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:: ‘Brasil’

CPI contra Moro recebe aprovação de Ciro Nogueira, ministro de Bolsonaro, e Arthur Lira

Segundo o site O Antagonista, o ministro da Casa Civil de Bolsonaro aplaudiu a sugestão do PT em um grupo de Whatsapp

247 – O ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, Ciro Nogueira (PP-PI), aprovou a ideia do PT de articular a criação de uma CPI para investigar a consultoria prestada pelo ex-juiz suspeito Sergio Moro à empresa Alvarez & Marsal, que lucrou com pagamentos de empresas quebradas pela Lava Jato.

Segundo O Antagonista, o ministro postou a notícia em um grupo de WhatsApp, seguida de um gif de aplausos. O site apurou ainda que Arthur Lira (PP), presidente da Câmara dos Deputados, já teria garantido a instalação da comissão, cujas assinaturas serão recolhidas pelo deputado petista Paulo Teixeira.

O líder do PT na Câmara, deputado Reginaldo Lopes (MG), já solicitou formalmente que o TCU compartilhe o processo que investiga Moro.

A ideia da CPI surgiu depois que o TCU não conseguiu acesso ao salário pago pela Alvarez & Marsal a Sergio Moro durante os 10 meses de consultoria. O tribunal deve pedir ao Coaf que revele os ganhos.

Após dois anos de matérias contra mim, Globo dedicou 18 segundos para noticiar minha inocência, diz ex-ministra Erenice Guerra

(Foto: ABr | Reprodução)

Inocentada das acusações infundadas da mídia corporativa, ex-ministra do governo Dilma explicou a sequência de fatos que levou a seu pedido de demissão em 2010

247 – A ex-ministra Erenice Guerra, que atuou no governo Dilma Rousseff, explicou a sequência de fatos que levou a seu pedido de demissão do governo em 2010. Ela foi inocentada das acusações infundadas perpetradas pela imprensa corporativa à época.

Em setembro daquele ano, com base em depoimento de Fábio Baracat, empresário do setor de transportes, a Veja acusou Israel Guerra, filho de Erenice, de participar de tráfico de influência em que ele teria cobrado propina para facilitar negócios com o governo. O próprio Baracat, entretanto, publicou nota de esclarecimento desmentindo as acusações da revista que depois apoiou o golpe contra Dilma e as perseguições contra o ex-presidente Lula, fato comprovado pelo STF e a Vaza Jato.

Enquanto isso, a Globo dizia que a permanência de Erenice Guerra no governo era insustentável

Na disputa eleitoral de 2008, conta Erenice, “pela nossa proximidade, que já vinha desde 2002, isso se transformou num instrumento, numa forma de destruir a Dilma. Era evidente que ela ia ganhar aquela eleição”.

“A forma de atingir Dilma encontrada naquele momento foi, na minha opinião, atingindo a mim. Eu seria o elo fraco de uma corrente, e o objetivo era fazer ela perder a eleição. Tanto que teve segundo turno, que não era para ter, mas acabou tendo, dado o escândalo, e a exploração da mídia em cima de denúncias absolutamente vazias, sem prova nenhuma. Depois, quando o denunciante foi depor na polícia ele ainda voltou atrás e disse que não foi bem isso, não era bem assim que eu disse. Mas foi o que disse pra Veja”, relatou.

“A imprensa explorou isso durante anos. Até hoje a imprensa solta notinha se referindo à ‘aquela’ Erenice Guerra que fazia algum malfeito, o que nunca foi comprovado”, prosseguiu. “Não tem prova, mas tem convicção. Sabe? Igual foi feito com o Lula”.

A procuradora no MPDF que recebeu o processo afirmou: “ela despachou para o juiz dizendo que não tem como pedir indiciamento em absolutamente nada, porque não existe nenhuma consistência em tudo que foi apresentado e levantado, e pediu o arquivamento do inquérito, que foi arquivado”.

“E aí a Globo, que tinha passado dois anos falando todos os dias que eu era uma pessoa que praticava malfeito no governo, se deu o trabalho de, em 18 segundos, dizer que o inquérito que apurava eventuais irregularidades contra a ministra Erenice Guerra foi arquivado conforme  solicitação do MP e determinação do juiz. 18 segundos. Niguém nunca disse sorry”, completou.

247

Pago por quem lucrou com a quebra da Odebrecht, Moro trata brasileiros como idiotas e diz que não trabalhou para a Odebrecht

Sergio Moro e fachadas da Odebrecht e OAS (Foto: Alessandro Dantas/PT no Senado | Reuters)

247 – O ex-juiz Sergio Moro, que destruiu 4,4 milhões de empregos, segundo o Dieese, foi declarado suspeito pela suprema corte e depois foi contratado por uma empresa dos Estados Unidos, a Alvarez & Marsal, que ganhou R$ 42 milhões de empresas atingidas pela Lava Jato, tratou os brasileiros como idiotas neste sábado. Ao ser confrontado com a informação de que foi pago pela empresa que lucrou com a quebra da Odebrecht, ele diz que nunca trabalhou para a Odebrecht. De fato: Moro trabalhou para a empresa que lucrou com a quebra da Odebrecht. Confira:

Alckmin como vice de Lula não muda programa econômico, diz secretário-geral do PT

Paulo Teixeira, Geraldo Alckmin (Foto: Agência Brasil)

“Nossas divergências ficaram no passado”, disse o deputado Paulo Teixeira, que integrou a oposição ao ex-governador de São Paulo

247 – O deputado federal e secretário-geral do PT, Paulo Teixeira (SP), defensor da chapa Lulalckmin, afirmou que o ex-governador não atua para alterar o programa econômico e de governo que está sendo elaborado pelo partido.

“Ao mesmo tempo que o nome dele [Alckmin] entra no debate, temas fundamentais para o nosso projeto estão sendo discutidos sem que haja uma mudança nas agendas do PT”, diz ele à coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo.

Teixeira, que integrou a oposição ao ex-governador de São Paulo, admite que sejam dados “todos os passos possíveis na direção de derrotar o bolsonarismo”, o que inclui a aliança com Alckmin. “Nossas divergências ficaram no passado”.

Fonte: 247

Entrevista de Lula derruba dólar e provoca onda de otimismo nos mercados

Lula (Foto: Ricardo Stuckert)

Declarações de Lula à mídia independente sobre reconstrução nacional e Alckmin acalmam mercado

247 – Em meio à recepção da entrevista do ex-presidente Lula à mídia independente, em que ele falou sobre a reconstrução nacional que será conduzida se eleito, o dólar opera em forte queda ante o real, em uma valorização da moeda nacional, nesta quarta-feira (19). Lula também falou sobre sua possível aliança com o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (sem partido). “Não há problemas” em tê-lo como vice, disse Lula.

Por volta de 16h30, a divisa americana tinha baixa de 1,69%, negociada a R$ 5,4659, após operar no patamar de R$ 5,52 por volta de 11h15.

Existe ainda a percepção de um ambiente mais positivo para ativos de risco no exterior, com os recentes anúncios do banco central americano (Fed) sobre o aumento da taxa de juros nos EUA. A tendência é o dólar se valorizar.

247

Papa Francisco reza pelas vítimas das enchentes no Brasil

Foto: Reprodução / Twitter

O Papa Francisco rezou neste domingo (16), pelas vítimas das recentes enchentes em vários estados brasileiros, incluindo a Bahia, que causaram danos e vítimas significativos, depois de rezar o Angelus na Praça de São Pedro.

“Expresso minha proximidade com as pessoas afetadas pelas fortes chuvas em várias regiões do Brasil nas últimas semanas”, disse o papa, de acordo com o Estado de São Paulo.

Francisco ofereceu suas orações “especialmente pelas vítimas, suas famílias e por todos aqueles que perderam suas casas” e pediu que “Deus apoie os esforços daqueles que estão trazendo ajuda”.

O mau tempo e as fortes chuvas causaram enormes prejuízos e várias dezenas de vítimas no Brasil, especialmente na região nordeste.

Depois de atingir duramente a Bahia, com pelo menos 25 mortes confirmadas, as fortes chuvas atingem também os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, onde já houve vítimas e centenas de deslocados.

 

Fonte: Bahia Notícias

Aliados de Lula e Alckmin avaliam que aliança entre os dois já está consolidada

Correligionários do ex-presidente do ex-governador minimizam desgastes e projetam a chapa para as eleições de 2022

247 – A chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para as eleições presidenciais deve mesmo ser formada com o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que deixou o PSDB e busca um novo partido. “Aliados do ex-presidente Lula (PT) e do ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido) avaliam que a construção da chapa conjunta está pavimentada e que a união demonstrou, nesta semana, resistir a desafios de ordem programática e partidária”, aponta reportagem de Carolina Linhares, publicada na Folha de S. Paulo.

“A leitura de quem acompanha as conversas entre Lula e Alckmin é a de que ambos querem fazer a chapa acontecer e, para isso, estão dispostos a superar diferenças –a união pode ser anunciada em fevereiro. O ex-governador abandonou os movimentos para disputar novamente o Palácio dos Bandeirantes e se concentrou em debater o país. Lula, por sua vez, não viu mais surgirem especulações de nomes de vices depois que o de Alckmin entrou na roda. Petistas afirmam que, na opinião do ex-presidente, o jantar que os reuniu publicamente demonstrou que as resistências no partido e na opinião pública foram menores que o esperado”, prossegue a jornalista.

 

Ministro anuncia diagnóstico para Covid 3 dias após evento com Bolsonaro

Foto: Reprodução / Instagram

O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, escreveu em suas redes sociais neste sábado (15) que recebeu resultado positivo em exame realizado para detectar a Covid-19.
 

O titular da pasta teve agenda com o presidente Jair Bolsonaro na quarta-feira (12), no Palácio do Planalto.
A Presidência da República foi procurada, mas ainda não informou se Bolsonaro está ciente da infecção do ministro, se vai realizar exame para detectar a doença ou se sentiu sintomas recentemente.
Gilson Machado escreveu em suas redes sociais que está sem sintomas e que vai seguir o protocolo de recuperação do Ministério da Saúde.
“Testei positivo para Covid. Estou assintomático. Seguirei o protocolo de recuperação do Ministério da Saúde e do meu médico”, escreveu o ministro, que vai cumprir o protocolo no Recife.
O último contato de Gilson Machado com Bolsonaro foi na quarta-feira. A audiência entre os dois está registrada na agenda desse dia do presidente da República, das 16h às 16h30.
Na sequência, o ministro também participou de uma cerimônia no Planalto do lançamento de linhas de crédito para aquicultura e pesca. O ministro não estava no palco principal, ao lado do chefe do Executivo.
No entanto, estava na primeira fileira dos convidados, sem máscara, ao lado dos também ministros Carlos França (Relações Exteriores) e Joaquim Leite (Ministério do Meio Ambiente), como confirmam imagens da cerimônia.
Nos últimos dias, o ministro vinha defendendo um abrandamento das regras de controle da pandemia, em particular após os casos de infecção em cruzeiros marítimos e a suspensão de novas operações nos portos brasileiros.
Gilson Machado argumentou na ocasião que a variante ômicron não provoca tanto impacto e que por isso seria possível adotar protocolos mais brandos.
“É preciso adequar [a portaria] com a ômicron, porque ela não está gerando pressão nos hospitais. Mas a palavra é do ministro da Saúde. Eu torço para que haja esse entendimento”, disse ele à reportagem na segunda-feira (3).
O ministro também já havia provocado polêmica ao desistir de visitar o museu Cais do Sertão, durante viagem oficial ao Recife, após ser informado de que ele e sua comitiva precisariam apresentar o comprovante de vacinação.
Na ocasião, Machado justificou que foi vacinado e que tinha o cartão de vacinação, mas que outros membros da delegação não estavam com o documento.
Também nesta semana, na quarta-feira, o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos divulgou que a ministra Damares Alves foi infectada pelo novo coronavírus. O resultado havia saído dois dias antes, informou a pasta, em redes sociais.
Damares está de férias desde o dia 23 de dezembro.
Desde o início da pandemia, vários outros ministros também foram infectados pelo novo coronavírus. Além do próprio Jair Bolsonaro, já foram infectados Marcelo Queiroga (Saúde), Tereza Cristina (Agricultura), Fábio Faria (Comunicações), Walter Braga Netto (Defesa), Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura), entre outros.
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VEJA POLÍTICOS QUE CONTRAÍRAM COVID EM 2022
Governadores: Carlos Moisés (SC), Helder Barbalho (PA), Eduardo Leite (RS), Ratinho Júnior (PR), Cláudio Castro (RJ) e Flávio Dino (MA)
Prefeitos: João Campos (Recife), Marquinhos Trad (Campo Grande), Rogério Cruz (Goiânia) e Gustavo Henric Costa (Guarulhos)
Ministros: Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) e Gilson Machado (Turismo)
Deputados: Tabata Amaral (PSB-SP), Marcelo Freixo (PSB-RJ) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
Senadores: Fabiano Contarato (PT-ES) e Luis Carlos Heinze (PP-RS)
Outros: ex-ministro Sergio Moro, ex-prefeito de Salvador ACM Neto e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto

 

Fonte: Bahia Notícias

“O custo Bolsonaro é uma das causas da inflação no Brasil”, diz José Luis Oreiro

“Como explicar um câmbio tão desvalorizado? com certeza existe uma outra variável que é o custo Bolsonaro, que empurra o câmbio para cima”, diz o economista

247 – O economista José Luis Oreiro, em entrevista à TV 247, enumerou diversos pontos que explicam a inflação que a economia brasileira enfrenta e ressaltou que “o custo Bolsonaro” pesa no contexto de agravamento da crise.“

O que governo faz em termos de meio-ambiente, relações internacionais, de relações institucionais, leva para um momento de incertezas que desvaloriza a taxa de câmbio”, ressalta.

“Como explicar um câmbio tão desvalorizado? com certeza existe uma outra variável que é o custo Bolsonaro, que empurra o câmbio para cima”, avalia.

Oreiro diz ainda que “não tem bola de cristal”, mas se o custo Bolsonaro não existisse, o câmbio provavelmente estaria abaixo de R$5,00”.

247

Lula: interesses da Faria Lima não podem se sobrepor aos problemas do povo

Trabalhador e Lula (Foto: Ricardo Stuckert)

Lula aponta fome, desemprego, inflação, saúde, educação e defasagem salarial como pautas prioritárias

247 – Durante o a reunião na Fundação Perseu Abramo, o ex-presidente Lula, dirigindo-se aos economistas do PT, que irão elaborar seu programa econômico, foi enfático ao declarar que os interesses do mercado não podem se sobrepor aos problemas que afligem a população. A informação é da Folha de S.Paulo.

Lula aponta fome, desemprego, inflação, saúde, educação e defasagem salarial como pautas prioritárias. O ex-presidente afirmou que o PT já provou que tem responsabilidade fiscal.

No encontro, que contou com a participação da presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, e do presidente da fundação e ex-ministro, Aloizio Mercadante, Lula lembrou que, durante seus governos, houve política de inclusão social e valorização do salário mínimo sem aumento de inflação, e afirmou ter conhecimento de que a estabilidade é importante para deter a alta de preços ao consumidor. ​

Nenhum outro partido foi mais sério na gestão fiscal, argumentou Lula, criticando a cobertura negativa por parte do meio corporativo, que não mostra indignação com as violações econômicas do governo Jair Bolsonaro.

Anfitrião do encontro, Mercadante, afirmou, em tom de brincadeira, que os petistas não precisam de um posto Ipiranga, porque já têm o pré-sal.

A reunião desta sexta-feira (14) contou com 35 participantes. Ficou acertado que o grupo se reunirá com mais frequência.

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