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:: ‘Brasil’

Relator da CPI, Renan diz que PGR ‘blinda’ Bolsonaro às vésperas da eleição

O senador Renan Calheiros (MDB-AL), que foi relator da CPI da Covid, criticou nesta segunda-feira (25) a decisão da PGR (Procuradoria-Geral da República) de arquivar as denúncias contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) feitas a partir do relatório final das investigações no Senado.
No Twitter, Calheiros afirmou que a PGR “blinda” Bolsonaro às vésperas das eleições e “não surpreende ninguém”. Os procedimentos apuravam supostos crimes de epidemia, prevaricação, infração de medida sanitária, charlatanismo e emprego irregular de verba pública.
As manifestações foram assinadas pela vice-procuradora-geral Lindôra Araújo. Em um caso, que apura suposta prática de incitação ao crime, a PGR prorrogou o procedimento por mais 90 dias. Este se torna agora o último caso contra o presidente derivado da CPI ainda aberto na PGR.
No relatório final, com mais de mil páginas, a CPI acusou Bolsonaro de ter cometido nove crimes e pediu o indiciamento de outros 67 nomes, entre empresas e pessoas, além de Bolsonaro.

‘Querer a morte de adversários é a tônica do bolsonarismo’, diz Gleisi após bolsonarista ameaçá-la em vídeo

Gleisi Hoffmann (Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados)

Bolsonarista candidato a vereador de Belo Horizonte em 2020 afirmou em vídeo que iria “caçar” Gleisi, Lula, Marcelo Freixo e os ministros do Supremo Tribunal Federal

247 – A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) denunciou, nesta quarta-feira (20), o vídeo de um bolsonarista que ameaçou “caçá-la” junto com o ex-presidente Lula (PT), o pré-candidato ao governo do Rio, Marcelo Freixo (PSB), e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Circula nas redes bolsonaristas vídeo de um homem que se diz cidadão de bem ameaçando a mim, Lula e ministros do STF. Querer a morte de adversários é a tônica do bolsonarismo. Acionamos as autoridades e não vamos tirar o pé das ruas para defender o povo e a democracia”, afirmou Gleisi em seu Twitter.

O vídeo em questão foi publicado pelo bolsonarista Ivan Pinto, candidato a vereador de Belo Horizonte pelo PSL em 2020 sob a alcunha de ‘Ivan Papo Reto’. Na gravação, ele dizia: “Eu vou dar um recado para a esquerda brasileira, principalmente para o Lula: ô desgraçado, bota o pé na rua que nós vamos te mostrar o que nós vamos fazer com você. Anda com segurança armada até o talo, que nós da direita vamos começar a caçar você, essa Gleisi Hoffmann, esse Freixo frouxo do cara***, todos esses que te cercam, vagabundo.”

Além de ameaçar os políticos citados, o bolsonarista também mencionou nominalmente ministros do STF: “Mas principalmente esses vagabundos do STF. Se eu fosse você, Barroso, Fachin, Fux, Moraes, Lewandowski, Mendes, eu ficava nos EUA, em Portugal, na Europa, até vocês duas, vad***, Cármen Lúcia e Rosa Weber, sumam do Brasil, nós vamos pendurar vocês de cabeça para baixo. (…) Nós cidadãos de bem não toleramos gente escrota como vocês. (…)”

Devido ao conteúdo de ameaça, o perfil de Ivan foi derrubado no Instagram e no Facebook. Além disso, como ressaltado pela presidente nacional do PT, as autoridades já foram acionadas.

 

Justiça aceita denúncia e policial bolsonarista que matou Marcelo Arruda vira réu

Guaranho e Marcelo Arruda (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

MP denunciou Jorge Guaranho por homicídio duplamente qualificado do tesoureiro do PT Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu

Metrópoles – A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu por homicídio qualificado o policial penal federal Jorge Guaranho, que matou a tiros o guarda municipal Marcelo Arruda no último dia 9 de julho, em Foz do Iguaçu (PR).

Mais cedo nesta quarta, o Ministério Público do Paraná denunciou o policial penal federal Jorge Guaranho pelo homicídio duplamente qualificado do guarda municipal e tesoureiro do PT Marcelo Arruda, que ocorreu no último dia 9 de julho.

Um dos agravantes apontados pelos promotores foi o “motivo fútil” para o homicídio, “havendo a querela sido desencadeada por preferência político-partidária”. Outra qualificação apontada pelos autores da denúncia foi a possibilidade de a ação “resultar em perigo comum”, ou seja, a terceiros.

 

 

Lula: “quem tem que dar a oportunidade para o filho do pobre é o Estado”

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Reprodução)

Durante evento em Serra Talhada (PE), o ex-presidente também prometeu mais participação de estatais no crescimento econômico e fez críticas a Paulo Guedes

247 – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destacou nesta quarta-feira (20), em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco, a necessidade de o Estado ter mais participação no crescimento econômico do Brasil. “Eu não tive a oportunidade de fazer um curso superior. Então, quando virei presidente, queria dar a oportunidade para o ajudante de pedreiro virar médico, engenheiro. Quem tem que dar a oportunidade para o filho do pobre é o Estado”, continuou.

O petista disse que fará estatais como a Petrobrás, e os bancos do Brasil (BB) e do Nordeste (BNB), ajudarem mais as pessoas pobres. “Se prepare porque nós vamos recuperar a Petrobrás para esse país. O Banco do Brasil vai voltar a ser um banco de investimento para o pequeno e médio produtor e empresário. A Caixa Econômica vai voltar a ser um banco público e não vai ter presidente assediando mulher não, e sim trabalhando sério. Se prepare que o BNB vai voltar a fazer crédito para fazer crédito para microempreendedores”, afirmou.

O ex-presidente criticou o ministro da Economia, Paulo Guedes. “Criou o Teto Fiscal. Não pode gastar com o povo, mas com os outros pode”, disse Lula. “Tô cansado… pensam que pobre não gosta de coisa boa. A gente não gosta de carne de segunda, terceira, a gente quer de primeira, vestir, calçar tudo de primeira. Eu faço carro e não direito de carro, faço comida e não tenho direito de comer. Tenho que mudar este País. A crença de que vamos conseguir mudar este País é maior do que a que eu tinha em 89”, acrescentou.

O ex-presidente citou a gravidade da fome no Brasil. “Como é que pode este País ter fome, as pessoas ficarem pegando osso. É falta de caráter e vergonha de quem governa este País. Queremos incentivar as pequenas propriedades, a agricultura familiar”, continuou Lula. “Vocês têm que comprar comida e na hora de votar vocês deem um banana e votem em quem vai resolver os problemas de vocês. O povo brasileiro não pode mais fazer dívida para pagar comida, aluguel, água, conta de luz. A gente tem que colocar o povo pobre no orçamento da União e o povo rico no Imposto de Renda”.

De acordo com o ex-presidente, “Estados Unidos, Alemanha, França, China, Rússia vão voltar a respeitar este País, que vai voltar a ser motivo de orgulho”. “Precisamos derrotar este fascista e não dá para gente brincar em serviço. Do jeito que o Brasil está, somente nós temos o direito para consertar”, acrescentou.

“O povo quer trabalhar, ter uma casinha, um emprego decente, ganhar um salário que dê para levar comida para casa. Acesso à cultura. A gente vai recolocar o Ministério da Cultura e criar um comitê de cultura em cada estado brasileiro para fazermos uma revolução cultural”.

Fonte: 247

Empresário bolsonarista diz que precisamos de mais desigualdade

Foto: Divulgação

O empresário bolsonarista Winston Ling foi às redes sociais defender que “nós precisamos de mais desigualdade, não menos”. Ling, que ficou conhecido como o homem que apresentou Paulo Guedes ao presidente na campanha em 2018, compartilhou um texto do instituto Mises, think tank de difusão de ideias liberais.

A frase escrita por Ling no Twitter repete o título do texto do Mises, que defende que “a desigualdade impulsionada pelo mercado é fonte de progresso”, segundo a Folha de São Paulo.

“As atividades dos indivíduos talentosos desencadeiam mudanças econômicas e tecnológicas que impulsionam o crescimento econômico a longo prazo e criam oportunidades para as pessoas medianas ingressarem nos círculos da elite”, complementa o texto.

Dentre as ideias defendidas, o autor afirma que as pessoas mais talentosas seriam responsáveis por criar um padrão de vida melhor para cidadãos medianos. O mercado, por sua vez, agiria como um “observador imparcial do valor”.

Fonte: Bahia Notícias

Pamela, viúva de militante petista assassinado, critica diálogo de irmãos de Marcelo Arruda com Bolsonaro: ‘absurdo’

“Sabíamos que eles apoiavam o presidente, mas não imaginei que chegasse a esse ponto de eles deturparem a real história”, lamentou a viúva de Marcelo Arruda

247 – Pamela Silva, viúva de Marcelo Arruda, militante petista assassinado no sábado, 9, por um policial bolsonarista durante aniversário em Foz do Iguaçu (PR), disse ser um “absurdo” o diálogo de Jair Bolsonaro (PL), por vídeo chamada, com os irmãos da vítimas, que são bolsonaristas.

“Absurdo, eu não sabia”, disse à coluna Chico Alves, do Uol.

Bolsonaro tentou ganhar votos e disse aos familiares de Arruda que a imprensa está tentando botar a culpa do assassinato em seu colo. Ele convidou a família para uma coletiva de imprensa.

“A ideia é ter uma coletiva com a imprensa para vocês falarem a verdade, não é a esquerda ou a direita. A imprensa está tentando desgastar o meu governo”, afirmou.

“Os irmãos de Marcelo não estavam na festa, como eles podem ter concordado com o que o presidente falou?”, questionou Pâmela.

“Sabíamos que eles apoiavam o presidente, mas não imaginei que chegasse a esse ponto de eles deturparem a real história, dizer que o cara não foi por motivos políticos lá”, lamentou.

“Então, por que ele foi? Se a gente não conhecia ele, se a gente não sabia quem ele era? Ele tirou a vida do meu marido porque Marcelo era gordo, barrigudo? Óbvio que foi por motivo político”, ressaltou

“Só se for para avisar ao presidente que ele está invertendo os papéis, invertendo a história, culpando a vítima. O cara invadiu a festa e agora a culpa vai ser do Marcelo?”

247

Lula: “nós acabamos com a fome, eles trouxeram de volta e nós vamos acabar outra vez”

“As pessoas precisam comprar alimento, roupa, muita coisa útil, e não armas”, afirmou o ex-presidente

247 – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alertou nesta terça-feira (12) para a gravidade da fome no Brasil. “Nós acabamos com a fome, eles trouxeram de volta e nós vamos acabar outra vez”, disse o petista durante evento em Brasília (DF). “As pessoas precisam comprar alimento, roupa, muita coisa útil, e não armas”.

Em seu discurso, o ex-presidente também destacou a necessidade de retomada dos direitos sociais. “Quero que as pessoas não apenas comam, mas tenham direito à universidade, emprego, teatro, cinema, lazer. Eu estou mais exigente. Quero que as pessoas viajem mais, que os aeroportos estejam cheios de pobres. Vamos gerar emprego, aumentar o mínimo, melhorar o piso (salarial) dos professores”, continuou Lula.

De acordo com o relatório sobre a fome elaborado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), divulgado no dia 6 de julho, a insegurança alimentar grave atingiu 15,4 milhões de brasileiros entre 2019 e 2021.

247

Flávia Oliveira “janta” Demétrio Magnoli na Globo News após jornalista falar em extremismo de “ambos os lados” (vídeo)

Jornalista deu diversos exemplos para desconstruir tese furada do colega de bancada

247  –  Após nomes como o de como Ciro Gomes, Patrícia Poeta entre outras figuras defenderem a “polarização” para tentarem justificar o covarde ato brutal do bolsonarista terrorista contra Marcelo Arruda, foi a vez de Demétrio Magnoli seguir com a mesma linha do “extremismo de ambos os lados” no programa exibido na Globo News. Ele só não contava que levaria uma invertida da também jornalista Flávia Oliveira..

Oliveira rebateu o argumento do colega e explicou que o lado de lá, referindo-se à esquerda, não promove atos terroristas, respeita as casas democráticas e também não promove ações violentas.

Oliveira rebateu o argumento do colega e explicou que o lado de lá, referindo-se à esquerda, não promove atos terroristas, respeita as casas democráticas e também não promove ações violentas.

247

Oposição pede investigação de Bolsonaro ao STF e à PGR por crime de ódio após assassinato de petista

Marcelo Arruda, Augusto Aras e Luiz Fux (Foto: Divulgação | ABR)

Líderes de partidos da oposição no Congresso pedem que Jair Bolsonaro seja investigado por incitar atos de violência

247 – Líderes da oposição no Congresso pedem à Procuradoria Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal para que Jair Bolsonaro seja investigado por crime de ódio, depois do assassinato do dirigente petista de Foz do Iguaçu (PR) Marcelo Arruda pelo bolsonarista Jorge José Guaranho no final de semana.

A representação foi entregue ao procurador-geral da República, Augusto Aras, durante reunião para debater federalização do assassinato de petista. O mesmo documento foi entregue ao presidente do STF, ministro Luiz Fux.

“Junto com outros líderes da oposição, estou na PGR pedindo investigação contra Bolsonaro por crime de ódio. Ele tem culpa pela morte de Marcelo Arruda”, postou no Twitter o deputado federal Reginaldo Lopes, líder do PT na Câmara.

Assinam a petição a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, além dos deputados do partido Reginaldo Lopes, Alencar Santana, Afonso Florence, Zeca Dirceu e Enio Verri; Sâmia Bonfim e Fernanda Melchionna, do PSOL; Renildo Calheiros, do PCdoB; André Peixoto Figueiredo Lima e Wolney Queiroz Maciel, do PDT; Joenia Batista Carvalho, da Rede; Ubirajara do Pindaré, do PSB; e João Carlos Bacelar Batista, do PV.

b) A adoção das medidas administrativas e civis pertinentes, em função das responsabilidades pelos crimes, em tese, delineados na presente representação;

c) A adoção de medidas, na qualidade de Procurador-Geral Eleitoral, para assegurar a lisura, segurança e higidez do processo eleitoral;

d) A adoção de medidas civis, administrativas e penais para identificar com urgência grupos em redes sociais que vêm disseminando ódio e estimulando violência e intolerância política, de modo que sejam impedidos e responsabilizados;

e) A adoção de medidas legais junto a provedores de redes sociais, ferramentas de busca e de mensageria instantânea, para que busquem impedir a divulgação, por meio de mecanismos públicos de moderação de conteúdo, de quaisquer condutas que representem práticas de ódio e intolerância política, especialmente durante o período eleitoral.

247

Entre os mais pobres, Lula tem 34 pontos de vantagem sobre Bolsonaro, diz Datafolha

Lula e Jair Bolsonaro (Foto: Ricardo Stuckert | ABr)

A vantagem do petista sobre Jair Bolsonaro é maior entre os mais jovens (54% a 24%), menos escolarizados (56% a 22%) e, principalmente, entre os mais pobres

247 – A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 23, mostra o ex-presidente Lula na liderança isolada na corrida pelo Palácio do Planalto, podendo vencer já no primeiro turno.

A vantagem do petista sobre Jair Bolsonaro é maior entre os mais jovens (54% a 24%), menos escolarizados (56% a 22%) e, principalmente, entre os mais pobres.

Nesse grupo, para os que ganham até dois salários mínimos e que compõe 52% da amostra populacional do Datafolha, Lula também vence Bolsonaro por 56% a 22%.

 



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