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:: ‘Política’

Senador Angelo Coronel defende que PSD lance candidato ao governo estadual

Foto: Bahia Notícias

Quadro importante do PSD na Bahia, o senador Angelo Coronel defende que o partido tenha candidatura própria ao governo do estado nas eleições de 2022. Por aqui, a legenda compõe a base de apoio do governador Rui Costa, do PT, que deve lançar o senador Jaques Wagner como pré-candidato ao pleito. Para Coronel, no entanto, a escolha de um nome do PSD seria uma “inversão” no grupo político.

“Eu sempre digo que time que não joga não tem torcida. Eu defendo candidatura própria dentro do nosso partido, PSD. E essa candidatura que eu defendo é a de Otto Alencar. Eu vejo Otto com uma mudança no protagonismo, já que o PSD vem sempre apoiando os governos do PT (Wagner e Rui Costa), eu defendo agora uma inversão, que a gente tenha Otto Alencar para o governo e ainda Rui Costa possa vir também compor a chapa para o senado”, afirmou Coronel em entrevista ao Bahia Notícias.

Nos últimos dias, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, fez afagos ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), ao citar o democrata como nome pacificador do país na eleição para presidente. Questionado sobre como essa movimentação, caso efetivada, pode influenciar as alianças do PSD na Bahia, Angelo Coronel foi objetivo: “partido é partido”.

“Evidentemente que se um partido tem um candidato a presidente, espero que o partido tenha palanque em todo o estado do Brasil, é natural”, disse o senador.

Senador, com o que vem sendo divulgado durante a CPI da Pandemia, há uma pressão para a retomada da CPMI das Fake News, na qual o senhor é presidente e teve o trabalho interrompido em 2020 devido à pandemia. Como o senhor analisa o trabalho desenvolvido pela CPI da Covid até aqui e qual paralelo faz entre as comissões?

A CPI da Covid tem entrado em outras áreas, fora até do escopo do seu foco principal da época que foi aprovada, assinada por boa parte dos parlamentares e aprovada pelo presidência do Senado. Eu acho que ao final será benéfico, quem mexe com vidas tem que ter um carinho especial. E eu vejo até então que houve negligência por parte de membros do governo, principalmente na questão da compra de vacinas. E também estamos vendo aí, suspeitas de supostas corrupção dentro do seio do ministério da saúde. A CPI, ao final, deverá gerar um relatório, espero ser com provas materiais para que o Ministério Público acate e abra processo para aqueles que merecerem ser processados. Agora, se não tiver prova material fica sem sentido porque o MP não vai abrir inquérito contra ninguém se não tiver a prova material.

 

Atualmente qual a situação da CPMI das Fake News? Há um diálogo com o presidente Rodrigo Pacheco para definir os próximos passos e uma possível reativação?

Estamos mais ou menos acordados que, na volta dos trabalhos, no segundo semestre, vamos avaliar para ver a possibilidade de reabrir todas as comissões que estão paralisadas, inclusive a de combate às fake news. No momento não existe comissão trabalhando presencial, com exceção da CPI da Covid, já que é uma CPI que realmente carecia da presença física para que se chegasse a conter essa sangria que estava acontecendo no país com a falta da compra de insumos e vacinas e vendo vidas sendo ceifadas a cada dia. A CPI de combate a fake news não é uma CPI com urgência urgentíssima igual a da Covid. Não estamos mexendo com a vida, estamos tentando descobrir e paralisar e tentar punir gangues digitais que andam espalhadas pelo Brasil, difamando pessoas, injuriando pessoas, atacando a honra no anonimato, uma verdadeira covardia. O foco da CPI é fazer um regramento do país, fazer legislação mais dura e meios adequados para chegar aos autores dessas fake news e punir severamente. Principalmente também é focar em certos meios de comunicação que também não checa a notícia, não checa se a informação é correta e vai disseminando algo sem a devida comprovação. Por isso que existe as agências de checagem no país, foram criadas para isso. Mas infelizmente temos no Brasil ainda jornalistas que são disseminadores de desinformação, precisamos conter essa sangria.

Durante sua atuação à frente da CPMI, o que foi possível concluir das investigações que tratam de notícias falsas na internet?

Muitas notícias foram confirmadas em canais do YouTube, páginas do Facebook, de pessoas pregando contra o não uso da vacina, principalmente do sarampo. Na época nós não tínhamos essa crise da pandemia. Então a CPMI não adentrou nessa área das vacinas da Covid-19, foi mais em outras doenças que foram erradicadas no passado e que algumas voltando aos poucos por talvez por desinformação que pessoas pregam nas redes sociais. Fizemos também projeto de lei, o 2630, que visa o rastreamento para se chegar aos autores das notícias falsas, principalmente no WhatsApp. Para que a gente possa descobrir e também dar o direito para a pessoa atingida, atacada ao contraditório. Esse talvez seja o grande fruto da CPMI de combate às Fake News. Um projeto duro, que a gente espera transformar em lei e punir e evitar a propagação dessas mentiras que estão na rede de computadores todos os dias.

Seu colega de Senado e de partido, Otto Alencar, tem se destacado durante as sessões da CPI da Covid e se mostrado atuante. Como esse protagonismo pode favorecer o partido e a Bahia?

Otto é uma pessoa focada, tem experiência política e na área médica. Ele tem tido destaque robusto, na vida pessoal dele, no mandato e no nosso partido, a nível estadual e nacional. Ele com isso reforça a tese que é uma pessoa que conhece bem e quando entra no assunto ele vai a fundo porque estuda. Não resta dúvida que na Bahia o senador Otto Alencar é o grande nome do nosso partido e um dos grandes nomes do partido a nível nacional.

Na Bahia, o PSD compõe a base do governador Rui Costa. Tem se falado que o PT deve lançar a candidatura de Jaques Wagner ao governo em 2022. Como está o diálogo dentro do partido para o ano que vem? O PSD cogita candidatura própria ao governo da Bahia?

Eu sempre digo que time que não joga não tem torcida. Eu defendo candidatura própria dentro do nosso partido, PSD. E essa candidatura que eu defendo é a de Otto Alencar. No próximo ano estará sem mandato, apto a disputar qualquer cargo eletivo em 2022 e eu defendo que seja o nome dele o escolhido pelo grupo, que é composto por vários partidos, como o PT, PP, PSB, PCdoB e tantos outros. Não desmerecendo o nome de outros amigos, outros colegas, mas eu torço pela candidatura do meu partido. Eu vejo Otto com uma mudança no protagonismo, já que o PSD vem sempre apoiando os governos do PT (Wagner e Rui Costa), eu defendo agora uma inversão, que a gente tenha Otto Alencar para o governo e ainda Rui Costa possa vir também compor a chapa para o Senado. Com isso, o vice-governador João Leão representante do PP, assumiria o governo da Bahia e continuaria tendo a indicação para compor a chapa majoritária. Essa é a minha defesa. E além do mais, é tão bom viajar com Wagner e voltar toda semana, e se Wagner vier a ser governador, vai me fazer uma falta muito grande (risadas). Já vi até a manchete, ‘Coronel não abre mão da companhia de Wagner semanalmente ao Senado’.

O ministro João Roma também passou a ser ventilado com mais frequência nos últimos meses como uma “terceira via” na Bahia. O que você acha do nome de Roma como candidato de Bolsonaro aqui?

Todo cidadão eleitor da Bahia e que é filiado a um partido tem condições de pleitear e sonhar em ser governador. Eu acredito que o deputado João Roma, mesmo não sendo baiano, mas já se tornou um baiano, ele está aspirando disputar o governo com apoio do presidente Bolsonaro é válido a candidatura dele e eu só posso desejar-lhe boa sorte, pena que não posso votar nele porque já tenho Otto Alencar para dar meu voto a governador.

Nos últimos dias o presidente do PSD, Gilberto Kassab, sinalizou uma aposta na candidatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que atualmente está no DEM, para uma “pacificação do país”. Para o senhor, Pacheco é uma alternativa sólida, capaz de fazer frente a Bolsonaro e Lula, ou até mesmo Ciro Gomes?

Eu não tenho nada contra. Eu acho que todos os partidos deveriam ter candidaturas próprias. E no segundo turno, aqueles dois que ficarem, os demais sentam para conversar. Agora, aqui na Bahia temos uma aliança com o PT, PP e outros partidos. Vamos ver como vai desenrolar esses meses que temos pela frente até chegar na decisão de escolha do nome para ver como seremos tratados.

Uma movimentação como essa não obrigaria o partido a construir um palanque para ele na Bahia?

Evidentemente que se um partido tem um candidato a presidente, espero que o partido tenha palanque em todo o estado do Brasil. É natural, partido é partido, se a nossa convenção nacional resolver todos que tenhamos um candidato a presidente, eu não tenho motivo para ir de encontro a candidatura do meu partido. Respeito quem tem opinião divergente, mas não vejo motivo para não marchar com candidatura própria.

Em 2020, o PSD foi o partido que mais conquistou prefeituras na Bahia. A que o senhor atribui esse sucesso alcançado pelo partido?

O partido 55, PSD, é uma família. Temos vários deputados federais, estaduais e lideranças que sempre pensam numa meta de se tornar um partido aberto, do diálogo, de quando alguém tem um problema os outros ‘players’ do partido estão lá com a mão estendida. Cresceu em virtude disso, dessa parte de tratar bem as pessoas e conviver com as dores das pessoas e também as alegrias. Por isso eu considero o PSD uma família, que na Bahia muito bem conduzida pelo senador Otto Alencar, que se tornou para muitos um ‘paizão’. Nós temos como meta tratar bem as pessoas para que a gente possa crescer cada dia mais a nossa família 55 na Bahia.

Sobre as últimas votações no senado antes do recesso, o que foi pautado? Um PL seu foi aprovado, fala um pouco mais sobre isso.

Eu acredito que as mulheres precisam entrar efetivamente na vida pública. Quando eu assumi o senado, eu fiz um projeto dessa natureza que foi mal interpretado por várias mulheres. Eu fiz questão de fazer outro projeto que praticamente é quase igual ao anterior, fui mais explícito, colocando já um percentual de cadeiras efetivas para as mulheres. A mulher é importante estar participando no dia a dia das questões, municipais, estaduais e do Brasil. É um estímulo, vamos começar com 18% das vagas nas Câmaras de vereadores, assembleias do Brasil, Câmara Federal, já estão garantidos os 18% para as mulheres brasileiras. As mulheres já tem conquistado muito espaço e acho que essa cota é uma maneira de incentivar, sempre digo que mulheres têm méritos. Mas nada como dar um incentivo para que elas entrem na política com mais vontade.

Ex-candidato a deputado federal Aroldo Pinto se filia ao PT

Senador Jaques Wagner (PT), Aroldo Pinto (PT) e Lula. (Foto: Ricardo Sturket)

Depois de ter lutado pela Lei da Ficha Limpa, inclusive na semana de sua aprovação no Congresso Nacional, o que foi registrado no Jornal Nacional da rede Globo, e participado de vários protestos em favor da coletividade, especilmente para servidores públicos, Aroldo Pinto foi lançado, em 2018, candidato a DEPUTADO FEDERAL (pelo PSB) no chapão do atual governador da Bahia, Rui Costa, PT.

Entre o deputado Indio da Costa, RJ e Jovita Rosas do MCCE, dentre outros o relator da Ficha Limpa Edurado Cardozo PT.

Aroldo vem usando as redes sociais, fazendo lives, dentre outros, defendendo a democracia, a verdade e combatendo as fake news. Ainda, foi à Curitiba, Brasília tentar sensibilizar autoridades no intuito de libertar o ex-presidente Lula. Sempre teve afinidade com partidos de esquerda e fez parte, tendo sido filiado ao PT nos anos 90. Em contato com a militância petista de todo o Brasil, Aroldo Pinto foi convencido a voltar para o PT. Isso mesmo, Aroldo se filiou, novamente ao PT, com aval de dirigente estadual e nacional.

À direita, segurando uma agenda, Aroldo Pinto, PT-BA.

CANDIDATURA 2022

Perguntado se será novamente candidato a deputado federal, Aroldo Pinto acentuou que o Brasil precisa melhorar a qualidade política do Congresso Nacional, colocar pessoas decentes que cuide bem das pessoas, especialmente as mais empobrecidas. Mas, que respeita as decisões da direção estadual, em conjunto com a nacional. Se Lula e a militância achar que é preciso, então estarei a disposição. “Voltei para o PT, no sentido de somar, e ajudar a reorganizar a militância, defendendo as bandeiras que sempre foram defendidas pelo PT, observando as mudanças em nível mundial, sem contudo, ferir nossa soberania e entregar nossas riquezas para o capital estrageiro – política adotada pelos defensores do estado mínimo.” Acrescentou que está a disposição do Partido dos Trabalhadores.

Bolsonaro teve encontro fora da agenda com neta de ministro de Hitler e representante neonazista da Alemanha

deputada alemã Beatrix von Storch, do partido “Alternative für Deutschland”, ao lado de Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução (Instagram))

Neta de um ministro de Hitler, a deputada alemã Beatrix von Storch, vice-líder do partido neonazista “Alternative für Deutschland” (AfD) postou nas redes sociais uma foto ao lado de Jair Bolsonaro

A deputada alemã Beatrix von Storch, vice-líder do partido “Alternative für Deutschland” (AfD) e neta de um ministro de Hitler, postou nesta segunda-feira (26), em sua conta Instagram, uma foto ao lado Jair Bolsonaro. O Museu do Holocausto já fez um protesto no Twitter contra o AfD, dizendo que se trata de uma sigla com “tendências racistas, sexistas, islamofóbicas, antissemitas, xenófobas e forte discurso anti-imigração”.

O partido AfD (acrônimo em alemão que significa ‘Alternativa para a Alemanha’) é uma organização ultrarradical que abriga os membros mais extremistas do espectro político daquele país. A sigla defende abertamente ideias xenofóbicas, racistas, segregacionistas e violentas. Seus principais alvos são os muçulmanos, mas ainda pode ser notado um vigoroso antissemitismo em suas fileiras.

Ainda que seus quadros tenham perdido força durante o período da pandemia, a AfD tem um bancada significativa no Bundestag, o parlamento federal da Alemanha, com 92 deputados de um total de 709 da câma.

Segundo a imprensa alemã, seus membros nutrem simpatia pelo Nazismo e pela figura de Adolf Hitler, mas manifestações desse tipo são feitas de forma velada, muito por conta da forte reação que manifestações desse tipo produzem na sociedade germânica.

“Um encontro impressionante no Brasil: agradeço ao presidente brasileiro por sua recepção amigável e estou impressionado com sua clara compreensão dos problemas na Europa e dos desafios políticos do nosso tempo”, disse a alemã na publicação.

“Em um momento em que a esquerda está avançando sua ideologia através de suas redes e organizações internacionais em escala global, nós conservadores também precisamos nos conectar mais de perto e a nível internacional. Além dos EUA e da Rússia, o Brasil é um parceiro estratégico global com quem queremos moldar o futuro juntos”, continuou.

Neste mês,  o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) celebrou um encontro com Beatrix von Storch.

A deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) também havia comemorado um encontro com a deputada.

Fonte: 247

Chorando, Luis Miranda comemora fim do contrato da Precisa com fabricante da Covaxin (vídeo)

A Bharat Biotech anunciou o cancelamento do contrato nesta sexta após denunciar que a Precisa falsificou documentos que foram apresentados ao Ministério da Saúde

 O deputado Luis Miranda (DEM) chorou em um vídeo publicado nas redes sociais, nesta sexta-feira, 23, no qual fala sobre o fim do contrato entre a Bharat Biotech, fabricante da vacina Covaxin, e a Precisa Medicamentos, empresa brasileira que estava negociando o imunizante com o Ministério da Saúde.

A Bharat Biotech anunciou o cancelamento do contrato nesta sexta após denunciar que a Precisa falsificou documentos que foram apresentados ao ministério.

Respondendo ao governo Jair Bolsonaro, que por meio do ministro Onyx Lorenzoni anunciou perseguição contra o deputado, Luis Miranda comentou a notícias chorando: “e sou eu que devo ser denunciado por denunciação caluniosa? Contra a saúde pública? Contra o nosso povo brasileiro? Ser humilhado, alvo de chacota?”

Miranda é alvo de um processo que o investiga por denunciação caluniosa.

“Será que o Onyx, ministro rolha e entendedor de documentos falsos, vai fazer um pronunciamento? Parece loucura, mas governo e a sua base estão defendendo uma empresa que embolsou R$ 20 milhões que deveriam ter se transformado em medicamentos de alto custo”, afirmou o parlamentar.

Acesse o vído:

https://www.facebook.com/watch/?v=346330883719328

2022 terá violência “preparada” por Bolsonaro e Lula corre risco de atentado, diz Flávio Dino

De acordo com o jornalista Noblat, o governador do Maranhão teria afirmado que o “clima está sendo preparado” ante a possibilidade de o presidente ser derrotado

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), recomendou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que reforce sua segurança pessoal contra possíveis tentativas de atentado nas eleições presidenciais de 2022.

A informação foi divulgada pelo jornalista Ricardo Noblat, colunista do Metrópoles. “Dino se disse convencido de que a próxima será uma campanha marcada por atos de violência devido à possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro ser derrotado. Segundo ele, o clima está sendo preparado para isso pelo próprio Bolsonaro e seus devotos mais radicais, vistam ou não farda“, disse Noblat.

A preocupação com a segurança de Lula é compartilhada por outros ‘conselheiros’, que avaliam a necessidade de limitar a exposição do ex-presidente durante a corrida eleitoral.

Pesquisas recentes indicam que Lula lidera as intenções de voto para a Presidência no 1º e no 2º turnos, com uma considerável vantagem sobre Bolsonaro.

Síntese: Brasil 247

‘Cuide-se, para não ser alvo de um atentado’, alerta Flávio Dino a Lula

A preocupação do governador do Maranhão com a segurança de Lula é compartilhada por outros ‘conselheiros’, que avaliam a necessidade de limitar a exposição do ex-presidente durante a corrida eleitoral

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), recomendou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que reforce sua segurança pessoal contra possíveis tentativas de atentado nas eleições presidenciais de 2022.

A informação foi divulgada pelo jornalista Ricardo Noblat, colunista do Metrópoles. “Dino se disse convencido de que a próxima será uma campanha marcada por atos de violência devido à possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro ser derrotado. Segundo ele, o clima está sendo preparado para isso pelo próprio Bolsonaro e seus devotos mais radicais, vistam ou não farda”, disse Noblat.

A preocupação com a segurança de Lula é compartilhada por outros ‘conselheiros’, que avaliam a necessidade de limitar a exposição do ex-presidente durante a corrida eleitoral.

Pesquisas recentes indicam que Lula lidera as intenções de voto para a Presidência no 1º e no 2º turnos, com uma considerável vantagem sobre Bolsonaro.

Fonte: 247

Jornal mantém informações e reafirma que Braga Netto ameaçou eleições

O jornal Estado de S.Paulo mantém as informações de que o ministro da Defesa procurou o presidente da Câmara para condicionar o processo eleitoral de 2022 com a implantação do voto impresso, numa clara tentativa de golpe. Tanto Netto quanto Lira desmentiram a versão do jornal e negam diálogo

O Jornal Estado de S.Paulo declarou na manhã desta quinta-feira (22) que mantém as informações de que o ministro da Defesa, Braga Netto, procurou o presidente da Câmara, Arthur Lira, para condicionar o processo eleitoral de 2022 com a implantação do voto impresso, numa clara tentativa de golpe.

Tanto Netto quanto Lira desmentiram a versão do jornal e negam que o diálogo tenha ocorrido.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, disse nesta quinta-feira (22) ter conversado com Netto e Lira (PP-AL), e ambos negaram ameaça às eleições do próximo ano.

Saiba mais

 Jair Bolsonaro não está isolado em seu projeto de implantar uma ditadura no Brasil. Ele conta com o apoio do general Braga Netto, seu ministro da Defesa e homem de confiança. É o que revelam as jornalistas Andreza Matais e Vera Rosa, em reportagem publicada no Estado de S. Paulo. “No último dia 8, uma quinta-feira, o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), recebeu um duro recado do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, por meio de um importante interlocutor político. O general pediu para comunicar, a quem interessasse, que não haveria eleições em 2022, se não houvesse voto impresso e auditável. Ao dar o aviso, o ministro estava acompanhado de chefes militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica”, apontam.

A portas fechadas, Lira disse a um seleto grupo que via aquele momento com muita preocupação porque a situação era “gravíssima”. “Lira considerou o recado dado por Braga Netto como uma ameaça de golpe e procurou Bolsonaro. Teve uma longa conversa com ele, no Palácio da Alvorada. O presidente da Câmara disse ao chefe do Executivo que não contasse com ele para qualquer ato de ruptura institucional. Líder do Centrão, bloco que dá sustentação ao governo no Congresso, Lira assegurou que iria com Bolsonaro até o fim, com ou sem crise política, mesmo se fosse para perder a eleição, mas não admitiria golpe”, informam as repórteres.

Com armas na mão, Roberto Jefferson ameaça embaixador da China e o chama de “macaco”

Em vídeo que circula nas redes sociais, o presidente do PTB e aliado próximo de Jair Bolsonaro chama o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, repetidas vezes de “macaco” e defende o armamento

Metrópoles – O presidente nacional do PTB, ex-deputado Roberto Jefferson, disparou uma série de insultos contra o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming.

Aliado próximo do presidente Jair Bolsonaro, Jefferson usou o Twitter na quarta-feira (21/7) para chamar o diplomata de “vagabundo que a China mandou para o Brasil” e de “pilantra que já articula contra o governo [brasileiro] faz um bom tempo”.

[…]

Em vídeo que circula nas redes bolsonaristas nesta quinta-feira (22/7), o presidente do PTB pega ainda mais pesado e chama Wanming repetidas vezes de “macaco”.

Leia a íntegra no Metrópoles.

Fonte: 247

Gilmar Mendes rechaça ameaça às eleições: “não há espaço para coações autoritárias armadas”

Decano do STF, Gilmar Mendes defendeu que as Forças Armadas fiquem de fora do debate sobre o processo eleitoral. Nesta quinta-feira, reportagem do Estado de S. Paulo informou que Braga Netto, ministro da Defesa, condicionou a realização do pleito de 2022 ao voto impresso

 Decano do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Gilmar Mendes reagiu nesta quinta-feira (22) pelo Twitter contra as ameaças do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, às eleições de 2022.

Reportagem publicada pelo Estado de S. Paulo informa que Braga Netto enviou uma mensagem por meio de interlocutores ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), de que somente haverá eleição no próximo ano se estiver em vigor o voto impresso, defendido por Jair Bolsonaro e seus aliados. Braga Netto negou as informações.

Gilmar Mendes defendeu que as Forças Armadas fiquem de foda do debate acerca do processo eleitoral brasileiro. “Os representantes das Forças Armadas devem respeitar os meios institucionais do debate sobre a urna eletrônica. Política é feita com argumentos, contraposição de ideias e, sobretudo, respeito à Constituição. Na nossa democracia, não há espaço para coações autoritárias armadas”.

O também ministro do Supremo e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, disse ter conversado com Lira e Braga Netto após a divulgação da reportagem. Ambos teriam negado qualquer ataque contra a democracia.

 

De saída do Brasil, embaixador americano diz que EUA não se preocupam com ameaças à democracia, mas sim com “petrolão”

Chapman desconsiderou qualquer possibilidade de golpe e disse que, se há alguma preocupação, é “com mensalão, petrolão, Lava Jato”. “O câncer do Brasil é a corrupção”, afirmou

O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, que está se despedindo de Brasília e da carreira diplomática, disse, em entrevista ao Estadão, que não vê como grave a ameaça do general Braga Netto de não permitir a realização das eleições de 2022.

Chapman desconsiderou qualquer possibilidade de golpe: “Para nós, a democracia é inegociável e este (o Brasil) é um país super democrático. Todos que fizeram previsão de que a democracia ia acabar no Brasil erraram sempre”.

O embaixador disse ainda que, se há alguma preocupação, não é com ameaças de golpe, mas sim “com mensalão, petrolão, Lava Jato”. “O câncer do Brasil é a corrupção”, afirmou.

 



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