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:: ‘Política’

Bolsonaro retoma trabalho no Planalto e se diz “imunizado” contra Covid-19

Após 20 dias em que ficou isolado cumprindo quarentena por ter sido infectado com o novo coronavírus, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), disse nesta segunda-feira (27) que já está imunizado contra a doença, mas que está evitando, por precaução, contato com as pessoas.

O presidente retomou as atividades no Palácio do Planalto, onde se reunirá com o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Ao falar com apoiadores que o aguardavam na parte interna da residência oficial, Bolsonaro usou máscaras e evitou apertar as mãos das pessoas. “Estou imunizado já, mas evito o contato”, disse o presidente.

No último sábado (25), o presidente informou em uma rede social que seu teste de coronavírus havia dado negativo. Bolsonaro foi diagnosticado com coronavírus no último dia 7 de julho.

Logo após a publicação, Bolsonaro saiu de moto por Brasília, acompanhado por seguranças.

Sem partido, Bolsonaro diz que ‘não vai se meter em eleições municipais’

Jair Bolsonaro disse que já tem problemas demais para se ocupar. “Tenho problema de desemprego, cresceu a violência”

Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

Em fala a apoiadores no Palácio da Alvorada nesta quarta-feira (22), mesmo após testar positivo para o coronavírus pela terceira vez, Jair Bolsonaro afirmou que não irá ‘se meter’ nas eleições municipais deste ano.

Bolsonaro disse que não tem partido, pois deixou o PSL e não conseguiu ainda fundar o Aliança pelo Brasil, e que já tem problemas demais para se ocupar: “tenho problema de desemprego, cresceu a violência”.

Ele também tratou da aprovação do Fundeb no Congresso na terça-feira (21), tentando faturar para seu governo a conquista.

Fonte: 247

Sete deputados votaram contra o Fundeb. Saiba quem são eles

O novo fundo para a educação pública foi aprovado em primeiro turno na Câmara com 499 votos favoráveis e apenas sete contrários. Sabe quem são os deputados que votaram contra

Em votação histórica e em derrota do governo, o Fundeb foi aprovado com quase unanimidade pela Câmara Federal na noite desta terça-feira (21), com 499 favoráveis e apenas sete contrários.

Paulo Martins (PSC-PR), Bia Kicis (PSL-DF), Chris Tonietto (PSL-RJ), Filipe Barros (PSL-PR), Junio Amaral (PSL-MG), Luiz P. O.Bragança (PSL-SP) e Márcio Labre (PSL-RJ) foram os deputados que se posicionaram contra o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 15/15.

Ao longo da tarde, a base do governo Bolsonaro tentou adiar a votação, sem sucesso. Sem votos, os governistas acabaram cedendo e a votação com um acordo favorável à oposição foi iniciada. O relatório da Professora Dorinha (DEM-TO) foi apresentado com uma parcela de 23% de contribuição da União.

247

Patrícia Pillar detona Bolsonaro: “só enxergo estupidez e destruição”

A atriz Patricia Pillar manifestou profunda indignação com a postura do presidente Jair Bolsonaro diante da pandemia de coronavírus. Ela disse: “a curto prazo não enxergo nenhuma luz, só estupidez e destruição”

Patricia Pillar pede mobilização em prol de religiões de matrizes africanas

A atriz, diretora e produtora Patrícia Pillar afirmou que não vê luz no fim do túnel para o Brasil, com a catástrofe sanitária associada à gestão temerária de Jair Bolsonaro. Ela complementou, indignada, ao jornalista Ancelmo Gois, d’O Globo: “e o pior, são mais de 75 mil mortes pela Covid até agora”

A reportagem do portal Uol relata que “diante do número crescente de mortes no país, ela [Patrícia Pillar] acusou o político de dar um mau exemplo ao estimular, indiretamente, as pessoas a não usarem máscaras e a irem para as ruas.”

A matéria ainda destaca que “ela ainda ressaltou que a Saúde não é o único ponto fraco da gestão do chefe de Estado, atualmente sem partido. “[São] perdas irreparáveis em Educação, Meio Ambiente, Cultura, Relações internacionais”, cita ela, sobre algumas das pastas que enfrentam problemas internos.”

 

Após atrito com Senado, Planalto chama reunião para discutir vetos presidenciais

Fonte: Google Imagens

Em um novo gesto para melhorar a articulação política, o Palácio do Planalto convocou líderes e vice-líderes do governo na Câmara e no Senado para uma reunião conjunta com o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos.

O encontro, agendado para a próxima terça-feira (21) é o primeiro desse teor e marca uma nova estratégia do Executivo para discutir uma forma de diminuir a resistência do Congresso aos vetos feitos pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em projetos de lei sancionados recentemente.

Entre os mais controversos, estão a prorrogação, até dezembro de 2021, da desoneração da folha de pagamento para 17 setores intensivos de mão de obra, e ao menos 8 itens retirados do novo marco legal do saneamento.

Fontes que acompanham as conversas admitem que há margem para o governo fechar um entendimento com os partidos que pode até resultar na derrubada de trechos considerados mais sensíveis dentro do Congresso.

Um deles, dentro do projeto do saneamento, é o artigo que autorizava a prorrogação dos contratos vigentes por mais 30 anos. Em sessão na quarta-feira (15) o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que o Executivo não respeitou o acordo que foi construído com os líderes partidários sobre o assunto.

“A bancada do governo no Congresso segue negociando pautas importantes para o país e essa reunião é uma etapa disso”, disse o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes.

Internamente, o governo vem tratando a votação de vetos como um teste de fogo das negociações pela formação de uma base aliada no Legislativo. Desde que as conversas com siglas como PP, PL, Republicanos e PSD se intensificaram, em meados de abril, deputados e senadores ainda não se reuniram para uma sessão conjunta.

Na semana passada, para acomodar mais partidos de centro nos cargos de vice-líderes na Câmara, efetuou quatro mudanças, cedendo espaço para PSC, Podemos e PTB.

Fonte: CNN Brasil.

Bolsonaro diz que vai manter Salles e Pazuello no governo e mais de 17 de julho

Fonte: Google Imagens

A declaração do presidente Jair Bolsonaro sobre a permanência dos ministros Ricardo Salles e Eduardo Pazuello nas pastas do Meio Ambiente e da Saúde, respectivamente, e o Projeto de Lei do governo federal que propõe R$ 616 milhões em créditos suplementares são alguns dos destaques da manhã desta sexta-feira, 17 de julho de 2020.

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse que vai manter os ministros Ricardo Salles, na pasta do Meio Ambiente, e Eduardo Pazuello, na Saúde. Bolsonaro criticou os que dizem que houve militarização no governo, já que, segundo ele, apenas nove, dos 23 ministros, são militares.

Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo, disse em entrevista exclusiva à CNN que todas as campanhas dele foram financiadas de forma legal. A declaração foi depois de Alckmin ter sido indiciado pela Polícia Federal em inquérito da operação Lava Jato em São Paulo. A suspeita é de cartel no Metrô e no Rodoanel.

Combate ao desmatamento ilegal

O governo federal encaminhou, nesta sexta-feira (17), ao Congresso Nacional um projeto de lei que propõe abrir de crédito suplementar de cerca de R$ 616 milhões para os ministérios da Agricultura, Justiça e Defesa. Deste montante, R$ 410 milhões, seriam aplicados na operação que mantém as Forças Armadas no combate ao desmatamento ilegal e a focos de incêndio na Amazônia.

Manifesto

Dos 20 clubes da primeira divisão do Camperonato Brasileiro, 16 equipes lançaram um manifesto apoiando a Medida Provisória que muda regras sobre direito de transmitir eventos esportivos, além de flexibilizar contratos de jogadores de futebol com os clubes.

O clube mandante do jogo passaria a ter direito exclusivo de vender a exibição da partida para uma emissora de TV ou outra plataforma de mídia. Até então, a lei previa que os direitos eram dos dois clubes envolvidos na partida.

Márcia de Aguiar

Márcia Oliveira de Aguiar, esposa de Fabrício Queiroz, recebeu o prazo de 24 horas para colocar a tornozeleira eletrônica. Ela deve se apresentar até as 18h desta sexta-feira (17) na Secretaria de Administração Penitenciária. A defesa de Márcia informou que ela vai cumprir a decisão.

Fonte: CNN Brasil

“Salles fica, Pazuello fica, sem problema nenhum”, diz Bolsonaro

Jair Bolsonaro disse hoje que Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, e Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde, não sairão do governo. O ex-capitão ainda defendeu a frase dita por Salles na reunião ministerial de 22 de abril, na qual o ministro do meio ambiente manifestou interesses em aproveitar o foco no noticiário do coronavírus para “passar a boiada”

Bolsonaro irá manter Salles e Pazuello no governo. Ele disse: “Salles fica, Pazuello fica, sem problema nenhum. A gente lamenta a reunião, onde não se mede palavras. Salles falou em passar boiada. Ele quer desburocratizar muita coisa.”

O ocupante do Planalto ainda completou: “é muito fácil estar no ar condicionado com churrasco na churrasqueira elétrica e criticar o cara que está no campo, que trabalha de domingo a domingo. São eles que garantem a economia, a exportação no porto de Santos.”

Fonte: 247

Wassef esteve mais de dez vezes com Bolsonaro fora da agenda oficial

Advogado que escondeu Fabrício Queiroz em Atibaia (SP), Frederick Wassef, que defendia Flávio Bolsonaro, esteve no Palácio do Planalto mais de dez vezes fora da agenda entre outubro do ano passado e junho deste ano. A confirmação foi dada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), comandado pelo general Augusto Heleno

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) confirmou que, entre outubro do ano passado e junho deste ano, o advogado Frederick Wassef, que fazia a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no caso das chamadas “rachadinhas”, esteve no Palácio do Planalto mais de dez vezes fora da agenda. As informações do GSI constam de uma resposta a um pedido de informações feito pelo deputado Ivan Valente (PSOL-SP), de acordo com relato publicado no portal G1.

Wassef é proprietário do imóvel onde a polícia prendeu Fabrício Queiroz em Atibaia (SP), no dia 18 de junho. Queiroz assessorava o parlamentar na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), onde ele cumpria mandato de deputado estadual antes de ser eleito senador.

Em pelo menos outras três oportunidades, Wassef foi autorizado por assessores lotados no gabinete pessoal de Bolsonaro a entrar no Palácio do Planalto. Em outros dias, a entrada era autorizada por servidores lotados na Secretaria de Governo, na Secretaria Geral e na Secretaria de Comunicação, além do GSI, comandado pelo general Augusto Heleno.

Em dois casos, a visita foi noturna, e Bolsonaro não tinha agenda oficial no horário em que o advogado esteve no prédio. Na maioria das visitas, Wassef estava no Planalto em horários nos quais a agenda de Bolsonaro mostrava reuniões com ministros e embaixadores.

Fonte: 247

PSL expulsa Gil Diniz e Douglas Garcia por manifestações contra o STF

Deputados estaduais de São Paulo acusam partido de ‘perseguição política’ e negam participação em atos antidemocráticos

O PSL anunciou a expulsão dos deputados estaduais de São Paulo, Douglas Garcia e Gil Diniz, em comunicado nesta quarta-feira 15. Em nota, o partido alegou que teve como motivação as manifestações de ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e seus magistrados.

Segundo a legenda, a decisão foi comunicada em reunião do Conselho de Ética da executiva estadual, em que somente Douglas Garcia esteve presente, acompanhado de seu advogado. Gil Diniz preferiu não comparecer, apesar de ter sido intimado por e-mail e por edital, de acordo com a sigla.

A nota de expulsão foi assinada pelo deputado federal Bozzella, presidente do diretório paulista do PSL. Em texto, o parlamentar afirmou que Garcia e Diniz afrontaram o estatuto do partido. Ambos tiveram “irrestrito direito de defesa”, mas não negaram os fatos a eles imputados.

“Em reunião do Conselho de Ética da executiva estadual do PSL em SP, foi deliberada a expulsão dos deputados estaduais Douglas Garcia e Gil Diniz, por práticas que afrontam o estatuto do partido, ao qual todos os filiados são submetidos, especialmente no que se refere ao seu artigo 7º do Código de Ética, que veda atividades políticas contrárias ao regime democrático, caracterizadas pela conduta dos dois deputados em manifestações que atentam contra o STF e seus ministros”, escreveu Bozzella.

Segundo ata da reunião, o PSL também afirma que “os representados abusaram da liberdade de expressão e do direito da crítica em relação ao STF e aos ministros”.

Depois de 74 mil mortes, Bolsonaro diz que Pazuello é o homem certo no lugar certo

“Pazuello é um predestinado, nos momentos difíceis sempre está no lugar certo para melhor servir a sua Pátria”, escreveu Jair Bolsonaro no Facebook

Jair Bolsonaro se manifestou nesta quarta-feira (15) sobre as tensões acerca da interinidade do general Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde. Desde as críticas feitas pelo ministro do STF Gilmar Mendes à ocupação da Saúde pelos militares, é a primeira vez que Bolsonaro fala sobre o tema.

Bolsonaro escreveu em tom de apoio à gestão Pazuello, que é responsável pela morte de 74 mil brasileiros pela Covid-19, e não mostrou interesse em dispensar o serviço do general, ao contrário do que as Forças Armadas desejam.

“Quis o destino que o Gen Pazuello assumisse a interinidade da Saúde em maio último. Com 5.500 servidores no Ministério o Gen levou consigo apenas 15 militares para a pasta. Grupo esse que já o acompanhava desde antes das Olimpíadas do Rio. Pazuello é um predestinado, nos momentos difíceis sempre está no lugar certo para melhor servir a sua Pátria. O nosso Exército se orgulha desse nobre soldado”, disse Jair Bolsonaro.



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