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:: ‘Política’

Aliado de ACM Neto, Doria se nega a fazer críticas a Rui Costa: ‘Não quero ser desleal’

Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias

Mesmo sendo aliado de ACM Neto (UB), pré-candidato que visa derrubar a hegemonia do PT na Bahia em outubro, o ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB), se recusou, em entrevista ao Bahia Notícias nesta sexta-feira (8), a fazer críticas ao governo de Rui Costa (PT) no estado.

“Eu não me sinto confortável fazendo isso. Sou antagonista do PT, todos sabem disso, mas eu fui colega desses governadores durante três anos e três meses e, agora, no processo eleitoral, eu não quero ser desrespeitoso e desleal fazendo críticas que eu não fiz durante três anos e três meses”, declarou Doria.

“Seria uma forma injusta e incorreta, ainda que eu possa perceber equívocos, erros e omissões. Mas, nesse caso, não cabe a mim fazer as críticas”, continuou o ex-governador de São Paulo.

Em um encontro ocorrido na noite desta quinta (7), ACM Neto fez uma homenagem a Doria (veja aqui) e o prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), definiu o ex-governador paulista como um “amigo” da capital (veja aqui).

 

Bahia Notícias

“Vagabundo é quem fica passeando de moto e jet ski enquanto o povo está na fila do osso”, diz Boulos

Guilherme Boulos (Foto: Reprodução)

Com discurso crítico a Jair Bolsonaro, o pré-candidato a deputado federal cobrou do ex-presidente Lula um novo programa habitacional para seu eventual terceiro governo

247 – Pré-candidato a deputado federal por São Paulo, Guilherme Boulos esteve nesta sexta-feira (25) em um condomínio construído pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) acompanhado do ex-presidente Lula (PT) e do ex-ministro e pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad.

Boulos rebateu ataques feitos por bolsonaristas aos movimentos por moradia. “Temos que dizer em alto e bom som que quem luta por casa, por moradia, não é vagabundo não. Vagabundo é quem ficou 27 anos no Congresso e não fez nada, só rachadinha e esquema de gabinete. Vagabundo é quem fica passeando de moto e jet ski enquanto o povo brasileiro está na fila do osso. Movimento social tem dignidade”, disse ele em referência a Jair Bolsonaro (PL).

O pré-candidato à Câmara cobrou que o ex-presidente Lula tenha um novo programa habitacional em seu eventual terceiro governo. “Essas pessoas têm a esperança, como nós do movimento social temos, que a partir de 1 de janeiro do ano que vem, você chegando lá [na Presidência], que a gente reconstrua um programa habitacional para esse país, junto com o povo, com o movimento social. Nós temos que desapropriar imóveis abandonados nas regiões centrais para botar pobre morar no centro sim senhor, porque tem direito de morar perto de onde trabalha, onde tem infraestrutura, onde tem serviço público”.

Fonte: 247

‘Boto minha cara no fogo pelo Milton, estão fazendo uma covardia com ele’, diz Bolsonaro

Foto: Reprodução / Youtube

O presidente Jair Bolsonaro (PL) saiu em defesa do ministro da educação, Milton Ribeiro, acusado de realizar reuniões com interlocutores para disponibilizar verbas federais a prefeitos. Bolsonaro participou de live, nas redes sociais, nesta quinta-feira (24), ao lado da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

“Cabe a meus respectivos ministros liberarem as emendas. É tudo documentado, da CGU. Receberam duas denúncias sobre possíveis irregularidades. A CGU, por 6 meses, investigou o caso, e chegou a conclusão que não tinha nenhum servidor público envolvido. Agora no  dia 3 de março, resolveu encaminhar essas peças à polícia federal, quase no dia da divulgação do caso. Porque não tem corrupção no meu governo? Pois agimos dessa maneira. Ninguém pode dizer que está desviando. Agora falam que tinham 19 agendas, se estivesse armando não teria agenda oficial. Se estiver armando vai pelado para uma piscina. Não coloca na agenda o corruptor”, disse Bolsonaro. 

O presidente reforçou a defesa ao ministro e comentou que colocaria a “cara no fogo” por Milton. “Estão fazendo uma covardia com ele. Já abri o procedimento para investigar também, está na esteira do que a CGU já fez. Tem gente que quer colocar alguém lá. Ele quer que eu coloque lá a responsabilidade minha, se der problema a responsabilidade é minha ou se não continua fazendo coisa errada lá. É uma covardia com o ministro Milton. Algumas televisões sempre tem ranço com evangélicos e cristãos”, revelou.

Bolsonaro reforçou que Milton de fato recebeu os interlocutores para “não atrapalhar a investigação”. “Tem três prefeitos citados, com todas certezas a PGR, eles serão chamados. Eles vão ter que falar, pediram um quilo de ouro. Tem que falar. Só da boca para fora? Eles vão ser perguntados se pagaram” disse. 

“Temos assessoria jurídica. O Milton recebeu essa consultoria. Ele é um dos mais honrados. Tomou providência e tomou o que era cabível naquele caso. Ele fez a coisa certa”, completou Damares.

Fonte: Bahia Notícias

‘Alckmin vice com Lula ajudará a derrubar o inimigo da civilização brasileira, que é Bolsonaro”, diz Aloysio Nunes

Aloysio Nunes e Jair Bolsonaro (Foto: Pedro França/Agência Senado | Marcos Corrêa/PR)

“Alckmin tem condições de agregar e contribuir para que possamos criar uma frente muito ampla que vá da direita moderada até a esquerda para derrotar Bolsonaro”, afirmou o tucano

247 – O ex-senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) elogiou nesta quarta-feira (23), a filiação de Geraldo Alckmin ao PSB.

“Acho um fato muito positivo. A filiação de Alckmin ao PSB e a perspectiva de ele ser candidato a vice com Lula são uma grande contribuição para a formação de uma frente democrática que precisamos constituir para derrubar o inimigo principal da civilização brasileira, que é Jair Bolsonaro”, afirmou Nunes em entrevista à Carta Capital.

Segundo Aloysio Nunes, “Alckmin tem condições de agregar e contribuir para que possamos criar uma frente muito ampla que vá da direita moderada até a esquerda para derrotar Bolsonaro e o bolsonarismo e iniciar uma nova etapa na vida do País”.

Na cerimônia de filiação, Alckmin também falou em tom de conciliação e pacificação. “A política é a arte do bem comum, é a mais difícil das antiguidades humanas e exige coragem. Esse é o momento excepcional que o Brasil está vivendo. Há 49 anos, aos 20 anos de idade, fui candidato a vereador em Pindamonhangaba para redemocratizar o Brasil, tirar a ditadura. As ditaduras suprimem a liberdade. Em nome do pão, não dão o pão que prometeram e nem devolvem a liberdade que tomaram. Vivemos hoje um desses novos momentos graves da vida nacional, dois pesadelos que assombram o país: violência e miséria. O Brasil tem uma dívida social com nossa população, mas isso aumentou e piorou enormemente. Essa é a razão de estarmos aqui, no PSB, o partido da liderança, que tem história”, afirmou

247

Deltan Dallagnol diz que recebeu Pix de apoiadores para indenizar Lula

Foto: Reprodução / Agência Brasil

O ex-procurador Deltan Dallagnol (Podemos) afirmou que vem recebendo dinheiro via Pix de desconhecidos, em sinal de solidariedade pela condenação imposta pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na terça-feira (22).

De acordo com o que divulgou o Portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, o ex-procurador Deltan Dallagnol (Podemos) afirmou que vem recebendo dinheiro via Pix de desconhecidos, em sinal de solidariedade pela condenação imposta pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na terça-feira (22).

De acordo com o político, as arrecadações serão “aplicadas”, e “os rendimentos serão destinados a hospitais filantrópicos para tratamento de crianças com autismo e câncer”. No Twitter, Dallagnol afirmou já ter recebido mais de R$ 130 mil.

“Foram CENTENAS e CENTENAS de contribuições espontâneas de pessoas de todo o Brasil, de 1, 2, 5, 25, 30, 50, 100, 500 ou 1.000 reais, e minha esposa está me avisando que elas não param de chegar!”, escreveu

As doações vieram após Dallagnol ser condenado por danos morais devido a uma coletiva de imprensa concedida, em 2016, no âmbito da Operação Lava Jato. Com o auxílio de slides de PowerPoint, ele divulgou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente no caso do tríplex do Guarujá (SP), com afirmações vagas e genéricas, tratando o petista como culpado antes mesmo do processo.

Fonte: Bahia Notícias

Em ato de filiação ao PSB, Alckmin saúda Lula: “reflete a esperança do povo e representa a democracia”

O ex-governador ingressou no PSB para viabilizar sua aliança com Lula e disse que é preciso olhar para frente: “política é esperança, e é isso que nos une aqui”

247 – O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin se filiou ao PSB na manhã desta quarta-feira (23). O ingresso na sigla é visto como um ato que define a candidatura do ex-tucano à Vice-Presidência na chapa do ex-presidente Lula (PT)

Em discurso, Alckmin falou em tom de conciliação e pacificação. “A política é a arte do bem comum, é a mais difícil das antiguidades humanas e exige coragem. Esse é o momento excepcional que o Brasil está vivendo. Há 49 anos, aos 20 anos de idade, fui candidato a vereador em Pindamonhangaba para redemocratizar o Brasil, tirar a ditadura. As ditaduras suprimem a liberdade. Em nome do pão, não dão o pão que prometeram e nem devolvem a liberdade que tomaram. Vivemos hoje um desses novos momentos graves da vida nacional, dois pesadelos que assombram o país: violência e miséria. O Brasil tem uma dívida social com nossa população, mas isso aumentou e piorou enormemente. Essa é a razão de estarmos aqui, no PSB, o partido da liderança, que tem história”.

“A social-democracia e o socialismo quando nasceram, há alguns séculos, estiveram nos princípios das lutas trabalhistas e sociais. Alguns podem estranhar. Eu disputei com o presidente Lula a eleição em 2006, fomos para o segundo turno, mas nunca colocamos em risco a questão democrática. O debate era de outro nível. Nunca se questionou a democracia. A primeira tarefa nossa é combater a mentira, porque é o que há de pior para o regime democrático. Aqueles que criticam, desconfiam, agem de maneira displicente ao resultado das eleições estão ofendendo a democracia. Os que ameaçam o parlamento estão ameaçando a democracia. Os que agridem o Supremo Tribunal Federal estão agredindo a democracia. É evidente que estamos frente um mmento excepcional e é preciso olhar para frente. Winston Churchill dizia que quando nós aprofundamos a rixa entre o presente e o passado nós nos esquecemos o futuro. E é o futuro que aqui nos une, a esperança. Ulysses Guimarães relata que na última viagem que fez com Juscelino Kubitschek perorava entusiasmado: ‘a política é a esperança’. São Lucas é o mais querido dos evangelistas porque é amoroso. Política não é coruja, que sofre de agouros. Política é esperança, e é isso que nos une aqui. Por isso me sinto tão feliz de estar aqui no PSB”, falou o ex-governador.

Citando mais uma vez Lula, ele disse: “quero cumprimentar o PSB pela decisão de apoiar o presidente Lula para presidente da República. Nós temos que ter os olhos abertos para enxergar, a humildade para entender que ele é hoje aquele que melhor reflete, interpreta o sentimento de esperança do povo brasileiro. Ele representa a própria democracia porque é fruto da democracia. Não chegara lá, do berço humilde, se não fosse o processo democrático. Por ter conhecido as vicissitude é que interpreta esse sentimento da alma nacional. Não tenho dúvida de que o presidente Lula, se Deus quiser eleito, vai reinserir o Brasil no cenário mundial, vai alargar o horizonte do desenvolvimento econômico e vai diminuir essa triste diferença social que temos no país. O Brasil precisa ser bom para todos, trazer prosperidade para todos, qualidade de vida para todos”.

Discursaram também o presidente do PSB, Carlos Siqueira, o ex-governador Márcio França (PSB), o deputado federal Bira do Pindaré (MA-PSB), o prefeito de Recife, João Campos (PSB), a presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), e outros.

João Campos definiu a filiação de Alckmin: “largueza. O governador Alckmin está sendo largo, pensando no Brasil, pensando no que todos nós fazemos política deveríamos pensar. A gente tem que buscar unidade nas convergências. Chega de divergências, daquilo que nos separa”.

“Haddad é o único que pode derrotar o tucanato”, diz presidente do PSOL após desistência de Boulos

Juliano Medeiros aponta que o PSOL deve apoiar Haddad (PT) para o governo paulista, deixando Márcio França (PSB) sozinho na disputa

247 – Após o líder do MTST Guilherme Boulos (PSOL) anunciar sua desistência da corrida eleitoral pelo governo de São Paulo, o presidente da sigla, Juliano Medeiros, apontou pelo Twitter nesta segunda-feira (21) que o partido deve apoiar o pré-candidato Fernando Haddad (PT).

Medeiros disse considerar que Haddad é o único capaz de derrotar a hegemonia do PSDB em São Paulo, mas advertiu que a decisão de quem apoiar cabe ao coletivo do PSOL. “Como candidato a deputado federal, Boulos poderá ajudar a consolidar uma bancada ainda mais expressiva da esquerda e do PSOL na Câmara dos Deputados. Para o governo de SP, considero que Fernando Haddad é o único que pode unir as esquerdas e finalmente derrotar o tucanato”.

‘Esse debate será feito nas instâncias do PSOL em São Paulo. Obviamente defenderei a posição que for definida pela maioria com disciplina e compromisso militante. Mas como eleitor e filiado do partido no estado, manifesto a posição que penso ser a mais correta no momento”, completou.

Se o apoio do PSOL a Haddad se confirmar, o petista, que já lidera as pesquisas, deve se consolidar ainda mais na dianteira. Já o pré-candidato Márcio França (PSB) pode ficar sozinho na disputa.

 

Chegada de Alckmin é parte de pacote de mudanças programáticas no PSB 40

Foto: Reprodução / Agência Brasil

por Fábio Zanini | Folhapress

A filiação de Geraldo Alckmin ao PSB é parte de um pacote que inclui uma mudança profunda no partido, que quer passar a ser visto como uma legenda próxima do centro, embora traga a palavra “socialista” no nome.
No mês que vem, a sigla realizará em Brasília um congresso em que deve aprovar um novo programa partidário.
“A ideia é que o partido fique mais parecido com a social-democracia europeia e menos preso a conceitos como a estatização dos meios de produção”, diz o governador do Maranhão, Flávio Dino.
Segundo ele, já ficou demonstrado em diversos países do mundo que quem melhor combate o extremismo ideológico são os centristas. “Será um partido que toca na questão nacional, com muita ênfase na distribuição de renda”, afirma Dino.
O congresso terá como lema o “socialismo criativo”, mais conectado com novos temas, como a economia criativa, formas inovadoras de comunicação e o meio ambiente.
A própria chegada ao partido de Alckmin é parte desse processo de arejamento. “É o resgate da tese da frente ampla, que expressa o campo da Constituição de 1988 e une a centro-esquerda e a centro-direita, representada pelo Alckmin”, diz o governador.
Segundo Márcio França, ex-governador de São Paulo, Alckmin vai se sentir “totalmente à vontade” no novo PSB. Uma das mudanças a serem anunciadas é a defesa pelo partido da implantação do parlamentarismo, sistema que historicamente é associado ao PSDB, de onde o ex-governador acaba de sair.

Fonte: Bahia Notícias

Lula: “fome é doença que não dói aos olhos de quem não a sente”

“É uma das coisas mais bárbaras que a humanidade deixou acontecer, porque temos capacidade de produzir alimentos para todos”, disse o ex-presidente

Rede Brasil Atual – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou neste sábado (19) o assentamento Eli Vive, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Londrina, interior do Paraná. Ele participou da “Jornada de Solidariedade: Rumo aos Comitês Populares”, que marcou o lançamento nacional dos comitês. Como o próprio PT afirma em seu perfil no Twitter, trata-se de uma “retomada do trabalho de base”.

No evento, Lula discursou e falou a respeito da atual situação do Brasil, chamando a atenção para o aumento dos combustíveis promovido durante o governo Bolsonaro. “Nosso país foi submetido a um processo de destruição. A Petrobras era uma empresa excepcional. Nós temos petróleo autossuficiente, o que não temos são refinarias, porque pararam de fazer. E agora temos 392 empresas importando gasolina dos EUA, pagando em dólar”, apontou.

Além do elevado custo de vida, o ex-presidente falou a respeito de problemas como o desemprego e o aumento da fome. “Eu sei o que é um chão de fábrica. Sei o que é ficar desempregado. Levantar de manhã e não ter nem café pra tomar. Tem gente muito mais letrada do que eu. Mas nem 10% dos que querem concorrer entendem a alma do povo brasileiro como eu entendo”, disse.

“A fome é uma doença que não dói aos olhos de quem não a sente. É uma das coisas mais bárbaras que a humanidade deixou acontecer, porque temos capacidade de produzir alimentos para todos, mas são 19 milhões de pessoas passando fome no Brasil e 116 milhões com comida insuficiente”, pontuou.

Lula e o semipresidencialismo

Em seu discurso, Lula criticou as ações do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que pretende articular uma proposta que estabeleça o chamado semipresidencialismo no Brasil. O parlamentar criou na quinta-feira (17) um grupo de trabalho para discutir o tema, com um “conselho consultivo” formado por figuras como o ex-presidente Michel Temer (MDB).

“Não conseguiram aprovar o parlamentarismo com dois plebiscitos, vão tentar uma mudança na Constituição para criar o semipresidencialismo. Você elege um presidente, pensa que vai governar, mas quem vai governar é a Câmara, com orçamento secreto para comprar o voto dos deputados, para fazer todas as desgraceiras que estão fazendo”, contestou Lula.

Como tem feito em discursos e entrevistas, Lula reforçou a necessidade de se priorizar as eleições parlamentares. “Durante as eleições eu vou pedir voto para deputado. Vocês tratem de lançar candidato. Nós precisamos de pelo menos metade de deputados bons. Se não, não consegue aprovar, fazer as coisas.”

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Parlamentares do Psol pressionam Boulos a disputar vaga na Câmara, mas ele diz que vai até o fim

247 – “Aumenta a pressão entre parlamentares do Psol para que o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Guilherme Boulos, retire a sua candidatura ao governo de São Paulo e se lance como candidato a deputado federal”, informam os jornalistas Raphael Di Cunto e Marcelo Ribeiro, em reportagem publicada no Valor Econômico. “A mudança na candidatura serviria para Boulos ter um papel de destaque no Congresso num eventual governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e também para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira em 2022, o que está fazendo inclusive o Psol estar quase fechado numa federação com o Rede”, apontam ainda os repórteres.

Entretanto, Boulos diz que irá até o fim e que vai manter seu nome na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. “Essas especulações [de desistência] têm sido fomentadas para minar nossa candidatura”, diz ele. “O líder do MTST planeja concorrer ao governo paulista, mas a disputa tende a se dar entre o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) ou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, ainda sem partido, mas escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para ser o seu candidato em São Paulo”, preveem os jornalistas do Valor.

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