidade operava com 994 leitos de UTI.

No Espírito Santo, a ocupação total de leitos de UTI para a Covid-19 é de 84,2%. Na região metropolitana de Vitória, onde estão 442 dos 602 leitos reservados para atender a pandemia, a taxa chega a 88%.

Barroso: “Não há risco de voltarmos a ser uma república de bananas. Nem os militares querem isso”

Ministro do Supremo e presidente do TSE diz que é preciso separar turbulências reais de “imaginárias”. Nesta sexta, ministro da Defesa disse que Forças Armadas podem não aceitar “julgamentos políticos”

Em vias de retomar o julgamento de ações que podem resultar na cassação dos mandatos do presidente Jair Bolsonaro e do vice Hamilton Mourão, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, que preside o Tribunal Superior Eleitoral, diz ser “imune a intrigas e pressões” e que a Corte que ora comanda não irá perseguir políticos eleitos. “Ninguém deve esperar que o TSE seja um ator político, que vá decidir em função do grau de sustentação política do presidente na sociedade. Esse não é o papel dele. Portanto, nós julgaremos de acordo com o direito e com as provas”, disse o ministro nesta sexta-feira em entrevista por videoconferência ao EL PAÍS e a outros quatro veículos internacionais.

Em entrevista à revista Veja, o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, verbalizou o que vinha sendo dito nos bastidores por parte dos assessores palacianos, que o presidente não aceitaria ser cassado por uma decisão que pode ser tomado por apenas 4 dos 7 ministros do TSE. “Não é plausível achar que um julgamento casuístico pode tirar um presidente que foi eleito com 57 milhões de votos”, disse Ramos. Para na sequência completar: “Dizem que havia muitas provas na chapa de Dilma (PT) e Temer (MDB). Mesmo assim, os ministros consideraram que a chapa era legítima. Não estou questionando a decisão do TSE. Mas, querendo ou não, ela tem viés político”.

Nessa mesma entrevista, Ramos mandou um recado aos opositores, engrossando o tom de ameaça à estabilidade e a ordem constitucional feito semanas atrás pelo general Augusto Heleno, que falou em risco de desestabilização do país caso o celular do presidente fosse requisitado em uma investigação. “O próprio presidente nunca pregou o golpe. Agora, o outro lado tem de entender também o seguinte: não estica a corda”.

No último dia 9, o TSE retomou o julgamento de duas ações que acusam a chapa presidencial eleita de abuso de poder porque apoiadores deles hackearem um perfil de Facebook de opositores. Até o momento, três ministros votaram pela reabertura das investigações policiais do caso, dois contra. Foi feito um pedido de vista, por Alexandre de Moraes, para ele analisar melhor o caso. Ainda faltam o seu voto e o de Barroso.

Na entrevista aos correspondentes de veículos estrangeiros, o presidente do TSE ainda disse que não acredita que o país viva uma crise ou esteja em vias de uma ruptura institucional. Em seu entendimento, as instituições estão funcionando com o Legislativo votando normalmente projetos de lei e fiscalizando o Executivo, assim como com o Judiciário agindo no que é delimitado pela legislação e pela Constituição. “Há turbulências algumas reais, algumas imaginárias, num contexto complexo da vida brasileira e com algumas características da personalidade do presidente [Bolsonaro]. O presidente tem um estilo controverso, digamos assim. Isso dá a impressão de que está sempre acontecendo alguma coisa grave. Não. Por isso, sempre digo que temos de saber separar fatos de retóricas.”

Papel das Forças Armadas e ameaça do ministro da Defesa

Barroso também diz não acreditar que as Forças Armadas poderiam dar um golpe ou atuar como poder moderador, com defendem alguns bolsonaristas. “Os tempos de quebra de legalidade já ficaram para trás. O que se tem são tensões, não embates, menos ainda quebras institucionais. O que se tem são pequenos guetos pré-iluministas muito ruidosos que fazem campanha contra a democracia. Mas acho que eles são irrelevantes dentro do contexto geral”.

Essa corrente do bolsonarismo, incluindo o próprio presidente que postou a interpretação no Twitter, entende que a medida está prevista no artigo 142 da Constituição Federal. O próprio Barroso interpretou isso em uma ação dizendo que essa avaliação era uma espécie de “terraplanismo constitucional”. E, nesta sexta-feira, o tema veio novamente à tona, com a decisão de outro ministro do STF, Luiz Fux. Na peça, ele delimitou os poderes dos militares. “A missão institucional das Forças Armadas na defesa da pátria, na garantia dos poderes constitucionais e na garantia da lei e da ordem não acomoda o exercício de poder moderador entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário”, disse Fux.

No fim da noite, o Palácio do Planalto enviou uma nota assinada por Bolsonaro, Mourão e até pelo ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, na qual eles elogiam a decisão de Fux, afirmam que as Forças Armadas estão ao lado da democracia e da liberdade e que “não cumprem ordens absurdas”, como a tomada do poder. “Também não aceitam tentativas de tomada de Poder por outro Poder da República, ao arrepio das Leis, ou por conta de julgamentos políticos”, acrescentam. A nota, que inclui o assinatura da Defesa para dar a entender que representa as Forças Armadas, é bastante a abrangente ao citar “julgamentos políticos” — o principal julgamento do tipo no regramento legal brasileiro é o impeachment, previsto na Constituição.

Na entrevista, o ministro Barroso seguiu considerando as ameaças de ruptura institucional mera bravata: “Não há risco de voltarmos a ser uma república de bananas. Nós amadurecemos. Muito menos os militares querem isso”.

Adiamento de eleições

Na conversa, o presidente do TSE reforçou que há a possibilidade real de que as eleições municipais previstas para outubro sejam adiadas em algumas semanas em decorrência da pandemia de coronavírus. Ainda não há uma data definitiva. O tema tem sido debatido internamente por ele que já se reuniu com cientistas, pesquisadores e médicos. O próximo passo é fazer um painel de debates semelhante junto ao Congresso Nacional, conforme acordo que ele firmou com os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre.

Em dado momento durante as discussões, o próprio Barroso chegou a cogitar a possibilidade de realizar as eleições em dois dias, para evitar aglomerações e reduzir a possibilidade de disseminação da covid-19, conforme preconizam especialistas e a Organização Mundial da Saúde. Mas isso geraria um custo extra aproximado de 180 milhões de reais. O que ele próprio descartou. Uma das saídas seria estender o horário de votação em três horas (acabaria às 20h) e sugerir um escalonamento dos eleitores por faixas etárias para que votassem em diferentes períodos do dia.

El País

Bahia registra 34.665 casos confirmados de Covid-19

Bahia registra 34.665 casos confirmados de coronavírus (Covid-19), o que representa 19,19% do total de notificações no estado. O boletim epidemiológico ainda contabiliza 14.976 pessoas recuperadas, 1.039 óbitos e 18.650 indivíduos monitorados pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.

Os casos confirmados ocorreram em 347 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (55,37%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 1.000.000 habitantes foram Itajuípe (9.272,36), Ipiaú (8.785,12), Uruçuca (7.797,65), São José da Vitória (7.601,20) e Salvador (6.624,20).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 50.011casos descartados e 95. 960 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (12).

Na Bahia, 4.961 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui.

Taxa de ocupação

Na Bahia, dos 2.036 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para coronavírus, 1.214 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 59,6%. No que se refere aos leitos de UTI adulto e pediátrico, dos 850 leitos exclusivos para o coronavírus, 634 possuem pacientes internados, compreendendo uma taxa de ocupação de 74%.

Cabe ressaltar que o número de leitos é flutuante, representando o quantitativo exato de vagas disponíveis no dia. Intercorrências com equipamentos, rede de gases ou equipes incompletas, por exemplo, inviabilizam a disponibilidade do leito. Ressalte-se que novos leitos são abertos progressivamente mediante o aumento da demanda.

Óbitos

1014º óbito – homem, 67 anos, residente em Valença, sem informação de comorbidades, data de admissão não informada, veio a óbito dia 21/05, em unidade da rede filantrópica, em Valença;

1015º óbito – mulher, 86 anos, residente em Salvador, portadora de hipertensão arterial e diabetes, foi internada dia 03/06 e veio a óbito dia 08/06, em unidade da rede pública, em Salvador;

1016º óbito – mulher, 36 anos, residente em Lauro de Freitas, portadora de obesidade, foi internada dia 04/06 e veio a óbito dia 06/06, em unidade da rede pública, em Salvador;

1017º óbito – homem, 44 anos, residente em Lauro de Freitas, portador de obesidade, veio a óbito dia 31/05, em trânsito, em Lauro de Freitas;

1018º óbito – mulher, 63 anos, residente em Salvador, portadora de hipertensão arterial e diabetes, data de internação não informada, veio a óbito dia 08/06, em unidade da rede pública, em Salvador;

1019º óbito – homem, 45 anos, residente em Feira de Santana, portador de diabetes e obesidade, data de admissão não informada, veio a óbito dia 29/05, em unidade da rede pública, em Feira de Santana;

1020º óbito – homem, 64 anos, residente em Tucano, portador de hipertensão arterial, diabetes, neoplasias e imunodeficiência, foi internado dia 30/05 e veio a óbito dia 04/06, em unidade da rede pública, em Salvador;

1021º óbito – homem, 77 anos, residente em Brumado, sem comorbidades, data de admissão não informada, veio a óbito dia 10/06, em unidade da rede pública, em Vitória da Conquista;

1022º óbito – homem, 50 anos, residente em Salvador, portador de doença cardiovascular, foi internado dia 04/06 e veio a óbito dia 07/06, em unidade da rede pública, em Salvador.

1023º óbito – homem, 86 anos, residente em Itabuna, sem informações acerca de comorbidades. Sem informação da data de internação, veio a óbito dia 11/06, em hospital filantrópico, em Itabuna;

1024º óbito – mulher, 65 anos, residente em Salvador, portadora de hipertensão arterial. Internada dia 01/06, veio a óbito dia 05/06, em hospital da rede pública, em Salvador;

1025º óbito – mulher, 36 anos, residente em Itabuna, sem informação acerca de comorbidades. Sem informação da data de internação, veio a óbito dia 08/06, em hospital da rede pública, em Itabuna;

1026º óbito – homem, 79 anos, residente em Feira de Santana, portador de hipertensão arterial, diabetes mellitus e doença cardiovascular. Sem informação acerca da data de internação, veio a óbito dia 01/06, em unidade da rede pública, em Feira de Santana;

1027º óbito – homem, 79 anos, residente em Paulo Afonso, portador de diabetes mellitus. Sem informação acerca da data de internação, veio a óbito dia 25/05, em unidade da rede pública, em Paulo Afonso;

1028º óbito – mulher, 76 anos, residente em Salvador, portadora de hipertensão arterial e outras comorbidades não descritas. Internada dia 24/05, veio a óbito dia 07/06, em hospital da rede pública, em Salvador;

1029º óbito – homem, 91 anos, residente em Camamu, sem informação sobre comorbidades. Veio a óbito dia 28/05, em domicílio;

1030º óbito – mulher, 71 anos, residente em Salvador, portadora de hipertensão arterial, diabetes mellitus e doença cardiovascular. Internada dia 04/06, veio a óbito dia 09/06, em hospital da rede pública, em Salvador;

1031º óbito – homem, 60 anos, residente em Salvador, portador de hipertensão arterial, foi internado dia 20/05 e veio a óbito dia 29/05, em unidade da rede pública, em Salvador;

1032º óbito – homem, 54 anos, residente em Santa Inês, portador de hipertensão arterial, data de admissão não informada, veio a óbito dia 11/06, em unidade da rede pública, em Vitória da Conquista;

1033º óbito – homem, 56 anos, residente em Salvador, tabagista, foi internado dia 28/05 e veio a óbito dia 07/06, em unidade da rede pública, em Salvador;

1034º óbito – homem, 56 anos, residente em Salvador, portador de diabetes, foi internado dia 05/06 e veio a óbito dia 06/06, em unidade da rede pública, em Salvador;

1035º óbito – mulher, 86 anos, residente em Salvador, portadora de hipertensão arterial e diabetes, foi internada dia 31/05 e veio a óbito dia 08/06, em unidade da rede pública, em Salvador;

1036º óbito – mulher, 95 anos, residente em Cansanção, sem informações de comorbidades, data de admissão não informada, veio a óbito dia 04/06, em unidade da rede pública, em  Cansanção;

1037º óbito – mulher, 87 anos, residente em Salvador, portadora de hipertensão arterial e neoplasias, foi internada dia 27/05 e veio a óbito dia 09/06, em unidade da rede pública, em Salvador;

1038º óbito – mulher, 95 anos, residente em Salvador, portadora de hipertensão arterial e diabetes, foi internada dia 04/06 e veio a óbito dia 08/06, em unidade da rede pública, em Salvador;

1039º óbito – homem, 35 anos, residente em Salvador, portador de obesidade, foi internado dia 08/06 e veio a óbito dia 09/06, em unidade da rede pública, em Salvador.

“Acho que já fui contaminado”, diz Bolsonaro sobre Covid-19

Por Marcelo Freire

Em um trecho da live dessa quinta (11), ao defender o uso da hidroxicloroquina nos tratamentos, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez um comentário no qual levantou a hipótese de ter sido contaminado pelo coronavírus na época em que fez uma viagem aos Estados Unidos, no início de março.

Jair Bolsonaro (Andre Borges/NurPhoto via Getty Images)

A comitiva presidencial que retornou da Flórida teve pelo menos 23 casos confirmados de covid-19, como o ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e o secretário de Comunicação Social da Presidência, Fábio Wajngarten.

Em 15 de março, dias após a viagem aos Estados Unidos – e com o diagnóstico positivo de Wanjngarten já divulgado -, Bolsonaro chegou a se encontrar com apoiadores em Brasília sem utilizar máscara e manuseando o celular deles para fazer selfies.

Naquele mês de março, Bolsonaro fez três exames para constatar se havia contraído o vírus, e informou que eles deram negativo, sem apresentar os resultados – que só foram divulgados, com o negativo confirmado, após determinação do Supremo Tribunal Federal. O acesso aos testes foi pedido judicialmente pelo jornal O Estado de São Paulo.

Apesar disso, nesta quinta, ele levantou a hipótese de ter contraído o vírus na viagem e não ter apresentado sintomas. “Eu acho que eu já fui contaminado, dada a maneira que… vim de um avião dos Estados Unidos para cá com 23 pessoas [que testaram positivo].”

Fonte: Yahoo

Caso Marielle: polícia prende bombeiro que teria cedido carro para esconder armas de Lessa, acusado de matar vereadora

Maxwell Corrêa: em março de 2019, logo após as prisões de Lessa e Élcio de Queiroz, polícia cumpriu mandado de busca e apreensão na casa do bombeiro, num condomínio de alto padrão no Recreio dos Bandeirantes

Apontado como cúmplice do sargento da reserva da Polícia Militar Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, o cabo do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, o Suel, foi preso, na manhã desta quarta-feira. Ele foi localizado num condomínio no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Suel já estava na mira da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio (MPRJ) desde a prisão de Lessa e do ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, em março do ano passado. De acordo com os investigadores, coube ao bombeiro ajudar, logo após a prisão do sargento, no descarte das armas escondidas por Lessa.

O bombeiro é acusado de ter cedido um carro para a quadrilha de Lessa esconder as armas por uma noite, logo após a prisão do sargento, antes de um de seus comparsas, Josinaldo Freitas, o Djaca, recolhê-las e jogá-las no mar para evitar a apreensão. Uma das armas, cogita a polícia, pode ter sido usada no ataque a Marielle. O veículo de Suel ficou estacionado no pátio do supermercado Freeway, na Barra da Tijuca. Suel tentou plantar falsas testemunhas para esconder a propriedade do carro, mas os investigadores conseguiram desmenti-las.

Julgamento do pedido de federalização

No fim de maio, a 3ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, que o Caso Marielle continuasse sendo investigado pelo MPRJ e pela Polícia Civil. No Incidente de Deslocamento de Competência (IDC), cuja votação ocorreu há duas semanas, ficou decidido pela não federalização das investigações, ou seja, que o caso não ficasse a cargo do Ministério Público Federal e da Polícia Federal. O IDC tinha sido suscitado pela ex-procuradora-geral da República, Rachel Dodge, em seu último dia no cargo, em 17 de setembro do ano passado.

Componentes de fuzil recolhidos

Os investigadores suspeitam que, além da caixa retirada do apartamento, os comparsas de Lessa recolheram outros componentes de fuzil espalhados por esconderijos do sargento. Como seriam lançados ao mar na manhã do dia seguinte, tiveram de pernoitar dentro do carro cedido por Suel e estacionado no supermercado. Dali, foram levadas para o Quebra-Mar, de onde Djaca partiu para descartar as armas, de acordo com as investigações.

A prisão de Suel foi decretada pelo juiz Carlos Eduardo Carvalho de Figueiredo, da 19ª Vara Criminal, onde o processo de obstrução da investigação relacionado ao descarte de armas de Lessa tramita. Outro processo, que corre na 40ª Vara Criminal, responsabiliza Lessa pelas centenas de peças de fuzis encontradas na casa de Alexandre Motta, amigo de infância do sargento reformado da PM, em 12 de março de 2019, mesmo dia da prisão do acusado de matar a parlamentar e seu motorista. Motta também chegou a ser preso, mas conseguiu um habeas corpus. Em depoimento, ele contou que Lessa havia lhe pedido para guardar as caixas fechadas, sem que soubesse o conteúdo delas, no caso, o armamento apreendido.

Prender Suel era uma questão de tempo, segundo os investigadores, que não tinham dúvidas sobre o envolvimento cabo na quadrilha liderada por Lessa. Faltava colher as provas para sustentar o pedido de prisão. De acordo com as investigações, Suel sempre foi o principal parceiro do sargento reformado Ronnie Lessa nos negócios ilícitos, especialmente na exploração de atividades da milícia em Rocha Miranda e imediações, na Zona Norte do Rio, onde ambos se conheceram nos anos 1990.

Suel é a quinta pessoa presa por causa do sumiço das armas. Em outubro do ano passado, a Polícia Civil e o MP cumpriram mandados de prisão contra a mulher do sargento, Elaine Lessa, o cunhado dele, Bruno Figueiredo, Márcio Montavano e Josinaldo Freitas. Na ocasião, eles foram acusados de obstrução de Justiça, porte de arma e associação criminosa. Segundo a Polícia Civil, o grupo teria ocultado armas usadas pelo grupo de Ronnie Lessa, entre elas a submetralhadora HK-MP5, que supostamente teria sido usada para matar Marielle e Anderson.

Em outubro, após a prisão de Elaine e dos outros três envolvidos, a promotora Letícia Emile, do Gaeco, explicou que o apartamento de Lessa já havia sido esvaziado quando foram cumpridos os mandados de busca e apreensão, no dia seguinte à prisão de Lessa. De acordo com Letícia, “o Márcio (Montavano), poucas horas antes, teria retirado de lá uma caixa enorme”. O cunhado do sargento, conclui a investigação, foi quem deu o comando para que tudo fosse retirado de lá. “Josinaldo”, diz texto, “teria sido acionado para se desfazer de todas as bolsas. Ele contratou um barqueiro para levá-las a alto-mar”, contou a promotora.

Desde então, o MP e a Polícia trabalham com a possibilidade de que outras caixas com armas teriam sido escondidas. Foram feitos 28 mergulhos para procurar os armamentos no mar, sem resultados.

Outros alvos da polícia

Além de Suel, os investigadores chegaram a outros três parceiros de Lessa em negócios ilícitos: os policiais militares da ativa Pedro Bazzanella e Maurício da Conceição Júnior. O primeiro chegou a prestar depoimento no dia 1º de fevereiro de 2019, na DH, no mesmo dia de Élcio, antes que este fosse preso. Na ocasião, os investigadores fizeram o monitoramento da dupla, seguindo-os da delegacia até o ponto de encontro deles com Ronnie Lessa, no Bar e Restaurante Resenha. O grupo foi fotografado pela equipe da DH e, segundo o relatório de Giniton sobre o caso, os três teriam combinado o que falariam na delegacia, antes e depois do depoimento.

O relatório com as imagens do encontro foram anexadas ao processo. Em certo trecho da denúncia do Gaeco, a promotoria classifica o encontro: “ Tal proceder se revela assaz preocupante, denunciando indícios de manipulação de depoimentos”.

A denúncia aponta ainda que Élcio chega a falar, em seu depoimento, que se encontrou com Bazzanella antes, mas não revela que Ronnie Lessa estava presente. Bazzanella também, por sua vez, omite a presença do sargento reformado da PM em seu depoimento. Além disso, ele voltou ao bar onde permaneceu por mais de uma hora, “restando inconteste que o denunciado (Lessa) acompanha, de perto, a investigação policial do caso Marielle”.

Os investigadores também encontraram fortes indícios de que Carlos Eduardo de Almeida da Silva, o Cadu, e Márcio José Rosa de Carvalho pertencem à organização criminosa de Ronnie Lessa, que atua como chefe do bando. O próprio fato de os integrantes se reunirem com Lessa no antigo Bar e Restaurante Resenha já demonstraria essa formação hierárquica. Diálogos captados em interceptações telefônicas e informações advindas de quebras de sigilo de dados telemáticos (pelas contas de provedores da internet) revelaram a relação entre eles.

Fonte: Yahoo

Bolsonaro acena para 24º ministério e se afasta de promessa de ter somente 15

Com o anúncio da recriação do Ministério das Comunicações e a possibilidade do retorno do Ministério da Segurança Pública, o presidente Jair Bolsonaro vai se afastando de uma de suas principais promessas de campanha.

Isso porque o Ministério da Segurança Pública será o 24º na gestão de Bolsonaro, enquanto ele própria havia prometido na campanha presidencial de 2018 de ter somente 15 ministérios.

Na gestão de Michel Temer, o Brasil tinha 29 ministérios. Quando chegou ao governo, Bolsonaro extinguiu sete: Segurança Pública, Desenvolvimento Social, Trabalho, Cultura, MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), Planejamento, Esporte, Integração Nacional e Cidades.

Essas pastas foram fundidas com outras, como o da Segurança Pública, que passou a integrar o Ministério da Justiça.

O escolhido para comandar o Ministério das Comunicações foi Fábio Faria, deputado federal do PSD que é casado com Patrícia Abravanel, filha do apresentador Silvio Santos, dono do SBT.

Brasil ultrapassa 40 mil mortes e confirma 802.828 casos de Covid-19

O Brasil ultrapassou a marca das 40 mil mortes e confirmou 802.828 casos de Covid-19, em boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, no fim da tarde desta quinta-feira (11).

De acordo com os dados oficiais, foram contabilizados 30.412 casos nas últimas 24h. Quanto aos óbitos, foram 1.239, no mesmo período, somando um total de 40.919 mortes pelo novo coronavírus no país.

O Nordeste é a região que concentra o maior número de casos da Covid-19, com 284.127 confirmados,  seguido de Sudeste (280.972), Norte (166.042), Centro-Oeste (36.109) e Sul (35.578).

Bolsonaro admite recriar Ministério da Segurança Pública e não descarta Ramagem

O presidente da República, Jair Bolsonaro, admite a aliados que pode recriar o Ministério da Segurança Pública, mas ainda não definiu uma data. As informações são do blog da jornalista Andreia Sadi no G1.

Segundo a publicação, interlocutores do presidente defendem que a pasta só seja recriada após a pandemia do coronavírus. O temor é por um novo desgaste em meio à crise sanitária, já que a nova pasta será separada do Ministério da Justiça e passará a comandar a Polícia Federal.

Para chefiar a pasta, que comandará a Polícia Federal, está cotado Alexandre Ramagem — que era o nome do presidente para a direção da Polícia Federal, mas o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, barrou a indicação. Ramagem é amigo pessoal do presidente Bolsonaro e de sua família.

Quando assumiu, Bolsonaro juntou a Segurança Pública com o Ministério da Justiça como exigia Sergio Moro. O ex-juiz deixou o governo no dia 24 e abril, acusando Bolsonaro de interferência política ao querer mudar a direção-geral da Polícia Federal.

Tribunal de Contas decide investigar gastos no cartão da Presidência

O TCU (Tribunal de Contas da União) aprovou na noite de hoje um pedido para que sejam apuradas possíveis irregularidades nos gastos com cartão corporativo pela Presidência da República.

As despesas vieram a público no mês passado e têm sido maiores na gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) do que na de seus antecessores Michel Temer (MDB) e Dilma Rousseff (PT).

O pedido, feito pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES), foi analisado pelo relator Vital do Rêgo, que sugeriu uma auditoria sobre os gastos do cartão presidencial. A decisão do plenário favorável a seu pedido foi unânime. Por enquanto o tribunal decidiu instaurar uma auditoria para apurar a legalidade dos gastos. O relator preferiu adiar a decisão sobre a publicidade deles, outro pedido feito pelo senador.

A probabilidade é que o TCU só decida sobre a publicidade dos gastos se os auditores concluírem que houve dano aos cofres públicos. Os fiscais terão acesso a todas as despesas em um processo que correrá sob sigilo. No final, o tribunal pode arquivar a ação ou determinar a aplicação de multa e devolução do dinheiro, caso tenha ocorrido qualquer irregularidade.

O caso

Os gastos na atual gestão ficaram, em média, em R$ 709,6 mil por mês, alta de 60% em relação ao governo do emedebista e de 3% em comparação com a administração da petista.

Fabiano Contarato Imagem: Diego Bresani/UOL

O valor total das despesas do cartão da presidência são divulgados, mas a maioria dos gastos fica sob sigilo, como alimentação e transporte de Bolsonaro. A justificativa é que a rotina presidencial é sensível e sua exposição pode colocar em risco o chefe do Executivo.

Em fevereiro deste ano, a agenda do presidente registrou viagens de Bolsonaro a São Paulo, Rio de Janeiro, Pará, além de um deslocamento para o Guarujá, litoral paulista, no feriado de Carnaval. Também foram computados em março os gastos com a viagem para o resgate, em fevereiro, dos 34 brasileiros que estavam em Wuhan, na China, cidade de onde partiu o novo coronavírus.

Após a decisão do TCU, Contarato falou sobre a relação entre transparência e corrupção.

Transparência é fundamental. É instrumento de combate à corrupção Fabiano Contarato, senador (Rede-ES).

Ele cita a LAI (Lei de Acesso à Informação), que “dispõe expressamente acerca da observância da publicidade como preceito geral e do sigilo como exceção”. “A publicidade é princípio que pauta toda a administração pública e o exemplo deve partir do Presidente da República”, afirmou ao UOL.

Fonte: UOL



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