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:: ‘Política’

“Ciro trabalha para dividir a esquerda”, diz Leonel Brizola Neto à TV 247

Neto de Leonel Brizola diz que ele sempre esteve ao lado de Lula e afirma que Ciro Gomes atua como um infiltrado da direita para dividir a esquerda

247 – O ex-vereador do Rio de Janeiro Leonel Brizola Neto (PSOL-RJ) afirmou nesta quarta-feira o ex-ministro Ciro Gomes, que proferiu ataques contra os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, atua para dividir a esquerda.

“O Ciro é um Bolsonaro ao revés”, afirmou o ex-vereador. Segundo ele, o segundo turno nas eleições foi “inventado pela direita para dividir a esquerda”, favorecendo manobras ao estilo de Ciro Gomes.

“Num cenário dantesco onde o povo tá comendo osso, resto de carcaça de animal […] famílias inteiras na extrema miséria, como eu nunca vi na minha vida […] situação gravíssima, não é hora de picuinha e de dor de cotovelo, isso mostra o quanto esse cidadão [Ciro] é pequeno, esconde a verdade, porque ele se contradiz”, destacou.

Segundo ele, o papel do PDT vai ser “feio”, “se juntar com o DEM e o PSDB para ir contra o PT. Eu acho que a partir desse momento, que ele [Ciro] vá para lá [direita], de onde ele vem”.

Em entrevista ao Boa Noite 247, o Neto de Leonel Brizola diz que ele sempre esteve ao lado de Lula. “Brizola, nos momentos mais sérios, decisivos para o povo brasileiro e para a nação, sempre esteve ao lado de Lula”, afirmou.

União Brasil: fusão entre DEM e PSL reúne maior bancada da direita em 20 anos

Convenção conjunta dá passo final para a formação de uma capilarizada legenda, com planos de ocupar os espaços entre Bolsonaro e Lula na corrida presidencial. Em 20 anos, será a primeira vez que a direita reúne tantos parlamentares em uma única agremiação

Reunidos em convenção simultânea ontem, o Democratas e o PSL aprovaram a fusão das legendas que dará origem ao maior partido do país, o União Brasil. A legenda será presidida pelo atual presidente do PSL, o deputado Luciano Bivar (PE). Já ACM Neto, que comanda o DEM, passará a ser o secretário-geral, segundo nome mais importante da legenda. A nova agremiação nasce capilarizada: somadas, detêm 545 prefeituras, cinco governos estaduais, oito senadores, 82 deputados federais, três pré-candidatos à Presidência da República e fundos eleitoral e partidário milionários.

ela disposição do encontro conjunto de ontem, a ideia do União Brasil é ter um postulante ao Palácio do Planalto, em 2022, consolidando-se como terceira via. Isso, aliás, foi deixado claro por ACM Neto, que não acredita na ida de Pacheco para o PSD, conforme se especula pelas movimentações do presidente pessedista Gilberto Kassab.

“Nunca ouvi nenhuma palavra sugerindo uma saída dele do Democratas. Acho que, com a criação do União Brasil, isso amplia o vínculo e o laço não só dele como de tantas outras lideranças”, afirmou.
Será a primeira vez, em 20 anos, que a direita reúne tantos parlamentares em uma única agremiação. A última vez foi no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, quando o PFL (atual DEM) elegeu 105 representantes. Segundo políticos a par da fusão, o líder da bancada na Câmara deverá ser o deputado Elmar Nascimento (DEM-BA), que conduziu as articulações para definir a união das siglas nos estados e é aliado próximo de ACM Neto.

Tanto Bivar quanto ACM Neto se esquivaram de projetar o futuro — disseram que até que ser obtido o aval para a fusão Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tudo continua como está e que a permissão da nova legenda saia até fevereiro, antes da abertura da janela partidária para as eleições de 2022. “Vamos agora decidir a política nacional não só no Congresso Nacional, mas em todos os estados do país”, disse o governador Ronaldo Caiado (DEM-GO), ao discursar na reunião do partido.

Estrago menor

Em relação aos bolsonaristas que integram os dois partidos, o estrago pelas saídas que já são esperadas tem tudo para ser menor do que o projetado inicialmente. Indicação disso foi o isolamento do ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, derrotado na convenção por ter votado contra a fusão e por não conseguiu manter o União Brasil atrelado ao governo federal. O líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), disse que a saída de parlamentares do PSL mais alinhados ao governo é esperada e que não vê uma debandada.

“Vi poucas defecções. O Onyx votou contra, mas fica e quer o controle do partido no Rio Grande do Sul. Eu desconheço as saídas. São realmente muito poucos do Democratas. Os do PSL já estavam precificados, era algo que já estava anunciado”, afirmou.

Segundo ACM Neto, existe, hoje, a necessidade de reduzir o número dos partidos do país. “A miríade que temos hoje confunde o eleitor, favorece o fisiologismo, dificulta enormemente a construção de consensos direcionados pelo interesse nacional. E finalmente mina a confiança dos brasileiros na política brasileira e na própria democracia”, destacou.

O poder de fogo do União Brasil

» Prefeituras – 458 do DEM e 87 do PSL
» Governos estaduais – Dois do DEM e três do PSL
» Bancada no Senado – seis senadores do DEM e dois do PSL
» Bancada na Câmara – 28 deputados federais do DEM e 54 do PSL
» Pré-candidatos à Presidência da República – senador Rodrigo Pacheco (MG) e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta pelo DEM, e o apresentador de tevê José Luiz Datena pelo PSL

Fonte: Correio Braziliense

Podemos já considera Sérgio Moro seu candidato a presidente e tenta ressuscitar o lavajatismo

Condenado no STF pela parcialidade contra o ex-presidente Lula, Sérgio Moro já é tratado pela presidente do Podemos, Renata Abreu, como o nome da sigla para disputar o Planalto em 2022. A legenda, agora, tenta ressuscitar o lavajatismo, que teve diversas práticas anticonstitucionais comprovadas pela Vaza Jato

247 – Condenado no Supremo Tribunal Federal (STF) pela parcialidade contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-juiz Sérgio Moro passou a ser considerado pelo Podemos como o candidato da sigla à presidência da República em 2022. De acordo com informações publicadas pela coluna de Guilherme Amado, a presidente do Podemos, Renata Abreu, tem anunciado o ex-juiz como o nome da sigla em 2022.

O ex-ministro está morando nos Estados Unidos e desembarcou no Brasil no mês passado para conversas com lideranças sobre o cenário eleitoral do próximo ano.

Depois de tirar o ex-presidente Lula da eleição de 2018, Moro aceitou o convite da equipe do atual governo, na campanha eleitoral daquele ano. Depois foi ser ministro da Justiça. Deixou o cargo em abril do ano passado, apontando crime de responsabilidade de Jair Bolsonaro, ao denunciar a tentativa de interferência na Polícia Federal.

O ex-juiz ficou conhecido pelo julgamento dos processos em primeira instância da Lava Jato, mas cometeu diversas irregularidades durante a operação. De acordo com denúncias publicadas pelo Intercept Brasil, ele agia como uma espécie de assistente de acusação, o que feria a equidistância entre quem julga e quem acusa – as ilegalidades comprovadas ficaram conhecidas como vaza Jato.

Após autorização do STF, a defesa do ex-presidente Lula teve acesso a diálogos apontando que, em uma das mensagens, trocadas em 16 de fevereiro de 2016, o então magistrado pergunta se os procuradores têm uma “denúncia sólida o suficiente”.

Em 28 de abril de 2016, o então coordenador da Lava Jato, Deltan Dalla­gnol, avisou à procuradora Laura Tessler que Moro o havia alertado sobre a falta de uma informação na denúncia de um réu — Zwi Skornicki, representante da Keppel Fels, estaleiro que tinha contratos com a Petrobras para a construção de plataformas de petróleo.

Uma reportagem do jornal francês Le Monde, publicada em abril deste ano, mostrou que Moro esteve a serviço dos Estados Unidos quando atuava na Lava Jato.

Houve mais irregularidades. Os procuradores Deltan Dallagnol e Vladimir Aras não entregaram nomes de pelo menos 17 americanos que em 2015 estiveram em Curitiba (PR) sem o conhecimento do Ministério da Justiça, uma demonstração da influência dos EUA sobre a Lava Jato.

247

Dirigentes do Psol dizem que apoio a Lula em 2022 não está garantido

Partido pretende condicionar apoio ao ex-presidente a reciprocidade em São Paulo, em torno da candidatura de Guilherme Boulos, e a compromissos na agenda econômica

247 – “Dirigentes do PSOL afirmam que o apoio do partido a Lula ainda não está garantido —embora o PT já considere a adesão como favas contadas. Há pedras ainda no caminho, dizem psolistas. Algumas delas seriam programáticas: o PSOL quer que Lula incorpore a seu programa propostas como a taxação das grandes fortunas e a revogação do teto de gastos”, informa a jornalista Mônica Bergamo, em sua coluna na Folha de S. Paulo.

“A outra seria o eventual apoio dos petistas a candidaturas do partido em alguns estados —como a de Guilherme Boulos em São Paulo. O PT, no entanto, já está em pré-campanha pelo ex-prefeito Fernando Haddad (PT-SP)”, prossegue.

247

Michelle e Flávio Bolsonaro direcionaram mais de R$ 50 milhões em publicidade e patrocínio da Caixa

Michele Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (Foto: Divulgação)

O senador Flávio Bolsonaro seria o responsável pelo direcionamento de cerca de 57% dos R$ 87,5 milhões investidos pelo banco em patrocínios entre janeiro e agosto de 2021. A primeira-dama aplicou o direcionamento de patrocínios em ONGs

247 – A primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) atuaram em um esquema que direcionou mais de R$ 50 milhões em verbas de publicidade e patrocínio da Caixa Econômica Federal (CEF). O parlamentar seria o responsável pelo direcionamento de cerca de 57% dos R$ 87,5 milhões investidos pelo banco em patrocínios entre janeiro e agosto de 2021. A primeira-dama aplicou o direcionamento de patrocínios em Organizações Não Governamentais (ONGs) que têm ligação com igrejas evangélicas. A informação foi publicada pela revista Crusoé.

Um dos beneficiados pelo direcionamento de recursos foi a Confederação Brasileira de Ginástica, presidida por Maria Luciene Cacho Resende e representada por Ricardo Cacho Resende, filho dele e amigo de Flávio. A entidade recebeu patrocínio de R$ 30 milhões, o maior repassado pela entidade neste ano.

No caso de Michelle, a primeira-dama aplicou o direcionamento de patrocínios em ONGs que têm ligação com igrejas evangélicas.

A Associação Beneficente Criança Cidadã, por exemplo, recebeu R$ 1,75 milhão em 2019 e R$ 2,2 milhões em abril deste ano. O primeiro deles foi creditado um mês após encontro de Myrna Salsa da Nóbrega Targino, presidenta da ONG, com Michele, em novembro de 2019.

Em troca, a primeira-dama recebeu o título de “madrinha” da entidade.

247

Bolsonaro desiste de Mendonça e avisa que não indicará Aras ao STF

“A decisão explicaria a desenvoltura com que a PGR passou a agir em temas sensíveis para o bolsonarismo”, escreve o jornalista Rodrigo Vianna. “Nos bastidores da política, o quadro está sendo definido assim: ‘Aras agora está livre'”

O Procurador Geral da República, Augusto Aras, tem procurado interlocutores na política e na mídia para dar a notícia: Jair Bolsonaro desistiu definitivamente de ter o terrivelmente evangélico André Mendonça no STF, e já avisou que o próprio Aras perdeu a condição de “segunda opção” para a vaga.

A decisão explicaria a desenvoltura com que a PGR passou a agir em temas sensíveis para o bolsonarismo. Aras, por exemplo, acaba de pedir ao Supremo que seja mantida a quebra de sigilo fiscal de Frederick Wassef, advogado do senador Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas e responsável por esconder o arquivo ambulante Fabrício Queiroz em Atibaia (SP).

Nos bastidores da política, o quadro está sendo definido assim: “Aras agora está livre”. O PGR passa a atuar sem compromissos com o Palácio do Planalto, encerrando a fase de  vergonhosa submissão.

Bolsonaro fez chegar aos meios jurídicos que pensa em dois nomes para o lugar do moribundo André Mendonça: Luiz Felipe Salomão, ministro do STJ, ou William Douglas (desembargador federal no Rio, e também evangélico).

A nova nomeação para o STF pode ser entendida como parte do acordo em que Bolsonaro recua de posições mais espetaculosas, para salvar o mandato e o pescoço dos filhos. O presidente desiste de impor um nome ao Supremo, aceita negociar um ministro mais palatável, salvando as relações com o Senado e com os partidos conservadores. Mas, ao mesmo tempo, abre um flanco perigoso na PGR.

Se é verdade que Aras agora está livre e cheio de apetite, isso acontece exatamente na hora em que a CPI entregará à PGR material para um banquete de ações contra o presidente e seus filhotes.

247

Fora Bolsonaro: brasileiros vão às ruas neste sábado em 317 atos confirmados

A coordenação da campanha Fora Bolsonaro totalizou neste último levantamento 317 atos em 305 cidades e 18 países contra o governo de Jair Bolsonaro, em defesa da democracia, da soberania, da geração de emprego e renda

247, CMP – A coordenação da campanha Fora Bolsonaro totalizou neste último levantamento 317 atos em 305 cidades e 18 países contra o governo de Jair Bolsonaro, em defesa da democracia, da soberania, da geração de emprego e renda.

Para o coordenador nacional da Central de Movimentos Populares, Raimundo Bonfim, “as mobilizações de ruas são fundamentais para dar um ultimato ao presidente da Câmara, Arthur Lira, para instalar o processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Neste sábado seremos milhares defendendo a democracia e denunciando os crimes e desmandos de Bolsonaro, que têm levado o povo à fome e à miséria”.

A manifestação nacional contra Jair Bolsonaro marcada para este sábado, 2, reunirá 21 partidos políticos, sociedade civil, movimentos populares, além de ativistas e artistas, no país. As lideranças políticas dos partidos PT, Cidadania, DEM, MDB, PC do B, PDT, PL, Podemos, Solidariedade, PSD, PSB, PSDB, PSL, PSOL, PV, Rede, UP, PCB, PSTU, PCO e Novo confirmaram participação.

 

Carlos e Eduardo buscam terceirizar a empresas americanas disparos de fake news nas redes

A terceirização do serviço de disparo de mensagens para o exterior dificultaria a fiscalização dos órgãos judiciais

247 – O chefe do “gabinete do ódio”, Carlos Bolsonaro, está empenhado em terceirizar o serviço de disparo de mensagens em redes sociais a favor da eleição do pai, Jair Bolsonaro, para empresas dos Estados Unidos. Reportagem do UOL revela que o vereador vem articulando a ação com seu irmão, Eduardo Bolsonaro, e com o propagandista de Donald Trump, Steve Bannon.

A conexão com os americanos estaria sendo feita por Eduardo. O inquérito das fake news no STF investiga a ligação entre os dois. No mês passado, eles se encontraram.

Representantes brasileiros procuraram há duas semanas as empresas para auxiliar na campanha, antes dos atos do 7 setembro. Pelo menos uma delas rejeitou oferecer o serviço, segundo a reportagem.

A terceirização do serviço de disparo de mensagens para o exterior dificultaria a fiscalização dos órgãos judiciais.

247

Globo segue Folha e ataca documentário de Joaquim de Carvalho

(Foto: Reprodução)

Filme “Bolsonaro e Adélio – uma fakeada no coração do Brasil”, provoca reações na mídia corporativa, embora Jair Bolsonaro não tenha contestado o conteúdo da produção de Joaquim de Carvalho

247 – O documentário “Bolsonaro e Adélio – Uma fakeada no coração do Brasil”, que superou 1 milhão de visualizações nesta sexta-feira, 17, segue provocando mais incômodo na mídia corporativa brasileira do que em Jair Bolsonaro, que não contestou o conteúdo da reportagem de Joaquim de Carvalho. Agora foi a vez do jornal O Globo publicar uma matéria contra o filme do jornalista publicado na TV 247.

Embora a reportagem critique parlamentares do PT por compartilhar um vídeo assistido por mais de 1 milhão de brasileiros, o Globo não menciona que o deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) propôs a CPI da Fakeada, por acreditar que o episódio foi forjado, e que a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) declarou que Jair Bolsonaro disse a ela que venceria a eleição se recebesse uma facada, antes do episódio de Juiz de Fora.

Assim como a Folha de S.Paulo – que tentou intimidar o jornalista Joaquim de Carvalho enviando-lhe perguntas que mais pareciam um inquérito policial e publicou uma reportagem contra o documentário sem obter as respostas -, o jornal O Globo também divulgou a versão oficial dos acontecimentos.

“A Polícia Federal (PF) concluiu que não houve mandantes para o ataque a faca contra Bolsonaro em Juiz de Fora (MG). De acordo com a investigação, coordenada pelo delegado Rodrigo Morais Adélio Bispo de Oliveira, agiu sozinho, por iniciativa própria e sem ajuda de terceiros, tendo sido responsável tanto pelo planejamento da ação criminosa quanto por sua execução”, destacou o Globo.

É justamente essa versão que o documentário de Joaquim de Carvalho questiona, mostrando incoerências no caso, revelando fatos que precisam ser esclarecidos. É neste sentido que o jornalista defende que sejam reabertas as investigações sobre a suposta facada em Bolsonaro durante a campanha eleitoral.

Além da Folha e do Globo, um jornalista do The Intercept também atacou o documentário. “Querem claramente politizar o caso, mas eu aceito debater com qualquer jornalista sério que queria discutir os fatos trazidos no documentário”, diz Joaquim de Carvalho.

Fonte: 247

Paulo Coelho rechaça adesão a atos do MBL contra Bolsonaro: ‘Fizeram imenso mal ao país’

Foto: Divulgação

Conhecido opositor do governo federal, o escritor Paulo Coelho fez duras críticas à adesão do campo democrático brasileiro aos protestos organizados pelo Movimento Brasil Livre (MBL) contra o presidente Jair Bolsonaro, neste fim de semana. 

“Que não ocorra a nenhuma pessoa de bom senso juntar-se com esses idiotas do MBL na manifestação que programam para domingo”, declarou o artista, por meio de sua conta oficial no Twitter.

O escritor afirma ainda que os integrantes do MBL “adoram posar de bons moços, mas são Aécios travestidos”, em referência ao deputado Aécio Neves (PSDB-MG), apontado pela esquerda como responsável por ajudar a derrubar Dilma Rousseff (PT), eleger Bolsonaro e promover a instabilidade no país.

“Fizeram um imenso mal ao país. Não esqueçam isso”, alertou Paulo Coelho, sobre o MBL. Ele previu também que os atos do domingo vão “flopar feio e a direita vai dançar em cima” e publicou uma foto de Arthur do Val, integrante do MBL, armado e ao lado de Eduardo Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018. “Olha a foto do Mamãe [Arthur do Val, conhecido pelo pseudônimo “Mamãe Falei”]… Vocês acham que um cara desse muda?”, questionou.



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