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:: ‘Política’

Deltan Dallagnol desafia Aras e diz que ele não pode ter acesso a dados da Lava Jato, compartilhados com o FBI

Acossado por diversas investigações, o procurador de Curitiba disse que dar acesso das informações ao procurador-geral da República seria o mesmo que permitir que um banqueiro tivesse acesso aos dados de um correntista

O procurador Deltan Dallagnol, que chefia a força-tarefa da Lava Jato e vem sendo acossado por diversas investigações no Conselho Nacional do Ministério Público, bem como pela denúncia de que trabalhou em parceria com o FBI, polícia dos Estados Unidos, contra os interesses de empresas brasileiras, decidiu desafiar o procurador-geral da República, Augusto Aras.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, concedida ao jornalista Felipe Bachtold, ele afirmou que não irá compartilhar com Aras dados da Lava Jato. “Quando as informações são sigilosas, há regras para o acesso”, disse Dallagnol, que pediu para falar ao jornal e estabeleceu as regras. A entrevista se deu por email.

“O acesso pela PGR só é legítimo nos termos das leis e decisões judiciais. Foi nesses termos que compartilhamos informações e provas dezenas de vezes nos últimos anos com a PGR e vários órgãos, mas nunca houve um pedido de acesso indiscriminado como agora”, afirmou ainda Deltan, que comparou Aras a um banqueiro – o que seria também um gesto de clara insubordinação.

“Do mesmo modo, o chefe da Receita Federal não tem o direito de ver o Imposto de Renda de um certo contribuinte, e o banqueiro não deve acessar os detalhes dos gastos de um correntista, sem justificativa. Quando as informações são sigilosas, há regras para o acesso”, declarou.

 

Fonte: 247

Após testar positivo para Covid, Bolsonaro minimiza vírus e diz que cloroquina tem 100% de eficácia

Jair Bolsonaro admitiu nesta terça-feira (7) que testou positivo para Covid-19 e disse que o vírus “é igual chuva, todo mundo vai pegar”. Mais uma vez ele defendeu a eficácia da cloroquina. “Quase 100% de eficácia se usada no início”, afirmou ele, no momento que a comunidade médica alerta para a não eficácia do remédio e os fortes efeitos colaterais

Em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira (7) no Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro admitiu que testou positivo para Covid-19, disse que o vírus “é igual chuva, todo mundo vai pegar” e mais uma vez defendeu a eficácia da cloroquina. “Quase 100% de eficácia se usada no início”, disse ele, no momento que a comunidade médica alerta para a não eficácia do remédio e os fortes efeitos colaterais.

Bolsonaro disse que os sintomas do vírus começaram no domingo (5). “Começou com uma certa indisposição no domingo e se agravou na segunda com mal estar, cansaço, pouco de dor muscular e uma febre que bateu os 38 graus”.

Ele mais uma vez condenou a medida dos governadores de isolamento social e disse que a ação gerou pânico na população. “Os cuidados mais importantes são com os idosos, mas, com os demais, não precisa entrar em pânico. Temos de voltar a trabalhar, porque a economia pode ficar numa situação complexa”, continuou. “O vírus é igual chuva, não tem muito o que fazer, todo mundo vai pegar alguma hora”.

Fonte: 247

Bloomberg estampa catástrofe brasileira: hospitais transbordando, corrupção generalizada e um populista obcecado por cloroquina

A agência de notícias Bloomberg fez longa matéria sobre a catástrofe sanitária e social que se desenrola no país. Ela afirma: “as razões pelas quais o Brasil criou um hospedeiro tão perfeito para o coronavírus são diversas e ainda não estão totalmente esclarecidas. Como os EUA, nunca emitiu regras nacionais para o distanciamento social”

A Bloomberg publicou extensa matéria sobre a agonia do Brasil diante do coronavírus. A agência destaca a incompetência do governo Bolsonaro, a corrupção generalizada e a lotação dos hospitais.

O trecho em que se descreve a situação no Brasil é chocante: “as razões pelas quais o Brasil criou um hospedeiro tão perfeito para o coronavírus são diversas e ainda não estão totalmente esclarecidas. Como os EUA, nunca emitiu regras nacionais para o distanciamento social. Mesmo se o governo quisesse, as regras teriam sido impossíveis de aplicar em um país de 210 milhões em que alguns estados são maiores em área do que a França. Isso deixou as autoridades locais a fazer o que bem entendessem, emitindo ordens que variavam descontroladamente e às vezes se contradiziam. Certamente, a pobreza também faz parte do cenário: nas favelas densamente povoadas das cidades brasileiras, o distanciamento social não é viável e não trabalhar significa não comer, especialmente com o estado sem dinheiro, capaz de fornecer apoio suficiente. O mesmo acontece com a disfunção do governo. A superlotação em hospitais públicos é um problema de longa data.

A matéria ainda descreve o maior problema do país, a saber, Bolsonaro: “e depois há o presidente Jair Bolsonaro, um populista de direita que chegou ao poder com uma campanha de 2018 que ecoou as promessas de Donald Trump de “drenar o pântano”. Desde que o coronavírus apareceu no Brasil no final de fevereiro, Bolsonaro frequentemente obstruiu os esforços para contê-lo, exigindo que as autoridades locais abandonassem táticas severas como fechar negócios, demitir um ministro da Saúde que pressionou por uma resposta mais agressiva e, a certa altura, limitando a divulgação de informações epidemiológicas. dados, dizendo que sem os números “não haveria mais uma história” no noticiário da noite. (A Suprema Corte ordenou que o governo voltasse a divulgar os números.) Enquanto nas primeiras semanas do surto a intransigência de Bolsonaro se assemelhava ao que estava acontecendo na Casa Branca, até Trump admitiu de má vontade a gravidade da situação quando a contagem de corpos começou a subir. Enquanto isso, Bolsonaro dobrou, insistindo que o medicamento antimalárico cloroquina é um tratamento eficaz e alegando que o número de casos está sendo exagerado.”

Fonte: 247

De Weintraub a Queiroz: a boquinha não tinha acabado?

No sábado (20), dia em que o Brasil chegou a 50 mil mortes por coronavírus, só nas contas oficiais, o ainda ministro da Educação, Abraham Weintraub, pegou um avião e usou o passaporte diplomático para entrar nos EUA. 

Com risco de ser preso no Brasil, foi exonerado naquele dia mesmo em edição extra do Diário Oficial. Chegamos, assim, a um momento de alta tensão da pandemia com interinos nos ministérios da Educação e da Saúde — por onde já passaram três titulares.

Dois meses antes da fuga, Weintraub participou da famosa reunião de 22 de abril. A proposta de prender vagabundo, a começar pelo STF, era sua principal contribuição para a crise da pandemia que ameaça a realização, por exemplo, do Enem. Atacar o sistema de cotas para pós-graduação foi seu ato final na pasta.

Weintraub, o mais bolsonarista dos ministros (ok, a competição com Ernesto Araújo e Ricardo Salles é pesada), deixou o cargo da mesma forma como entrou: sem prestar qualquer serviço à educação do país.

A inapetência do ministro foi dissecada num relato feito no Twitter pela jornalista de O Estado de S.Paulo Andreza Matais:

“Estive com o ministro Weintraub uma vez. No gabinete, eu e outros dois colegas fomos recebidos por ele e por uma assessora que passou o tempo todo deitada no sofá. O ministro contou que aos 10 anos comprou numa quermesse a versão em inglês de ‘A revolução dos bichos’. Tentamos saber quais os planos do ministro para educação, suas prioridades para o MEC. Saímos com o bloco vazio. Foi a pior experiência da minha vida profissional”.

Assim como seu antecessor, o folclórico Ricardo Velez Rodriguez, Weintraub recebia em dia, dos cofres públicos, R$ 30 mil para passar os dias no Twitter. Numa conta baixa, são R$ 540 mil em dinheiro público para bancar projetos que saíram do nada para lugar algum. Weintraub ganhou salário de ministro de Estado trabalhando como tuiteiro incapaz de usar “ss” no lugar do “ç”.

Isso sem contar o quanto ganham os assessores que passam as horas de entrevista no sofá.

De presente, ganhou a indicação para um posto de representação no Banco Mundial onde ganhará R$ 115 mil mensais.

Uma boca e tanto para quem prometia acabar com a farra com dinheiro público. Nada que cause arrepio para quem transformou o governo numa reunião de amigos e filhos de amigos — entre eles um consultor de comunicação extraoficial, para usar um eufemismo, que recebe religiosamente seu salário como vereador no Rio.

Além de explicar o que Fabricio Queiroz fazia na casa de seu (agora ex) advogado, o presidente têm muito a dizer por que seu ex-assessor recolhia dinheiro vivo dos servidores do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro e pagava a mensalidade de seus netos com dinheiro vivo.

Bolsonaro pai poderia explicar também por que sua ex-assessora na Câmara dos Deputados Nathália Melo de Queiroz, filha de Fabrício, recebeu, só entre julho e novembro de 2018, R$ 101 mil e repassou R$ 29,6 mil para seu pai. Ninguém sabe também como ela batia ponto em Brasília enquanto trabalhava como personal trainer no Rio.

Seria ótimo também se viessem a público as conexões entre o ex-assessor da família e o miliciano que levava uma vida nababesca na Bahia até ser morto numa troca de tiros com a polícia.

No inquérito sobre as manifestações antidemocráticas, a Procuradoria Geral da República acusa quatro deputados bolsonaristas de usarem dinheiro público para divulgar os atos em suas redes sociais. A verba, suspeita-se, vem da cota parlamentar. Coisa de R$ 30,3 mil, repassados para a empresa do marqueteiro responsável por cuidar da marca “Aliança pelo Brasil”, futuro partido dos Bolsonaro.

Em 18 meses de gestão, o presidente que prometia governar sem toma-lá-dá-cá e com um ministério enxuto, com no máximo 15 nomes técnicos, abriu as comportas da administração para o centrão e já estuda criar o 24º ministério.

Bolsonaro prometia moralizar a gestão do dinheiro público, mas surta quando é questionado sobre a explosão de gastos com cartão corporativo, faz o que pode para ofuscar a transparência de dados oficiais, mantém em postos públicos que tem um pé em interesses privados e não vê problemas em repassar milhões à empresa da ex-mulher de seu advogado.

Tudo isso está saindo caro. Muito caro.

No auge da crise sanitária, política e econômica, a ideia mais brilhante do mais prestigiado deles, o Posto Ipiranga Paulo Guedes, era vender a “porra” do Banco do Brasil, abrir cassinos para deixar coitado “se foder” e colocar jovem para cantar o hino nacional de manhã e construir estradas à tarde em troca de R$ 200.

O circo é financiado com dinheiro público, mas as vidas perdidas na pandemia são os registros mais trágicos do preço da incompetência.

Fonte: Yahoo Notícias

PT vai acionar STF, PF e Conselho de Ética contra Zambelli após ameças a Rogério Correia

A deputada bolsonarista incitou seus seguidores a promoverem um “tsunami” contra o parlamentar do PT

Reprodução, Fórum

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Ênio Verri (PT-PR), anunciou neste sábado (20) que o partido vai se movimentar juridicamente contra a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) após a parlamentar incitar ataques contra o deputado federal Rogério Corria (PT-MG) – que chegou a sofrer ameaças de morte.

“Essas ameaças não podem ficar impunes, a deputada é recorrente na prática de outros ilícitos como disseminação de fake news e incentivo à ruptura democrática e à quebra dos direitos constitucionais”, afirmou Verri.

O partido vai denunciar Zambelli ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados e ao Supremo Tribunal Federal após ter incitado ataques a Correia que terminaram em ameaças de morte a ele e à família. O partido pretende acionar a Polícia Federal para investigar a autoria dos crimes.

A deputada Natália Bonavides (PT-RN) e os deputados Carlos Zarattini (PT-SP) e Rui Falcão (PT-SP), integrantes da CPMI das Fake News, afirmaram que vão levar o episódio para a comissão.

Entenda o caso

Tudo começou com Carla Zambelli ameaçando Correia com “o tsunami bolsonarista” nas redes, na sexta-feira. A parlamentar, ao fazer a ameaça, saiu em defesa do ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub. Isso porque Correia informou que encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de retenção do passaporte de Weintraub, já que o olavista, que é investigado pela Corte, teria planos de sair do Brasil.

Na madrugada de sexta para sábado, o parlamentar denunciou ameaças de morte. “Não bastasse estar cheia de problemas e a deputada Zambelli anuncia e coloca robôs bolsonaristas para atacar deputados nas redes. Até ameaça de morte já recebi”, informou.

Fonte: Fórum

Moro aproveita prisão de Queiroz para atacar Bolsonaro

O ex-ministro Sergio Moro aproveitou a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, para defender que a polícia deve “trabalhar de maneira independente”, em postagem no Twitter, nesta quinta-feira (18).

Ao sair do governo federal, Moro acusou Jair Bolsonaro de estar interferindo no trabalho da PF por conta da exoneração do então diretor-geral do órgão, Maurício Valeixo.

Fonte: 247

Pedido de trégua de Bolsonaro é ofensa ao Supremo

“Que trégua busca Bolsonaro? Uma pausa que envolva tempo, que retarde ações? Que poupe os garotos por enquanto?”, questiona o colunista Moisés Mendes

Foto de divulgação

A prisão de Queiroz e a fuga de Weintraub empurraram para os cantinhos dos jornais online da grande imprensa a notícia da visita de três ministros de Bolsonaro ao ministro Alexandre de Moraes.

As corporações noticiaram com certa candura que os ministros foram a São Paulo, na sexta-feira, para conversar com Moraes em missão de paz.

Estavam em busca de uma trégua, anunciada como coisa normal. Como se fosse possível lidar com naturalidade com uma visita nessas circunstâncias e na casa do ministro do Supremo que mais atemoriza o governo.

O Judiciário é o grande protagonista do cerco a Bolsonaro, aos filhos dele e às estruturas da militância profissional que formou gangues para atacar o Supremo e para pedir a volta da ditadura.

Só num filme sobre máfias seria aceito como roteiro ‘normal’ que ministros de um governo acossado visitem exatamente o ministro da mais alta Corte do país relator de processos que envolvem e podem destruir o próprio governo.

Mas a grande imprensa repetiu, quase em jogral, que o objetivo da visita de André Mendonça (Justiça e Segurança), Jorge Oliveira (Secretaria-Geral) e José Levi (Advocacia-Geral) era o de distensionar a corda.

A visita de sexta-feira é parte de uma sequência que seria desastrosa numa democracia em ambiente de normalidade. Todas as visitas foram caracterizadas como recados, e não como pedidos de trégua.

No dia 7 de maio, reunido com um grupo de empresários, Bolsonaro saiu rampa afora e decidiu visitar de surpresa o presidente do Supremo, acompanhado dos seus ministros militares.

Bolsonaro, os ministros e os empresários tomaram conta de um mesão e tentaram emparedar Dias Toffoli. Era a cena de uma pressão pra cima do Supremo, que dera ganho de causa a governadores e prefeitos na gestão das medidas de contenção da pandemia.

Foi uma grosseria do sujeito e dos empresários e não funcionou, porque não tinha como funcionar. Mas pode ter surtido efeito como teatro para o público da extrema direita.

No dia 25 de maio, Bolsonaro também pulou da cadeira e foi visitar Augusto Aras, o procurador-geral, na posse de um subprocurador que certamente ele nem sabia quem era e de uma área que não prestigia (Carlos Alberto Vilhena, da Procuradoria dos Direitos do Cidadão).

Aras é que a autoridade que o investiga e pode, mais adiante, denunciá-lo no inquérito sobre os conluios com gente da Polícia Federal. Aras não poderia ter sido visitado.

No dia 1º de junho, uma segunda-feira, o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, visitou Alexandre de Moraes na casa do ministro em São Paulo. Estaria cumpr indo age nda por lá e decidiu dar uma chegada.

Também foi em missão de paz, segundo os jornais. Mas um dia antes, no domingo, 31 de maio, o ministro da Defesa havia sobrevoado Brasília em um helicóptero da FAB.

Ao seu lado estava Bolsonaro, chefe supremo das Forças Armadas, que acenava lá de cima para manifestantes fascistas aglomerados na Praça dos Três Poderes em ajuntamento pelo fechamento do Supremo.

E agora, na sexta-feira, mais três ministros vão a São Paulo com a mesma missão de paz para conversar com Alexandre de Moraes, na casa do ministro que passa toda a semana em Brasília.

Moraes poderia dizer que não, que poderia recebê-los com agenda prévia em seu gabinete? Talvez pudesse, talvez não deva, talvez não consiga dizer não.

É complicado. Não há como imaginar uma trégua numa hora dessas. É improvável que emissários possam enviar a Moraes e aos demais ministros mensagens de que a partir de agora Bolsonaro tentará ter bons modos.

E o que isso pode significar para ministros do Supremo? Eles seriam menos implacáveis, se Bolsonaro passasse a se comportar como um déspota cordial?

Que trégua busca Bolsonaro? Uma pausa que envolva tempo, que retarde ações? Que poupe os garotos por enquanto?

O interessante é que todas as visitas são anunciadas para os amigos da imprensa por gente de Bolsonaro, como se fossem avisos para todos, e não só para o Supremo.

É uma ofensa que merece respostas com o prosseguimento das ações. E que peguem os garotos na hora certa, para que não restem dúvidas.

Que não peguem apenas a chinelagem, a Sara Winter, os blogueiros das fake news sustentados com dinheiro público e outros mandaletes da indústria da difamação, do ódio e do golpe.

247

Ministra Cármen Lúcia nega habeas corpus para a bolsonarista Sara Winter, que segue presa

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia negou quatro pedidos de habeas corpus apresentados pela defesa da extremista bolsonarista Sara Winter, presa há 4 dias pela Polícia Federal

A extremista bolsonarista Sara Winter não obteve sucesso na apresentação de quatro habeas corpus requerendo a sua soltura. A ministra do STF, Cármen Lúcia, negou os pedidos e a extremista prossegue encarcerada.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que “as prisões foram decretadas pelo ministro do STF Alexandre de Moraes a pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República) no inquérito que apura manifestações de rua antidemocráticas. Os pedidos de prisão foram apresentados na última sexta-feira (12) e são temporários, ou seja, têm duração de cinco dias.”

A matéria ainda informa que “de acordo com o MPF (Ministério Público Federal), há indícios de que o grupo continua organizando e captando recursos financeiros para ações que se enquadram na Lei de Segurança Nacional, que define crimes contra a ordem política e social.”

Fonte: 247

 

Wassef, advogado da família Bolsonaro já foi envolvido em caso de sacrifício de criança

Segundo prints de uma edição do Jornal do Brasil  compartilhados pelo cientista político Alberto Carlos Almeida em seu Twitter, o advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef , já envolvido em uma investigação sobre o sacríficio de uma criança. O caso aconteceu na cidade de Guaratuba, no Paraná , no ano de 1992.

Fred Wassef é advogado do senador Flávio Bolsonaro e do próprio presidente

De acordo com as informações postadas no Twitter, Wassef faria parte de uma seita no começo dos anos 90. A polícia suspeitava que o grupo tivesse relação com o desaparecimento de uma criança de oito anos. Pela suspeita, Wassef e o argentino José Teruggi, que seria um dos líderes da seita, tiveram a prisão temporária decretada.

Segundo as investigações da época, foi encontrada uma fita de vídeo na qual Terrugi, que dizia ser um bruxo, pede para que sua mulher, Valentina de Andrade, mate uma criança.

Na época, Wassef forneceu à Polícia um endereço na cidade de Atibaia, no interior de São Paulo. Entretanto, as autoridades não encontraram ninguém no local. Wassef foi ouvido e liberado. Confira o tuíte:

Fonte: IG

 

Em meio a rumores de demissão, Bolsonaro diz que “estamos tentando solucionar com o Sr. Weintraub”

Jair Bolsonaro estaria decidido a demitir o ministro da Educação após a participação dele em ato do grupo 300 no domingo

Revista Fórum – O presidente Jair Bolsonaro criticou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, nesta segunda-feira (15) durante entrevista à TV BandNews. O ex-capitão deu mais um sinal de que pode estar prestes a demitir o ministro após a participação em ato com o grupo 300 do Brasil.

“Quanto à participação do ministro a um grupamento de pessoas, que não foi o grupo que disparou fogos contra o Supremo, ele não foi muito prudente. Não foi um bom recado. Ele não estava representando o governo, estava representando a si próprio. Estamos tentando solucionar com o Sr. Weintraub”, afirmou o presidente.

Alvo de inquérito no STF que apura fake news e ataques às instituições, Weintraub incomodou o Planalto por participar do ato no último domingo. Ministros do STF já admitiram que Weintraub pode ser preso e que teriam sido avisados por interlocutores de Jair Bolsonaro que o titular da Educação estaria com os dias contados no governo.

 



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