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:: ‘Brasil’

Caso Queiroz mostra que Wassef pode ter relação com milícia e fuga do ex-capitão Adriano da Nóbrega

As investigações sobre o caso Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, podem evidenciar também ligações do advogado Frederick Wasseff com o caso do ex-policial militar Adriano da Nóbrega, morto em fevereiro

A operação Anjo e as declarações recentes de Frederick Wasseff, advogado do clã Bolsonaro e até a prisão de Queiroz frequentador assíduo dos palácios do Planalto e da Alvorada, levantaram suspeita sobre sua atuação no sumiço do ex-PM Adriano da Nóbrega, morto na Bahia em fevereiro em ação policial.

A diferença o sumiço de Adriano com o caso Queiroz é que contra Adriano havia um pedido de prisão em aberto e, portanto, um ato para escondê-lo poderia vir a configurar crime de favorecimento pessoal, indica o Painel da Folha de S.Paulo.

No pedido de prisão de Queiroz, o MP-RJ chegou a afirmar que Adriano iria organizar um plano de fuga para toda a família do ex-assessor de Flávio.

Wassef tem negado irregularidades. Em entrevista à revista Veja ele admitiu que abrigou Queiroz sob a justificativa de que havia um plano para matá-lo.

Economia só retornará aos níveis do governo Dilma em 2024

A agenda implantada no Brasil após o golpe contra Dilma baseada no corte de direitos, no entreguismo e agravada pelo coronavírus não fará o País voltar aos níveis de 2014 antes de 2024. Segundo Armando Castelar, coordenador de Economia Aplicada da FGV, “há muita incerteza, estamos prevendo que a taxa de desemprego deve subir para 18,7%”

(Foto: Reuters | FIESP | 247)

Com uma agenda baseada no congelamento de investimentos, cortes de direitos e entrega de setores estratégicos para estrangeiros agravada pela pandemia coronavírus, o Brasil não voltará aos níveis de 2014 antes de 2024. Segundo Armando Castelar, coordenador de Economia Aplicada da Fundação Getulio Vargas, “crescemos pouco em 2017, 2018 e 2019. A recessão do coronavírus veio com o PIB abaixo do que tinha sido em 2014”.

“Com essa queda adicional, a recuperação total que viria em 2021 ficou para 2024. Há muita incerteza, estamos prevendo que a taxa de desemprego deve subir para 18,7%, cinco percentuais acima do que foi no pico da recessão de 2015, de 13,7%. O que fazer com esse mundo de desempregados. Há um esgarçamento do tecido social não trivial. Significa uma explosão de informalidade no país, é um de fato”, acrescentou ele durante entrevista ao jornal O Globo.

Questionado se a recuperação pode ser abortada em uma eventual intensificação da pandemia, o economista afirmou que, provavelmente, “não volta a fechar tudo como foi em março e abril”. “Não há condições políticas, há pressão do empresariado, do próprio presidente da República, mas é claro que, com os casos aumentando as pessoas ficam em casa. Uma recuperação da recessão anterior só em 2024”.

Até o mês de maio foram destruídos 7,8 milhões de empregos no Brasil, informou nesta terça-feira (30) o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O mês de maio fechou com taxa de desemprego de 12,9%.

Coronavírus

A agenda neoliberal é agravada pela pandemia do coronavírus. O Brasil ocupa a segunda posição no ranking global de confirmações (1,3 milhão) e mortes (58,3 mil), de acordo com dados da plataforma Worldometers. Em primeiro lugar estão os Estados Unidos, com 2,6 milhões de casos e 128 mil óbitos.

Além dos números preocupantes sobre a economia e a Covid-19 no Brasil, a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet, alta comissária da Organização das Nações Unidas (ONU) para os direitos humanos, criticoua posição do governo Jair Bolsonaro sobre a pandemia. “Preocupa-me que declarações que negam a realidade do contágio viral”, disse.

No último dia 22, Bolsonaro voltou a subestimar o coronavírus e disse que “talvez tenha havido um pouco de exagero” na maneira como a pandemia foi tratada.

Não foi a primeira declaração no sentido de amenizar os efeitos da Covid-19. Em março, ele classificou a doença como uma “gripezinha”, durante pronunciamento em cadeia nacional. Em abril, Bolsonaro perguntou “e daí?”, ao ser questionado quando o Brasil atingiu a marca dos 5 mil mortos pelo coronavírus.

Fonte: 247

Macron sugere que Bolsonaro pratica ‘ecocídio’ e pressiona contra acordo da União Europeia com Mercosul

O presidente francês Emmanuel Macron quer tipificar o crime de ‘ecocídio’, para punir países e líderes que atacam o meio ambiente. E atua pela rejeição do acordo de livre comércio entre o bloco europeu e o sul-americano. Segundo Macron, em referência indireta a Bolsonaro, é preciso incluir o termo “ecocídio” no direito internacional para que os dirigentes que são encarregados por seus povos de proteger o patrimônio natural, e fracassam deliberadamente, prestem contas de seus delitos diante da Corte Penal Internacional

O presidente francês Emmanuel Macron aumentou a pressão pela rejeição do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul. O mandatário se aliou a 265 organizações da sociedade civil na oposição ao acordo. Um dos alvos é Jair Bolsonaro que adotou posições condenáveis na área ambiental.

Nesta segunda-feira (29), o presidente da França se posicionou favorável à tipificação do crime de “ecocídio” no direito internacional, para julgar, por exemplo, quem não protege ecossistemas, informa o jornal Valor Econômico.

A pressão atinge diretamente o acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul, cuja aprovação pelo conjunto dos países do bloco sediado em Bruxelas é cada vez mais difícil.

A mobilização na Europa cresceu porque a Alemanha, país mais poderoso e maior economia da União Europeia, assume a presidência rotativa do bloco nesta quarta-feira (1º de julho) e tem como uma de suas prioridades avançar na ratificação do acordo birregional.

Diante de 150 membros da Convenção Cidadã pelo Clima, Macron, fragilizado pelo avanço do Partido Verde na eleição municipal ocorrida domingo, prometeu que nenhum acordo comercial com países que não respeitam o Acordo de Paris terá o apoio da França.

Em uma clara alusão ao desleixo com que Jair Bolsonaro trata o meio ambiente, o presidente francês falou sobre a tipificação internacional do crime de “ecocídio”, lembrando aos participantes que ele foi um dos primeiros dirigentes políticos a ter usado esse termo “quando a Amazônia queimava, há alguns meses”. E mais: “Eu compartilho plenamente a ambição que vocês defendem, a emoção de vocês face a atores que, conscientemente e com toda impunidade, destroem voluntariamente ecossistemas inteiros”.

O governo brasileiro alega que a posição de Macron se relaciona com o protecionismo comercial europeu.

Fonte: 247

BOLSONARO PODE PEGAR ATÉ 19 ANOS DE PRISÃO SE FOR CONDENADO NO STF

Augusto Aras citou seis possíveis crimes do presidente

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Jorge William/Agência O Globo

Jair Bolsonaro pode pegar até 19 anos e três meses de prisão se for condenado pelo STF.

Nesta segunda-feira, Celso de Mello autorizou a abertura de um inquérito para apurar as acusações de Sergio Moro contra o presidente.

A decisão atendeu a um pedido de Augusto Aras, que citou seis possíveis crimes de Bolsonaro: falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça, e corrupção passiva privilegiada.

Se for condenado à pena máxima em todos esses crimes, o presidente pode ficar até 19 anos e três meses preso.

(Por Eduardo Barretto)

Fonte: Revista Época

Alexandre de Moraes abre sigilo e aponta quadrilha bolsonarista contra a democracia

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, levantou o sigilo da decisão que autorizou uma operação da PF no inquérito que investiga atos antidemocráticos

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, divulgou a íntegra da decisão no inquérito sobre manifestações antidemocráticas. Diz o despacho: “em virtude do acesso de investigados aos autos, com base na SV 19 e diante de inúmeras publicações jornalísticas de trechos incompletos do inquérito, inclusive da manifestação da PGR e da decisão judicial

proferidas nos autos do Inquérito 4828, que tramita nesta CORTE, torno pública a decisão proferida em 27 de maio de 2020.”

Leia trecho do inquérito:

“A possibilidade de que o exercício das liberdades constitucionais de manifestação do pensamento e de reunião possa transbordar ao alcance do dispositivo constitucional que

veda a formação de associações de caráter paramilitar, a Procuradoria-Geral da República acionou o que impõe a repressão penal e a ação de grupos armados, civis ou militares,

contra a ordem imposta na Lei Maior e o Estado democrático, pedindo a abertura de inquérito para verificação de eventual cometimento de delitos previstos na Lei nº 7.170/1983.

A ligação de parlamentares federais com esses movimentos organizados com natureza e propósitos não suficientemente esclarecidos deu causa a que a instauração do expediente passasse pela atuação do Supremo Tribunal Federal, nos termos do art. 102, inciso I, alínea “b”, da Constituição da República.”

Fonte: 247

De Weintraub a Queiroz: a boquinha não tinha acabado?

No sábado (20), dia em que o Brasil chegou a 50 mil mortes por coronavírus, só nas contas oficiais, o ainda ministro da Educação, Abraham Weintraub, pegou um avião e usou o passaporte diplomático para entrar nos EUA. 

Com risco de ser preso no Brasil, foi exonerado naquele dia mesmo em edição extra do Diário Oficial. Chegamos, assim, a um momento de alta tensão da pandemia com interinos nos ministérios da Educação e da Saúde — por onde já passaram três titulares.

Dois meses antes da fuga, Weintraub participou da famosa reunião de 22 de abril. A proposta de prender vagabundo, a começar pelo STF, era sua principal contribuição para a crise da pandemia que ameaça a realização, por exemplo, do Enem. Atacar o sistema de cotas para pós-graduação foi seu ato final na pasta.

Weintraub, o mais bolsonarista dos ministros (ok, a competição com Ernesto Araújo e Ricardo Salles é pesada), deixou o cargo da mesma forma como entrou: sem prestar qualquer serviço à educação do país.

A inapetência do ministro foi dissecada num relato feito no Twitter pela jornalista de O Estado de S.Paulo Andreza Matais:

“Estive com o ministro Weintraub uma vez. No gabinete, eu e outros dois colegas fomos recebidos por ele e por uma assessora que passou o tempo todo deitada no sofá. O ministro contou que aos 10 anos comprou numa quermesse a versão em inglês de ‘A revolução dos bichos’. Tentamos saber quais os planos do ministro para educação, suas prioridades para o MEC. Saímos com o bloco vazio. Foi a pior experiência da minha vida profissional”.

Assim como seu antecessor, o folclórico Ricardo Velez Rodriguez, Weintraub recebia em dia, dos cofres públicos, R$ 30 mil para passar os dias no Twitter. Numa conta baixa, são R$ 540 mil em dinheiro público para bancar projetos que saíram do nada para lugar algum. Weintraub ganhou salário de ministro de Estado trabalhando como tuiteiro incapaz de usar “ss” no lugar do “ç”.

Isso sem contar o quanto ganham os assessores que passam as horas de entrevista no sofá.

De presente, ganhou a indicação para um posto de representação no Banco Mundial onde ganhará R$ 115 mil mensais.

Uma boca e tanto para quem prometia acabar com a farra com dinheiro público. Nada que cause arrepio para quem transformou o governo numa reunião de amigos e filhos de amigos — entre eles um consultor de comunicação extraoficial, para usar um eufemismo, que recebe religiosamente seu salário como vereador no Rio.

Além de explicar o que Fabricio Queiroz fazia na casa de seu (agora ex) advogado, o presidente têm muito a dizer por que seu ex-assessor recolhia dinheiro vivo dos servidores do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro e pagava a mensalidade de seus netos com dinheiro vivo.

Bolsonaro pai poderia explicar também por que sua ex-assessora na Câmara dos Deputados Nathália Melo de Queiroz, filha de Fabrício, recebeu, só entre julho e novembro de 2018, R$ 101 mil e repassou R$ 29,6 mil para seu pai. Ninguém sabe também como ela batia ponto em Brasília enquanto trabalhava como personal trainer no Rio.

Seria ótimo também se viessem a público as conexões entre o ex-assessor da família e o miliciano que levava uma vida nababesca na Bahia até ser morto numa troca de tiros com a polícia.

No inquérito sobre as manifestações antidemocráticas, a Procuradoria Geral da República acusa quatro deputados bolsonaristas de usarem dinheiro público para divulgar os atos em suas redes sociais. A verba, suspeita-se, vem da cota parlamentar. Coisa de R$ 30,3 mil, repassados para a empresa do marqueteiro responsável por cuidar da marca “Aliança pelo Brasil”, futuro partido dos Bolsonaro.

Em 18 meses de gestão, o presidente que prometia governar sem toma-lá-dá-cá e com um ministério enxuto, com no máximo 15 nomes técnicos, abriu as comportas da administração para o centrão e já estuda criar o 24º ministério.

Bolsonaro prometia moralizar a gestão do dinheiro público, mas surta quando é questionado sobre a explosão de gastos com cartão corporativo, faz o que pode para ofuscar a transparência de dados oficiais, mantém em postos públicos que tem um pé em interesses privados e não vê problemas em repassar milhões à empresa da ex-mulher de seu advogado.

Tudo isso está saindo caro. Muito caro.

No auge da crise sanitária, política e econômica, a ideia mais brilhante do mais prestigiado deles, o Posto Ipiranga Paulo Guedes, era vender a “porra” do Banco do Brasil, abrir cassinos para deixar coitado “se foder” e colocar jovem para cantar o hino nacional de manhã e construir estradas à tarde em troca de R$ 200.

O circo é financiado com dinheiro público, mas as vidas perdidas na pandemia são os registros mais trágicos do preço da incompetência.

Fonte: Yahoo Notícias

Senado planeja votar adiamento das eleições municipais nesta terça-feira

Proposta só passará a valer caso alcance 49 votos favoráveis à mudança no Senado e 308 na Câmara em dois turnos de votação

A votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 18/2020, que trata do adiamento das eleições municipais deste ano em função da pandemia do novo coronavírus, está programada para acontecer nesta terça-feira (23) no plenário do Senado Federal.

O projeto, relatado pelo senador Weverton (PDT-MA), propõe que os pleitos para eleger prefeitos e vereadores em cada uma das cidades brasileiras aconteçam nos dias 15 e 29 de novembro. Até então, as eleições estão previstas para os dias 4 e 25 de outubro.

Por se tratar de uma PEC, o projeto de adiamento do pleito só passará a valer caso alcance 49 votos favoráveis à mudança no Senado e 308 na Câmara, em dois turnos de votação. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-RN), deseja realizar as duas votações do texto no Senado já nesta semana. Caso a PEC seja aprovada, seguirá para a apreciação dos deputados.

O texto em análise tem apoio da maioria dos senadores, mas ainda sofre resistência entre os deputados, principalmente entre os partidos do chamado “Centrão”.

“Eu conversei com o presidente de cinco partidos grandes e todos eles são contrários ao adiamento. Eles disseram que as bancadas têm ampla maioria para manter as eleições nas datas já conhecidas”, afirmou o primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcos Pereira (Republicanos-SP), durante a Live JR na semana passada.

De acordo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o adiamento ainda não é consenso entre os deputados. “A pressão que alguns prefeitos vêm fazendo tem surtido efeito para o não adiamento”, observou.

Ontem (22), o Senado se reuniu com o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luiz Roberto Barroso, e com autoridades médicas. No encontro, Barroso defendeu o adiamento das eleições e o alongamento da campanha eleitoral.

Fonte: Jornal Times Brasília

Mourão se apresenta como alternativa para substituir Bolsonaro

Ao propor o “fim da polarização entre os extremos”, o vice-Hamilton Mourão piscou para as elites nacionais, que estão constrangidas com o governo Bolsonaro, mas sonham com um Brasil sem Lula e sem PT, diz o jornalista Leonardo Attuch, editor do 247

Hamilton Mourão (Foto: Reprodução/GloboNews)

A entrevista desta segunda-feira do vice-presidente Hamilton Mourão para a CNN foi o movimento mais explícito de sua “campanha presidencial”. Ao criticar o ambiente nacional de “instabilidade emocional coletiva”, sugerir “afastar os extremos” e “reunir o centro” ele piscou claramente para as elites nacionais, que estão constrangidas com o governo extremista de Jair Bolsonaro, com seus escândalos e suas rachadinhas, mas ainda sonham com um Brasil sem Lula e sem Partido dos Trabalhadores.

Desde a prisão de Fabrício Queiroz e do caso Frederick Wassef, advogado/lobista que o escondia em sua casa em Atibaia (SP), os militares têm evitado qualquer gesto de rompimento público com Jair Bolsonaro, mas também foram comedidos em suas manifestações de apoio. Não conspiram abertamente, mas sabem que o bolsonarismo sofreu um duro revés e talvez tenha sido ferido de morte.

Neste clima de fim de festa, com um Brasil mergulhado em crise econômica e sanitária, todos sabem que mais dois anos e meio de desgoverno seriam desastrosos para o país. É por isso que tanto se fala em saídas como impeachment, cassação da chapa na TSE, hipótese que Mourão evidentemente rechaça, e até mesmo renúncia.

Fragilizado por suas evidentes ligações com as milícias, Bolsonaro já não tem mais força para um autogolpe, o que também foi explicitado por Mourão na entrevista à CNN, de forma diplomática. “Em primeiro lugar, o presidente não tem o anseio mínimo de fazer uma ruptura institucional no nosso país, porque as instituições estão bem. O que há, no nosso país, é uma instabilidade emocional. As pessoas estão muito desacerbadas nas suas ideias, nas suas discussões. As Forças Armadas estão afastadas de qualquer ação dessa natureza, mas tenho que deixar claro que o presidente não tem essa visão em momento nenhum”, afirmou.

Sobre sua “plataforma de governo”, Mourão fez questão de retratá-la como o projeto central da burguesia nacional. “Meu anseio é que a gente consiga afastar os extremos dessa polarização, tanto a direita mais extremada quanto o pessoal da esquerda mais extremada, e conseguir reunir o centro, que é a grande massa, daqueles que conseguem sentar em uma mesa e, mesmo tendo ideias discordantes, conseguem chegar a um senso comum. Acho que, se a gente conseguir fazer isso daqui pra frente, nós teremos muito sucesso”, disse ele.

Na entrevista, Mourão negou existir qualquer pensamento sobre assumir a Presidência da República. “Nem passa pela minha cabeça. O nosso presidente se chama Jair Messias Bolsonaro. Seu primeiro governo vai até 2022 e se assim o povo brasileiro quiser, ele pode continuar até 2026”, disse ele. É óbvio, no entanto, que ele não poderia ter dito nada diferente disso. O essencial de sua fala foi a proposta de “afastar os extremos” e não há ninguém mais extremista no Brasil do que o próprio Bolsonaro.

Fonte: 247

PT vai acionar STF, PF e Conselho de Ética contra Zambelli após ameças a Rogério Correia

A deputada bolsonarista incitou seus seguidores a promoverem um “tsunami” contra o parlamentar do PT

Reprodução, Fórum

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Ênio Verri (PT-PR), anunciou neste sábado (20) que o partido vai se movimentar juridicamente contra a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) após a parlamentar incitar ataques contra o deputado federal Rogério Corria (PT-MG) – que chegou a sofrer ameaças de morte.

“Essas ameaças não podem ficar impunes, a deputada é recorrente na prática de outros ilícitos como disseminação de fake news e incentivo à ruptura democrática e à quebra dos direitos constitucionais”, afirmou Verri.

O partido vai denunciar Zambelli ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados e ao Supremo Tribunal Federal após ter incitado ataques a Correia que terminaram em ameaças de morte a ele e à família. O partido pretende acionar a Polícia Federal para investigar a autoria dos crimes.

A deputada Natália Bonavides (PT-RN) e os deputados Carlos Zarattini (PT-SP) e Rui Falcão (PT-SP), integrantes da CPMI das Fake News, afirmaram que vão levar o episódio para a comissão.

Entenda o caso

Tudo começou com Carla Zambelli ameaçando Correia com “o tsunami bolsonarista” nas redes, na sexta-feira. A parlamentar, ao fazer a ameaça, saiu em defesa do ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub. Isso porque Correia informou que encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de retenção do passaporte de Weintraub, já que o olavista, que é investigado pela Corte, teria planos de sair do Brasil.

Na madrugada de sexta para sábado, o parlamentar denunciou ameaças de morte. “Não bastasse estar cheia de problemas e a deputada Zambelli anuncia e coloca robôs bolsonaristas para atacar deputados nas redes. Até ameaça de morte já recebi”, informou.

Fonte: Fórum

Imagens mostram Queiroz pagando contas de Flávio Bolsonaro em dinheiro vivo

As imagens sustentaram o pedido de prisão preventiva de Fabrício Queiroz, acusado de operar o esquema de rachadinha no gabinete de Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz pagando conta (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado | Reprodução)

Imagens do circuito interno de uma agência bancária dentro da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), obtidas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, mostram o momento em que Fabrício Queiroz pagou dois boletos escolares das filhas de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) em dinheiro vivo. A informação é do UOL.

De acordo com o vídeo, na manhã de 1º de outubro de 2018, Queiroz entrou na agência bancária da Alerj às 10h21 com um maço de dinheiro e dois boletos bancários nas mãos. Eram as mensalidades escolares das duas filhas de Flávio, nos valores de R$ 3.382,27 e de R$ 3.560,28, totalizando quase R$ 7.000. Ele ainda fez um saque de R$ 5.000.

As imagens sustentaram o pedido de prisão preventiva do ex-assessor, acusado de operar um esquema de rachadinha no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro.

Fonte: 247



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