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:: ‘Política’

Doria diz que Brasil enfrenta sua maior ameaça desde 1964

“Nunca o Brasil esteve tão ameaçado desde o golpe de 64… toda semana o presidente da República ou um representante flerta com o autoritarismo, ameaçam o Supremo e as forças democráticas”, disse ele

Ele disse ainda que, na próxima segunda-feira, haverá um encontro da maioria dos governadores do país para discutir o que chamou de crise institucional.

Segundo Doria, será um encontro virtual de governadores, o maior desde 2019.

“Será uma encontro pela defesa do meio ambiente e da democracia, além do apoio ao STF e o rechaçamento a atos autoritários de setembro”, disse Doria a jornalistas na sede da Associação Brasileira de Imprensa, citando manifestações planejadas para o dia 7 de setembro.

Apenas três governadores ainda não confirmaram presença no encontro, disse Doria, que participa da organização da reunião juntamente com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT).

Doria manifestou apoio ao ministro Alexandre de Moraes e ao STF, que são os “guardiões” da democracia e da Constituição.

“Nunca o Brasil esteve tão ameaçado desde o golpe de 64… toda semana o presidente da República ou um representante flerta com o autoritarismo, ameaçam o Supremo e as forças democráticas…”, disse.

“Deixo o apoio ao STF e aos ministros, ele é nossa garantia institucional da democracia e temos que proteger o STF”, concluiu.

Neste sábado, Bolsonaro disse que faz tudo “dentro das quatro linhas da Constituição”.

“Engraçado: quando entro numa ação no Senado, fundada no artigo 52 da Constituição, o mundo cai na minha cabeça. Quando uma pessoa, no inquérito do fim do mundo, me bota lá, ninguém fala nada. Não é revanche”, comentou o presidente em entrevista a jornalistas.

 

Malafaia convoca evangélicos para ato contra o STF no dia 7 de setembro

Depois de Sérgio Reis chamar os caminhoneiros, Silas Malafaia convoca seu rebanho contra ministros como Alexandre de Moraes, que prendeu Roberto Jefferson

Por 247

O empresário da fé Silas Malafaia, um dos mais próximos aliados de Jair Bolsonaro, convocou o “povo evangélico”, para protestar contra os ministros do Supremo Tribunal Federal, no dia 7 de setembro. A manifestação segue a linha da que foi chamada pelo sertanejo e ex-deputado federal Sérgio Reis, que convocou caminhoneiros a parar o Brasil no dia 7 de setembro para defender “garantia da lei e da ordem”, pretexto para uma intervenção militar. Confira:

Farmacêutica chinesa CanSino desmente Barros e diz que segue interessada em vender vacina ao Brasil

(Foto: Pedro França/Agência Senado | Reprodução)

Vice-presidente da CanSino diz estar à procura de representantes ‘confiáveis’. Em junho, a CanSino rescindiu o contrato com a empresa brasileira Belcher Farmacêutica, ligada a Barros

O vice-presidente da farmacêutica chinesa CanSino Biologics, Pierre Morgon, desmentiu o depoimento do deputado Ricardo Barros à CPI da Covid nesta quinta-feira (12) e disse que continua interessada em vender seu imunizante contra a Covid para o Ministério da Saúde.

Ao jornal Valor, Morgon afirmou que a CanSino decidiu substituir sua representante no Brasil por questões de compliance. O vice-presidente afirmou ainda que os chineses seguem em busca de um representante “confiável”.

Em depoimento à CPI da Covid, Ricardo Barros afirmou que os chineses não estavam mais interessados em negociar com o Brasil.

Em junho, a CanSino rescindiu o contrato com a empresa brasileira Belcher Farmacêutica. A empresa, que tem sede em Maringá, foi alvo da operação “Falso Negativo” e é suspeita de fazer parte de um esquema que superfaturou testes de coronavírus adquiridos pelo Governo do Distrito Federal. Um dos sócios da Belcher é filho de Francisco Feio Ribeiro Filho, que foi presidente da empresa de urbanização de Maringá, a Urbamar, durante a gestão de Ricardo Barros como prefeito da cidade, entre 1989 e 1992.

Em depoimento à CPI, Barros admitiu que é amigo dos donos da empresa e que seu advogado pessoal representou a Belcher em reuniões com a Anvisa para tratar da vacina, mas negou que tenha atuado para favorecer a empresa.

247

Moraes pede ao TSE investigação do ministro da Justiça por campanha eleitoral antecipada

 

Anderson Torres (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Anderson Torres será investigado por campanha antecipada, após ter participado de transmissão ao vivo, no dia 29 de julho, ao lado de Jair Bolsonaro, na qual o chefe do Executivo denunciou supostas fraudes eleitorais através das urnas eletrônicas

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a investigação do ministro da Justiça, Anderson Torres, por campanha antecipada, após ter participado de transmissão ao vivo, no dia 29 de julho, ao lado de Jair Bolsonaro.

Torres teria realizado a infração ao apoiar as falas de Bolsonaro contra o sistema eleitoral, realizando ele mesmo ataques à Justiça Eleitoral.

O ofício de Moraes contra o ministro integra o inquérito das fake news, no qual Bolsonaro também foi incluído após suas denúncias de supostas fraudes eleitorais através das urnas eletrônicas. Moraes aceitou a notícia-crime feita pelo TSE contra o chefe do Executivo.

Os peritos se negaram a fazer juízo de valor sem análise oficial da corporação. Mesmo assim, Torres foi à live e apresentou os dados técnicos para, como ele disse, “corroborar” as ideias de Bolsonaro.

“Ao final do encontro, a posição dos peritos foi de que, para se ter um parecer conclusivo adequado, o material apresentado na reunião deveria ser remetido oficialmente à PF para análise mais aprofundada”, diz a PF em em nota.

Na semana passada, a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) publicou uma nota desmentindo os ataques de Bolsonaro sobre possíveis fraudes nas urnas eletrônicas.

 

Advogado que denunciou Moro é assassinado a tiros em Curitiba; vídeo contém cenas fortes

Assassinato do advogado Igor Martinho Kaluff, que denunciou Sergio Moro (Reprodução)

Igor Martinho Kaluff ficou nacionalmente reconhecido depois que pediu a quebra dos sigilos fiscal, bancários e financeiro do ex-ministro da justiça. O assassinato, segundo a Polícia, foi um acerto de contas

O advogado Igor Martinho Kaluff, de 40 anos, foi assassinato a tiros nesta quinta-feira (12) em uma loja de conveniências em Curitiba, no Paraná.

Leia também: Um dos suspeitos de matar advogado que denunciou Moro é preso em Curitiba

Kaluff ficou nacionalmente reconhecido depois que pediu a quebra dos sigilos fiscal, bancários e financeiro do ex-ministro da justiça de Jair Bolsonaro, Sérgio Moro.

O assassinato, segundo a Polícia, foi um acerto de contas. O delegado da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Tiago Nóbrega, esteve no local do crime e verificou as imagens com o proprietário do posto de combustível. Segundo Nóbrega pelo menos três pessoas tiveram participação na morte das vítimas.

De acordo com investigações, Kaluff devia cerca de R$ 70 mil para agiotas, e no posto de combustíveis haveria uma reunião para falarem sobre a dívida.

A princípio, a polícia acredita que o advogado tenha sido vítima de uma emboscada.

Além de advogado, Kaluff  também era proprietário de um restaurante de comida árabe, que fica a cerca de 3 quilômetros do local do assassinato.

O vídeo abaixo contém cenas fortes

Fonte: Forum

Arthur Lira defende separação entre poderes e diz que nenhum deve pisar no pé do outro

O deputado afirmou que a articulação entre o Judiciário, Executivo e Legislativo deveria ser como uma dança “sem pisar no pé de ninguém”

Sputnik – Em semana conturbada diante das hostilidades trocadas entre Bolsonaro e ministros do STF e TSE, o presidente da Câmara argumentou que a dinâmica entre Judiciário, Executivo e Legislativo deve ser como uma dança “sem pisar no pé de ninguém”.

Neste sábado (7), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), defendeu a separação dos três Poderes em publicação feita nas redes sociais.

O deputado afirmou que a articulação entre o Judiciário, Executivo e Legislativo deveria ser como uma dança “sem pisar no pé de ninguém”.

“Neste fim de semana, sejamos ainda mais inspirados pelos ensinamentos de Aristóteles, Locke e Montesquieu, quando pontificaram sobre o sistema de freios e contrapesos que formam a separação entre os poderes”, escreveu.

​As declarações de Lira surgem após uma semana tensa entre o presidente, Jair Bolsonaro, e ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na quinta-feira (5), o ministro e presidente do STF, Luiz Fux, cancelou uma reunião que haveria entre os chefes dos Poderes depois que o presidente da República proferiu ofensas a ministros e ao processo eleitoral brasileiro, conforme noticiado.

Em motociata realizada hoje (7), Bolsonaro disse que “querem decidir no tapetão as coisas, não pode ser dessa maneira”, fazendo menção aos últimos acontecimentos entre ele e o STF, TSE e membros da CPI da Covid.

247

Pedro Serrano: “Nós não podemos acreditar nas instituições brasileiras”

Para o jurista e professor Pedro Serrano, a sequência de ataques ao sistema eleitoral brasileiro por Bolsonaro acende sinal de alerta no universo jurídico que zela pelo Estado Democrático de Direito e pela garantia de realização de eleições democráticas e transparentes

 Em entrevista ao Prerrogativas deste sábado (07) o jurista e professor Pedro Serrano destacou que no atual cenário “não podemos acreditar nas instituições brasileiras” e que há um sério risco à democracia e até de cancelamento das eleições de 2022.

Segundo Serrano, o sistema de Justiça como um todo contribuiu muito para a instabilidade política do Brasil, impedindo o Lula de ser candidato em 2018, por um processo penal fraudulento de exceção. “Nós vamos esquecer o esquema de Justiça nisso.  A responsabilidade da instabilidade está só no executivo e no legislativo?” Serrano acredita que para poder oferecer mais estabilidade à democracia no Brasil é necessário reformar toda a estrutura do Estado.

“Vamos convocar o povo a que ele aprove uma constituinte que não altere os direitos fundamentais e sociais e só debata a estrutura de estado”, afrima o jurista

O especialista acredita que a única forma de garantir a democracia neste momento é o povo na rua. “Eles vão tentar todas as formas possíveis de impedir a chegada de governos progressistas ao poder na América Latina, sobretudo no Brasil”.

 

“Se pautou o voto impresso, Lira deveria pautar também o impeachment”, diz Rogério Correia

Para o deputado, o impeachment de Bolsonaro deveria ter o mesmo peso já que existem mais de 150 pedidos ignorados por Lira e que não foram pautados

O deputado federal Rogério Correia (PT-MG)  usou as redes sociais para dizer que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), deve defender o impeachment de Bolsonaro com o mesmo empenho que está fazendo com o voto impresso, ao propor a discussão da PEC no plenário.

Para o deputado, o impeachment de Bolsonaro deve ter o mesmo peso democrático, já que existem mais de 150 pedidos ignorados por Lira e que não foram seuqer pautados.

“Sob o argumento de garantir a democracia e a vontade de setores da sociedade, a PEC do voto impresso será pautada no plenário pelo presidente @ArthurLira_ .Tomara que este mesmo raciocínio seja considerado para pautar o impeachment. Já são mais de 150 pedidos”.

Fonte: 247

Com 39%, Lula lidera corrida presidencial e tem quase a soma de Bolsonaro, Ciro e Datena, diz pesquisa PoderData

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert)

O levantamento aponta ainda que o petista venceria Jair Bolsonaro em um segundo turno com 20 pontos de diferença

Revista Fórum – Pesquisa PoderData, plataforma do site Poder360, divulgada nesta quarta-feira (4), aponta que, mesmo com o apresentador José Luiz Datena (PSL) no páreo da corrida eleitoral à presidência em 2022, o ex-presidente Lula (PT) segue como favorito para vencer o pleito.

Segundo o levantamento, o petista lidera com 39% das intenções de voto, o que representa praticamente a soma das intenções de voto em Jair Bolsonaro (sem partido), Ciro Gomes (PDT) e Datena.

O atual presidente aparece em segundo lugar com 25%, e é seguido por Ciro Gomes, com 8%, e pelo apresentador de TV, que chega a 7%.

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247

Lula vence Bolsonaro no primeiro turno e em todas as simulações de segundo, diz pesquisa Quaest

Ex-presidente Lula (Foto: Ricardo Stuckert)

Pesquisa Quaest Consultoria apontou o ex-presidente Lula com 46% dos votos na simulação de primeiro turno. Jair Bolsonaro apareceu na segunda posição, com 29%. O petista também vence em todas as simulações de segundo turno. Contra Bolsonaro, alcança mais de 20 pontos percentuais de diferença

Pesquisa Quaest Consultoria, divulgada nesta quarta-feira (4), apontou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança isolada, com 46% dos votos na simulação de primeiro turno. Jair Bolsonaro apareceu na segunda posição, com 29%, seguido pelo ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 12%.

Pesquisa Quaest Consultoria, divulgada nesta quarta-feira (4), apontou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança isolada, com 46% dos votos na simulação de primeiro turno. Jair Bolsonaro apareceu na segunda posição, com 29%, seguido pelo ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 12%.

De acordo com a pesquisa, Lula é o único entre os pré-candidatos em que o potencial de voto é maior que a taxa de rejeição. Ao todo, 58% dizem que podem votar nele, contra 41% que dizem que não.

O levantamento foi feito com 1.500 entrevistados, de 29 de julho a 1 de agosto em 95 cidades das 27 unidades da federação. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: 247



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