WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

secom bahia

secom bahia

embasa


(74) 99106-4031

janeiro 2022
D S T Q Q S S
« dez    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  


:: ‘Política’

STF autoriza Lula a processar quem chamar ele de ladrão, VALE A PARTIR DE HOJE

STF autoriza Lula a processar qualquer um que o difamar, o acordão foi publicado dia 04, e hoje começa a correr prazo para recurso.

A partir de agora, ele já pode se dizer inocente e processar quem falar ao contrário.

Vale lembrar que Lula era primeiro lugar na pesquisa e vencendo Bolsonaro quando foi preso, e mesmo preso continuava na frente na pesquisa, até cassarem seu direito de concorrer, e quase ainda, emplacou o introvertido Haddad Presidente, mesmo preso, e a quem diga, que se não fosse a facada, Haddad com toda sua rejeição, seria presidente.

“HABEAS CORPUS 164.493 PARANÁ RELATOR : MIN. EDSON FACHIN

IMPARCIALIDADE DO JULGADOR COMO PEDRA DE TOQUE DO DIREITO PROCESSUAL PENAL. ANTECEDENTES DA BIOGRAFIA DE UM JUIZ ACUSADOR. DESNECESSIDADE DE UTILIZAÇÃO DOS DIÁLOGOS OBTIDOS NA OPERAÇÃO SPOOFING. ELEMENTOS PROBATÓRIOS POTENCIALMENTE ILÍCITOS. EXISTÊNCIA DE 7 (SETE) FATOS QUE DENOTAM A PERDA DA IMPARCIALIDADE DO MAGISTRADO DESDE A ÉPOCA DA IMPETRAÇÃO. VIOLAÇÃO DO DEVER DE IMPARCIALIDADE DO MAGISTRADO. ART. 101 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL. ORDEM EM HABEAS CORPUS CONCEDIDA PARA ANULAR TODOS OS ATOS DECISÓRIOS PRATICADOS NO ÂMBITO DA AÇÃO PENAL 5046512-94.2016.4.04.7000/PR (TRIPLEX DO GUARUJÁ), INCLUINDO OS ATOS PRATICADOS NA FASE PRÉPROCESSUAL.

 

Parlamentares se mobilizam por PEC para barrar militares da ativa em cargos políticos

Parlamentares que integram partidos de oposição e de centro, como MDB e PL, iniciaram mobilização nesta sexta-feira (3) para impulsionar a PEC (proposta de emenda à Constiuição) da deputada Perpétua Almeida (PC do B-AC), que tem o objetivo de impedir que militares da ativa ocupem cargos políticos em governos.

A articulação ocorre após o Exército livrar Eduardo Pazuello de sanções por ter participado de ato político ao lado de Jair Bolsonaro.
A proposta prevê que o militar da ativa que tiver menos de 10 anos de serviço “deverá afastar-se da atividade” para exercer cargo civil na administração pública. Já os que tiverem mais de uma década de trabalho deverão passar automaticamente para a inatividade na data da posse no novo cargo.
O texto teve o apoio de Rodrigo Maia (DEM-RJ) nas redes sociais e precisa de 171 assinaturas para começar a tramitar. Pérpetua tinha 80 até a semana passada.

Vai ter golpe x não vai ter golpe

“É hora das Instituições, das organizações políticas, sociais, de reagir firme, de não aceitar ou não se deixar vencer psicologicamente de um GOLPE que não foi dado, mas pode ser, se houver essa aceitação passiva”, avalia o advogado Arnobio Rocha

Da mesma lavra que criou a ilusão de que não ía ter GOLPE, em 2016, e teve. Agora, em sentido oposto, começou a “sofrência” de vai ter GOLPE, ou melhor já teve GOLPE dentro GOLPE.

A minha posição, lá  e aqui, é a mesma, e oposta à essa corrente.

GOLPE de estado é muito parecido com a lenda do empresário como animal indutor da economia,  segundo Delfim Neto, os empresários investem quando há uma “expectativa positiva na sociedade, assim eles se animam e investem firme”.

Assim, o GOLPE,  pode ser uma questão de expectativa,  a meu ver, nesse campo de esquerda e/ou progressita, muitas vezes trabalha, mal,.essas expectativas. Que vai da euforia do “não vai ter golpe”, à depressão de que a não punição do Panzuello, significa que “vai ter golpe”, esse dois movimentos, alto e baixo,  são feitos sem nenhuma mediação da realidade concreta, apenas lemos a superfície dos fenômens.

Infelizmente, nos faltou a análise da economia, das classes, da correlação de forças e qual o programa em disputa que Temer, depois Bolsonaro, representavam, a despeito de sutilezas de diferenças ideológicas entre ambos, a economia e os ataques aos direitos foram feitos em sincronia entre ambos os governos.

O GOLPE  de 2016, em essência, foi a resposta econômica e política aos anos petistas de governo. O Estado foi desmontado de forma absolutamente rápida e sem nenhuma defesa efetiva das conquistas, as emendas constitucionais aprovadas destruíram boa parte da CF de 1988, o Ultraliberalismo “passou o carro sobre a população, entre 2016 e 2018, e deu ré (para matar quem sobreviveu), entre 2019 e 2021”.

O que justificaria esse novo golpe? A Pandemia, a possibilidade de derrota do governo Bolsonaro nas eleições de 2022?

Insisto, qual a correlação de forças, o comportamento das classes, o afluxo ou refluxo dos movimentos políticos e sociais?

Quando leio os impressinismos, me assusto e penso:

Parece que amanhã pela manhã teremos nossas prisões decretadas, de que os militares vão cumprir  a “intervenção militar constitucional”, esse pesadelo sem pé na realidade dos bolsonarista.

A reação covarde, medrosa, de que Vai ter GOLPE,  nos desarma, demonstra um medo desproporcional à realidade, facilitando o GOLPE real. Isso me faz lembrar, a fanfarronice de que não teria GOLPE em 2016, mas no sentido contrário, não reagir, aceitar, como se fez ali.

É hora das Instituições, das organizações políticas, sociais, de reagir firme, de não aceitar ou não se deixar vencer psicologicamente de um GOLPE que não foi dado, mas pode ser, se houver essa aceitação passiva.

Vamos reagir, fugir ou nos conformar? Simplesmente constar, não resolverá nada, apenas facilitaria os desejos nefastos do bolsonarismo.

Essa é a questão central.

Fonte: 247

Otto Alencar ‘aperta’ Nise sobre uso da cloroquina e gera constrangimento em CPI

O senador baiano Otto Alencar (PSD), médico de formação, protagonizou um momento de incisivos questionamentos à Nise Yamaguchi sobre o tratamento de mais de 370 pacientes que ela alega terem sido “curados” da Covid-19 com o uso da idroxicloroquina, medicamento que sucessivas pesquisas já comprovaram ser ineficaz. Em seus esclarecimentos, nesta terça-feira (1º), a médica voltou a defender o tratamento precoce da doença e o uso da medicação. Apresentou ainda uma minuta de decreto, a qual prevê a administração da medicação.

“A primeira coisa que pergunto é que se para utilizar hidroxicloroquina a senhora fez exames pré-clínicos e clínicos, quais exames e se a senhora acompanhou e tem os exames se depois do tratamento deixaram sequela?”, iniciou Otto, ao passo que a médica responde que a droga já é utilizada há mais de 80 anos.

“A senhora vim dizer que é usada há tanto tempo sem fazer exames clínicos e pré-clínicos?”, rebate o senador. “A senhora está errada. Apostou em uma droga que poderia dar certo ou não. A ciência, por mais que a senhora seja formada e tenha curso, não admite isso. De se apostar no escuro. Querer testar uma droga para ver se dar certo ou errado”, enfatizou Alencar, repetindo postura combativa, assim como já havia expressado em outros depoimentos na CPI.

“Se me fornecer os dados todos dos pacientes que falou há pouco, os trezentos e poucos pacientes com nome, o diagnóstico de certeza que estava com a Covid, o tratamento e a sequelas que ficaram, resultados de exames de laboratório… A senhora fez dedímero dos exames que a senhora fez? Não tem. Tem as tomografias? Fez? Não fez. Ficou fibrose pulmonar?”, continua o senador em seus questionamentos.

Alencar prossegue ainda com questionamentos apontados como básicos no tratamento da Covid-19, os quais Nise não consegue responder ou responde de maneira superficial, a exemplo da diferença entre vírus e protozoários.

“Como é que a senhora, com a responsabilidade que tem diz que tratou 370 pacientes sem comprovar os doentes, sem mostrar os exames? Isso é leviano”, continua o senador. “De médico audiovisual esse plenário está cheio”, acrescentou.

Após a sequência de perguntas feitas pelo senador, as quais gerou tensão e deixou no ar um clima de constrangimento, o presidente Omar Aziz interveio.

Bolsonaro está em seu pior momento, e Lula no melhor, reconhece Lira

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), admitiu ainda que a eleição de 2022 não terá espaço para uma “terceira via”: “não houve desde 1989. Os dois vão convergir ao centro, e o centro vai escolher qual o melhor dos dois”

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), em participação na 22ª edição da CEO Conference Brasil, do banco BTG Pactual, na manhã desta terça-feira (25), de acordo com a Folha de S. Paulo, afirmou ver Jair Bolsonaro em seu pior momento no governo. Por outro lado, segundo Lira, o ex-presidente Lula, principal adversário do atual governo, está no ápice de sua popularidade.

“Nós estamos numa complicação de vacina, numa ausência que passou-se três meses sem o auxílio emergencial, com a população mais carente privada. Então, na minha visão, rapidamente, o presidente Bolsonaro está no seu pior momento e o candidato e ex-presidente Lula está em seu melhor momento”, disse Lira.

Em pesquisa Datafolha divulgada em 12 de maio, Lula aparecia com 41% das intenções de voto para o primeiro turno de 2022, contra apenas 23% de Jair Bolsonaro.

O presidente da Câmara, no entanto, ponderou ao destacar que pesquisas eleitorais são um “retrato do momento”. Ele disse ser difícil prever como estarão Bolsonaro e Lula na época do pleito no ano que vem. “Acho que as coisas têm que andar na sua normalidade. Acho que é normal de todo mundo discutir quem vai ser o próximo governante no Brasil, mas eu penso ainda que é momento de nós trabalharmos para estruturarmos o nosso país para qualquer um que ganhe a eleição tenha melhores condições de governar do que no momento”.

O deputado admitiu que não deve surgir uma terceira via para a próxima eleição. “Não houve desde 1989. A terceira via ela chega ali…o mais próximo que ela chegou foi, se eu não me engano, numa eleição da Marina [Silva] e na outra ela já dissolveu como candidata, chegando atrás, inclusive, daquele ex-deputado Daciolo. Nessa eleição, com a polarização que existe, eu não acredito que vá haver terceira via, porque os dois vão convergir ao centro, e o centro vai escolher qual o melhor dos dois para governar em 2022”.

Lava Jato

Ainda no evento, Lira reconheceu como positiva a atitude do Supremo Tribunal Federal (STF) de anular as sentenças da Lava Jato contra Lula e declarar o ex-juiz Sergio Moro parcial e suspeito. “Eu deixei claro que houve excessos na Lava Jato. Eu não sei, e ainda hoje tenho quase que certeza que o ex-juiz [Sergio] Moro, num país mais duro, teria uma pena muito rígida. Os erros que foram cometidos de parcialidade são inadmissíveis para uma justiça que tem a obrigação de ser parcial, que tem a obrigação de manter o direito de defesa, o direito do estado democrático intocáveis no Brasil e em qualquer parte do mundo”.

247

Lula ultrapassa Bolsonaro e é líder em popularidade digital, diz pesquisa

Além de disparar na frente em pesquisas mostrando intenção de voto nas eleições de 2022, o ex-presidente Lula (PT) também ultrapassou Jair Bolsonaro em Índice de Popularidade Digital (IDP), ranking elaborado diariamente pela Quaest Consultoria

Além de disparar na frente em pesquisas mostrando intenção de voto nas eleições de 2022, o ex-presidente Lula (PT) também ultrapassou Jair Bolsonaro em Índice de Popularidade Digital (IDP), ranking elaborado diariamente pela Quaest Consultoria.

O ranking coleta dados em redes sociais e buscadores, como Twitter, Instagram e Google Search, e leva em consideração indicadores como número de seguidores, capacidade de promover engajamento e quantidade de reações positivas às mensagens postadas.

Numa pontuação de 0 a 100, no dia 18 de maio, dia em que o ex-ministro Ernesto Araújo falou à CPI da Covid, o petista registrou 73,52 pontos e superou Bolsonaro, que registrou 72,89 pontos. Lula manteve a liderança no dia seguinte, com vantagem de 72,23 a 70,22.

Antes, o ex-presidente estava atrás de Bolsonaro. No dia 11 de maio, por exemplo, quando o fascista começou a despencar, Lula aparecia em segundo, com 57,35 pontos, contra 83,38 pontos de Bolsonaro.

247

Ministério da Saúde finalmente reconhece a inutilidade da cloroquina

“Não há evidência de benefício seja no seu uso de forma isolada ou em associação com outros medicamentos”, diz relatório técnico da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec)

BRASÍLIA (Reuters) – A comissão do Ministério da Saúde responsável por assessorar a pasta no processo de incorporação e exclusão de medicamentos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) contraindicou o uso da cloroquina, da hidroxicloroquina e da azitromicina no tratamento de pacientes hospitalizados com Covid-19.

A orientação dada pelo órgão vai na contramão da defesa enfática que o presidente Jair Bolsonaro faz do uso dos medicamentos sem comprovação de eficácia do chamado “kit Covid” para tratar a doença.

“Não há evidência de benefício seja no seu uso de forma isolada ou em associação com outros medicamentos”, disse relatório técnico da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

O documento destacou ainda que a cloroquina e a hidroxicloroquina não devem ser utilizadas, independentemente da via de administração: oral, inalatória ou outras.

O relatório abre a exceção para que pacientes que usam esses dois medicamentos devido a outras condições de saúde, como doenças reumatológicas e malária, mantenham-nas caso contraiam a Covid-19.

Por sua vez, a utilização da azitromicina pode ser feita na presença ou suspeita de infecção bacteriana, de acordo com orientações do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar local e/ou protocolos institucionais de uso de antimicrobianos.

O relatório da Conitec não fala do uso da cloroquina e dessas outras medicações em casa.

O relatório Conitec, de 101 páginas, servirá de base para uma decisão final do Ministério da Saúde sobre o uso dessas medicações para o tratamento de Covid-19.

A compra e a distribuição da cloroquina e de outros medicamentos estão no cerne da investigação da CPI da Covid-19 e de apurações que envolvem o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. Ele foi convocado a depor nesta quarta na CPI.

O documento da Conitec também recomenda não utilizar a ivermectina em pacientes hospitalizados com Covid-19 ante o que consideram de “certeza da evidência muito baixa”. A ivermectina –um popular vermífugo– é outra medicação defendida pelo presidente como tratamento precoce contra a Covid.

O texto também sugere não usar o remdesivir em pacientes hospitalizados com Covid-19, citando, por exemplo, que essa medicação não reduziu mortalidade em pacientes nessa condição e tampouco “parece haver benefício nos pacientes em uso de ventilação mecânica”.

“Houve redução do tempo para recuperação em pacientes com uso de oxigênio em baixo fluxo em um ensaio clínico, contudo, há incertezas sobre esse benefício e sua significância clínica, não justificando seu uso de rotina mesmo nesse grupo de pacientes”, disse o Conitec.

O documento cita que pode haver “algum benefício marginal” com o remdesivir, mas observa que “seu alto custo, baixa experiência de uso e incerteza em relação à efetividade não justificam seu uso de rotina”.

Procurado, o Ministério da Saúde não se manifestou de imediato a respeito do relatório e de que caminho vai adotar.

Bolsonaro prevê vitória de Lula

“No palanque, o presidente repetiu a lengalenga sobre os perigos do voto na urna eletrônica e as chances de fraude na eleição de 2022, e foi explícito na previsão: seu principal adversário hoje, o ex-presidente Lula, a quem chamou de ‘canalha’, vai ganhar”, escreve Helena Chagas, do Jornalistas pela Democracia

Jair Bolsonaro montou num cavalo e, ao lado de um punhado de ministros cavaleiros e amazonas,  desfilou sábado pela Esplanada entre faixas que o autorizavam a dar um golpe, defendiam intervenção militar e agrediam o STF e s CPI da Covid.  No palanque, o presidente repetiu a lengalenga sobre os perigos do voto na urna eletrônica e as chances de fraude na eleição de 2022, e foi explícito na previsão: seu principal  adversário hoje, o ex-presidente Lula, a quem chamou de “canalha”, vai ganhar.

“Se não tivermos voto auditável, esse canalha, pela fraude, ganha as eleições do ano que vem”, disse Bolsonaro. Algum auxiliar leal poderia dizer a ele que vitória de adversário não se prevê nem de brincadeirinha, e que, na verdade, ele está é ajudando Lula a se consolidar como dono de uma vaga certa no segundo turno de 2022. Mais do que isso, está colaborando para que o petista, a quase um ano e meio do pleito, adquira uma aura de vencedor — o que é ótimo para ele.

Na parte sobre a fraude, vai ser difícil a maioria dos brasileiros acreditar. O voto digital vem sendo usado no país há mais de duas décadas, sem qualquer caso confirmado de fraude. Os brasileiros, mesmo os mais pobres, estão acostumados e pegar dinheiro nos caixas eletrônicos e a fazer operações bancárias pelo celular. Confiam no sistema digital e na urna eletrônica. E o que fica, para a maioria, do blablablá de Bolsonaro é isso: está morrendo de medo do Lula.

A conversa de quem prevê uma fraude eleitoral na bola de cristal é risível, e dificilmente vai colar. Alertada, a Justiça Eleitoral já está fazendo uma campanha sobre as maravilhas do voto digital. Os políticos, todos eles eleitos pelo sistema, também estão preventivamente trabalhando por sua manutenção. A tramitação de um projeto de emenda constitucional instituindo o voto impresso na Câmara, patrocinada pelo presidente Arthur Lira,  é apenas uma encenação. Todo mundo sabe que não vai passar.

O que resta do discurso patético de Bolsonaro contra o voto eletrônico é sua previsão da vitória de Lula. Que, aliás, Ciro Gomes está ajudando muito a consolidar nas entrevistas em que bate no petista e diz que de disputará o segundo turno com ele, considerando Bolsonaro fora do jogo. Reforça a aura do petista, que as pesquisas de hoje reforçam, mas que, com tanta  antecedência, não garantem.

De qualquer forma, Lula pode agradecer a Ciro. E o país também: um embate entre Lula e ele será, sem dúvida, muito melhor como perspectiva de futuro para a nação brasileira do que uma decisão entre o atual presidente e o ex.

Lupi contesta Ciro e revela mal-estar no PDT com o discurso de ódio do pré-candidato contra Lula

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, veio a público nesta segunda-feira para questionar o teor extremamente agressivo do pré-candidato Ciro Gomes, que tem 6% no Datafolha, que voltou a agredir o ex-presidente Lula, que lidera com 41%. Fala de Lupi revela que Ciro começa a ser questionado dentro do próprio partido

Da Agenda do Poder – O presidente do PDT, Carlos Lupi, fez hoje declarações dissonantes em relação ao tom virulento das críticas de Ciro Gomes, provável candidato do partido à presidência, ao ex-presidente Lula. Ao Valor, Ciro desferiu mais um ataque imponderado ao líder petista: “ O maior corruptor da história”. Ao Antagonista, Lupi retrucou: “Eu não penso assim”.

Esta é a primeira declaração pública de Lupi em oposição à postura irascível de Ciro em provocações a Lula. Até aqui, Lupi guardava um silêncio obsequioso diante dos vitupérios do aliado. Hoje, fez questão de quebrar a unidade e manifestar divergência publicamente.

“Ciro e outros pensam diferente. Acham que é importante também bater no Lula para furar o bloqueio entre os dois. Eu não penso assim. Acho que o importante agora é salvar o Brasil de Bolsonaro. Numa segunda etapa, a gente faria o enfrentamento com Lula, no substantivo, apresentando um projeto de governo que a gente acredita ser melhor do que o dele. Mas cada um tem o direito de pensar diferente. É a cabeça dele. Eu respeito, mas penso diferente.”

 

Ciro Gomes volta a agredir Lula e reafirma sua aliança pela direita com ACM Neto, do DEM

“Vou pra cima de Lula, maior corruptor da história brasileira”, afirmou o político do PDT, que tem 6% no Datafolha e diz que irá superar Jair Bolsonaro, que tem 23%, para disputar o segundo turno com o ex-presidente, que conta com 41%

O presidenciável Ciro Gomes, do PDT, que tem 6% na mais recente pesquisa Datafolha, contra 41% do ex-presidente Lula e 23% de Jair Bolsonaro, tem se preocupado mais em atacar o ex-presidente do que o atual governante de extrema-direita no Brasil. Foi o que ele voltou a fazer nesta segunda-feira, em entrevista publicada no jornal Valor Econômico. “Vou pra cima de Lula, maior corruptor da história brasileira”, afirmou.

Ciro afirma que irá superar Jair Bolsonaro para disputar o segundo turno com o ex-presidente. Na entrevista, ele também reforçou sua aliança com ACM Neto, presidente do DEM, um dos principais partidos da direita brasileira. “O nosso candidato na Bahia é ACM Neto (DEM) e postulamos participar da chapa”, afirmou. Na Bahia, portanto, Ciro tentará quebrar uma hegemonia de quatro governos progressistas consecutivos do PT, com Jaques Wagner e Rui Costa.

Ciro voltou ao assumir um discurso cada vez mais próximo ao da extrema-direita e mentiu ao falar de economia. “Quem arrebentou a economia brasileira, as contas do país foi o Lula, o lulopetismo”, disse ele. Na realidade, nos governos petistas, a dívida interna foi reduzida e o Brasil acumulou recordes de reservas internacionais. O pedetista também defendeu a contratação do marqueteiro João Santana, que foi processado na Lava Jato e fez acordo de delação premiada. “Ele é o melhor do mundo. Em nove campanhas presidenciais que fez, venceu oito”, afirmou.



WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia