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:: ‘Política’

Banco Central anuncia lançamento da nota de R$ 200

A partir do fim de agosto, os brasileiros poderão circular com um novo tipo de cédula. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje (29) a criação da nota de R$ 200.

A cédula terá como personagem o lobo-guará. O anúncio foi feito pelo Banco Central (BC), que convocou uma entrevista coletiva para apresentar a nova nota.

Em comunicado, o BC informou que deve imprimir 450 milhões de notas de R$ 200 até o fim de 2020. A data exata do lançamento da cédula ainda não foi anunciada. A autoridade monetária informou apenas que as notas deverão entrar em circulação no fim do próximo mês.

Agência Brasil

Toffoli e Maia querem quarentena de 8 anos para ex-juiz disputar eleições

Presidente da Câmara dos Deputados defende que medida passe a valer já para 2022

A ideia de determinar um período de quarentena para que juízes possam disputar eleições para cargos eletivos voltou a ser defendida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.A defesa foi feita por ambos nesta quarta-feira 29. Primeiro, Maia afirmou que o projeto de lei sobre o assunto deve ser votado ainda neste ano pelos deputados. “Já existem projetos tramitando na Casa. Acho que esse debate está sendo amadurecido e está perto de chegar a um entendimento de que carreiras de Estado não podem ser usadas como trampolim pessoal”, afirmou.

O prazo, na visão de Maia, é necessário para evitar que juízes tomem decisões “que podem, muitas vezes, ser distorcidas” e influenciar no processo eleitoral.

” Oito anos é um prazo longo, são duas legislaturas, dois mandatos para que a influência de decisões que aí muitas vezes podem ser distorcidas influenciem o processo eleitoral”, disse o presidente da Câmara.

No mesmo dia, Toffoli também tratou do tema.

“Utilização da magistratura e do poder imparcial do juiz para fazer demagogia, aparecer para a opinião pública e depois se fazer candidato. Quem quer ser candidato tem que deixar a magistratura, tem que deixar o Ministério Público, e há que haver um período de inelegibilidade, sim”, declarou o presidente do STF.

Hoje, juízes e procuradores podem concorrer a cargos eletivos – como de deputados, senadores, governadores e presidente da República – seis meses após deixarem o Judiciário, a não ser em caso de aposentadoria compulsória, quando são exigidos oito anos..

Fonte: Carta Capital

URGENTE! PT quer CPI já para apurar por que Lava Jato detém dados de 38 mil pessoas

Legenda quer investigar as suspeitas levantadas de que força-tarefa faz uso político de banco de dados de milhares de pessoas, incluindo juízes e parlamentares. Os indícios de abusos e falta de transparência do grupo dirigido por Deltan Dallagnon foram levantados por ninguém menos que o chefe do Ministério Público Federal, Augusto Aras. “É uma caixa de segredos”, alerta o procurador-geral da República

Partido dos Trabalhadores quer a instalação imediata de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a atuação dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, depois que o procurador-geral da República, Augusto Aras, revelou que o grupo investigou 38 mil pessoas, incluindo parlamentares e juízes, sem qualquer tipo de justificativa. “A Câmara precisa instalar esta CPI para que o Brasil conheça a verdade sobre uma operação que tanto prejuízo causou ao Brasil”, defendeu a presidenta do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR). A CPI foi solicitada pelo líder do PDT na Câmara, deputado André Figueiredo (CE) e tem o apoio da bancada do PT.

“A força-tarefa de Curitiba tem 350 terabytes e 38 mil pessoas com seus dados depositados, que ninguém sabe como foram escolhidos”, revelou Aras, durante uma live transmitida pelo grupo ‘Prerrogativas’, na noite de terça-feira, 28 de julho. “Não se pode imaginar que uma unidade institucional se faça com segredos, com caixas de segredos”. O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) considera muito graves as revelações de Aras: “A Câmara deve imediatamente instalar a CPI da Lava Jato, que já foi lida e aguarda decisão do  Rodrigo Maia para iniciar o funcionamento”.

Pimenta anunciou que o partido vai acionar o Supremo Tribunal Federal e o próprio  Ministério Público Federal para acompanhar as medidas adotadas para investigar e identificar os responsáveis. “Os 50 mil documentos que a Lava Jato possui arquivados em um sistema paralelo, sem controle da PGR ou das corregedorias, revela um Estado Policial dentro do país”, alertou o deputado petista gaúcho. “Trata-se de uma afronta ao Estado de Direito e não pode ser tolerado impunimente pelo STF e pelo Congresso”.

O PT avalia que a possibilidade de compartilhamento de informações pessoais entre Receita Federal, Lava Jato e PF sem autorização judicial, para criar um banco de dados sobre 38 mil pessoas é criminoso. “É uma polícia política para ser acionada contra todos que não se intimidam aos abusos”, criticou Pimenta.

Guerra no MPF

Em junho, a Procuradoria Geral da República tentou ter acesso aos dados armazenados pela investigação no Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. A força-tarefa em Curitiba recebeu a visita da vice-procuradora Lindôra Araújo, uma das principais auxiliares de Aras, mas se recusou a entregar os dados, questionando a legalidade da busca e acusando o procurador-geral de “manobra ilegal”.

Augusto Aras  recorreu ao Supremo Tribunal Federal e o presidente da corte, ministro Antonio Dias Toffoli, determinou o compartilhamento de dados. Ao expedir a ordem, o ministro afirmou que a posição da Lava Jato viola o princípio da unidade do Ministério Público Federal.

Segundo Aras, todo o Ministério Público Federal no país armazena 40 terabytes de informações. A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, sozinha, tem mais dados armazenados que todo o sistema de informações de todos os procuradores federais. Segundo Aras, o arquivo do grupo de procuradores de Curitiba tem 350 terabytes.

Da Redação

‘Não quero vítima como candidato em 22’, diz Janaina sobre Moro

Deputada estadual pelo PSL em SP criticou nesta segunda (27) afirmações dada pelo ex-ministro, de que governo usou sua presença no ministério

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) criticou nesta segunda-feira (27) as últimas afirmações do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro. Nas redes sociais, a parlamentar escreveu que está “cansada de ouvir lamúrias” e que vitimização “é coisa de quem não tem proposta”.

Paschoal acredita que não devemos antecipar a eleição presidencial de 2022. “No entanto, caso ele (Moro) tenha o desejo, ou o sentimento de responsabilidade, precisará abrir a cabeça. Eu não escondo de ninguém minha admiração por ele a propensão de o apoiar em uma possível candidatura em 22, mas já estou cansada de ouvir lamúrias. Alguém que queira governar o Brasil precisa ter a capacidade de virar a página”, afirmou.

Bolsonaro ignora mortos e faz cálculos para a reeleição, escreve Celso Rocha de Barros

O sociólogo Celso Rocha de Barros escreve em sua coluna na Folha de S.Paulo que o cálculo de Bolsonaro é que vai se eleger, se os sobreviventes não sentirem empatia com as vítimas

247 – “O Brasil deve chegar a 100 mil mortos na pandemia nas próximas semanas. É duas vezes o número estimado de brasileiros mortos na Guerra do Paraguai. Mas Bolsonaro aposta que genocídio não custa voto”, escreve Celso Rocha de Barros.

“Se morrer 1 milhão de pessoas, e seus, digamos, dez parentes e amigos próximos se revoltarem contra Bolsonaro, ainda não é gente suficiente para colocar um candidato presidencial no segundo turno. Como notou o cientista político Christian Lynch, os que morreram não vão votar”.

“Se você adoecer e morrer, Bolsonaro perderá seu voto, mas nenhum adversário de Bolsonaro tampouco o terá. Bolsonaro já precificou a sua morte, leitor, e conta que ainda dá para ganhar eleição sem os votos de sua viúva e de seus órfãos”.

“Bolsonaro tenta manter seus seguidores fiéis “protegidos” da ciência e da imprensa profissional. Para isso, tenta lhes despertar a sensação de que são os malandros que ninguém engana, os que tomaram a pílula vermelha do Matrix, que descobriram a verdade, que não serão iludidos pelo que diz a “mídia esquerdista” ou os “cientistas comprados pela China”. Não tem estelionato que dê certo se você não conseguir que o otário sinta que quem está sendo malandro é ele”.

Ainda é cedo para dizer se matar 100 mil pessoas custa votos no Brasil. Nos Estados Unidos, a reeleição de Donald Trump parece seriamente ameaçada. Aqui o clima anda mais para acordão. Sabe como é, você anistia 500 assassinatos, passa uns anos, os caras aparecem querendo que anistie mais 100 mil.

A frente ampla só aprova o que é de interesse da direita

A aprovação da Fundeb serviu para provar que a frente ampla só aprova o que beneficia a direita. Outros projetos, de interesse do povo, não terão a mesma sorte

lguns episódios do período recente têm sido muito didáticos para que se compreenda qual a verdadeira natureza da política da frente ampla no Brasil. Para quem não entende o conceito, a frente ampla seria, em tese, uma união de diversos setores da política nacional, para “lutar contra Bolsonaro”. Seria colocar na mesma frente desde Guilherme Boulos até Fernando Henrique Cardoso, passando por todos os partidos do centrão e da direita tradicional.

O PT é um dos poucos partidos que ainda não entrou por inteiro nessa frente, muito por conta da política de Lula, que tem evitado que isso aconteça. No entanto, há uma forte pressão da ala direita do partido para que eles também se juntem com esses vigaristas políticos.

A aprovação do Fundeb, amplamente celebrada pelos setores da esquerda que apoiam a frente ampla, e também pela direita, foi uma demonstração do seu funcionamento. O Fundeb é um fundo para os municípios e estados e que seria usado para investir na educação. O que é curioso, porém, é observar que toda a direita nacional, que sempre lutou contra o aumento dos investimentos em educação, cultura, saúde e tudo que possa ser de interesse do povo, celebrou a aprovação desse fundo em particular, mostrando o seu verdadeiro propósito, que é uma espécie de propina para os prefeitos e governadores e que não vai ser revertido em nada para a população.

Um outro Projeto de Lei, no entanto, que é de muito maior interesse para o povo. O PL 1462 do deputado petista Alexandre Padilha, que tem como finalidade estatizar a vacina e tecnologias em geral para tratamento de doenças epidêmicas que deixem o país em estado de calamidade pública, parece não possuir a mesma popularidade de que gozava o Fundeb entre os parlamentares. A PL é acertada e sua aprovação seria de benefício para o povo, particularmente no momento atual, em que a pandemia de coronavírus atinge o país de forma devastadora. No entanto, não se vê a frente ampla lutando por essa pauta. Não vemos Rodrigo Maia chorando no Congresso pela estatização da vacina contra a Covid-19.

Os dois fatos servem para mostrar que os partidos que formam a frente ampla não farão nada de interesse do povo, além de mostrar que quem realmente tem voz nessa frente não é a esquerda, e sim a direita. Sob o pretexto da luta contra Bolsonaro, os partidos da direita tradicional sequestraram a esquerda e a colocaram completamente a reboque deles. O que deve ser feito é se colocar contra a política da frente ampla e a favor do “Fora Bolsonaro” nas ruas, por meio das mobilizações populares.

Bolsonaro retoma trabalho no Planalto e se diz “imunizado” contra Covid-19

Após 20 dias em que ficou isolado cumprindo quarentena por ter sido infectado com o novo coronavírus, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), disse nesta segunda-feira (27) que já está imunizado contra a doença, mas que está evitando, por precaução, contato com as pessoas.

O presidente retomou as atividades no Palácio do Planalto, onde se reunirá com o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Ao falar com apoiadores que o aguardavam na parte interna da residência oficial, Bolsonaro usou máscaras e evitou apertar as mãos das pessoas. “Estou imunizado já, mas evito o contato”, disse o presidente.

No último sábado (25), o presidente informou em uma rede social que seu teste de coronavírus havia dado negativo. Bolsonaro foi diagnosticado com coronavírus no último dia 7 de julho.

Logo após a publicação, Bolsonaro saiu de moto por Brasília, acompanhado por seguranças.

Sem partido, Bolsonaro diz que ‘não vai se meter em eleições municipais’

Jair Bolsonaro disse que já tem problemas demais para se ocupar. “Tenho problema de desemprego, cresceu a violência”

Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

Em fala a apoiadores no Palácio da Alvorada nesta quarta-feira (22), mesmo após testar positivo para o coronavírus pela terceira vez, Jair Bolsonaro afirmou que não irá ‘se meter’ nas eleições municipais deste ano.

Bolsonaro disse que não tem partido, pois deixou o PSL e não conseguiu ainda fundar o Aliança pelo Brasil, e que já tem problemas demais para se ocupar: “tenho problema de desemprego, cresceu a violência”.

Ele também tratou da aprovação do Fundeb no Congresso na terça-feira (21), tentando faturar para seu governo a conquista.

Fonte: 247

Sete deputados votaram contra o Fundeb. Saiba quem são eles

O novo fundo para a educação pública foi aprovado em primeiro turno na Câmara com 499 votos favoráveis e apenas sete contrários. Sabe quem são os deputados que votaram contra

Em votação histórica e em derrota do governo, o Fundeb foi aprovado com quase unanimidade pela Câmara Federal na noite desta terça-feira (21), com 499 favoráveis e apenas sete contrários.

Paulo Martins (PSC-PR), Bia Kicis (PSL-DF), Chris Tonietto (PSL-RJ), Filipe Barros (PSL-PR), Junio Amaral (PSL-MG), Luiz P. O.Bragança (PSL-SP) e Márcio Labre (PSL-RJ) foram os deputados que se posicionaram contra o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 15/15.

Ao longo da tarde, a base do governo Bolsonaro tentou adiar a votação, sem sucesso. Sem votos, os governistas acabaram cedendo e a votação com um acordo favorável à oposição foi iniciada. O relatório da Professora Dorinha (DEM-TO) foi apresentado com uma parcela de 23% de contribuição da União.

247

Patrícia Pillar detona Bolsonaro: “só enxergo estupidez e destruição”

A atriz Patricia Pillar manifestou profunda indignação com a postura do presidente Jair Bolsonaro diante da pandemia de coronavírus. Ela disse: “a curto prazo não enxergo nenhuma luz, só estupidez e destruição”

Patricia Pillar pede mobilização em prol de religiões de matrizes africanas

A atriz, diretora e produtora Patrícia Pillar afirmou que não vê luz no fim do túnel para o Brasil, com a catástrofe sanitária associada à gestão temerária de Jair Bolsonaro. Ela complementou, indignada, ao jornalista Ancelmo Gois, d’O Globo: “e o pior, são mais de 75 mil mortes pela Covid até agora”

A reportagem do portal Uol relata que “diante do número crescente de mortes no país, ela [Patrícia Pillar] acusou o político de dar um mau exemplo ao estimular, indiretamente, as pessoas a não usarem máscaras e a irem para as ruas.”

A matéria ainda destaca que “ela ainda ressaltou que a Saúde não é o único ponto fraco da gestão do chefe de Estado, atualmente sem partido. “[São] perdas irreparáveis em Educação, Meio Ambiente, Cultura, Relações internacionais”, cita ela, sobre algumas das pastas que enfrentam problemas internos.”

 



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