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:: ‘Geral’

Temporal provoca caos e mortes no Rio

Um temporal no Rio de Janeiro desde o início da noite desta segunda-feira (8) provocou a morte de pelo menos nove pessoas, alagou ruas, derrubou árvores e destruiu carros em vários bairros. Avó, neta e o motorista de um táxi estão entre as vítimas, encontrados em um carro soterrado após um deslizamento em Botafogo.

Um homem que estava na garupa de um moto-taxista morreu após uma enxurrada derrubar a motocicleta, na Gávea, zona sul do Rio. Já no Morro da Babilônia, duas pessoas morreram soterradas após um deslizamento de terra no local. As sirenes que alertam para o risco de deslizamento não foram acionadas. A cidade está em estado de crise desde às 20h55 de ontem. A tempestade causou a queda de, pelo menos, 13 árvores, além de 14 pontos de alagamentos.

Giro: Casa nova

A dentista Júlia Torres, especializada em ortodontia, está de casa nova. É que a clínica Spazio Oral reabriu em uma nova sala ainda mais ampla, no edifício CEO Salvador Shopping, Torre Nova Iorque, com uma estrutura completa e equipamentos modernos para ampliar o oferecimento de tratamentos e serviços odontológicos. Além disso, a clínica adquiriu o mais moderno equipamento CEREC, que faz o escaneamento digital odontológico e reproduz cada detalhe da boca do paciente, com imagens tridimensionais, proporcionando um tratamento mais rápido, preciso e eficaz. A técnica dispensa o uso de moldes de gesso com captura de imagem digital oferecendo maior conforto ao paciente e praticidade ao dentista. Especializada em ortodontia preventiva adulto e infantil, Júlia é sócia dos dentistas Dylton Augusto Neto e José Medeiros, que cuidam da odontologia estética, e da dentista Renata Barbosa, especializada em cirurgia periodontal.(Por Cris Montenegro)

Com conjuntivite, Ramires é dúvida para jogo contra o CRB; Douglas sente dores

O meia Ramires sofreu uma conjuntivite e não participou do treino do Bahia neste domingo (7), no Fazendão. O jogador virou dúvida para o confronto contra o CRB, terça-feira (9), às 19h15, na Arena Fonte Nova, válido pelo duelo de volta da terceira fase da Copa do Brasil.

Outra ausência no treino foi o goleiro Douglas, que se queixou de dores no músculo adutor da coxa. Ele não atuou nas últimas quatro partidas do Bahia por conta de uma pancada no quadril.

O técnico Roger Machado iniciou o treino com um trabalho de finalizações. Na sequência, ele orientou um coletivo tático.

O volante Gregore cumpriu mais uma etapa da fase de transição e treinou sob a orientação do professor Vitor Gonçalves.

A preparação para o confronto será finalizada na tarde de segunda-feira (8).

Entre o sagrado e o profano, Bolsonaro foi a Israel

Como grupos representativos da nova onda conservadora incorporaram, à sua maneira, elementos do sionismo e do Estado de Israel

Jair Bolsonaro visita o Yad Vashem, em Jerusalém, no dia 2 de abril.ARIEL SCHALIT / AP

Ao longo do processo de ascensão do atual governo de Jair Bolsonaro ao poder e do campo conservador no Brasil, um fenômeno inédito pode ser observado: o uso de símbolos ligados ao Estado de Israel.

Durante a campanha eleitoral de 2018, a bandeira do país foi erguida em inúmeros comícios de candidatos aos cargos do legislativo e à presidência da república. Viagens de candidatos a Israel, indumentárias aludindo ao seu exército e palavras em hebraico foram, também, muito frequentes. Antes mesmo das eleições, alguns desses símbolos já se faziam presentes em protestos de rua organizados por grupos de direita e extrema-direita contra a presidenta Dilma Rousseff e em manifestações de cunho religioso, tais como a Marcha para Jesus.

Conciliando duas dimensões de ativismo, a política e a religiosa, grupos representativos da nova onda conservadora incorporaram, à sua maneira, elementos do sionismo, o movimento nacional judaico, e do Estado de Israel.

No âmbito religioso, isso se deu principalmente como meio para satisfazer as aspirações de setores evangélicos que têm, de algumas décadas para cá, se aproximado de Israel e feito uso de referências judaicas em sua liturgia. O Templo de Salomão, onde, do lado de fora, vê-se tremular a bandeira israelense e, do lado de dentro, utensílios judaicos integram os rituais, talvez seja o caso mais emblemático nesse sentido.

Essa aproximação de setores evangélicos com o judaísmo e Israel tem como princípio a teologia apocalíptica pentecostal, doutrina segundo a qual o retorno de Jesus depende do cumprimento das profecias bíblicas, incluindo a volta dos judeus a Jerusalém e a toda Terra Santa.

É o que explica o fato de muitos líderes religiosos que compõem a bancada evangélica serem favoráveis ao controle judaico da Palestina histórica e à mudança da embaixada brasileira de Tel-Aviv para Jerusalém. Para eles, assegurar a administração judaica da região significa garantir o cumprimento da profecia do retorno de Cristo.

Junto dessa perspectiva teológica, sagrada, há também o aspecto profano dessa aproximação com o Estado judeu. Grupos conservadores passaram a utilizar o Estado de Israel para alavancar suas agendas no Brasil. A perspectiva de um “pólo avançado da civilização ocidental” em meio à “barbárie” do Oriente Médio, associada à imagem de um Estado militarizado, capaz de lidar com os inimigos em seu entorno, impulsiona o projeto de refundação do Brasil a partir de uma guerra cultural. Adicionalmente, a imagem de Israel como pólo científico e tecnológico se encaixa no ideário econômico liberal que atrai muitas figuras do conservadorismo nacional. Por fim, a adoção de referências ligadas a Israel serve também como marca de uma posição estruturada em contraposição às esquerdas que associam, de maneira sistemática, a Palestina à sua agenda política.

É nesse pano de fundo que Jair Bolsonaro desembarcou em Israel pela segunda vez — a primeira foi 2016, pouco depois de lançar-se candidato à presidência. Simbolicamente, o país acaba personificando interesses dos núcleos ideológico, econômico e militar do novo governo.

Entretanto, símbolos não têm existência em si mesmos e dizem mais respeito àqueles que os utilizam. No caso de Israel chega a surpreender. Bolsonaro e seu chanceler anti-globalista parecem esquecer deliberadamente que o país tem postura progressista em temas como o aborto, direitos LGBTs e legalização da maconha, alvos da onda conservadora brasileira. Além disso, o país não garante o direito à propriedade privada de armas de fogo, rigidamente controladas pelo Estado.

Assim, nessa nova elaboração ideológica sob a qual vivemos, o imaginário sobre Israel e os judeus passa ao largo da pluralidade da comunidade judaica e da complexidade da sociedade israelense.

O que se vê, na verdade, é o uso de uma ideia precária sobre o judaísmo e o Estado de Israel para a moralização, o esvaziamento do debate público e a rejeição ao diferente, transformando a sociedade Israelense e os judeus num grupo monolítico, conservador e “sagrado”, sem a real complexidade e pluralidade. Nessa lógica, alimenta-se o imaginário sobre os judeus, abrindo possibilidades para o desenvolvimento de teorias conspiratórias e crescimento do antissemitismo.

O estreitamento dos laços entre Brasil e Israel pode ser positivo. Mas seria interessante que isso se desse considerando os múltiplos vieses que compõem a sociedade israelense, incluindo aqueles que permitem relativizar as pautas conservadoras que hoje reinam nossos trópicos.

*Rafael Kruchin é coordenador executivo do Instituto Brasil-Israel e mestre em sociologia pela USP.

São Paulo confirma 2º caso de sarampo

A capital paulista confirmou nesta sexta-feira (5) o segundo caso de sarampo este ano, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. São Paulo não registrava ocorrência da doença desde 2015.

Ambos os casos são considerados importados, ou seja, contraídos fora da cidade, de acordo com a pasta. O primeiro, da Noruega, e o segundo, de um navio oriundo de Malta, ambos países do continente europeu. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a Europa teve um aumento de 400% nos casos da doença.

 

Flamengo e Fluminense vão administrar o Maracanã

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, anunciou nesta sexta-feira (5) que o consórcio formado por Flamengo e Fluminense serão os administradores do estádio do Maracanã pelos próximos 180 dias. O prazo é prorrogável por mais 180.

Segundo o governador, é o tempo ideal para fazer uma nova licitação e uma parceria público privada. “Após um processo transparente, ético, o Maracanã está sendo devolvido ao futebol carioca. É o tempo que teremos para fazer uma nova parceria público-privada, essa sim definitiva, por 35 anos.”

Temer vira réu pela quarta vez

A 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo aceitou a denúncia do MPF (Ministério Público Federal) contra o ex-presidente Michel Temer nesta quinta-feira (04). João Baptista Lima Filho, conhecido como coronel Lima, Maria Rita Fratezi e a filha Maristela de Toledo Temer Lulia também se tornaram réu no processo. Os acusados têm dez dias para responder à acusação. A decisão foi assinada pelo juiz Diego Paes Moreira.

Ex-presidente virou réu junto com a filha em processo que tramita em SP

A denúncia contra Temer foi feita pelo MPF na terça-feira (02). Segundo o texto, os réus teriam “ocultado e dissimulado” a origem de R$ 1,6 milhão utilizadas na reforma de um imóvel no Alto de Pinheiros, em São Paulo (SP). A denúncia afirma que o local pertencia a Maristela Temer. É a quarta acatada pela Justiça – outras duas são referentes a desvios da obra de Angra 3 e uma no caso da mala da JBS.

 

Presidente se reúne com líderes de partidos

Após realizar reuniões  com presidentes e líderes de partidos políticos, nesta quinta-feira (4), o presidente Jair Bolsonaro postou no Twitter que “tudo ocorreu em alto nível” e “nada se falou sobre cargos”. Para ele, as primeiras conversas demonstram que Executivo e Legislativo estão unidos pela reforma da Previdência.

“Ao contrário do que propalado por alguns, nada se falou sobre cargos. Executivo e Legislativo unidos, por uma causa que representa o futuro de nossos filhos e netos: a Nova Previdência”, postou Bolsonaro. Alguns líderes que se reuniram com o presidente comentaram o encontro, como Geraldo Alckmin e Marcos Pereira.

 

 

WhatsApp cria recurso para decidir grupos

O WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (3) um recurso que dará mais controle aos usuários sobre quais grupos deseja fazer parte.  Com um ajuste nas configurações, agora é possível escolher quem pode adicionar o seu número em uma nova conversa.

Para ativá-lo, abra as Configurações do app, e então toque em Conta, Privacidade, Grupos e selecione uma das três opções: “Ninguém”, “Meus contatos”, ou “Todos”.
“Ninguém” significa que você terá que aprovar a entrada em cada grupo para o qual foi convidado.  O convite ficará disponível por até três dias, após esse prazo expira. “Meus contatos” significa que somente usuários da lista de contatos poderão adicionar o número a um grupo.



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