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:: ‘Política’

Sara Winter diz que bolsonaristas comerão merda se Bolsonaro mandar

“Não tem mais como defender”, diz ela

247 – A ex-ativista de extrema direita Sara Winter concedeu entrevista à revista Istoé, em que resumiu o fanatismo dos apoiadores de Jair Bolsonaro. “Não tem mais como defender Bolsonaro. Mas se ele pedir para os bolsonaristas comerem merda, as pessoas vão comer”. Saiba mais sobre a entrevista:

A bolsonarista arrependida Sara Winter, em entrevista à Istoé, contou que os deputados Daniel Silveira (PTB), Carla Zambelli (PSL), Sargento Fahur (PSL) e Bia Kicis (PSL), assim como o ministro-chefe do Gabinete de Segurança, general Augusto Heleno, foram muito presentes na organização do “Acampamento dos 300”, que ela organizou em Brasília com o blogueiro Oswaldo Eustáquio.

O acampamento fez parte das manifestações bolsonaristas contra as instituições da República. Segundo Winter, Kicis “ensinou a gente como chamar atenção da imprensa” e “cedeu o assessor Evandro Araújo e colocou um advogado de seu gabinete para acompanhar reuniões com a Secretaria de Segurança do Distrito Federal”.

O alvo inicial dos protestos era o então presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, mas o ministro general Heleno interveio. “Ele pediu para deixar de bater na imprensa e no Maia e redirecionar todos os esforços contra o STF”, disse.

Ainda, ela conta que a influência de Bolsonaro era direta e que durante o acampamento foi combinado que ele não podia ser o “protagonista para não sofrer represálias”.

247

Paulo Teixeira vai pedir investigação sobre uso de avião da FAB por Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho e Jair Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)

Deputado Paulo Teixeira classificou a revelação feita pela escritora Daniela Abade como “denúncia grave”. “Caso verdadeira, dois crimes foram praticados: obstrução da justiça e prevaricação. Vamos pedir investigação”, afirmou

247 – O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) classificou como “grave” a revelação de que o governo de Jair Bolsonaro facilitou a fuga para os Estados Unidos do escritor Olavo de Carvalho, que deveria prestar depoimento à Polícia Federal.

Segundo a escritora Daniela Abade, que revelou a informação, Olavo de Carvalho deixou o Brasil em um avião da FAB, que depois foi utilizado pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria. Na prática, o governo facilitou a fuga de um personagem que deveria prestar contas à PF.

O deputado petista afirmou que pedirá abertura de investigação da denúncia. “Caso verdadeira, dois crimes foram praticados: obstrução da justiça e prevaricação. Vamos pedir investigação”, afrmou Paulo Teixeira.

Olavo de Carvalho foi  intimado pela Polícia Federal para prestar depoimento no âmbito do inquérito que apura a divulgação de fake news e ataques à democracia e instituições. De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo,” a PF intimou Olavo no último dia 9 de novembro por meio de sua defesa, que informou aos investigadores que o filósofo ainda estava em tratamento de saúde”.

Poucos dias depois, ele viajou para o estado da Virgínia, nos EUA, onde mora. Nesta terça-feira (16), ele gravou um vídeo informando que viajou  “de forma repentina”.”Eu estava no hospital e me ofereceram um voo repentino para dali a 15 minutos. Eu não ia perder essa oportunidade”, disse.

Em agosto,  a PF também havia tentado ouvir o astrólogo, mas seus advogados impediram o depoimento alegando que ele estava em tratamento médico.

247

Brasil: a iminência do apocalipse ou a redenção democrática?

Ex-presidente Lula, Ciro Gomes, Sérgio Moro, João Doria, Eduardo Leite e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução | PR | CNI | Secom | Reuters)

“Vamos colocar nossa energia no candidato de nossas esperanças, conscientes que, mais do que nunca, só sairemos desse impasse em que nos encontramos, elegendo um Congresso comprometido com um projeto político que favoreça a Nação brasileira”, escreve a colunista Hildegard Angel

Era o segundo governo de Lula. Num almoço de mulheres no Fasano, a dona de uma rede nacional de shopping centers dizia que eles nunca haviam vendido tanto quanto naqueles anos. O governo era criticado pelos seus opositores por favorecer os bancos, e os banqueiros pareciam amar Lula, com quem confraternizavam onde estivessem. A indústria brasileira tinha seu representante na vice-presidência, José Alencar Gomes da Silva, e as federações patronais também pareciam contentes.

Lula não perseguia a mídia, seu governo anunciava, privilegiando os grandes grupos de imprensa, não havia retaliações aos divergentes, como hoje vemos acontecer. Nos governos de Dilma, sequer foi encaminhado ao Congresso o projeto de regulação da mídia, formatado por Franklin Martins ao fim do segundo mandato de Lula, condizente com o que é feito nos países do mundo todo.

Lula é um conciliador por natureza. É considerado pelos chefes de estado do resto do mundo, é admirado, visto como um igual. Semana passada, em Bruxelas, ele mereceu aplausos de pé, longos e sucessivos, no encontro do Parlamento Europeu com lideranças latino americanas. Mereceu recepção de chefe de estado no Elysée, com a marcha da guarda do palácio e o presidente Macron descendo os degraus para ir buscá-lo (e uma hora depois levá-lo) no carro. É bem visto pela mídia internacional, inclusive pelas publicações de economia. Por que esse ódio da mídia corporativa brasileira contra ele? Esse apagamento? Esse silêncio a seu respeito? Por que estavam sendo destinados a ele apenas breves momentos, em canais por assinatura, às altas horas da noite, e quando isso acontecia? E isso só foi revertido no sétimo dia da agenda da viagem de Lula, depois da grande grita nas redes sociais, da indignação, e da chacota feita, comparando a vasta cobertura da visita pelos jornais estrangeiros e a cobertura Zero pela mídia brasileira.

Atribuem a Lula um radicalismo que ele, na prática, nunca demonstrou. Lula não é um radical. Não é comunista. É um liberal, falando francamente. Alguns o identificam como Liberal Periférico. Sua política externa é afinada com as dos demais países. Respeitado por todos. Até George W. Bush gostava dele! Em poucos dias na Europa, foi recebido pelo vencedor das eleições na Alemanha, Olaf Scholz, esteve com o líder da Social Democracia, Martin Schulz, foi aclamado no Parlamento Europeu, elogiado por Zapatero como “o que mais combateu a pobreza”, trocou ideias com o Nobel da Economia, Joseph Stiglitz, foi recepcionado com batucada brasileira pelos alunos do Instituto SciencesPo, em Paris, onde almoçou com a Prefeita. Depois da França, participa hoje de seminário de Cooperação multilateral e recuperação pós-covid, em Madri, e tem agenda com o primeiro-ministro.

Lula não sai procurando briga, não dá banana e joga a casca no chão, não desanca o país dos outros, negocia com todos. Internamente, é bom para o nosso povo, se compadece do pobre. Não politiza temas sérios, como Saúde, Cultura e Educação. Desenvolveu políticas sociais mínimas, sem “exagero”, podia ser muito mais – o Bolsa-Família, como diriam os americanos, eram “peanuts” em nosso orçamento. E mesmo assim suas políticas públicas trouxeram notáveis benefícios sociais e econômicos, foram copiadas em vários países, se tornaram referência.

O saldo de seu Minha Casa Minha Vida foram casas para milhões de brasileiros, e novas grandes fortunas para poucos, como Rubens Menin, dono da MRV Engenharia, proprietário da CNN Brasil, o também mineiro Ricardo Gontijo, dono da Direcional Engenharia, os donos da Construtora Tenda, mineira também, os da Rossi Residencial, alguns desses empresários declarados admiradores de Bolsonaro.

As ditas pautas identitárias, responsabilizadas por parte da rejeição ao PT, foram muito mais de Dilma do que de Lula. Assim como foi o relatório da Comissão da Verdade, que tanto enraiveceu os militares de pijama do Clube Militar.

Lula jamais perseguiu os diferentes, nem exigiu fidelidade ideológica aos que prestam serviços ou vendem serviços ao governo. Muito menos àqueles que recorrem aos financiamentos e inventivos de bancos públicos.

247

Uma CPI em que se chorou de raiva, de dor e de vergonha

O taxista Márcio Antônio do Nascimento da Silva relata aos senadores que perdeu a irmã e o filho Hugo Dutra do Nascimento Silva, de 25 anos, ambos para a covid-19. Ele foi uma das vítimas ouvidas pela CPI da Pandemia, em 18 de outubro. EDILSON RODRIGUES (AGENCIA SENADO)

Os juristas agora poderão discutir se o termo justo para definir a conduta de Bolsonaro durante a pandemia é o de genocida. Mas o que ficou claro é que os crimes cometidos e revelados pela CPI seriam suficientes para o presidente passar muitos anos na prisão

Talvez o momento mais dramático vivido durante os meses de debate e interrogatório da CPI da Pandemia tenha sido o das dolorosas declarações dos parentes das vítimas, que chegaram a fazer chorar alguns dos senadores. Não é fácil ver lágrimas derramadas em uma dessas investigações políticas. E acontece que, desta vez, a CPI abordou uma questão central: que o presidente Jair Bolsonaro permitiu que um crime contra a humanidade fosse cometido no modo como lidou com a pandemia, chegando a transformar os doentes pelo vírus em cobaias, eventos lembram os tristes experimentos do nazismo.

Os juristas poderão, agora, discutir se o termo justo para definir a conduta de Bolsonaro durante a pandemia é o de genocida. Mas o que ficou claro é que os crimes cometidos e revelados pela CPI seriam suficientes para o presidente passar muitos anos na prisão. Ficou claro para a consciência popular e a opinião internacional, como indicam as manchetes das publicações mais importantes do mundo, que o presidente e seu Governo se tornaram indignos de continuar a liderar um país que já perdeu mais de 600.000 pessoas para o vírus, muitas delas em experimentos científicos repugnantes. Sem contar a podridão que veio à tona sobre a corrupção perpetrada com as vacinas e os medicamentos usados na pandemia.

Não acho exagero afirmar que, apesar dos últimos compromissos políticos assumidos nas resoluções finais do documento do Senado sobre a especificidade dos crimes cometidos pelo presidente contra a vida das pessoas, o que ficará para a história é que durante a pandemia a sociedade foi vítima de uma sucessão de crimes. Crimes que, de uma forma ou de outra, não poderão deixar de ser punidos pela justiça e execrados pela consciência social do país.

Bolsonaro, que tanto insiste em sua fé religiosa, deveria se lembrar do ditado popular: de que às vezes Deus escreve certo por linhas tortas. Talvez seja o que aconteceu com a CPI da Pandemia que, sem dúvida, foi a mais difícil e dramática da história do Senado. O que poderia ter terminado em um fracasso a mais da típica política de letras minúsculas revelou à sociedade as entranhas podres do comportamento criminoso do presidente.

Não se tratou apenas de exigir vingança judicial pelos crimes cometidos durante a pandemia para aqueles que deveriam ter se esforçado para salvar vidas, mas, também, de ter revelado à luz do sol o que o Brasil sofreu com seus governantes, em especial o chefe do Estado e seus ministros da Saúde. Sem dúvida, um dos momentos mais trágicos e dolorosos dos últimos tempos.

Há momentos em que um acontecimento pode acabar sendo crucial e providencial para toda a sociedade, às vezes sem que os próprios protagonistas consigam compreender sua importância. Talvez seja o que acabou de acontecer no Brasil com a CPI da Pandemia que poderia ter terminado em nada ou em um simples acordo sem consequências como quase todas as investigações dessas comissões. O documento final sobre os crimes cometidos durante a pandemia, apesar dos últimos retoques, deixa claro para a sociedade que a tragédia e os crimes cometidos pelo poder político foram maiores do que se poderia imaginar. Por isso, mais importante, talvez, do que as sutilezas linguísticas e jurídicas sobre se o caso se tratou de um genocídio no sentido literal da palavra ou de um crime contra a humanidade, o que fica claro é que o Brasil não poderia continuar a ser governado por quem brincou indignamente com aqueles que perderam suas vidas e com a dor de suas famílias.

A CPI cumpriu seu dever de investigar. As vísceras do horror foram expostas. Agora cabe à sociedade decidir se o crime contra a humanidade cometido por Bolsonaro o torna digno ou não de permanecer no poder. O grito de “Fora Bolsonaro” deveria, a partir de hoje, ressoar com mais força do que nunca nas ruas e praças do país. E sobretudo no coração de quem não renuncia a uma sociedade governada por quem ainda seja capaz de chorar à luz do sol pela dor dos outros.

Depois dos horrores durante a pandemia revelados pela CPI da Pandemia, é possível que o Brasil não seja mais o mesmo em sua responsabilidade na hora de decidir no segredo das urnas quem deve governá-lo. Talvez, diante da podridão revelada pela CPI, o mais justo seja não esperar as urnas para passar a limpo o país, que já sofreu bastante com o comportamento cruel de quem deveria ter velado pela saúde e pelo respeito à população.

EP

Moro acusa PT de “saquear” Petrobrás e é detonado nas redes. “Falta de vergonha na cara”, diz Tacla Duran

“Saqueada foi a justiça brasileira por você”, rebateu o advogado, o primeiro brasileiro a enfrentar a Lava Jato

247 – O ex-juiz parcial Sergio Moro, atual candidato à presidência da República, foi detonado nas redes sociais nesta segunda-feira (15) ao acusar o PT de “saquear” a Petrobrás. “Pilantra”, “ladrão” e “hipócrita” foram apenas algumas das palavras escritas nos comentários de sua postagem no Twitter.

“Saqueada foi a justiça brasileira por você!”, rebateu o advogado Rodrigo Tacla Duran, primeiro brasileiro a enfrentar a Lava Jato, ao acusar advogados amigos de Sergio Moro de pedirem dinheiro em troca de benefícios na operação Lava Jato.

“Usar a Petrobras como palanque eleitoral é mais uma falta de vergonha na cara, depois de ganhar honorários com a RJ da Odebrecht. Você foi responsável direto pela quebra de empresas e desemprego, em favor de sua candidatura!”, prosseguiu Tacla Duran.

O jornalista do The Intercept, que publicou a Vaza Jato, Andrew Fishman lembrou: “a Lava Jato tentou roubar R$1,5 bilhões do Petrobras e só foi impedido pelo STF”. Jeferson Miola, colunista e comentarista no Brasil 247, escreveu: O STF falou, o STF avisou: Moro é suspeito, o que equivale a ser juiz-ladrão, como Glauber Braga classifica este pilantra que age no Brasil a serviço dos EUA e por isso destruiu a Petrobrás e a engenharia nacional. Em maio o juiz-ladrão será julgado pelo Comitê de DH da ONU”.

Fonte: 247

Eleições em João Dourado: PT expulsa vereador por fazer campanha para adversários

Foto: Reprodução / Irecê Repórter

A eleição suplementar que vai decidir quem será o prefeito de João Dourado, município distante 462 km de Salvador, teve um novo capítulo nesta segunda-feira (1°). O diretório municipal do PT decidiu expulsar o vereador Eduardo Dourado Loula, conhecido como Negão do Dego. Além dele, a ex-vereadora Rita de Cássia também foi expulsa do partido.

A justificativa da executiva do Partido dos Trabalhadores da cidade é de que os filiados descumpriram a resolução da legenda com o apoio a candidatura de Di Cardoso (PL), que disputa o Executivo contra Juninho (PSD), que é apoiado pelo PT. A legenda ainda informou que o vereador e a ex-vereadora não apresentaram suas defesas no prazo estipulado, que venceu em 29 de outubro.

As eleições suplementares de João Dourado serão realizadas no próximo domingo (7). O novo pleito foi definido após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) (veja mais) julgar o agravo regimental interposto em um recurso especial, mantendo o indeferimento das candidaturas de Di Cardoso, eleito para o cargo de prefeito e de Rita de Cássia Amorim do Amaral, eleita ao cargo de vice-prefeita.

A decisão do TSE levou em consideração aspectos de inelegibilidade da candidata a vice-prefeita, que teve repercussão na chapa para os cargos, o que impedia a diplomação dos candidatos como prefeito e vice-prefeita.

Fonte: Bahia Notícias

‘O mundo sabe que ele é um mentiroso’, rebate Lula a ataque de Bolsonaro

O ex-presidente Lula respondeu ao ataque de Jair Bolsonaro que mentiu e acusou, sem provas, o ex-presidente Lula de estar ligado ao narcotráfico. “Todo mundo sabe, no Brasil e no mundo, que Bolsonaro é um mentiroso”, disse Lula

247 – O ex-presidente Lula rebateu neste domingo (31) mais uma mentira de Jair Bolsonaro, que em entrevista à TV italiana disse que o petista, que lidera todas as pesquisas de intenção de voto, está ligado ao narcotráfico.

“Todo mundo sabe, no Brasil e no mundo, que Bolsonaro é um mentiroso”, afirmou o ex-presidente por meio de sua assessoria.

Em entrevista à SkyTV24, Bolsonaro disse, sem provas, que Lula teria relações com narcotraficantes. Ele alegou que o ex-presidente estaria entre várias “autoridades de esquerda no Brasil e na Espanha” que teriam recebido recursos do narcotráfico da Venezuela.

A presidenta do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), também rebateu Bolsonaro. “Isolado, sem preparo e desesperado com aumento de desaprovação popular, Bolsonaro ataca Lula com fake news em entrevista na Itália. Muito grave”, escreveu Gleisi nas redes sociais.

 

Após áudio de André Esteves, Câmara convida presidente do BC a esclarecer influência do BTG Pactual

A audiência discutirá a independência do BC e a relação entre Roberto Campos Neto e André Esteves, exposta em gravação obtida pelo Brasil 247. Autor do requerimento é o deputado Rogério Correia (PT-MG)

247 – A Comissão de Trabalho, Administração e Serviços Públicos da Câmara aprovou nesta terça-feira (26) pedido do deputado Rogério Correia (PT-MG) para que o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, seja convidado a prestar esclarecimentos sobre sua relação com o dono do BTG Pactual, André Esteves.

A sessão discutirá “a independência do Banco Central e a relação temerária do atual Presidente, Sr. Roberto Campos Neto, com o banqueiro André Esteves, dono do BTG Pactual”, segundo o requerimento oficial.

Gravação obtida pelo Brasil 247 mostra que Campos Neto se orientou com Esteves sobre a taxa de juros. O presidente do BC ligou ao banqueiro para saber qual que deveria ser o piso (“lower bound”) da taxa.

“O áudio está gravado e causou espanto entre políticos e especialistas”, diz o deputado. “Enquanto sr. Roberto Campos Neto submete a política do Banco Central a partir de consultas individuais à banqueiros, a situação social do país se deteriora rapidamente”.

247

Lula defende auxílio emergencial de R$ 600: “o povo merece”

O ex-presidente lembrou que o PT já reivindicou que o governo desse auxílio maior e apresentou proposta para um novo Bolsa Família, no valor de R$ 600

Do Lula.com.br – Em entrevista à rádio A Tarde, de Salvador (BA), nesta quarta-feira (20), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o presidente Jair Bolsonaro deve dar um auxílio de R$ 600 para os brasileiros pobres que passam por dificuldades. Ele lembrou que PT, há mais de cinco meses, pediu que o valor do auxílio se fixasse em R$ 600 e, além disso, o partido mandou uma proposta para a Câmara dos Deputados de um novo Bolsa Família, também no valor dos 600 reais. O ex-presidente disse não se importar que Bolsonaro possa tirar proveito eleitoral do auxílio, porque o povo merece receber o dinheiro.

“Estou vendo agora que Bolsonaro vai dar um auxílio emergencial de R$ 400 que vai durar até o final do ano que vem. Muita gente diz que a gente não pode aceitar porque é um auxílio emergencial eleitoral. Não, não penso assim. Faz mais de cinco meses que o PT pediu um auxílio emergencial de R$ 600, aliás, o PT pediu e mandou uma proposta para a Câmara dos Deputados de um novo bolsa família de R$ 600. Então, o que nós queremos é que o Bolsonaro dê um auxílio emergencial de R$ 600. Ele vai tentar tirar proveito disso? É problema dele. Se alguém acha que vai ganhar o povo porque vai dar um auxílio emergencial de R$ 600, paciência. Eu acho que o povo merece os R$ 600 e acho que ele tem que dar e nós já reivindicamos isso”, disse o Lula.

Na entrevista, Lula disse ainda que está trabalhando num plano de reconstrução do Brasil, um plano que coloque o pobre o orçamento. “Precisamos apresentar para a sociedade brasileira que tipo de política nós precisamos fazer de desenvolvimento para que o Brasil possa retomar aquilo que ele já foi”, afirmou. O ex-presidente disse ser plenamente possível fazer “uma coisa mais saudável, mais civilizada, pensar nas pessoas mais humildes”.

“Eu não acredito em nenhum modelo econômico que não coloque o pobre dentro do orçamento. Eu provei que o pobre não é problema, é solução”, disse, acrescentando que está muito otimista com a perspectiva de voltar a fazer o povo sorrir outra vez de alegria.

Questionado sobre polarização na política, o ex-presidente afirmou que é importante o Brasil recuperar o sentimento da civilidade. Para Lula, o ódio na política começou após a derrota do PSDB nas eleições de 2014 e se agravou com o golpe na ex-presidenta Dilma Rousseff. “Você pode ter um adversário político e se cumprimentarem de forma civilizada. É assim que deve ser a política. Acontece que foi estabelecido um ódio e isso não existia no Brasil. Essa guerra começou a ser estabelecida quando Aécio Neves perdeu para Dilma Rousseff (2014) e não aceitou a derrota eleitoral, e aumentou com o golpe contra a Dilma. Agora temos que voltar à normalidade”.

247

Comitê da Câmara dos EUA aprova acusação de desacato contra Steve Bannon, guru do clã Bolsonaro

(Foto: Reuters)

Guru do clã Bolsonaro, Steve Bannon se recusou a cumprir as intimações que buscavam documentos e depoimentos nas investigações sobre a invasão do Capitólio

Reuters com 247 – Um comitê do Congresso dos EUA que investigava o ataque mortal de 6 de janeiro ao Capitólio aprovou nesta terça-feira (19) por unanimidade a acusação de desacato ao Congresso contra Steve Bannon, ex-assessor do ex-presidente Donald Trump e guru do clã Jair Bolsonaro.

Os sete membros democratas e dois republicanos do Comitê Selecionado da Câmara dos Representantes aprovaram um relatório recomendando a acusação criminal por uma votação unânime de 9-0, chamando de “chocante” que Bannon se recusou a cumprir as intimações que buscavam documentos e depoimentos.

A aprovação do relatório abriu o caminho para que toda a Câmara votasse sobre a recomendação de acusações de desacato. Se a Câmara aprovar o encaminhamento, o Departamento de Justiça decidirá se deve prosseguir com um processo criminal.

“É uma pena que Bannon nos tenha colocado nesta posição. Mas não aceitaremos um ‘não’ como resposta”, disse o deputado Bennie Thompson, presidente do painel, em seu discurso de abertura.

Antes de deixar o cargo em janeiro, Trump perdoou Bannon das acusações de ter enganado os partidários do presidente republicano. Trump instou ex-assessores intimados pelo painel a rejeitar seus pedidos, alegando o direito de reter informações por causa do privilégio executivo, um princípio legal que protege muitas comunicações da Casa Branca.

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