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:: ‘Política’

Moro acusa PT de “saquear” Petrobrás e é detonado nas redes. “Falta de vergonha na cara”, diz Tacla Duran

“Saqueada foi a justiça brasileira por você”, rebateu o advogado, o primeiro brasileiro a enfrentar a Lava Jato

247 – O ex-juiz parcial Sergio Moro, atual candidato à presidência da República, foi detonado nas redes sociais nesta segunda-feira (15) ao acusar o PT de “saquear” a Petrobrás. “Pilantra”, “ladrão” e “hipócrita” foram apenas algumas das palavras escritas nos comentários de sua postagem no Twitter.

“Saqueada foi a justiça brasileira por você!”, rebateu o advogado Rodrigo Tacla Duran, primeiro brasileiro a enfrentar a Lava Jato, ao acusar advogados amigos de Sergio Moro de pedirem dinheiro em troca de benefícios na operação Lava Jato.

“Usar a Petrobras como palanque eleitoral é mais uma falta de vergonha na cara, depois de ganhar honorários com a RJ da Odebrecht. Você foi responsável direto pela quebra de empresas e desemprego, em favor de sua candidatura!”, prosseguiu Tacla Duran.

O jornalista do The Intercept, que publicou a Vaza Jato, Andrew Fishman lembrou: “a Lava Jato tentou roubar R$1,5 bilhões do Petrobras e só foi impedido pelo STF”. Jeferson Miola, colunista e comentarista no Brasil 247, escreveu: O STF falou, o STF avisou: Moro é suspeito, o que equivale a ser juiz-ladrão, como Glauber Braga classifica este pilantra que age no Brasil a serviço dos EUA e por isso destruiu a Petrobrás e a engenharia nacional. Em maio o juiz-ladrão será julgado pelo Comitê de DH da ONU”.

Fonte: 247

Eleições em João Dourado: PT expulsa vereador por fazer campanha para adversários

Foto: Reprodução / Irecê Repórter

A eleição suplementar que vai decidir quem será o prefeito de João Dourado, município distante 462 km de Salvador, teve um novo capítulo nesta segunda-feira (1°). O diretório municipal do PT decidiu expulsar o vereador Eduardo Dourado Loula, conhecido como Negão do Dego. Além dele, a ex-vereadora Rita de Cássia também foi expulsa do partido.

A justificativa da executiva do Partido dos Trabalhadores da cidade é de que os filiados descumpriram a resolução da legenda com o apoio a candidatura de Di Cardoso (PL), que disputa o Executivo contra Juninho (PSD), que é apoiado pelo PT. A legenda ainda informou que o vereador e a ex-vereadora não apresentaram suas defesas no prazo estipulado, que venceu em 29 de outubro.

As eleições suplementares de João Dourado serão realizadas no próximo domingo (7). O novo pleito foi definido após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) (veja mais) julgar o agravo regimental interposto em um recurso especial, mantendo o indeferimento das candidaturas de Di Cardoso, eleito para o cargo de prefeito e de Rita de Cássia Amorim do Amaral, eleita ao cargo de vice-prefeita.

A decisão do TSE levou em consideração aspectos de inelegibilidade da candidata a vice-prefeita, que teve repercussão na chapa para os cargos, o que impedia a diplomação dos candidatos como prefeito e vice-prefeita.

Fonte: Bahia Notícias

‘O mundo sabe que ele é um mentiroso’, rebate Lula a ataque de Bolsonaro

O ex-presidente Lula respondeu ao ataque de Jair Bolsonaro que mentiu e acusou, sem provas, o ex-presidente Lula de estar ligado ao narcotráfico. “Todo mundo sabe, no Brasil e no mundo, que Bolsonaro é um mentiroso”, disse Lula

247 – O ex-presidente Lula rebateu neste domingo (31) mais uma mentira de Jair Bolsonaro, que em entrevista à TV italiana disse que o petista, que lidera todas as pesquisas de intenção de voto, está ligado ao narcotráfico.

“Todo mundo sabe, no Brasil e no mundo, que Bolsonaro é um mentiroso”, afirmou o ex-presidente por meio de sua assessoria.

Em entrevista à SkyTV24, Bolsonaro disse, sem provas, que Lula teria relações com narcotraficantes. Ele alegou que o ex-presidente estaria entre várias “autoridades de esquerda no Brasil e na Espanha” que teriam recebido recursos do narcotráfico da Venezuela.

A presidenta do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), também rebateu Bolsonaro. “Isolado, sem preparo e desesperado com aumento de desaprovação popular, Bolsonaro ataca Lula com fake news em entrevista na Itália. Muito grave”, escreveu Gleisi nas redes sociais.

 

Após áudio de André Esteves, Câmara convida presidente do BC a esclarecer influência do BTG Pactual

A audiência discutirá a independência do BC e a relação entre Roberto Campos Neto e André Esteves, exposta em gravação obtida pelo Brasil 247. Autor do requerimento é o deputado Rogério Correia (PT-MG)

247 – A Comissão de Trabalho, Administração e Serviços Públicos da Câmara aprovou nesta terça-feira (26) pedido do deputado Rogério Correia (PT-MG) para que o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, seja convidado a prestar esclarecimentos sobre sua relação com o dono do BTG Pactual, André Esteves.

A sessão discutirá “a independência do Banco Central e a relação temerária do atual Presidente, Sr. Roberto Campos Neto, com o banqueiro André Esteves, dono do BTG Pactual”, segundo o requerimento oficial.

Gravação obtida pelo Brasil 247 mostra que Campos Neto se orientou com Esteves sobre a taxa de juros. O presidente do BC ligou ao banqueiro para saber qual que deveria ser o piso (“lower bound”) da taxa.

“O áudio está gravado e causou espanto entre políticos e especialistas”, diz o deputado. “Enquanto sr. Roberto Campos Neto submete a política do Banco Central a partir de consultas individuais à banqueiros, a situação social do país se deteriora rapidamente”.

247

Lula defende auxílio emergencial de R$ 600: “o povo merece”

O ex-presidente lembrou que o PT já reivindicou que o governo desse auxílio maior e apresentou proposta para um novo Bolsa Família, no valor de R$ 600

Do Lula.com.br – Em entrevista à rádio A Tarde, de Salvador (BA), nesta quarta-feira (20), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o presidente Jair Bolsonaro deve dar um auxílio de R$ 600 para os brasileiros pobres que passam por dificuldades. Ele lembrou que PT, há mais de cinco meses, pediu que o valor do auxílio se fixasse em R$ 600 e, além disso, o partido mandou uma proposta para a Câmara dos Deputados de um novo Bolsa Família, também no valor dos 600 reais. O ex-presidente disse não se importar que Bolsonaro possa tirar proveito eleitoral do auxílio, porque o povo merece receber o dinheiro.

“Estou vendo agora que Bolsonaro vai dar um auxílio emergencial de R$ 400 que vai durar até o final do ano que vem. Muita gente diz que a gente não pode aceitar porque é um auxílio emergencial eleitoral. Não, não penso assim. Faz mais de cinco meses que o PT pediu um auxílio emergencial de R$ 600, aliás, o PT pediu e mandou uma proposta para a Câmara dos Deputados de um novo bolsa família de R$ 600. Então, o que nós queremos é que o Bolsonaro dê um auxílio emergencial de R$ 600. Ele vai tentar tirar proveito disso? É problema dele. Se alguém acha que vai ganhar o povo porque vai dar um auxílio emergencial de R$ 600, paciência. Eu acho que o povo merece os R$ 600 e acho que ele tem que dar e nós já reivindicamos isso”, disse o Lula.

Na entrevista, Lula disse ainda que está trabalhando num plano de reconstrução do Brasil, um plano que coloque o pobre o orçamento. “Precisamos apresentar para a sociedade brasileira que tipo de política nós precisamos fazer de desenvolvimento para que o Brasil possa retomar aquilo que ele já foi”, afirmou. O ex-presidente disse ser plenamente possível fazer “uma coisa mais saudável, mais civilizada, pensar nas pessoas mais humildes”.

“Eu não acredito em nenhum modelo econômico que não coloque o pobre dentro do orçamento. Eu provei que o pobre não é problema, é solução”, disse, acrescentando que está muito otimista com a perspectiva de voltar a fazer o povo sorrir outra vez de alegria.

Questionado sobre polarização na política, o ex-presidente afirmou que é importante o Brasil recuperar o sentimento da civilidade. Para Lula, o ódio na política começou após a derrota do PSDB nas eleições de 2014 e se agravou com o golpe na ex-presidenta Dilma Rousseff. “Você pode ter um adversário político e se cumprimentarem de forma civilizada. É assim que deve ser a política. Acontece que foi estabelecido um ódio e isso não existia no Brasil. Essa guerra começou a ser estabelecida quando Aécio Neves perdeu para Dilma Rousseff (2014) e não aceitou a derrota eleitoral, e aumentou com o golpe contra a Dilma. Agora temos que voltar à normalidade”.

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Comitê da Câmara dos EUA aprova acusação de desacato contra Steve Bannon, guru do clã Bolsonaro

(Foto: Reuters)

Guru do clã Bolsonaro, Steve Bannon se recusou a cumprir as intimações que buscavam documentos e depoimentos nas investigações sobre a invasão do Capitólio

Reuters com 247 – Um comitê do Congresso dos EUA que investigava o ataque mortal de 6 de janeiro ao Capitólio aprovou nesta terça-feira (19) por unanimidade a acusação de desacato ao Congresso contra Steve Bannon, ex-assessor do ex-presidente Donald Trump e guru do clã Jair Bolsonaro.

Os sete membros democratas e dois republicanos do Comitê Selecionado da Câmara dos Representantes aprovaram um relatório recomendando a acusação criminal por uma votação unânime de 9-0, chamando de “chocante” que Bannon se recusou a cumprir as intimações que buscavam documentos e depoimentos.

A aprovação do relatório abriu o caminho para que toda a Câmara votasse sobre a recomendação de acusações de desacato. Se a Câmara aprovar o encaminhamento, o Departamento de Justiça decidirá se deve prosseguir com um processo criminal.

“É uma pena que Bannon nos tenha colocado nesta posição. Mas não aceitaremos um ‘não’ como resposta”, disse o deputado Bennie Thompson, presidente do painel, em seu discurso de abertura.

Antes de deixar o cargo em janeiro, Trump perdoou Bannon das acusações de ter enganado os partidários do presidente republicano. Trump instou ex-assessores intimados pelo painel a rejeitar seus pedidos, alegando o direito de reter informações por causa do privilégio executivo, um princípio legal que protege muitas comunicações da Casa Branca.

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Mourão diz ao TSE que não aprovou disparo em massa de mensagens em 2018

Em alegações finais nas duas ações que pedem a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão, o vice disse ainda não ter qualquer envolvimento com bolsonaristas investigados no inquérito das fake news

247 – O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) afirmou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não aprovou a suposta contratação de empresas para disparo em massa de mensagens contra o PT durante a campanha eleitoral de 2018.

Nas alegações finais apresentadas ao TSE nas duas ações que pedem a cassação da chapa Jair Bolsonaro-Hamilton Mourão por suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, o vice Hamilton Mourão disse também que não teve qualquer envolvimento com pessoas investigadas no inquérito das fake news.

Segundo o jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, Mourão disse ao TSE que “documentação sigilosa” compartilhada pelo STF mostra que o vice-presidente “não tem qualquer envolvimento com as pessoas investigadas” pelos dois inquéritos, “tão pouco com as condutas narradas” na denúncia de disparo de mensagens em massa.

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“Ciro trabalha para dividir a esquerda”, diz Leonel Brizola Neto à TV 247

Neto de Leonel Brizola diz que ele sempre esteve ao lado de Lula e afirma que Ciro Gomes atua como um infiltrado da direita para dividir a esquerda

247 – O ex-vereador do Rio de Janeiro Leonel Brizola Neto (PSOL-RJ) afirmou nesta quarta-feira o ex-ministro Ciro Gomes, que proferiu ataques contra os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, atua para dividir a esquerda.

“O Ciro é um Bolsonaro ao revés”, afirmou o ex-vereador. Segundo ele, o segundo turno nas eleições foi “inventado pela direita para dividir a esquerda”, favorecendo manobras ao estilo de Ciro Gomes.

“Num cenário dantesco onde o povo tá comendo osso, resto de carcaça de animal […] famílias inteiras na extrema miséria, como eu nunca vi na minha vida […] situação gravíssima, não é hora de picuinha e de dor de cotovelo, isso mostra o quanto esse cidadão [Ciro] é pequeno, esconde a verdade, porque ele se contradiz”, destacou.

Segundo ele, o papel do PDT vai ser “feio”, “se juntar com o DEM e o PSDB para ir contra o PT. Eu acho que a partir desse momento, que ele [Ciro] vá para lá [direita], de onde ele vem”.

Em entrevista ao Boa Noite 247, o Neto de Leonel Brizola diz que ele sempre esteve ao lado de Lula. “Brizola, nos momentos mais sérios, decisivos para o povo brasileiro e para a nação, sempre esteve ao lado de Lula”, afirmou.

União Brasil: fusão entre DEM e PSL reúne maior bancada da direita em 20 anos

Convenção conjunta dá passo final para a formação de uma capilarizada legenda, com planos de ocupar os espaços entre Bolsonaro e Lula na corrida presidencial. Em 20 anos, será a primeira vez que a direita reúne tantos parlamentares em uma única agremiação

Reunidos em convenção simultânea ontem, o Democratas e o PSL aprovaram a fusão das legendas que dará origem ao maior partido do país, o União Brasil. A legenda será presidida pelo atual presidente do PSL, o deputado Luciano Bivar (PE). Já ACM Neto, que comanda o DEM, passará a ser o secretário-geral, segundo nome mais importante da legenda. A nova agremiação nasce capilarizada: somadas, detêm 545 prefeituras, cinco governos estaduais, oito senadores, 82 deputados federais, três pré-candidatos à Presidência da República e fundos eleitoral e partidário milionários.

ela disposição do encontro conjunto de ontem, a ideia do União Brasil é ter um postulante ao Palácio do Planalto, em 2022, consolidando-se como terceira via. Isso, aliás, foi deixado claro por ACM Neto, que não acredita na ida de Pacheco para o PSD, conforme se especula pelas movimentações do presidente pessedista Gilberto Kassab.

“Nunca ouvi nenhuma palavra sugerindo uma saída dele do Democratas. Acho que, com a criação do União Brasil, isso amplia o vínculo e o laço não só dele como de tantas outras lideranças”, afirmou.
Será a primeira vez, em 20 anos, que a direita reúne tantos parlamentares em uma única agremiação. A última vez foi no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, quando o PFL (atual DEM) elegeu 105 representantes. Segundo políticos a par da fusão, o líder da bancada na Câmara deverá ser o deputado Elmar Nascimento (DEM-BA), que conduziu as articulações para definir a união das siglas nos estados e é aliado próximo de ACM Neto.

Tanto Bivar quanto ACM Neto se esquivaram de projetar o futuro — disseram que até que ser obtido o aval para a fusão Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tudo continua como está e que a permissão da nova legenda saia até fevereiro, antes da abertura da janela partidária para as eleições de 2022. “Vamos agora decidir a política nacional não só no Congresso Nacional, mas em todos os estados do país”, disse o governador Ronaldo Caiado (DEM-GO), ao discursar na reunião do partido.

Estrago menor

Em relação aos bolsonaristas que integram os dois partidos, o estrago pelas saídas que já são esperadas tem tudo para ser menor do que o projetado inicialmente. Indicação disso foi o isolamento do ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, derrotado na convenção por ter votado contra a fusão e por não conseguiu manter o União Brasil atrelado ao governo federal. O líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), disse que a saída de parlamentares do PSL mais alinhados ao governo é esperada e que não vê uma debandada.

“Vi poucas defecções. O Onyx votou contra, mas fica e quer o controle do partido no Rio Grande do Sul. Eu desconheço as saídas. São realmente muito poucos do Democratas. Os do PSL já estavam precificados, era algo que já estava anunciado”, afirmou.

Segundo ACM Neto, existe, hoje, a necessidade de reduzir o número dos partidos do país. “A miríade que temos hoje confunde o eleitor, favorece o fisiologismo, dificulta enormemente a construção de consensos direcionados pelo interesse nacional. E finalmente mina a confiança dos brasileiros na política brasileira e na própria democracia”, destacou.

O poder de fogo do União Brasil

» Prefeituras – 458 do DEM e 87 do PSL
» Governos estaduais – Dois do DEM e três do PSL
» Bancada no Senado – seis senadores do DEM e dois do PSL
» Bancada na Câmara – 28 deputados federais do DEM e 54 do PSL
» Pré-candidatos à Presidência da República – senador Rodrigo Pacheco (MG) e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta pelo DEM, e o apresentador de tevê José Luiz Datena pelo PSL

Fonte: Correio Braziliense

Podemos já considera Sérgio Moro seu candidato a presidente e tenta ressuscitar o lavajatismo

Condenado no STF pela parcialidade contra o ex-presidente Lula, Sérgio Moro já é tratado pela presidente do Podemos, Renata Abreu, como o nome da sigla para disputar o Planalto em 2022. A legenda, agora, tenta ressuscitar o lavajatismo, que teve diversas práticas anticonstitucionais comprovadas pela Vaza Jato

247 – Condenado no Supremo Tribunal Federal (STF) pela parcialidade contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-juiz Sérgio Moro passou a ser considerado pelo Podemos como o candidato da sigla à presidência da República em 2022. De acordo com informações publicadas pela coluna de Guilherme Amado, a presidente do Podemos, Renata Abreu, tem anunciado o ex-juiz como o nome da sigla em 2022.

O ex-ministro está morando nos Estados Unidos e desembarcou no Brasil no mês passado para conversas com lideranças sobre o cenário eleitoral do próximo ano.

Depois de tirar o ex-presidente Lula da eleição de 2018, Moro aceitou o convite da equipe do atual governo, na campanha eleitoral daquele ano. Depois foi ser ministro da Justiça. Deixou o cargo em abril do ano passado, apontando crime de responsabilidade de Jair Bolsonaro, ao denunciar a tentativa de interferência na Polícia Federal.

O ex-juiz ficou conhecido pelo julgamento dos processos em primeira instância da Lava Jato, mas cometeu diversas irregularidades durante a operação. De acordo com denúncias publicadas pelo Intercept Brasil, ele agia como uma espécie de assistente de acusação, o que feria a equidistância entre quem julga e quem acusa – as ilegalidades comprovadas ficaram conhecidas como vaza Jato.

Após autorização do STF, a defesa do ex-presidente Lula teve acesso a diálogos apontando que, em uma das mensagens, trocadas em 16 de fevereiro de 2016, o então magistrado pergunta se os procuradores têm uma “denúncia sólida o suficiente”.

Em 28 de abril de 2016, o então coordenador da Lava Jato, Deltan Dalla­gnol, avisou à procuradora Laura Tessler que Moro o havia alertado sobre a falta de uma informação na denúncia de um réu — Zwi Skornicki, representante da Keppel Fels, estaleiro que tinha contratos com a Petrobras para a construção de plataformas de petróleo.

Uma reportagem do jornal francês Le Monde, publicada em abril deste ano, mostrou que Moro esteve a serviço dos Estados Unidos quando atuava na Lava Jato.

Houve mais irregularidades. Os procuradores Deltan Dallagnol e Vladimir Aras não entregaram nomes de pelo menos 17 americanos que em 2015 estiveram em Curitiba (PR) sem o conhecimento do Ministério da Justiça, uma demonstração da influência dos EUA sobre a Lava Jato.

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