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:: ‘Política’

Deltan Dallagnol diz que recebeu Pix de apoiadores para indenizar Lula

Foto: Reprodução / Agência Brasil

O ex-procurador Deltan Dallagnol (Podemos) afirmou que vem recebendo dinheiro via Pix de desconhecidos, em sinal de solidariedade pela condenação imposta pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na terça-feira (22).

De acordo com o que divulgou o Portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, o ex-procurador Deltan Dallagnol (Podemos) afirmou que vem recebendo dinheiro via Pix de desconhecidos, em sinal de solidariedade pela condenação imposta pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na terça-feira (22).

De acordo com o político, as arrecadações serão “aplicadas”, e “os rendimentos serão destinados a hospitais filantrópicos para tratamento de crianças com autismo e câncer”. No Twitter, Dallagnol afirmou já ter recebido mais de R$ 130 mil.

“Foram CENTENAS e CENTENAS de contribuições espontâneas de pessoas de todo o Brasil, de 1, 2, 5, 25, 30, 50, 100, 500 ou 1.000 reais, e minha esposa está me avisando que elas não param de chegar!”, escreveu

As doações vieram após Dallagnol ser condenado por danos morais devido a uma coletiva de imprensa concedida, em 2016, no âmbito da Operação Lava Jato. Com o auxílio de slides de PowerPoint, ele divulgou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente no caso do tríplex do Guarujá (SP), com afirmações vagas e genéricas, tratando o petista como culpado antes mesmo do processo.

Fonte: Bahia Notícias

Em ato de filiação ao PSB, Alckmin saúda Lula: “reflete a esperança do povo e representa a democracia”

O ex-governador ingressou no PSB para viabilizar sua aliança com Lula e disse que é preciso olhar para frente: “política é esperança, e é isso que nos une aqui”

247 – O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin se filiou ao PSB na manhã desta quarta-feira (23). O ingresso na sigla é visto como um ato que define a candidatura do ex-tucano à Vice-Presidência na chapa do ex-presidente Lula (PT)

Em discurso, Alckmin falou em tom de conciliação e pacificação. “A política é a arte do bem comum, é a mais difícil das antiguidades humanas e exige coragem. Esse é o momento excepcional que o Brasil está vivendo. Há 49 anos, aos 20 anos de idade, fui candidato a vereador em Pindamonhangaba para redemocratizar o Brasil, tirar a ditadura. As ditaduras suprimem a liberdade. Em nome do pão, não dão o pão que prometeram e nem devolvem a liberdade que tomaram. Vivemos hoje um desses novos momentos graves da vida nacional, dois pesadelos que assombram o país: violência e miséria. O Brasil tem uma dívida social com nossa população, mas isso aumentou e piorou enormemente. Essa é a razão de estarmos aqui, no PSB, o partido da liderança, que tem história”.

“A social-democracia e o socialismo quando nasceram, há alguns séculos, estiveram nos princípios das lutas trabalhistas e sociais. Alguns podem estranhar. Eu disputei com o presidente Lula a eleição em 2006, fomos para o segundo turno, mas nunca colocamos em risco a questão democrática. O debate era de outro nível. Nunca se questionou a democracia. A primeira tarefa nossa é combater a mentira, porque é o que há de pior para o regime democrático. Aqueles que criticam, desconfiam, agem de maneira displicente ao resultado das eleições estão ofendendo a democracia. Os que ameaçam o parlamento estão ameaçando a democracia. Os que agridem o Supremo Tribunal Federal estão agredindo a democracia. É evidente que estamos frente um mmento excepcional e é preciso olhar para frente. Winston Churchill dizia que quando nós aprofundamos a rixa entre o presente e o passado nós nos esquecemos o futuro. E é o futuro que aqui nos une, a esperança. Ulysses Guimarães relata que na última viagem que fez com Juscelino Kubitschek perorava entusiasmado: ‘a política é a esperança’. São Lucas é o mais querido dos evangelistas porque é amoroso. Política não é coruja, que sofre de agouros. Política é esperança, e é isso que nos une aqui. Por isso me sinto tão feliz de estar aqui no PSB”, falou o ex-governador.

Citando mais uma vez Lula, ele disse: “quero cumprimentar o PSB pela decisão de apoiar o presidente Lula para presidente da República. Nós temos que ter os olhos abertos para enxergar, a humildade para entender que ele é hoje aquele que melhor reflete, interpreta o sentimento de esperança do povo brasileiro. Ele representa a própria democracia porque é fruto da democracia. Não chegara lá, do berço humilde, se não fosse o processo democrático. Por ter conhecido as vicissitude é que interpreta esse sentimento da alma nacional. Não tenho dúvida de que o presidente Lula, se Deus quiser eleito, vai reinserir o Brasil no cenário mundial, vai alargar o horizonte do desenvolvimento econômico e vai diminuir essa triste diferença social que temos no país. O Brasil precisa ser bom para todos, trazer prosperidade para todos, qualidade de vida para todos”.

Discursaram também o presidente do PSB, Carlos Siqueira, o ex-governador Márcio França (PSB), o deputado federal Bira do Pindaré (MA-PSB), o prefeito de Recife, João Campos (PSB), a presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), e outros.

João Campos definiu a filiação de Alckmin: “largueza. O governador Alckmin está sendo largo, pensando no Brasil, pensando no que todos nós fazemos política deveríamos pensar. A gente tem que buscar unidade nas convergências. Chega de divergências, daquilo que nos separa”.

“Haddad é o único que pode derrotar o tucanato”, diz presidente do PSOL após desistência de Boulos

Juliano Medeiros aponta que o PSOL deve apoiar Haddad (PT) para o governo paulista, deixando Márcio França (PSB) sozinho na disputa

247 – Após o líder do MTST Guilherme Boulos (PSOL) anunciar sua desistência da corrida eleitoral pelo governo de São Paulo, o presidente da sigla, Juliano Medeiros, apontou pelo Twitter nesta segunda-feira (21) que o partido deve apoiar o pré-candidato Fernando Haddad (PT).

Medeiros disse considerar que Haddad é o único capaz de derrotar a hegemonia do PSDB em São Paulo, mas advertiu que a decisão de quem apoiar cabe ao coletivo do PSOL. “Como candidato a deputado federal, Boulos poderá ajudar a consolidar uma bancada ainda mais expressiva da esquerda e do PSOL na Câmara dos Deputados. Para o governo de SP, considero que Fernando Haddad é o único que pode unir as esquerdas e finalmente derrotar o tucanato”.

‘Esse debate será feito nas instâncias do PSOL em São Paulo. Obviamente defenderei a posição que for definida pela maioria com disciplina e compromisso militante. Mas como eleitor e filiado do partido no estado, manifesto a posição que penso ser a mais correta no momento”, completou.

Se o apoio do PSOL a Haddad se confirmar, o petista, que já lidera as pesquisas, deve se consolidar ainda mais na dianteira. Já o pré-candidato Márcio França (PSB) pode ficar sozinho na disputa.

 

Chegada de Alckmin é parte de pacote de mudanças programáticas no PSB 40

Foto: Reprodução / Agência Brasil

por Fábio Zanini | Folhapress

A filiação de Geraldo Alckmin ao PSB é parte de um pacote que inclui uma mudança profunda no partido, que quer passar a ser visto como uma legenda próxima do centro, embora traga a palavra “socialista” no nome.
No mês que vem, a sigla realizará em Brasília um congresso em que deve aprovar um novo programa partidário.
“A ideia é que o partido fique mais parecido com a social-democracia europeia e menos preso a conceitos como a estatização dos meios de produção”, diz o governador do Maranhão, Flávio Dino.
Segundo ele, já ficou demonstrado em diversos países do mundo que quem melhor combate o extremismo ideológico são os centristas. “Será um partido que toca na questão nacional, com muita ênfase na distribuição de renda”, afirma Dino.
O congresso terá como lema o “socialismo criativo”, mais conectado com novos temas, como a economia criativa, formas inovadoras de comunicação e o meio ambiente.
A própria chegada ao partido de Alckmin é parte desse processo de arejamento. “É o resgate da tese da frente ampla, que expressa o campo da Constituição de 1988 e une a centro-esquerda e a centro-direita, representada pelo Alckmin”, diz o governador.
Segundo Márcio França, ex-governador de São Paulo, Alckmin vai se sentir “totalmente à vontade” no novo PSB. Uma das mudanças a serem anunciadas é a defesa pelo partido da implantação do parlamentarismo, sistema que historicamente é associado ao PSDB, de onde o ex-governador acaba de sair.

Fonte: Bahia Notícias

Lula: “fome é doença que não dói aos olhos de quem não a sente”

“É uma das coisas mais bárbaras que a humanidade deixou acontecer, porque temos capacidade de produzir alimentos para todos”, disse o ex-presidente

Rede Brasil Atual – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou neste sábado (19) o assentamento Eli Vive, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Londrina, interior do Paraná. Ele participou da “Jornada de Solidariedade: Rumo aos Comitês Populares”, que marcou o lançamento nacional dos comitês. Como o próprio PT afirma em seu perfil no Twitter, trata-se de uma “retomada do trabalho de base”.

No evento, Lula discursou e falou a respeito da atual situação do Brasil, chamando a atenção para o aumento dos combustíveis promovido durante o governo Bolsonaro. “Nosso país foi submetido a um processo de destruição. A Petrobras era uma empresa excepcional. Nós temos petróleo autossuficiente, o que não temos são refinarias, porque pararam de fazer. E agora temos 392 empresas importando gasolina dos EUA, pagando em dólar”, apontou.

Além do elevado custo de vida, o ex-presidente falou a respeito de problemas como o desemprego e o aumento da fome. “Eu sei o que é um chão de fábrica. Sei o que é ficar desempregado. Levantar de manhã e não ter nem café pra tomar. Tem gente muito mais letrada do que eu. Mas nem 10% dos que querem concorrer entendem a alma do povo brasileiro como eu entendo”, disse.

“A fome é uma doença que não dói aos olhos de quem não a sente. É uma das coisas mais bárbaras que a humanidade deixou acontecer, porque temos capacidade de produzir alimentos para todos, mas são 19 milhões de pessoas passando fome no Brasil e 116 milhões com comida insuficiente”, pontuou.

Lula e o semipresidencialismo

Em seu discurso, Lula criticou as ações do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que pretende articular uma proposta que estabeleça o chamado semipresidencialismo no Brasil. O parlamentar criou na quinta-feira (17) um grupo de trabalho para discutir o tema, com um “conselho consultivo” formado por figuras como o ex-presidente Michel Temer (MDB).

“Não conseguiram aprovar o parlamentarismo com dois plebiscitos, vão tentar uma mudança na Constituição para criar o semipresidencialismo. Você elege um presidente, pensa que vai governar, mas quem vai governar é a Câmara, com orçamento secreto para comprar o voto dos deputados, para fazer todas as desgraceiras que estão fazendo”, contestou Lula.

Como tem feito em discursos e entrevistas, Lula reforçou a necessidade de se priorizar as eleições parlamentares. “Durante as eleições eu vou pedir voto para deputado. Vocês tratem de lançar candidato. Nós precisamos de pelo menos metade de deputados bons. Se não, não consegue aprovar, fazer as coisas.”

247

Parlamentares do Psol pressionam Boulos a disputar vaga na Câmara, mas ele diz que vai até o fim

247 – “Aumenta a pressão entre parlamentares do Psol para que o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Guilherme Boulos, retire a sua candidatura ao governo de São Paulo e se lance como candidato a deputado federal”, informam os jornalistas Raphael Di Cunto e Marcelo Ribeiro, em reportagem publicada no Valor Econômico. “A mudança na candidatura serviria para Boulos ter um papel de destaque no Congresso num eventual governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e também para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira em 2022, o que está fazendo inclusive o Psol estar quase fechado numa federação com o Rede”, apontam ainda os repórteres.

Entretanto, Boulos diz que irá até o fim e que vai manter seu nome na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. “Essas especulações [de desistência] têm sido fomentadas para minar nossa candidatura”, diz ele. “O líder do MTST planeja concorrer ao governo paulista, mas a disputa tende a se dar entre o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) ou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, ainda sem partido, mas escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para ser o seu candidato em São Paulo”, preveem os jornalistas do Valor.

247

Divididos entre Lula e Bolsonaro, senadores do PSD rejeitam Leite

Eduardo Leite (Foto: Reprodução)

Senadores disseram ao presidente do partido, Gilberto Kassab, que ainda é cedo para falar na candidatura do atual governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite

247 – Senadores do PSD estão rejeitando a candidatura do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que saiu do PSDB para ser candidato à presidência — e busca negociar com o PSD o lançamento de sua candidatura.

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, os parlamentares disseram ao presidente do partido, Gilberto Kassab, que ainda é cedo para falar na candidatura de Leite.

O Painel da Folha destacou que a conversa ocorreu na noite de quarta-feira, 9, quando o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), anunciou a desistência de disputar o Palácio do Planalto.

De acordo com o líder da bancada do PSD, Nelsinho Trad, o partido está dividido entre apoiar Jair Bolsonaro (PL) ou o ex-presidente Lula (PT). Outros setores defendem lançar candidatura própria para ‘empunhar sua bandeira’, pois o partido está completando 10 anos.

247

Dilma faz apelo por maior participação feminina na política: “só as mulheres podem assegurar conquistas para si mesmas”

Ex-presidenta Dilma Rousseff (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

No Dia Internacional da Mulher, a ex-presidente defendeu que as mulheres ‘tenham representação política’ e ‘busquem o poder’

247 – No Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta terça-feira (8), a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) participou de uma live promovida pelo Instituto Lula e fez um apelo por mais participação feminina na política.

Segundo ela, ainda que homens possam ser aliados do movimento feminista, “só as mulheres podem assegurar conquistas para si mesmas”. Ela afirmou que a maior ocupação de mulheres no campo político é o segundo passo do que foi a conquista do voto feminino, em 1932.

A ex-presidente destacou que a exclusão das mulheres acontece em todos os espaços, mas se torna mais grave na política, que é o instrumento de mudança da sociedade. “Quando a mulher sai do espaço privado, que é o espaço que o patriarcalismo destinou a ela, e vai para o espaço público, ela tem que estar subordinada, tem de estar qualitativamente mais destituída. Não lhe dão os melhores trabalhos e nem tem acesso aos melhores trabalhos. Quando se trata da política isso é mais grave ainda, porque a política mexe com todos os nós de uma sociedade. Vai mexer com os processos de transformação que estão sendo garantidos por uma estrutura de poder, e é aí que vem a misoginia, vem o ataque sistemático às mulheres que ousam contrariar as normas”.

“Elas são tachadas de burras, de vagabundas, desonestas, muito duras ou histéricas. E a misoginia não recai sobre todas as mulheres, é fundamentalmente uma forma pela qual se reprime, se impede que as mulheres ampliem sua participação. Só as mulheres podem assegurar para si mesmas conquistas. Óbvios que homens podem nos ajudar, mas o protagonismo é da nossa luta. Ela [mulher] tem de ter representação política, buscar o poder. Essa é a parte mais delicada dessa luta. Em todos os lugares em que isso se ampliou, em que a paridade foi adotada, a luta feminista teve um papel fundamental. Sem as mulheres não tem jeito”, declarou.

247

Fernando Haddad articula tratativas para tentar reaproximar Lula e Marina

Foto: Reprodução / O Globo

O candidato à presidência pelo PT em 2018 e ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, tem articulado uma reaproximação da ex-senadora Marina Silva (Rede) com Lula (PT). Segundo a coluna de Lauro Jardim em O Globo, o diálogo é de interesse do ex-presidente, mas a ambientalista ainda estaria refutando a ideia.

Ex-aliados, os dois romperam em 2009, após Marina entregar o cargo de ministra do Meio Ambiente, deixar o Partido dos Trabalhadores – onde militou por 30 anos – e migrar para o Partido Verde.

Em públicas recentes, ela afirmou que avalia se candidatar a uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo estado de São Paulo. O diretório paulista da Rede e integrantes de movimentos sociais estariam apoiando seu nome na disputa eleitoral.

A candidatura de Marina Silva é vista por membros da legenda como uma estratégia para que quebrem a cláusula de barreira e eleger uma bancada maior de parlamentares federais.

Na sexta-feira passada, em entrevista à Folha, Marina admitiu que seu partido também negocia uma federação com o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), devido aos pontos de pauta em comum.

Embora o senador Randolfe (Rede) já tenha declarado seu apoio ao ex-presidente Lula, a senadora evitou falar sobre sua preferência, arguementando que quadros da agremiação se dividem entre Ciro Gomes (PDT) e o petista. O grupo de Marina estaria mais próximo do pedetista.

Randolfe participará da coordenação da campanha de Lula. “É uma posição pessoal [de Randolfe], que não foi debatida dentro do partido”, afirmou a ex-senadora.

Fonte: Bahia Notícias

França propõe a Lula pesquisa para definir candidato em SP e evitar disputa com Haddad

Foto: Ricardo Stuckert / Marcos Corrêa

França teve uma conversa, nesta terça-feira (22), com o ex-presidente Lula (PT) para tratar da questão de São Paulo, que é um entrave para a federação entre PT e PSB.
O ex-governador levou a Lula sua proposta de que o candidato em São Paulo seja definido a partir de uma pesquisa contratada pelos partidos em maio. Segundo França, Lula ficou de discutir a ideia com Haddad e com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann.
“Lula compreendeu os meus argumentos. Naturalmente o PSB e o PT têm uma tendência consolidada de caminhar juntos no Brasil”, disse França.
O ex-governador afirmou acreditar que em São Paulo os partidos também estarão unidos, mas não há ainda um formato definido.
“Acho possível fazer se houver um pouco de boa vontade de cada lado. E eu senti no [ex] presidente [Lula] uma boa vontade de juntar as partes”, completou.
França não deixou claro que papel ele poderia desempenhar na eleição caso a pesquisa em maio confirme o cenário atual, em que Haddad lidera.

 



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