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:: ‘Política’

PT reforça promessa de apoio a Boulos na disputa pela prefeitura de São Paulo em 2024

Objetivo é convencer o político do Psol a apoiar Fernando Haddad, em São Paulo

247 – consolidação da aliança entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o ex-governador Geraldo Alckmin, que fortalece a candidatura de Fernando Haddad, do PT, em São Paulo, provoca um outro movimento em paralelo. De acordo com a coluna política do jornal Estado de S. Paulo, o PT reforçou a promessa de apoio a Guilherme Boulos, do Psol, para que ele dispute a prefeitura de São Paulo, em 2024. Com isso, ele sairia da disputa ao Palácio dos Bandeirantes, ampliando as chances de vitória de Haddad.

Até agora, no entanto, o Psol resiste a abrir mão da candidatura própria em São Paulo. Pesquisa Datafolha divulgada no dia 18 de dezembro mostra que o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) lidera com 28% de intenções de votos para o governo de São Paulo, no cenário sem o ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido), que é cotado para ser candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pelo ex-presidente Lula.

Segundo o Datafolha, sem Alckmin na disputa, Haddad aparece em primeiro, com 28% de intenções de voto. Márcio França (PSB)(PSB) aparece em segundo, com 19%; Guilherme Boulos (PSOL) vem em terceiro, com 11%;  Tarcísio de Freitas (sem partido) em quarto, com 7% e Rodrigo Garcia (PSDB) em quinto, com 6%. Em seguida aparecem Arthur do Val (Patriota), com 3%; Abraham Weintraub (sem partido) e Vinicius Poit (Novo), ambos com 1%. Brancos e nulos, 21% e indecisos, 4%.

247

Candidato do PDT no Maranhão abandona Ciro Gomes e diz que está com Lula

Senador Weverton Rocha (PDT-MA) postou um vídeo em suas redes dizendo que é o “melhor amigo de Lula no Maranhão”. “Estou com Lula e sempre estive”, enfatizou

247 – O senador Weverton Rocha (PDT-MA) usou suas redes sociais para prestar apoio à candidatura do ex-presidente Lula, abandonando desta forma o candidato de sua sigla, Ciro Gomes, que não consegue ultrapassar os dois dígitos nas pesquisas de intenção de voto.

O senador ainda postou um vídeo em suas redes dizendo que “é o melhor amigo de Lula no Maranhão”, como mostra o vídeo abaixo.

Na legenda do vídeo, ele diz: “Quem está do lado do povo não tem medo de combate pois sabe que a verdade vai vencer no final. Estou com Lula e sempre estive. Pois compactuamos do mesmo sonho de um Brasil e Maranhão mais justo, digno e próspero”.

A situação é grave dentro do PDT, informou nesta semana o jornalista Lauro Jardim. Internamente, a candidatura de Ciro está em crise. Deputados do partido avaliam que sua candidatura ao Palácio do Planalto empacou e não terá mais crescimento nas pesquisas. Eles ainda temem o risco de não se reelegerem.

Presidente do PDT, Carlos Lupi está sofrendo pressão de deputados que o abordam com essa inquietação. A resposta é sempre a mesma: a sigla vai com Ciro até outubro. Para o dirigente, a candidatura vai deslanchar.

Se até março Ciro não melhorar seu desempenho nas pesquisas, parlamentares devem abandonar o PDT ou ainda pressionar Ciro para que abra mão da candidatura. A legenda, então, apoiaria o ex-presidente Lula (PT), líder nas pesquisas.

Saiba mais

O PT do Ceará anunciou, nesta quinta-feira (13), a chegada de 12 novos prefeitos à sigla. Quatro deles vêm do PDT do ex-governador do estado e presidenciável Ciro Gomes. Com as filiações, a legenda passa a ter 29 prefeitos no estado, que possui 184 municípios. Três dos prefeitos vêm do partido de Bolsonaro, o PL. Os demais cinco vieram do Republicanos, PCdoB, PSDB, MDB e PSol, segundo informações do Estadão.

Diante da corrida eleitoral, negociações envolvendo trocas de partido vêm se intensificando também nos municípios. No legislativo, a janela partidária, período em que deputados estaduais e federais podem trocar de legenda, ocorre entre 3 de março e 1º de abril.

“Nosso partido está mais forte do que nunca e preparado para construir um palanque forte para Lula no Ceará. É admirável ver o compromisso e o afeto desses novos nomes.”, escreveu o deputado federal José Guimarães, em seu Twitter.

247

Roma aponta que ‘tendência’ é ser candidato a governador pelo Republicanos em 2022

Foto: Reprodução / Instagram

O ministro da Cidadania, João Roma, pode estar começando a apontar definições para sua candidatura ao governo da Bahia, começando pelo partido: o Republicanos. Ao Bahia Notícias, Roma indicou que a tendência para 2022 é que dispute o Palácio de Ondina pelo seu atual partido. Atualmente, a legenda compõe a base de apoio do grupo liderado pelo ex-prefeito ACM Neto (DEM/UB), pré-candidato ao governo.

Presente na posse do novo presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA), Marcus Presídio, nesta quarta-feira (5), Roma foi questionado pela reportagem se a tendência é que ele saia como governador pelo Republicanos. “Sim, permaneço no meu partido Republicanos”, respondeu. 

“Permaneço no Republicanos, é meu partido pelo qual fui eleito. Estamos em tratativas com o grupo político vislumbrando minha candidatura ao governo da Bahia. O Republicanos junto com o PL e outros partidos tem se movimentado, queremos sim apresentar um novo horizonte. Estar junto na caminhada de Bolsonaro para a reeleição. Tem crescido o chamado para que eu possa avançar na candidatura, é um processo natural para que a Bahia possa despertar e mostrar para o Brasil”, acrescentou Roma.

A movimentação pode enfraquecer ainda mais a base de apoio de Neto em 2022. Com a chegada de Bolsonaro ao PL, a legenda deve seguir com Roma, juntamente com o Republicanos, partido do atual ministro. Além deles, o PV já sinalizou o apoio a candidatura do senador Jaques Wagner (PT) (relembre aqui). A debandada pode crescer ainda mais com a possibilidade da chegada do MDB ao grupo petista (veja aqui). 

De acordo com a apuração do Bahia Notícias com lideranças do Republicanos, a decisão sobre o partido de Roma deve ser tomada através da executiva nacional, liderada pelo deputado federal Marcos Pereira (SP). Interlocutores ligados ao partido na Bahia têm revelado a preferência na manutenção do apoio a Neto, porém a última batida do martelo deverá vir de Brasília.

Fonte: Bahia Notícias

2022: o ano em que as instituições reagem ou são comidas pelo bolsonarismo

STF, Sérgio Moro e o ex-presidente Lula (Foto: Agencia Brasil | Stuckert)

“Em 2022, o STF terá de provar que não mais ficará resignado diante de constrangimentos semelhantes aos impostos por Moro na Lava-Jato”, escreve Moisés Mendes

As instituições do chamado sistema de Justiça não poderão mais escamotear diante dos desafios de vida ou morte que o Ministério Público e o Judiciário têm em 2022.

Nenhuma desculpa poderá adiar desfechos para os crimes cometidos pela extrema direita, nas mais variadas frentes, nem mesmo sob o pretexto de que este é um ano de eleições. Chega de desculpas.

Há casos pendentes, alguns em estado de putrefação, que envolvem Bolsonaro, os filhos de Bolsonaro, os cúmplices da família, os financiadores de fake news e do gabinete do ódio. E tem a lista da CPI do Genocídio com os pedidos de indiciamento de 81 pessoas.

Não pode ficar como pergunta sem reposta a questão central do relatório da CPI: as instituições terão condições de levar adiante as investigações, o enquadramento e a condenação de Bolsonaro, de generais, de coronéis e de gente sem farda e fardada que atuava nas entranhas da pandemia?

As facções envolvidas com os negócios da cloroquina e da vacina serão submetidas ao rigor das leis em 2022, ou o MP e o Judiciário irão sucumbir às manobras protelatórias e às pressões do submundo da política?

Nomes de protagonistas que se repetem no noticiário do bolsonarismo, como o do empresário Luciano Hang, ficarão impunes? O véio da Havan e outros denunciados pela comissão continuarão escapando do cerco da Justiça?

Passa também por essas dúvidas o caso de donos e médicos da Prevent envolvidos no que se consagrou chamar de a clínica da morte, com a manipulação de tratamentos e de certidões de óbitos.

Médicos acusados da fraude de atestados, e que estão na lista da CPI, vão assumir sozinhos as culpas por atos que caracterizam crimes graves? Não é uma questão banal.

Como não é singela a dúvida sobre a capacidade de MP e Judiciário de conduzir sem temores os casos envolvendo os oficiais de Pazuello e seus negociadores de vacinas dentro do Ministério da Saúde.

É muito mais do que investigar e julgar omissões e ações negacionistas. É perseguir a verdade em torno das quadrilhas organizadas dentro do governo para comprar e vender vacinas superfaturadas e que muitas vezes nem existiam.

No dia 29 de setembro, quando do depoimento do véio da Havan, o senador Humberto Costa afirmou: “O senhor Luciano Hang está rindo porque acha que a CPI não vai dar em nada, que é uma brincadeirinha. Vai dar, vai dar”.

Será mesmo que vai dar? Será que o véio não continuará rindo? E será que o Congresso retomará a CPI das Fake News? O Supremo conseguirá se impor diante dos dribles da Procuradoria-Geral da República de Augusto Aras?

Em 2022, o Supremo terá de provar que não mais ficará resignado e assustado diante de constrangimentos semelhantes aos impostos por Sergio Moro na Lava-Jato. E que Alexandre de Moraes não estará sozinho na luta contra os crimes do bolsonarismo.

Será o ano em que o sistema de Justiça terá de provar que de fato funciona e que não enfrenta apenas nomes da série C da extrema direita de Sara Winter, Allan dos Santos, Daniel Silveira e Roberto Jefferson.

247

Tacla Duran critica Moro e Dallagnol, que receberão salários do Podemos: ‘cumpridores da Lei de Gerson’

Sérgio Moro e Tacla Duran (Foto: REUTERS/Adriano Machado | Lula Marques)

Advogado usou expressão brasileira atribuída a pessoas que tentam levar vantagem em tudo, sem se preocupar com questões éticas

247 – O advogado Rodrigo Tacla Duran, que afirma ter sido vítima de extorsão por parte do advogado Carlos Zuccolotto, amigo do ex-juiz suspeito Sergio Moro, cujo enriquecimento está sendo investigado pelo Tribunal de Contas da União, criticou o ex-juiz parcial e o ex-coordenador da Lava Jato Deltan Dallagnol.

Filiados ao Podemos, os dois irão receber remuneração com recursos públicos. Moro terá salário de R$ 22 mil e Dallagnol, de R$ 15 mil. Pelo Twitter, Tacla Duran afirmou que Moro e Dallagnol tentam levar vantagem onde podem. “Juiz e procurador cumpridores da lei de Gerson…”, escreveu o advogado.

O advogado Tacla Duran fez referência a uma expressão criada na década de 1980 pelo jornalista Mauricio Dias a partir de uma proganda de cigarros protagonizada pelo meia-armador Gérson, jogador da Seleção Brasileira de Futebol, e ficou associada à pessoa ou empresa que obtém vantagens de forma indiscriminada, sem se importar com questões éticas ou morais.

247

Leonardo Boff: Lula está na boca do povo e até bolsonaristas estão mudando voto

“A mudança é Lula presidente, aquele que poderá resgatará o país do abismo”, disse Boff pelo Twitter

247 – O teólogo e escritor Leonardo Boff destacou neste sábado (1) a ampla aceitação da população brasileira à candidatura do ex-presidente Lula, inclusive com a mudança de apoio de eleitores de Jair Bolsonaro.

“O Lula está no boca do povo, nas ruas. Até os bolsonaristas estão mudando. Muitos dizem: apoiar esse homem boçal, mentiroso, inimigo da vida e das crianças, já é demais;é uma vergonha para o BR e para nós. Mudam. A mudança é Lula presidente, aquele que poderá resgatará o país do abismo”, disse Boff pelo Twitter.

247

Médica Nise Yamaguchi anuncia pré-candidatura ao Senado

A médica oncologista e imunologista Nise Yamaguchi anunciou hoje sua pré-candidatura ao Senado Federal pelo estado de São Paulo. Ela foi investigada na CPI da Covid por um suposto envolvimento com o chamado “gabinete paralelo”, grupo de assessoramento do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre ações a serem adotadas na pandemia do coronavírus.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Nise diz ser uma pessoa independente: “Não tenho partido. Não sou política. Não sei ainda qual partido eu vou acolher. Mas eu sei que vou ser uma pessoa independente. Estou dizendo que vou ter uma candidatura independente. Qual vai ser o partido? O mais ético que eu encontrar.”
Segundo ela, “mais mulheres têm que ocupar a cadeira do Senado”.
Nise foi uma defensora do tratamento precoce contra a covid-19, assim como o presidente Jair Bolsonaro.
Emocionada, Nise diz saber que está entrando num “covil”, mas que quer lutar o bom combate: “Não conheço os meandros, não quero estar no ‘toma lá, da cá’, não quero fazer acordos que eu não tenho como cumprir, porque minha ética não vai permitir. Se Deus não permitir que eu seja senadora, vou continuar meu trabalho de formiguinha.”
Nise foi 13 vezes a Brasília em 1 ano
A imunologista viajou ao menos 13 vezes para Brasília entre maio de 2020 e maio de 2021, de acordo com informações da Latam à CPI da Covid, obtidos pela rádio CBN. As passagens foram pagas em dinheiro vivo.
Essa modalidade de pagamento ocorreu em oito viagens, sendo sete delas intermediadas por agências de turismo e uma paga diretamente à Latam. O valor integral do dinheiro pago pelas passagens é pouco mais de R$ 16 mil.
O governo federal pagou uma das viagens realizadas por Nise Yamaguchi. No dia 30 de setembro, a listagem da Latam sinaliza o embarque da médica. No Portal da Transparência, o Ministério da Saúde informa que pagou R$ 3 mil para a médica viajar para gravar um vídeo sobre o tratamento precoce — método sem comprovação científica que utiliza medicamentos como a cloroquina, a azitromicina e a ivermectina.
MUDANÇA DA BULA DA CLOROQUINA
Em depoimento na CPI da Covid, Nise Yamaguchi afirmou que não houve proposta de mudar a bula da cloroquina. A fala contradiz a versão do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta e do presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antonio Barra Torres.
A médica também negou participação no chamado “gabinete paralelo”, que aconselhava o governo federal sobre a condução de ações ao enfrentamento da pandemia com diretrizes pautadas na imunidade de rebanho e no uso de medicamentos sem eficácia comprovada, que integram o “tratamento precoce” e o “kit Covid”.
Em junho, a médica Nise Yamaguchi pediu indenização de ao menos R$ 320 mil de Omar Aziz (PSD-AM), presidente da comissão, e Otto Alencar (PSD-BA), afirmando ter sido vítima de misoginia e humilhação durante audiência da comissão que investigou ações e omissões do governo Bolsonaro durante a pandemia.
Na ocasião, o senador Otto Alencar, médico de formação, confrontou Nise sobre conhecimentos técnicos a respeito de doenças virais. Insatisfeito com as respostas, interrompeu a oncologista: “A senhora não sabe, infelizmente a senhora não sabe nada de infectologia, nem estudou doutora, a senhora foi aleatória mesmo, superficial.”

Fonte: Bahia Notícias

Haddad diz que eventual aliança nacional entre PT e PSB não impacta sua candidatura ao governo de São Paulo

Fernando Haddad e Márcio França (Foto: Divulgação)

“Mas é óbvio que vamos tentar até o limite das nossas forças uma aliança. Só não podemos pedir para uma pessoa abdicar de suas pretensões”, disse Haddad

247 – Em entrevista à Rádio Brasil Atual nesta terça-feira (21), o ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) afastou a possibilidade de abrir mão de sua eventual candidatura ao governo de São Paulo em 2022, como tem sido especulado por conta das possíveis alianças do partido para a chapa presidencial encabeçada pelo ex-presidente Lula.

Segundo ele, “o mais provável é os partidos em São Paulo terem candidato próprio”. Haddad reforçou ainda que uma possível aliança entre PT e PSB na chapa presidencial não inviabiliza nenhuma das candidaturas, podendo ser uma oportunidade para “fazer um grande primeiro turno em São Paulo”.

“Temos de dois a três palanques apoiando a candidatura do ex-presidente Lula”, aponta em referência a Boulos e França. “E no segundo turno podemos unir forças para derrotar o BolsoDoria aqui”, disse.

aliança nacional entre PT e PSB tem como principal impasse a candidatura nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Haddad, que lidera as pesquisas em São Paulo, tem o seu pleito ao Palácio dos Bandeirantes questionado porque o PSB também tem interesse em colocar Marcio França na disputa.

“O PT está bem posicionado, beirando os 30% (de votos). São 10 pontos à frente do segundo colocado, praticamente. A candidatura Lula está muito forte em São Paulo de maneira que eu acho que a gente pode fazer uma coisa inédita. Mas é óbvio que vamos tentar até o limite das nossas forças uma aliança. Só não podemos pedir para uma pessoa abdicar de suas pretensões. Agora, se no âmbito de uma negociação for possível, ótimo para São Paulo. Nós poderemos avançar muito mais, porém temos que ter clareza e respeito pelos demais partidos. O que contribui é respeitar sua autonomia de lançar candidato próprio e pavimentando o caminho do segundo turno. Temos que valorizá-lo mais porque com isso a gente ganha o segundo turno com alguém que seja mais progressista”, argumenta.

247

Moro diz que sem ele, eleição seria “uma espécie de funeral na qual o brasileiro ia escolher a cor do caixão”

Sergio Moro (Foto: Ag. Brasil)

Apesar das pesquisas apontarem que o ex-juiz suspeito figura em quarto e quinto lugar na corrida, Moro diz que é a alternativa

247 – Responsável pela destruição de 4,4 milhões de empregos, segundo o Dieese, e pela eleição de Jair Bolsonaro, o ex-juiz suspeito Sergio Moro, disse em entrevista ao canal lavajatista My News, nesta segunda-feira (20), que as eleições de 2022 caminhavam para “uma espécie de funeral na qual o brasileiro ia escolher a cor do caixão” até que ele resolveu ser candidato.

Apesar das pesquisas apontarem que se a eleição fosse hoje, Lula venceria no primeiro turno e o ex-juiz suspeito figura em quarto e quinto lugar na corrida, Moro acredita que é a alternativa.

“Uma das razões em que eu acabei escolhendo colocar o meu nome à disposição foi que eu falava com todo mundo e parecia que a gente não estava indo para uma eleição, mas sim para uma espécie de funeral na qual o brasileiro ia escolher a cor do caixão. Então tem muita gente querendo alternativa. E eu entendo que eu posso ser uma alternativa”, disse.

 

Marcelo Ramos pede desfiliação do PL, novo partido de Bolsonaro, por justa causa

Marcelo Ramos (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)

Vice-presidente da Câmara afirma ao TSE estar sendo alvo de perseguição, três semanas após a filiação de seu desafeto político, Jair Bolsonaro, à sigla

247 – O vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos, entrou junto ao TSE com uma ação pela qual pede sua desfiliação do PL por justa causa. Ele afirma estar sendo alvo de perseguição.

“Acabo de ajuizar a ação para que o TSE reconheça meu direito de me desfiliar do PL, sem perder o mandato. A despeito de ter a carta de anuência, não quero que fique nenhuma dúvida de que minha desfiliação tem permissão constitucional e legal”, postou no Twitter, junto ao documento.

A ação acontece três semanas após a filiação de Jair Bolsonaro, seu desafeto político, ao mesmo partido.

“Com a filiação do Presidente Bolsonaro ao Partido Liberal e a consequente mudanças de rumos do partido, o Deputado Marcelo Ramos, que até então era respeitado pelo Partido Liberal em suas manifestações, passou a ser visto com descrédito e a ser alvo de perseguição pessoal e política por parte de seus membros”, diz Ramos na ação.

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