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:: ‘Brasil’

Troca de comando do Exército: Joaquim Barbosa reage a críticas de Mourão a Lula

Ex-ministro, a quem se atribui início da criminalização da política, diz que demissão de general foi resultado da “insubordinação inspirada e tolerada por vocês, militares”

247 – O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, relator do processo do Mensalão, reagiu a uma entrevista de teor golpista concedida pelo senador Hamilton Mourão, ex-vice-presidente da República, ao jornal O Estado de S. Paulo. “Mourão diz que Lula quer alimentar crise com Exército ao demitir comandante” é o título da reportagem.

Barbosa, a quem se atribui o início do movimento de criminalização da política, afirmou, no Twitter:

“Ora, ora, senhor Hamilton Mourão. Poupe-nos da sua hipocrisia, do seu reacionarismo, da sua cegueira deliberada e do seu facciosismo político! Fatos são fatos! Mais respeito a todos os brasileiros! ‘Péssimo para o país’ seria a continuação da baderna, da ‘chienlit’ e da insubordinação claramente inspirada e tolerada por vocês, militares. Senhor Mourão, assuma o mandato e aproveite a oportunidade para aprender pela primeira vez na vida alguns rudimentos de democracia! Não subestime a inteligência dos brasileiros!”, disse.

Joaquim Barbosa foi ministro do Supremo Tribunal Federal de 2003 até 2014, tendo sido presidente do tribunal de 2012 a 2014, quando ocorreram as chamadas Jornadas de Junho e estava se iniciando a operação Lava Jato (março de 2014).

Barbosa foi filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) entre 2018 e 2022. Atualmente, é advogado.

Em 2013, auge do Mensalão, foi eleito pela Revista Time como uma das cem pessoas mais influentes do mundo e incluído pela BBC Brasil em uma lista de 10 brasileiros que foram notícia no mundo naquele ano.

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247

Múcio celebrou demissão de Arruda como sua “nova posse” na Defesa

Presidente Lula foi comunicado ao desembarcar em Roraima de que comandante do Sudeste aceitaria cargo. Coronel Mauro Cid já perdeu comando do 1º Batalhão de Ações do Exército

Por Luís Costa Pinto, do 247 em Brasília – O presidente Lula foi comunicado por telefone de que a decisão da troca do comando do Exército se daria no próprio sábado (21/01) pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro. Lula tinha acabado de desembarcar em Boa Vista (RR), quando retornou as ligações de Múcio.

“Presidente, o general Tomás aceitou”, disse o ministro tão logo conseguiu falar com o chefe, antes que se iniciasse a humanitariamente espinhosa agenda do chefe dele: Lula havia voado até Roraima para expor ao mundo o genocídio dos índios ianomâmis promovido pelo descaso criminoso do qual a etnia foi vítima nos trágicos “anos Bolsonaro”.

Aquele também era um tema que tangencia a crise militar, pois o governo brasileiro deu as costas para o drama ianomâmi quando o general Eduardo Pazuello (eleito deputado federal pelo PL do RJ) era comandante militar da Amazônia. Na passagem de Pazuello pelo Ministério da Saúde, sob a gestão Bolsonaro, a fome e as epidemias de malária e febre amarela só se agravaram no território ianomâmi, no extremo Norte do Brasil.

O presidente da República determinou ao ministro da Defesa que levasse o Comandante Militar do Sudeste, Tomás Miguel Ribeiro Paiva, ainda naquela manhã – para que eles conversassem no Palácio do Planalto no regresso de Lula a Brasília – e deixou com José Múcio a missão de comunicar ao general Júlio César Arruda que ele perdera o comando do Exército. Arruda tentou resistir à demissão. Múcio foi firme na conversa e falou pela primeira vez, no transcurso dela, que estava operando a “reestruturação da confiança” do Comandante em Chefe das Forças Armadas na tropa e no comando do Exército brasileiro.

Um dia depois, o termo “reestruturação da confiança” se converteu no epítome da divulgação da bem organizada troca de comando do Exército. Um ministro palaciano, do PT, cumprimentou o colega da Defesa na noite de sábado. “Parabéns. Você tomou posse de novo hoje”, disse-lhe. Múcio abriu um sorriso e se disse aliviado pelo sucesso na condução da troca de comando. Foi no sábado à noite também que o presidente Lula pediu que o ministro da Defesa comandasse a solenidade de troca de comando já na segunda-feira, 23/01, mesmo com a ausência dele em razão da reunião da Celac (Comunidade de Estados Latinoamericanos e Caribenhos) em Buenos Aires. “Tudo correrá bem, mesmo com o presidente fora de Brasília amanhã, porque domamos a crise”, disse Múcio ao Brasil247 na manhã deste domingo.

Um dos pivôs da demissão do general Arruda do Comando do Exército foi Mauro Cid, pois o militar demitido não queria removê-lo do comando do 1º Batalhão de Ações e Comandos, em Goiânia (GO). O batalhão integra o Grupo de Operações Especiais do Exército e tem tropa e equipamento bélico para, por exemplo, sustentar uma rebelião contra ordens superiores.

Mauro Cid já amanheceu neste domingo, 22/01, fora do seu posto de comando e tendo de permanecer à disposição dos inquéritos civis que apuram, no âmbito do Ministério Público Federal e na Advocacia-Geral da União, o papel passivo ou comissivo dele na perpetração de crimes de peculato no período em que era o escudo protetor de Bolsonaro e da mulher dele, Michele.

Mauro Cid foi ajudante-de-ordens de Jair Bolsonaro na Presidência entre 2019 e novembro de 2022. Sacramentada a derrota eleitoral de Bolsonaro, Cid deixou o Palácio do Planalto para assumir o estratégico comando cujo quartel se situa a apenas 130 quilômetros da Esplanada dos Ministérios.

Se houvesse a decretação de uma GLO (Garantia da Lei da Ordem) no dia 8 de janeiro, quando criminosos bolsonaristas promoveram atos de terror contra a sede dos Três Poderes republicanos e vandalizaram e assaltaram o Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, o 1º Batalhão de Ações e Comandos seria fatalmente acionado para intervir na “garantia da lei e da ordem” em Brasília.

Por decisão do presidente Lula, na tarde do dia 8 de janeiro, não se decretou a GLO – ela foi trocada pela intervenção federal na área de segurança pública do Governo do Distrito Federal. Hoje, não há entre governistas, petistas e analistas, quem não deixe de ter certeza de que o Brasil pulou a fogueira do golpe de Estado no dia 8/01 porque Lula recusou as sugestões de GLO. Se ela viesse, o coronel Mauro Cid poderia comandar um batalhão de tanques desfilando na BR-040 entre Goiânia e Brasília à semelhança do que fez o general Mourão Filho na alvorada do golpe militar de 1964, quando conduziu tanques entre Juiz de Fora (MG) e Rio de Janeiro e deu à quartelada a imagem de que algo poderia ser bem maior do que os movimentos iniciais do golpe contra João Goulart.

Sem qualquer comando para chamar de “seu”, sem proteção do Exército, o coronel Mauro Cid responderá de moto próprio as acusações de que pagava em dinheiro vivo as exageradas e despropositadas despesas de cartões de crédito feitas pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e por uma amiga dela – uma assessora parlamentar do PTB que apresentou Michele ao atual marido, o ex-presidente.

247

Após se entregar à polícia, Anderson Torres deve ficar preso na Papudinha

O ex-ministro de Bolsonaro deve passar por exame no Instituto Médico Legal (IML) antes de seguir para a carceragem da PM-DF

247 – Ex-ministro da Justiça no governo Jair Bolsonaro e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres deve ficar preso na carceragem do 19º Batalhão da Polícia Militar (PMDF), conhecida como “Papudinha”, quando o ex-dirigente se entregar a policiais. A informação foi publicada nesta sexta-feira (13) pela coluna Na Mira, no portal Metrópoles.

De viagem nos Estados Unidos, o ex-ministro teve a prisão decretada por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Torres é investigado por falta de iniciativa (omissão) contra os atos terroristas do último domingo (8) em Brasília (DF), quando bolsonaristas invadiram a Praça dos Três Poderes.

A expectativa é de que o ex-ministro volte ao Brasil nos próximos dias e se entregue à Polícia Federal (PF). Ele deve passar por exame no Instituto Médico Legal (IML) antes de seguir para a Papudinha.

Nesta sexta, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, afirmou que pedirá a extradição de Torres caso este não se apresente às autoridades brasileiras até segunda-feira (16).

247

Moraes atende pedido da PGR e Bolsonaro será investigado pelos atos terroristas em Brasília

Com a decisão, aumenta a pressão política e possibilidade de prisão de Jair Bolsonaro, que está nos Estados Unidos

247 – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou na noite desta sexta-feira (13) o pedido da Procuradoria-Geral da República e incluiu Jair Bolsonaro nas investigações dos atos terroristas de bolsonaristas no domingo (8) em Brasília.

Com a decisão, aumenta a pressão política e possibilidade de prisão de Bolsonaro, que dos Estados Unidos incitou apoiadores ao golpismo e contribuiu para a vandalização dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

(Reuters) – A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o ex-presidente Jair Bolsonaro por suspeita de incentivar atos antidemocráticos no âmbito de inquérito que apura a instigação e autoria intelectual dos ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília no domingo, informou a instituição em comunicado nesta sexta-feira.

Os procuradores afirmam que Bolsonaro teria feito incitação pública à prática de crime ao compartilhar vídeo nas redes sociais questionando a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas urnas na noite de 10 de janeiro, dois dias após a invasão e depredação do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF) por bolsonaristas radicais. O vídeo foi apagado horas depois.

O subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, coordenador do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos, disse que as condutas apontadas devem ser investigadas ainda que a postagem tenha sido feita após os episódios de violência e vandalismo na capital federal. Santos foi designado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, para cuidar das apurações após os atos de domingo.

“Não se nega a existência de conexão probatória entre os fatos contidos na representação e o objeto deste inquérito, mais amplo em extensão. Por tal motivo, justifica-se a apuração global dos atos praticados antes e depois de 8 de janeiro de 2023 pelo representado”, afirmou, segundo comunicado da PGR.

Esse é o primeiro pedido de investigação criminal contra Bolsonaro após ele ter deixado o Palácio do Planalto. O ex-presidente está nos Estados Unidos desde que viajou dois dias antes do final de seu mandato.

O advogado da família Bolsonaro Frederick Wassef afirmou que o presidente repudia atos de vandalismo, creditando-os a “infiltrados”, e disse que o ex-presidente não tem relação ou participação com mobilizações “espontâneas” da população.

“Em todo o seu governo (Bolsonaro) sempre atuou dentro das quatro linhas da Constituição”, disse o advogado, acrescentando que o ex-presidente “repudia veementemente os atos de vandalismo e depredação do patrimônio público cometido pelos infiltrados na manifestação”.

PRESSÃO SOB ARAS

A iniciativa da PGR ocorre após pedido feito por um grupo de 80 procuradores ao procurador-geral Aras cobrando que Bolsonaro fosse investigado pelo delito de incitação ao crime ao postar em sua rede social dúvidas sobre o processo eleitoral apenas dois dias após os ataques em Brasília.

A PGR também pediu que seja expedida ordem imediata ao provedor de aplicação Meta, dono do Facebook, para preservação do vídeo postado e apagado no perfil do ex-presidente.

A providência da PGR ocorre num momento em que Aras –que foi conduzido e reconduzido por Bolsonaro à cúpula da instituição– dá sinais de descolamento do ex-presidente, em meio a pressão interna de colegas e também do Congresso.

Nesta sexta, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), apresentou pessoalmente a Aras um documento para que o órgão investigasse e punisse os autores do vandalismo no prédio do Congresso.

O Senado é a Casa que, em última instância, é responsável por dar seguimento a pedidos de impeachment de autoridades como o procurador-geral da República. Em outras ocasiões, senadores já chegaram a pedir o impedimento de Aras do cargo — mas as medidas não prosperaram.

Aras fica no comando da PGR até setembro deste ano e, se for de interesse do atual do governo, poderia pleitear uma nova recondução ao posto.

247

Câmara dos Deputados aprova decreto de intervenção federal na segurança pública do DF

Foto: Reprodução Youtube

Os deputados aprovaram, em votação simbólica, na noite desta segunda-feira (9) a intervenção federal na segurança pública no Distrito Federal. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), abriu sessão extraordinária para votar o decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A sessão também foi aberta para reforçar uma imagem de unidade da Câmara dos Deputados contra as ações criminosas ocorridas neste domingo (8) contra os Três Poderes, em Brasília.

A deputada Bia Kicis (PL-DF) tentou impedir a votação pedindo questão de ordem para que a matéria seja discutida pelos deputados antes da votação, mas o presidente Arthur Lira rebateu a deputada falando que caso ela continue a pedir questão de ordem ela estaria indo contra o acordo firmado entre os líderes durante reunião na Residência Oficial nesta segunda. Após breve discussão, a deputada aceitou a decisão em discutir a matéria após a votação.

Agora, a matéria segue para o Senado e tem a expectativa de ser analisada pelos senadores já nesta terça-feira (10).

Fonte: Bahia Notícias

Após hospital negar internação, Bolsonaro posta foto em unidade de saúde

Após hospital negar internação, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) postou foto em unidade de saúde em Orlando, nos Estados Unidos. Na publicação, feita na noite desta segunda-feira (9), Bolsonaro lembrou dos procedimentos cirúrgicos que fez após facada durante ato de campanha pelas eleições presidenciais de 2018, em Juiz de Fora, em Minas Gerais, e sugeriu que estava internado por problemas estomacais. 

“Após facada sofrida em Juiz de Fora/MG, fui submetido a 5 cirurgias. Desde a última, por 2x tive aderências que me levaram a outros procedimentos médicos. Ontem nova aderência e baixa hospitalar em Orlando/USA”, tuitou.

Bolsonaro, que está nos Estados Unidos com a esposa Michelle Bolsonaro, ainda agradeceu as mensagens dos seus apoiadores. “Grato pelas orações e mensagens de pronto restabelecimento”, completou. 

Fonte: Bahia Notícias

Após atos terroristas em Brasília, Lula e autoridades caminham até o STF

Foto: Reprodução / Twitter

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caminhou na noite desta segunda-feira (9), do Palácio do Planalto, onde se reunia com governadores, vice-governadores e representantes das 27 unidades federativas do país, até o Supremo Tribunal Federal (STF), ao lado de autoridades.  

A caminhada e a visita funcionaram como gesto de solidariedade aos três Poderes que foram depredados por bolsonaristas radicais no domingo (8). 

 Na reunião com as lideranças dos estados, Lula destacou a simbologia do encontro e agradeceu o compromisso dos aliados e não aliados na busca pelo fortalecimento da democracia do país.

“Nesse país, é possível tudo […] A única coisa que não é possível é alguém querer acabar com a nossa incipiente democracia”, disse Lula.

Fonte: Bahia Notícias

Em conversa com Lula, Biden declara apoio à democracia no Brasil e condena ataque às instituições

O presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, telefonou para o atual governante do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta segunda-feira (9) e declarou apoio à democracia brasileira. Um comunicado conjunto dos dois países revelou o conteúdo da conversa entre os chefes de estado.

Biden transmitiu o apoio incondicional dos Estados Unidos à democracia do Brasil e à vontade do povo brasileiro, expressa nas últimas eleições, em 2022, vencidas pelo por Lula. O presidente americano também condenou a violência e o ataque às instituições democráticas e à transferência pacífica do poder.

No telefonema, os dois líderes comprometeram-se a trabalhar juntos em temas enfrentados pelo Brasil e pelos Estados Unidos, entre os quais mudança do clima, desenvolvimento econômico, paz e segurança.

O presidente dos EUA também convidou Lula para visitar Washington, a capital americana, no início de fevereiro, para consultas aprofundadas sobre uma ampla agenda comum. O convite foi prontamente aceito pelo petista.

Lula já previa uma viagem aos Estados Unidos em fevereiro. A potência americana estava na lista de prioridades do petista, que, antes, deve visitar os vizinhos Argentina, no dia 23 de janeiro, e Uruguai, no dia 25 do mesmo mês. Portugal e China devem fechar as visitas prioritárias do presidente brasileiro.

Fonte: Bahia Notícias

Confederação da Maçonaria divulga nota de repúdio contra ataque às instituições democráticas

Foto: Divulgação / CMSB

A Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) divulgou, nesta segunda-feira (9), uma nota de repúdio aos ataques praticados por vândalos golpistas contra as instituições do Estado democrático de direito no país.

Na nota assinada por 25 das 27 grandes lojas maçônicas do Brasil, a CMSB lamentou “a destruição de patrimônio público e histórico pertencentes ao povo brasileiro” e classificou o episódio como “deplorável vandalismo”.

“Os atos públicos, tenham eles origem na expressão popular ou gênese nas Instituições republicanas, devem estar invariavelmente alicerçados na democracia, na constitucionalidade e no respeito, com condutas pacíficas e ordeiras a fomentar a liberdade de expressão”, afirmou a instituição maçônica.

Os maçons, entretanto, afirmaram confiar na maturidade do Brasil e na solidez das instituições da República, para garantir a prevalência absoluta da ordem democrática.

“Fazem votos de que o diálogo, o debate de ideias e a cordial fraternidade prevaleça entre o povo brasileiro, que haverão de identificar e igualmente repudiar ações impulsionadas pela ignorância e pela intolerância”, concluiu a instituição.

Apenas as grandes lojas do Ceará e do Pará não assinaram o documento publicado pela confederação. Os grão-mestres de todas as outras unidades da federação subscreveram a nota, incluindo o representante da Bahia, Arlindo Alves Pereira Neto.

Fonte: BN

Lula determina intervenção federal na segurança pública do DF até final de janeiro

O presidente Luís Inácio Lula da Silva determinou  intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal, após os atos de vandalismo na Praça dos Três Poderes, em Brasília, neste domingo (8).

De acordo com a CNN, Lula está em Araraquara, no interior de São Paulo, onde foi no incio do final de semana para acompanhar os danos causados pelas chuvas na região. 

O presidente também afirmou aos jornalistas que vai até o Distrito Federal para acompanhar de perto todo o caso.



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