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:: ‘Política’

Moraes pede ao TSE investigação do ministro da Justiça por campanha eleitoral antecipada

 

Anderson Torres (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Anderson Torres será investigado por campanha antecipada, após ter participado de transmissão ao vivo, no dia 29 de julho, ao lado de Jair Bolsonaro, na qual o chefe do Executivo denunciou supostas fraudes eleitorais através das urnas eletrônicas

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a investigação do ministro da Justiça, Anderson Torres, por campanha antecipada, após ter participado de transmissão ao vivo, no dia 29 de julho, ao lado de Jair Bolsonaro.

Torres teria realizado a infração ao apoiar as falas de Bolsonaro contra o sistema eleitoral, realizando ele mesmo ataques à Justiça Eleitoral.

O ofício de Moraes contra o ministro integra o inquérito das fake news, no qual Bolsonaro também foi incluído após suas denúncias de supostas fraudes eleitorais através das urnas eletrônicas. Moraes aceitou a notícia-crime feita pelo TSE contra o chefe do Executivo.

Os peritos se negaram a fazer juízo de valor sem análise oficial da corporação. Mesmo assim, Torres foi à live e apresentou os dados técnicos para, como ele disse, “corroborar” as ideias de Bolsonaro.

“Ao final do encontro, a posição dos peritos foi de que, para se ter um parecer conclusivo adequado, o material apresentado na reunião deveria ser remetido oficialmente à PF para análise mais aprofundada”, diz a PF em em nota.

Na semana passada, a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) publicou uma nota desmentindo os ataques de Bolsonaro sobre possíveis fraudes nas urnas eletrônicas.

 

Advogado que denunciou Moro é assassinado a tiros em Curitiba; vídeo contém cenas fortes

Assassinato do advogado Igor Martinho Kaluff, que denunciou Sergio Moro (Reprodução)

Igor Martinho Kaluff ficou nacionalmente reconhecido depois que pediu a quebra dos sigilos fiscal, bancários e financeiro do ex-ministro da justiça. O assassinato, segundo a Polícia, foi um acerto de contas

O advogado Igor Martinho Kaluff, de 40 anos, foi assassinato a tiros nesta quinta-feira (12) em uma loja de conveniências em Curitiba, no Paraná.

Leia também: Um dos suspeitos de matar advogado que denunciou Moro é preso em Curitiba

Kaluff ficou nacionalmente reconhecido depois que pediu a quebra dos sigilos fiscal, bancários e financeiro do ex-ministro da justiça de Jair Bolsonaro, Sérgio Moro.

O assassinato, segundo a Polícia, foi um acerto de contas. O delegado da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Tiago Nóbrega, esteve no local do crime e verificou as imagens com o proprietário do posto de combustível. Segundo Nóbrega pelo menos três pessoas tiveram participação na morte das vítimas.

De acordo com investigações, Kaluff devia cerca de R$ 70 mil para agiotas, e no posto de combustíveis haveria uma reunião para falarem sobre a dívida.

A princípio, a polícia acredita que o advogado tenha sido vítima de uma emboscada.

Além de advogado, Kaluff  também era proprietário de um restaurante de comida árabe, que fica a cerca de 3 quilômetros do local do assassinato.

O vídeo abaixo contém cenas fortes

Fonte: Forum

Arthur Lira defende separação entre poderes e diz que nenhum deve pisar no pé do outro

O deputado afirmou que a articulação entre o Judiciário, Executivo e Legislativo deveria ser como uma dança “sem pisar no pé de ninguém”

Sputnik – Em semana conturbada diante das hostilidades trocadas entre Bolsonaro e ministros do STF e TSE, o presidente da Câmara argumentou que a dinâmica entre Judiciário, Executivo e Legislativo deve ser como uma dança “sem pisar no pé de ninguém”.

Neste sábado (7), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), defendeu a separação dos três Poderes em publicação feita nas redes sociais.

O deputado afirmou que a articulação entre o Judiciário, Executivo e Legislativo deveria ser como uma dança “sem pisar no pé de ninguém”.

“Neste fim de semana, sejamos ainda mais inspirados pelos ensinamentos de Aristóteles, Locke e Montesquieu, quando pontificaram sobre o sistema de freios e contrapesos que formam a separação entre os poderes”, escreveu.

​As declarações de Lira surgem após uma semana tensa entre o presidente, Jair Bolsonaro, e ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na quinta-feira (5), o ministro e presidente do STF, Luiz Fux, cancelou uma reunião que haveria entre os chefes dos Poderes depois que o presidente da República proferiu ofensas a ministros e ao processo eleitoral brasileiro, conforme noticiado.

Em motociata realizada hoje (7), Bolsonaro disse que “querem decidir no tapetão as coisas, não pode ser dessa maneira”, fazendo menção aos últimos acontecimentos entre ele e o STF, TSE e membros da CPI da Covid.

247

Pedro Serrano: “Nós não podemos acreditar nas instituições brasileiras”

Para o jurista e professor Pedro Serrano, a sequência de ataques ao sistema eleitoral brasileiro por Bolsonaro acende sinal de alerta no universo jurídico que zela pelo Estado Democrático de Direito e pela garantia de realização de eleições democráticas e transparentes

 Em entrevista ao Prerrogativas deste sábado (07) o jurista e professor Pedro Serrano destacou que no atual cenário “não podemos acreditar nas instituições brasileiras” e que há um sério risco à democracia e até de cancelamento das eleições de 2022.

Segundo Serrano, o sistema de Justiça como um todo contribuiu muito para a instabilidade política do Brasil, impedindo o Lula de ser candidato em 2018, por um processo penal fraudulento de exceção. “Nós vamos esquecer o esquema de Justiça nisso.  A responsabilidade da instabilidade está só no executivo e no legislativo?” Serrano acredita que para poder oferecer mais estabilidade à democracia no Brasil é necessário reformar toda a estrutura do Estado.

“Vamos convocar o povo a que ele aprove uma constituinte que não altere os direitos fundamentais e sociais e só debata a estrutura de estado”, afrima o jurista

O especialista acredita que a única forma de garantir a democracia neste momento é o povo na rua. “Eles vão tentar todas as formas possíveis de impedir a chegada de governos progressistas ao poder na América Latina, sobretudo no Brasil”.

 

“Se pautou o voto impresso, Lira deveria pautar também o impeachment”, diz Rogério Correia

Para o deputado, o impeachment de Bolsonaro deveria ter o mesmo peso já que existem mais de 150 pedidos ignorados por Lira e que não foram pautados

O deputado federal Rogério Correia (PT-MG)  usou as redes sociais para dizer que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), deve defender o impeachment de Bolsonaro com o mesmo empenho que está fazendo com o voto impresso, ao propor a discussão da PEC no plenário.

Para o deputado, o impeachment de Bolsonaro deve ter o mesmo peso democrático, já que existem mais de 150 pedidos ignorados por Lira e que não foram seuqer pautados.

“Sob o argumento de garantir a democracia e a vontade de setores da sociedade, a PEC do voto impresso será pautada no plenário pelo presidente @ArthurLira_ .Tomara que este mesmo raciocínio seja considerado para pautar o impeachment. Já são mais de 150 pedidos”.

Fonte: 247

Com 39%, Lula lidera corrida presidencial e tem quase a soma de Bolsonaro, Ciro e Datena, diz pesquisa PoderData

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert)

O levantamento aponta ainda que o petista venceria Jair Bolsonaro em um segundo turno com 20 pontos de diferença

Revista Fórum – Pesquisa PoderData, plataforma do site Poder360, divulgada nesta quarta-feira (4), aponta que, mesmo com o apresentador José Luiz Datena (PSL) no páreo da corrida eleitoral à presidência em 2022, o ex-presidente Lula (PT) segue como favorito para vencer o pleito.

Segundo o levantamento, o petista lidera com 39% das intenções de voto, o que representa praticamente a soma das intenções de voto em Jair Bolsonaro (sem partido), Ciro Gomes (PDT) e Datena.

O atual presidente aparece em segundo lugar com 25%, e é seguido por Ciro Gomes, com 8%, e pelo apresentador de TV, que chega a 7%.

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247

Lula vence Bolsonaro no primeiro turno e em todas as simulações de segundo, diz pesquisa Quaest

Ex-presidente Lula (Foto: Ricardo Stuckert)

Pesquisa Quaest Consultoria apontou o ex-presidente Lula com 46% dos votos na simulação de primeiro turno. Jair Bolsonaro apareceu na segunda posição, com 29%. O petista também vence em todas as simulações de segundo turno. Contra Bolsonaro, alcança mais de 20 pontos percentuais de diferença

Pesquisa Quaest Consultoria, divulgada nesta quarta-feira (4), apontou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança isolada, com 46% dos votos na simulação de primeiro turno. Jair Bolsonaro apareceu na segunda posição, com 29%, seguido pelo ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 12%.

Pesquisa Quaest Consultoria, divulgada nesta quarta-feira (4), apontou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança isolada, com 46% dos votos na simulação de primeiro turno. Jair Bolsonaro apareceu na segunda posição, com 29%, seguido pelo ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 12%.

De acordo com a pesquisa, Lula é o único entre os pré-candidatos em que o potencial de voto é maior que a taxa de rejeição. Ao todo, 58% dizem que podem votar nele, contra 41% que dizem que não.

O levantamento foi feito com 1.500 entrevistados, de 29 de julho a 1 de agosto em 95 cidades das 27 unidades da federação. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: 247

Senador Angelo Coronel defende que PSD lance candidato ao governo estadual

Foto: Bahia Notícias

Quadro importante do PSD na Bahia, o senador Angelo Coronel defende que o partido tenha candidatura própria ao governo do estado nas eleições de 2022. Por aqui, a legenda compõe a base de apoio do governador Rui Costa, do PT, que deve lançar o senador Jaques Wagner como pré-candidato ao pleito. Para Coronel, no entanto, a escolha de um nome do PSD seria uma “inversão” no grupo político.

“Eu sempre digo que time que não joga não tem torcida. Eu defendo candidatura própria dentro do nosso partido, PSD. E essa candidatura que eu defendo é a de Otto Alencar. Eu vejo Otto com uma mudança no protagonismo, já que o PSD vem sempre apoiando os governos do PT (Wagner e Rui Costa), eu defendo agora uma inversão, que a gente tenha Otto Alencar para o governo e ainda Rui Costa possa vir também compor a chapa para o senado”, afirmou Coronel em entrevista ao Bahia Notícias.

Nos últimos dias, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, fez afagos ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), ao citar o democrata como nome pacificador do país na eleição para presidente. Questionado sobre como essa movimentação, caso efetivada, pode influenciar as alianças do PSD na Bahia, Angelo Coronel foi objetivo: “partido é partido”.

“Evidentemente que se um partido tem um candidato a presidente, espero que o partido tenha palanque em todo o estado do Brasil, é natural”, disse o senador.

Senador, com o que vem sendo divulgado durante a CPI da Pandemia, há uma pressão para a retomada da CPMI das Fake News, na qual o senhor é presidente e teve o trabalho interrompido em 2020 devido à pandemia. Como o senhor analisa o trabalho desenvolvido pela CPI da Covid até aqui e qual paralelo faz entre as comissões?

A CPI da Covid tem entrado em outras áreas, fora até do escopo do seu foco principal da época que foi aprovada, assinada por boa parte dos parlamentares e aprovada pelo presidência do Senado. Eu acho que ao final será benéfico, quem mexe com vidas tem que ter um carinho especial. E eu vejo até então que houve negligência por parte de membros do governo, principalmente na questão da compra de vacinas. E também estamos vendo aí, suspeitas de supostas corrupção dentro do seio do ministério da saúde. A CPI, ao final, deverá gerar um relatório, espero ser com provas materiais para que o Ministério Público acate e abra processo para aqueles que merecerem ser processados. Agora, se não tiver prova material fica sem sentido porque o MP não vai abrir inquérito contra ninguém se não tiver a prova material.

 

Atualmente qual a situação da CPMI das Fake News? Há um diálogo com o presidente Rodrigo Pacheco para definir os próximos passos e uma possível reativação?

Estamos mais ou menos acordados que, na volta dos trabalhos, no segundo semestre, vamos avaliar para ver a possibilidade de reabrir todas as comissões que estão paralisadas, inclusive a de combate às fake news. No momento não existe comissão trabalhando presencial, com exceção da CPI da Covid, já que é uma CPI que realmente carecia da presença física para que se chegasse a conter essa sangria que estava acontecendo no país com a falta da compra de insumos e vacinas e vendo vidas sendo ceifadas a cada dia. A CPI de combate a fake news não é uma CPI com urgência urgentíssima igual a da Covid. Não estamos mexendo com a vida, estamos tentando descobrir e paralisar e tentar punir gangues digitais que andam espalhadas pelo Brasil, difamando pessoas, injuriando pessoas, atacando a honra no anonimato, uma verdadeira covardia. O foco da CPI é fazer um regramento do país, fazer legislação mais dura e meios adequados para chegar aos autores dessas fake news e punir severamente. Principalmente também é focar em certos meios de comunicação que também não checa a notícia, não checa se a informação é correta e vai disseminando algo sem a devida comprovação. Por isso que existe as agências de checagem no país, foram criadas para isso. Mas infelizmente temos no Brasil ainda jornalistas que são disseminadores de desinformação, precisamos conter essa sangria.

Durante sua atuação à frente da CPMI, o que foi possível concluir das investigações que tratam de notícias falsas na internet?

Muitas notícias foram confirmadas em canais do YouTube, páginas do Facebook, de pessoas pregando contra o não uso da vacina, principalmente do sarampo. Na época nós não tínhamos essa crise da pandemia. Então a CPMI não adentrou nessa área das vacinas da Covid-19, foi mais em outras doenças que foram erradicadas no passado e que algumas voltando aos poucos por talvez por desinformação que pessoas pregam nas redes sociais. Fizemos também projeto de lei, o 2630, que visa o rastreamento para se chegar aos autores das notícias falsas, principalmente no WhatsApp. Para que a gente possa descobrir e também dar o direito para a pessoa atingida, atacada ao contraditório. Esse talvez seja o grande fruto da CPMI de combate às Fake News. Um projeto duro, que a gente espera transformar em lei e punir e evitar a propagação dessas mentiras que estão na rede de computadores todos os dias.

Seu colega de Senado e de partido, Otto Alencar, tem se destacado durante as sessões da CPI da Covid e se mostrado atuante. Como esse protagonismo pode favorecer o partido e a Bahia?

Otto é uma pessoa focada, tem experiência política e na área médica. Ele tem tido destaque robusto, na vida pessoal dele, no mandato e no nosso partido, a nível estadual e nacional. Ele com isso reforça a tese que é uma pessoa que conhece bem e quando entra no assunto ele vai a fundo porque estuda. Não resta dúvida que na Bahia o senador Otto Alencar é o grande nome do nosso partido e um dos grandes nomes do partido a nível nacional.

Na Bahia, o PSD compõe a base do governador Rui Costa. Tem se falado que o PT deve lançar a candidatura de Jaques Wagner ao governo em 2022. Como está o diálogo dentro do partido para o ano que vem? O PSD cogita candidatura própria ao governo da Bahia?

Eu sempre digo que time que não joga não tem torcida. Eu defendo candidatura própria dentro do nosso partido, PSD. E essa candidatura que eu defendo é a de Otto Alencar. No próximo ano estará sem mandato, apto a disputar qualquer cargo eletivo em 2022 e eu defendo que seja o nome dele o escolhido pelo grupo, que é composto por vários partidos, como o PT, PP, PSB, PCdoB e tantos outros. Não desmerecendo o nome de outros amigos, outros colegas, mas eu torço pela candidatura do meu partido. Eu vejo Otto com uma mudança no protagonismo, já que o PSD vem sempre apoiando os governos do PT (Wagner e Rui Costa), eu defendo agora uma inversão, que a gente tenha Otto Alencar para o governo e ainda Rui Costa possa vir também compor a chapa para o Senado. Com isso, o vice-governador João Leão representante do PP, assumiria o governo da Bahia e continuaria tendo a indicação para compor a chapa majoritária. Essa é a minha defesa. E além do mais, é tão bom viajar com Wagner e voltar toda semana, e se Wagner vier a ser governador, vai me fazer uma falta muito grande (risadas). Já vi até a manchete, ‘Coronel não abre mão da companhia de Wagner semanalmente ao Senado’.

O ministro João Roma também passou a ser ventilado com mais frequência nos últimos meses como uma “terceira via” na Bahia. O que você acha do nome de Roma como candidato de Bolsonaro aqui?

Todo cidadão eleitor da Bahia e que é filiado a um partido tem condições de pleitear e sonhar em ser governador. Eu acredito que o deputado João Roma, mesmo não sendo baiano, mas já se tornou um baiano, ele está aspirando disputar o governo com apoio do presidente Bolsonaro é válido a candidatura dele e eu só posso desejar-lhe boa sorte, pena que não posso votar nele porque já tenho Otto Alencar para dar meu voto a governador.

Nos últimos dias o presidente do PSD, Gilberto Kassab, sinalizou uma aposta na candidatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que atualmente está no DEM, para uma “pacificação do país”. Para o senhor, Pacheco é uma alternativa sólida, capaz de fazer frente a Bolsonaro e Lula, ou até mesmo Ciro Gomes?

Eu não tenho nada contra. Eu acho que todos os partidos deveriam ter candidaturas próprias. E no segundo turno, aqueles dois que ficarem, os demais sentam para conversar. Agora, aqui na Bahia temos uma aliança com o PT, PP e outros partidos. Vamos ver como vai desenrolar esses meses que temos pela frente até chegar na decisão de escolha do nome para ver como seremos tratados.

Uma movimentação como essa não obrigaria o partido a construir um palanque para ele na Bahia?

Evidentemente que se um partido tem um candidato a presidente, espero que o partido tenha palanque em todo o estado do Brasil. É natural, partido é partido, se a nossa convenção nacional resolver todos que tenhamos um candidato a presidente, eu não tenho motivo para ir de encontro a candidatura do meu partido. Respeito quem tem opinião divergente, mas não vejo motivo para não marchar com candidatura própria.

Em 2020, o PSD foi o partido que mais conquistou prefeituras na Bahia. A que o senhor atribui esse sucesso alcançado pelo partido?

O partido 55, PSD, é uma família. Temos vários deputados federais, estaduais e lideranças que sempre pensam numa meta de se tornar um partido aberto, do diálogo, de quando alguém tem um problema os outros ‘players’ do partido estão lá com a mão estendida. Cresceu em virtude disso, dessa parte de tratar bem as pessoas e conviver com as dores das pessoas e também as alegrias. Por isso eu considero o PSD uma família, que na Bahia muito bem conduzida pelo senador Otto Alencar, que se tornou para muitos um ‘paizão’. Nós temos como meta tratar bem as pessoas para que a gente possa crescer cada dia mais a nossa família 55 na Bahia.

Sobre as últimas votações no senado antes do recesso, o que foi pautado? Um PL seu foi aprovado, fala um pouco mais sobre isso.

Eu acredito que as mulheres precisam entrar efetivamente na vida pública. Quando eu assumi o senado, eu fiz um projeto dessa natureza que foi mal interpretado por várias mulheres. Eu fiz questão de fazer outro projeto que praticamente é quase igual ao anterior, fui mais explícito, colocando já um percentual de cadeiras efetivas para as mulheres. A mulher é importante estar participando no dia a dia das questões, municipais, estaduais e do Brasil. É um estímulo, vamos começar com 18% das vagas nas Câmaras de vereadores, assembleias do Brasil, Câmara Federal, já estão garantidos os 18% para as mulheres brasileiras. As mulheres já tem conquistado muito espaço e acho que essa cota é uma maneira de incentivar, sempre digo que mulheres têm méritos. Mas nada como dar um incentivo para que elas entrem na política com mais vontade.

Ex-candidato a deputado federal Aroldo Pinto se filia ao PT

Senador Jaques Wagner (PT), Aroldo Pinto (PT) e Lula. (Foto: Ricardo Sturket)

Depois de ter lutado pela Lei da Ficha Limpa, inclusive na semana de sua aprovação no Congresso Nacional, o que foi registrado no Jornal Nacional da rede Globo, e participado de vários protestos em favor da coletividade, especilmente para servidores públicos, Aroldo Pinto foi lançado, em 2018, candidato a DEPUTADO FEDERAL (pelo PSB) no chapão do atual governador da Bahia, Rui Costa, PT.

Entre o deputado Indio da Costa, RJ e Jovita Rosas do MCCE, dentre outros o relator da Ficha Limpa Edurado Cardozo PT.

Aroldo vem usando as redes sociais, fazendo lives, dentre outros, defendendo a democracia, a verdade e combatendo as fake news. Ainda, foi à Curitiba, Brasília tentar sensibilizar autoridades no intuito de libertar o ex-presidente Lula. Sempre teve afinidade com partidos de esquerda e fez parte, tendo sido filiado ao PT nos anos 90. Em contato com a militância petista de todo o Brasil, Aroldo Pinto foi convencido a voltar para o PT. Isso mesmo, Aroldo se filiou, novamente ao PT, com aval de dirigente estadual e nacional.

À direita, segurando uma agenda, Aroldo Pinto, PT-BA.

CANDIDATURA 2022

Perguntado se será novamente candidato a deputado federal, Aroldo Pinto acentuou que o Brasil precisa melhorar a qualidade política do Congresso Nacional, colocar pessoas decentes que cuide bem das pessoas, especialmente as mais empobrecidas. Mas, que respeita as decisões da direção estadual, em conjunto com a nacional. Se Lula e a militância achar que é preciso, então estarei a disposição. “Voltei para o PT, no sentido de somar, e ajudar a reorganizar a militância, defendendo as bandeiras que sempre foram defendidas pelo PT, observando as mudanças em nível mundial, sem contudo, ferir nossa soberania e entregar nossas riquezas para o capital estrageiro – política adotada pelos defensores do estado mínimo.” Acrescentou que está a disposição do Partido dos Trabalhadores.

Bolsonaro teve encontro fora da agenda com neta de ministro de Hitler e representante neonazista da Alemanha

deputada alemã Beatrix von Storch, do partido “Alternative für Deutschland”, ao lado de Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução (Instagram))

Neta de um ministro de Hitler, a deputada alemã Beatrix von Storch, vice-líder do partido neonazista “Alternative für Deutschland” (AfD) postou nas redes sociais uma foto ao lado de Jair Bolsonaro

A deputada alemã Beatrix von Storch, vice-líder do partido “Alternative für Deutschland” (AfD) e neta de um ministro de Hitler, postou nesta segunda-feira (26), em sua conta Instagram, uma foto ao lado Jair Bolsonaro. O Museu do Holocausto já fez um protesto no Twitter contra o AfD, dizendo que se trata de uma sigla com “tendências racistas, sexistas, islamofóbicas, antissemitas, xenófobas e forte discurso anti-imigração”.

O partido AfD (acrônimo em alemão que significa ‘Alternativa para a Alemanha’) é uma organização ultrarradical que abriga os membros mais extremistas do espectro político daquele país. A sigla defende abertamente ideias xenofóbicas, racistas, segregacionistas e violentas. Seus principais alvos são os muçulmanos, mas ainda pode ser notado um vigoroso antissemitismo em suas fileiras.

Ainda que seus quadros tenham perdido força durante o período da pandemia, a AfD tem um bancada significativa no Bundestag, o parlamento federal da Alemanha, com 92 deputados de um total de 709 da câma.

Segundo a imprensa alemã, seus membros nutrem simpatia pelo Nazismo e pela figura de Adolf Hitler, mas manifestações desse tipo são feitas de forma velada, muito por conta da forte reação que manifestações desse tipo produzem na sociedade germânica.

“Um encontro impressionante no Brasil: agradeço ao presidente brasileiro por sua recepção amigável e estou impressionado com sua clara compreensão dos problemas na Europa e dos desafios políticos do nosso tempo”, disse a alemã na publicação.

“Em um momento em que a esquerda está avançando sua ideologia através de suas redes e organizações internacionais em escala global, nós conservadores também precisamos nos conectar mais de perto e a nível internacional. Além dos EUA e da Rússia, o Brasil é um parceiro estratégico global com quem queremos moldar o futuro juntos”, continuou.

Neste mês,  o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) celebrou um encontro com Beatrix von Storch.

A deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) também havia comemorado um encontro com a deputada.

Fonte: 247



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