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:: ‘Destaque2’

“A elite odiava Brizola”, diz neto do líder político

“A elite jamais perdoou Brizola por dar vez e voz aos excluídos”, disse Leonel Brizola Neto à TV 247. Líder político teria completado 100 anos neste sábado, 22

247 – Neto do fundador do PDT, Leonel Brizola (1922-2004), o ex-vereador Leonel Brizola Neto falou longamente em entrevista ao programa Forças do Brasil, na TV 247, sobre as influências, feitos históricos e relações do avô, um dos maiores líderes políticos que o Brasil já teve, e que teria completado 100 anos neste sábado, 22 de janeiro, caso estivesse vivo.

Leonel Brizola Neto lembrou, na conversa com o jornalista Mario Vitor Santos neste sábado, que o avô “levou luz, água, escola de primeiro mundo, em tempo integral” aos mais pobres, “defendeu os marginalizados, os invisíveis, aqueles que ninguém quer ver” e que por isso “foi criminalizado claramente”, chegando inclusive a se alvo de um “boicote fortíssimo” da Rede Globo.

Quando ele faz o Ciep – Centros Integrados de Educação Pública -, “isso era inaceitável para a elite carioca”, prossegue o ex-vereador, que conviveu de perto com o avô, seja pessoalmente, desde criança, ou trabalhando, já na vida adulta. “A verdade é que todo o governo Brizola, seja no Rio Grande do Sul, seja no Rio de Janeiro, o orçamento era destinado aos mais necessitados. Então por isso a elite nunca perdoou Brizola”, disse.

“Democracia faz mal ao Estadão”, diz Gleisi Hoffmann

247 – A presidenta do PT, deputada Gleisi Hoffmann, respondeu, nas redes sociais, ao editorial do jornal O Estado de S.Paulo deste domingo, 23, que ataca o ex-presidente Lula (PT), sinalizando que pode se aliar mais uma vez a Jair Bolsonaro.

O jornal paulista escreveu que “considerando tudo o que o PT fez e deixou de fazer ao longo de seus 40 anos de existência – muito especialmente, no período em que Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff estiveram no Palácio do Planalto –, uma nova candidatura petista à Presidência da República não deveria suscitar entusiasmo na população”.

No Twitter, Gleisi respondeu que “a democracia faz mal ao Estadão”. “Editorial de hoje mostra que não se conformam com a vontade do povo, de trazer Lula de novo para reconstruir um país destruído pelo golpe do impeachment e por Bolsonaro”, diz.

“O que o povo não esquece é o Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Prouni, Lei de Cotas, aumento real de salário, emprego de qualidade com direitos, o país crescendo e distribuindo renda”, continua.

“O que o Estadão quer que esqueçam é a ‘escolha difícil’ que fez por Bolsonaro em 2018, junto com os grandes da mídia. Para salvar seus interesses de classe, colocaram no governo um bando de milicianos e fascistas”, argumenta.

“Não adianta falsear a história: a sociedade sabe hoje que a Lava Jato foi uma farsa comandada por um juiz parcial com motivações políticas, confessadas sem nenhum pudor na campanha eleitoral”, afirma.

“O povo tem memória sim, e é melhor respeitá-la do que insistir na mentira e na mistificação. O povo sabe quem de fato governou democraticamente, garantindo a voz e os direitos de quem sempre foi excluído”, justifica.
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