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:: ‘Política’

‘Não há razão para o mercado temer Lula’, diz Wellington Dias a investidores na Faria Lima

O governador do Piauí também ressaltou que o programa econômico do PT deve ser finalizado entre maio e junho

247 – O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), disse durante uma reunião com investidores, representantes de fundos de investimento e de instituições financeiras, realizada na terça-feira (25) na sede da corretora XP Investimentos, em São Paulo, que o mercado financeiro não deve temer um eventual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Não há razão para o mercado temer Lula”, disse Dias, de acordo com a coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

No encontro, o governador também ressaltou que o programa econômico do PT deve ser finalizado entre maio e junho e que a reforma tributária é um “assunto urgente”. Nesta quarta-feira (26), Lula afirmou, em entrevista à Rádio CBN Vale do Paraíba, que o Brasil “está com a economia atrofiada e perdeu a capacidade de investimentos”. Segundo ele, “o desafio agora é recuperar a economia”.

Ainda segundo ele, “o Brasil está muito mais desestruturado do que em 2003; a inflação está maior, o custo de vida, o desemprego e os prejuízos salariais estão muito maiores”, e é preciso “saber quem vai resolver o problema do emprego, da economia, a credibilidade do país no mundo, o atraso escolar das crianças por causa da pandemia”.

247

Paulo Marinho prevê prisão da família Bolsonaro em 2023

(Foto: Roque Sá/Agência Senado | ABr)

Empresário, que chegou a coordenar a campanha de Bolsonaro, diz agora que seu “consolo” é que “a família presidencial vai para cadeia” no ano que vem

247 – O empresário Paulo Marinho prevê a prisão da família Bolsonaro em janeiro de 2023. Em postagem no Twitter, ele diz que seu “consolo” é que no início do ano que vem “a família presidencial vai para cadeia”.

Marinho, que foi coordenador da campanha de Jair Bolsonaro à presidência em 2018, mas depois virou opositor do político, resgatou também em postagem no Twitter um episódio envolvendo Gustavo Bebianno, trazido à tona pela revista Veja.

Confira abaixo as publicações:

“A elite odiava Brizola”, diz neto do líder político

“A elite jamais perdoou Brizola por dar vez e voz aos excluídos”, disse Leonel Brizola Neto à TV 247. Líder político teria completado 100 anos neste sábado, 22

247 – Neto do fundador do PDT, Leonel Brizola (1922-2004), o ex-vereador Leonel Brizola Neto falou longamente em entrevista ao programa Forças do Brasil, na TV 247, sobre as influências, feitos históricos e relações do avô, um dos maiores líderes políticos que o Brasil já teve, e que teria completado 100 anos neste sábado, 22 de janeiro, caso estivesse vivo.

Leonel Brizola Neto lembrou, na conversa com o jornalista Mario Vitor Santos neste sábado, que o avô “levou luz, água, escola de primeiro mundo, em tempo integral” aos mais pobres, “defendeu os marginalizados, os invisíveis, aqueles que ninguém quer ver” e que por isso “foi criminalizado claramente”, chegando inclusive a se alvo de um “boicote fortíssimo” da Rede Globo.

Quando ele faz o Ciep – Centros Integrados de Educação Pública -, “isso era inaceitável para a elite carioca”, prossegue o ex-vereador, que conviveu de perto com o avô, seja pessoalmente, desde criança, ou trabalhando, já na vida adulta. “A verdade é que todo o governo Brizola, seja no Rio Grande do Sul, seja no Rio de Janeiro, o orçamento era destinado aos mais necessitados. Então por isso a elite nunca perdoou Brizola”, disse.

“Democracia faz mal ao Estadão”, diz Gleisi Hoffmann

247 – A presidenta do PT, deputada Gleisi Hoffmann, respondeu, nas redes sociais, ao editorial do jornal O Estado de S.Paulo deste domingo, 23, que ataca o ex-presidente Lula (PT), sinalizando que pode se aliar mais uma vez a Jair Bolsonaro.

O jornal paulista escreveu que “considerando tudo o que o PT fez e deixou de fazer ao longo de seus 40 anos de existência – muito especialmente, no período em que Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff estiveram no Palácio do Planalto –, uma nova candidatura petista à Presidência da República não deveria suscitar entusiasmo na população”.

No Twitter, Gleisi respondeu que “a democracia faz mal ao Estadão”. “Editorial de hoje mostra que não se conformam com a vontade do povo, de trazer Lula de novo para reconstruir um país destruído pelo golpe do impeachment e por Bolsonaro”, diz.

“O que o povo não esquece é o Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Prouni, Lei de Cotas, aumento real de salário, emprego de qualidade com direitos, o país crescendo e distribuindo renda”, continua.

“O que o Estadão quer que esqueçam é a ‘escolha difícil’ que fez por Bolsonaro em 2018, junto com os grandes da mídia. Para salvar seus interesses de classe, colocaram no governo um bando de milicianos e fascistas”, argumenta.

“Não adianta falsear a história: a sociedade sabe hoje que a Lava Jato foi uma farsa comandada por um juiz parcial com motivações políticas, confessadas sem nenhum pudor na campanha eleitoral”, afirma.

“O povo tem memória sim, e é melhor respeitá-la do que insistir na mentira e na mistificação. O povo sabe quem de fato governou democraticamente, garantindo a voz e os direitos de quem sempre foi excluído”, justifica.
247

PT reforça promessa de apoio a Boulos na disputa pela prefeitura de São Paulo em 2024

Objetivo é convencer o político do Psol a apoiar Fernando Haddad, em São Paulo

247 – consolidação da aliança entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o ex-governador Geraldo Alckmin, que fortalece a candidatura de Fernando Haddad, do PT, em São Paulo, provoca um outro movimento em paralelo. De acordo com a coluna política do jornal Estado de S. Paulo, o PT reforçou a promessa de apoio a Guilherme Boulos, do Psol, para que ele dispute a prefeitura de São Paulo, em 2024. Com isso, ele sairia da disputa ao Palácio dos Bandeirantes, ampliando as chances de vitória de Haddad.

Até agora, no entanto, o Psol resiste a abrir mão da candidatura própria em São Paulo. Pesquisa Datafolha divulgada no dia 18 de dezembro mostra que o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) lidera com 28% de intenções de votos para o governo de São Paulo, no cenário sem o ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido), que é cotado para ser candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pelo ex-presidente Lula.

Segundo o Datafolha, sem Alckmin na disputa, Haddad aparece em primeiro, com 28% de intenções de voto. Márcio França (PSB)(PSB) aparece em segundo, com 19%; Guilherme Boulos (PSOL) vem em terceiro, com 11%;  Tarcísio de Freitas (sem partido) em quarto, com 7% e Rodrigo Garcia (PSDB) em quinto, com 6%. Em seguida aparecem Arthur do Val (Patriota), com 3%; Abraham Weintraub (sem partido) e Vinicius Poit (Novo), ambos com 1%. Brancos e nulos, 21% e indecisos, 4%.

247

Candidato do PDT no Maranhão abandona Ciro Gomes e diz que está com Lula

Senador Weverton Rocha (PDT-MA) postou um vídeo em suas redes dizendo que é o “melhor amigo de Lula no Maranhão”. “Estou com Lula e sempre estive”, enfatizou

247 – O senador Weverton Rocha (PDT-MA) usou suas redes sociais para prestar apoio à candidatura do ex-presidente Lula, abandonando desta forma o candidato de sua sigla, Ciro Gomes, que não consegue ultrapassar os dois dígitos nas pesquisas de intenção de voto.

O senador ainda postou um vídeo em suas redes dizendo que “é o melhor amigo de Lula no Maranhão”, como mostra o vídeo abaixo.

Na legenda do vídeo, ele diz: “Quem está do lado do povo não tem medo de combate pois sabe que a verdade vai vencer no final. Estou com Lula e sempre estive. Pois compactuamos do mesmo sonho de um Brasil e Maranhão mais justo, digno e próspero”.

A situação é grave dentro do PDT, informou nesta semana o jornalista Lauro Jardim. Internamente, a candidatura de Ciro está em crise. Deputados do partido avaliam que sua candidatura ao Palácio do Planalto empacou e não terá mais crescimento nas pesquisas. Eles ainda temem o risco de não se reelegerem.

Presidente do PDT, Carlos Lupi está sofrendo pressão de deputados que o abordam com essa inquietação. A resposta é sempre a mesma: a sigla vai com Ciro até outubro. Para o dirigente, a candidatura vai deslanchar.

Se até março Ciro não melhorar seu desempenho nas pesquisas, parlamentares devem abandonar o PDT ou ainda pressionar Ciro para que abra mão da candidatura. A legenda, então, apoiaria o ex-presidente Lula (PT), líder nas pesquisas.

Saiba mais

O PT do Ceará anunciou, nesta quinta-feira (13), a chegada de 12 novos prefeitos à sigla. Quatro deles vêm do PDT do ex-governador do estado e presidenciável Ciro Gomes. Com as filiações, a legenda passa a ter 29 prefeitos no estado, que possui 184 municípios. Três dos prefeitos vêm do partido de Bolsonaro, o PL. Os demais cinco vieram do Republicanos, PCdoB, PSDB, MDB e PSol, segundo informações do Estadão.

Diante da corrida eleitoral, negociações envolvendo trocas de partido vêm se intensificando também nos municípios. No legislativo, a janela partidária, período em que deputados estaduais e federais podem trocar de legenda, ocorre entre 3 de março e 1º de abril.

“Nosso partido está mais forte do que nunca e preparado para construir um palanque forte para Lula no Ceará. É admirável ver o compromisso e o afeto desses novos nomes.”, escreveu o deputado federal José Guimarães, em seu Twitter.

247

Roma aponta que ‘tendência’ é ser candidato a governador pelo Republicanos em 2022

Foto: Reprodução / Instagram

O ministro da Cidadania, João Roma, pode estar começando a apontar definições para sua candidatura ao governo da Bahia, começando pelo partido: o Republicanos. Ao Bahia Notícias, Roma indicou que a tendência para 2022 é que dispute o Palácio de Ondina pelo seu atual partido. Atualmente, a legenda compõe a base de apoio do grupo liderado pelo ex-prefeito ACM Neto (DEM/UB), pré-candidato ao governo.

Presente na posse do novo presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA), Marcus Presídio, nesta quarta-feira (5), Roma foi questionado pela reportagem se a tendência é que ele saia como governador pelo Republicanos. “Sim, permaneço no meu partido Republicanos”, respondeu. 

“Permaneço no Republicanos, é meu partido pelo qual fui eleito. Estamos em tratativas com o grupo político vislumbrando minha candidatura ao governo da Bahia. O Republicanos junto com o PL e outros partidos tem se movimentado, queremos sim apresentar um novo horizonte. Estar junto na caminhada de Bolsonaro para a reeleição. Tem crescido o chamado para que eu possa avançar na candidatura, é um processo natural para que a Bahia possa despertar e mostrar para o Brasil”, acrescentou Roma.

A movimentação pode enfraquecer ainda mais a base de apoio de Neto em 2022. Com a chegada de Bolsonaro ao PL, a legenda deve seguir com Roma, juntamente com o Republicanos, partido do atual ministro. Além deles, o PV já sinalizou o apoio a candidatura do senador Jaques Wagner (PT) (relembre aqui). A debandada pode crescer ainda mais com a possibilidade da chegada do MDB ao grupo petista (veja aqui). 

De acordo com a apuração do Bahia Notícias com lideranças do Republicanos, a decisão sobre o partido de Roma deve ser tomada através da executiva nacional, liderada pelo deputado federal Marcos Pereira (SP). Interlocutores ligados ao partido na Bahia têm revelado a preferência na manutenção do apoio a Neto, porém a última batida do martelo deverá vir de Brasília.

Fonte: Bahia Notícias

2022: o ano em que as instituições reagem ou são comidas pelo bolsonarismo

STF, Sérgio Moro e o ex-presidente Lula (Foto: Agencia Brasil | Stuckert)

“Em 2022, o STF terá de provar que não mais ficará resignado diante de constrangimentos semelhantes aos impostos por Moro na Lava-Jato”, escreve Moisés Mendes

As instituições do chamado sistema de Justiça não poderão mais escamotear diante dos desafios de vida ou morte que o Ministério Público e o Judiciário têm em 2022.

Nenhuma desculpa poderá adiar desfechos para os crimes cometidos pela extrema direita, nas mais variadas frentes, nem mesmo sob o pretexto de que este é um ano de eleições. Chega de desculpas.

Há casos pendentes, alguns em estado de putrefação, que envolvem Bolsonaro, os filhos de Bolsonaro, os cúmplices da família, os financiadores de fake news e do gabinete do ódio. E tem a lista da CPI do Genocídio com os pedidos de indiciamento de 81 pessoas.

Não pode ficar como pergunta sem reposta a questão central do relatório da CPI: as instituições terão condições de levar adiante as investigações, o enquadramento e a condenação de Bolsonaro, de generais, de coronéis e de gente sem farda e fardada que atuava nas entranhas da pandemia?

As facções envolvidas com os negócios da cloroquina e da vacina serão submetidas ao rigor das leis em 2022, ou o MP e o Judiciário irão sucumbir às manobras protelatórias e às pressões do submundo da política?

Nomes de protagonistas que se repetem no noticiário do bolsonarismo, como o do empresário Luciano Hang, ficarão impunes? O véio da Havan e outros denunciados pela comissão continuarão escapando do cerco da Justiça?

Passa também por essas dúvidas o caso de donos e médicos da Prevent envolvidos no que se consagrou chamar de a clínica da morte, com a manipulação de tratamentos e de certidões de óbitos.

Médicos acusados da fraude de atestados, e que estão na lista da CPI, vão assumir sozinhos as culpas por atos que caracterizam crimes graves? Não é uma questão banal.

Como não é singela a dúvida sobre a capacidade de MP e Judiciário de conduzir sem temores os casos envolvendo os oficiais de Pazuello e seus negociadores de vacinas dentro do Ministério da Saúde.

É muito mais do que investigar e julgar omissões e ações negacionistas. É perseguir a verdade em torno das quadrilhas organizadas dentro do governo para comprar e vender vacinas superfaturadas e que muitas vezes nem existiam.

No dia 29 de setembro, quando do depoimento do véio da Havan, o senador Humberto Costa afirmou: “O senhor Luciano Hang está rindo porque acha que a CPI não vai dar em nada, que é uma brincadeirinha. Vai dar, vai dar”.

Será mesmo que vai dar? Será que o véio não continuará rindo? E será que o Congresso retomará a CPI das Fake News? O Supremo conseguirá se impor diante dos dribles da Procuradoria-Geral da República de Augusto Aras?

Em 2022, o Supremo terá de provar que não mais ficará resignado e assustado diante de constrangimentos semelhantes aos impostos por Sergio Moro na Lava-Jato. E que Alexandre de Moraes não estará sozinho na luta contra os crimes do bolsonarismo.

Será o ano em que o sistema de Justiça terá de provar que de fato funciona e que não enfrenta apenas nomes da série C da extrema direita de Sara Winter, Allan dos Santos, Daniel Silveira e Roberto Jefferson.

247

Tacla Duran critica Moro e Dallagnol, que receberão salários do Podemos: ‘cumpridores da Lei de Gerson’

Sérgio Moro e Tacla Duran (Foto: REUTERS/Adriano Machado | Lula Marques)

Advogado usou expressão brasileira atribuída a pessoas que tentam levar vantagem em tudo, sem se preocupar com questões éticas

247 – O advogado Rodrigo Tacla Duran, que afirma ter sido vítima de extorsão por parte do advogado Carlos Zuccolotto, amigo do ex-juiz suspeito Sergio Moro, cujo enriquecimento está sendo investigado pelo Tribunal de Contas da União, criticou o ex-juiz parcial e o ex-coordenador da Lava Jato Deltan Dallagnol.

Filiados ao Podemos, os dois irão receber remuneração com recursos públicos. Moro terá salário de R$ 22 mil e Dallagnol, de R$ 15 mil. Pelo Twitter, Tacla Duran afirmou que Moro e Dallagnol tentam levar vantagem onde podem. “Juiz e procurador cumpridores da lei de Gerson…”, escreveu o advogado.

O advogado Tacla Duran fez referência a uma expressão criada na década de 1980 pelo jornalista Mauricio Dias a partir de uma proganda de cigarros protagonizada pelo meia-armador Gérson, jogador da Seleção Brasileira de Futebol, e ficou associada à pessoa ou empresa que obtém vantagens de forma indiscriminada, sem se importar com questões éticas ou morais.

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Leonardo Boff: Lula está na boca do povo e até bolsonaristas estão mudando voto

“A mudança é Lula presidente, aquele que poderá resgatará o país do abismo”, disse Boff pelo Twitter

247 – O teólogo e escritor Leonardo Boff destacou neste sábado (1) a ampla aceitação da população brasileira à candidatura do ex-presidente Lula, inclusive com a mudança de apoio de eleitores de Jair Bolsonaro.

“O Lula está no boca do povo, nas ruas. Até os bolsonaristas estão mudando. Muitos dizem: apoiar esse homem boçal, mentiroso, inimigo da vida e das crianças, já é demais;é uma vergonha para o BR e para nós. Mudam. A mudança é Lula presidente, aquele que poderá resgatará o país do abismo”, disse Boff pelo Twitter.

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