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:: ‘Brasil’

Minas tem 100 mil casos e 12 mortes por dengue no ano

A SES (Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais) confirmou que apenas nos 100 primeiros dias do ano já foram confirmados 99.599 casos de dengue no Estado, uma média de quase 1.000 ocorrências da doença por dia. Até o momento, 12 pessoas morreram em decorrência da dengue, o mesmo número registrado em todo o ano passado.

Balanço mais atualizado da SES, divulgado nesta segunda-feira (9) mostra que cinco municípios mineiros já confirmaram óbitos pela doença: Betim (6), Uberlândia e Unaí (2 cada), além de Arcos e Paracatu (1 cada). A pasta ainda investiga outras mortes mortes por dengue.

FMI reduz estimativa de crescimento do Brasil e atrela recuperação a reformas

Fundo também revisa para baixo perspectivas para as maiores economias da América Latina, e alerta que o crescimento na China pode surpreender para o lado negativo

As coisas mudaram muito na economia mundial durante o ano passado. A fraqueza na expansão na reta final de 2018 continuará no futuro imediato e é até mesmo qualificada como “precária” no grupo dos emergentes, em razão da crescente incerteza. A revisão para baixo das perspectivas apontadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) inclui as maiores economias da América Latina, apesar do fato de ainda se esperar uma recuperação em médio prazo.

A projeção para a região agora é de um crescimento de 1,4% em 2019. É um corte de seis décimos em relação à estimativa de janeiro e representa uma recuperação de apenas quatro décimos na comparação com 2018. A previsão deve ficar em 2,4% em 2020. Neste caso, é um décimo a menos do que o projetado, embora, como os técnicos ressaltam, isso dependerá do desempenho da Argentina.

O perfil geral de crescimento para os países emergentes é complicado por vários fatores. Primeiro, há os gargalos de suas economias. Em segundo lugar, a moderação da atividade nos países avançados. Terceiro: o efeito de condições financeiras mais rígidas, bem como, em alguns casos, do elevado endividamento. E, por fim, o barateamento da energia e matérias-primas.

Começando com a maior economia da América Latina, o crescimento no Brasil irá acelerar progressivamente do 1,1% em 2018 para quase duplicar este ano, chegando a 2,1%. De qualquer forma, será quatro décimos menos robusto do que a atualização feita pela instituição dirigida por Christine Lagarde há apenas três meses. Depois, subiria para 2,5% em 2020.

O grande desafio para o Brasil, segundo o FMI, é conter o aumento da dívida pública sem que o processo de consolidação fiscal afete os gastos com programas sociais para os mais vulneráveis. A política monetária pode permanecer frouxa para apoiar a demanda doméstica, já que a inflação está próxima da meta. Também insiste na necessidade de reformas e na melhoria da infraestrutura.

Mudança política

O México experimentará uma moderação do crescimento de 2% no exercício passado para 1,6% neste. Isso representa um corte de meio ponto percentual em relação à previsão de janeiro. Depois, vai se recuperar até alcançar 1,9% em 2020, mas estará três décimos abaixo do projetado. Como no caso do Brasil, é citada uma “mudança de percepção” na direção política do país com a nova administração.

A instituição considera “essencial” que as autoridades mexicanas “evitem atrasar as reformas estruturais necessárias”, porque isso criaria mais incerteza -– com o efeito que teria nos investimentos e na criação de empregos. Também recomenda manter o plano de consolidação fiscal de médio prazo para criar confiança. Na estratégia monetária, vê margem para reduzir as taxas “se for necessário”.

O FMI avalia que o acordo de livre comércio entre os Estados Unidos, o México e o Canadá é um passo na direção certa que ajuda a reduzir a tensão associada ao litígio comercial. Mas lembra também que o novo USMCA – como o presidente Donald Trump o chama o Nafta – está agora sujeito ao processo de aprovação do Congresso dos EUA, onde mais e mais democratas expressam dúvidas.

A entidade alertou ainda que duas nuvens pairam sobre a economia global: o crescimento na China pode surpreender no lado negativo, e os riscos do Brexit permanecem agudos. Uma desaceleração na economia chinesa, combinada com um Brexit cada vez mais difícil, poderia causar mais incerteza, num cenário em que eles já estão jogando contra a guerra comercial e o aperto das condições financeiras em um ambiente público de alta dívida. e privado, em muitos países.

Argentina

A Argentina é neste momento a grande incógnita da América Latina. A previsão é que sua economia contraia no primeiro semestre de 2019 devido a uma moderação na demanda, embora retorne ao caminho do crescimento no segundo semestre, à medida que a renda disponível das famílias cresça e o setor agrícola se recupera do golpe da seca que sofreu no ano passado.

A previsão é de que a recessão sofrida pela economia argentina seja reduzida de 2,5% em 2018 para 1,2% em 2019, de onde passará a crescer 2,2% em 2020. “A implementação do plano de estabilização é crucial para aumentar a confiança dos investidores e restaurar o crescimento sustentado que melhore a qualidade de todos os segmentos da sociedade”, assinala o FMI ao tratar dos esforços de estabilização.

A Venezuela continua sendo a maior preocupação da região. A economia vai se contrair em 25% em 2019 e 10% até 2020. No ano passado, encolheu 18%. “É um desabamento maior do que o projetado”, indica o FMI, o que contribui para se tornar um transtorno para o conjunto da região. Também afeta o indicador geral de inflação, que excluindo a Venezuela, permanecerá estável nos países emergentes e em desenvolvimento.

E sempre com o caso venezuelano na mira, o relatório também menciona as perspectivas econômicas na parte relacionada ao preço do petróleo. A incerteza neste sentido é alta por causa de cortes de fornecimento e da tensão social. A linha dura dos Estados Unidos com o regime de Nicolás Maduro é outro fator que pode dar impulso à alta dos preços, além das sanções contra o Irã e a tensão na Líbia.

Temporal provoca caos e mortes no Rio

Um temporal no Rio de Janeiro desde o início da noite desta segunda-feira (8) provocou a morte de pelo menos nove pessoas, alagou ruas, derrubou árvores e destruiu carros em vários bairros. Avó, neta e o motorista de um táxi estão entre as vítimas, encontrados em um carro soterrado após um deslizamento em Botafogo.

Um homem que estava na garupa de um moto-taxista morreu após uma enxurrada derrubar a motocicleta, na Gávea, zona sul do Rio. Já no Morro da Babilônia, duas pessoas morreram soterradas após um deslizamento de terra no local. As sirenes que alertam para o risco de deslizamento não foram acionadas. A cidade está em estado de crise desde às 20h55 de ontem. A tempestade causou a queda de, pelo menos, 13 árvores, além de 14 pontos de alagamentos.

Em sessão tumultuada, reforma da Previdência dá primeiro passo na Câmara

Deputado Marcelo Freitas (PSL-MG) recomendou a aprovação da proposta do Governo na CCJ. Comissão pode votar relatório até o dia 17, mas oposição já demonstrou que pretende obstruir

O relator da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), apresentou nesta terça-feira seu parecer positivo sobre a proposta encaminhada ao Congresso apresentada pelo Governo. O texto precisa primeiro passar pela CCJ antes de ser encaminhado a uma comissão especial e, só em seguida, ser votado em duas etapas pelo plenário da Casa. A expectativa do presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), é que o parecer seja votado até a quarta-feira da próxima semana, 17 de abril, mas a oposição já demonstrou nesta terça-feira que não está com pressa.

A sessão precisou ser suspensa uma vez, por 10 minutos, quando deputadas do PT se aproximaram da mesa da comissão para suportar a série de questões de ordem que apresentavam. Durante o tumulto, um deputado acusou o colega Delegado Waldir (PSL-GO) de estar armado. O líder do PSL na Câmara esclareceria mais tarde que estava apenas com um coldre, mas sem arma. Após vários bate-bocas, o relator Marcelo Freitas leu todo o relatório e recomendou a aprovação. Segundo ele, os dispositivos sobre Previdência Social não são cláusulas pétreas e podem, portanto, ser retirados da Constituição e regulamentados por meio de lei complementar, como sugere a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, já tinha ido à CCJ na semana passada defender a reforma, em outra tumultuada audiência pública, na qual ele foi chamado de tchutchuca pelo petista Zeca Dirceu — ao que ele respondeu “Tchutchuca é a mãe. É a vó!”. Foram mais de sete horas de embates entre o ministro e os parlamentares do colegiado. Na ocasião, Guedes comparou o sistema de repartição simples — em vigor hoje e no qual os trabalhadores pagam os benefícios dos aposentados — a um avião sem combustível que se dirige para alto-mar, e disse que o atual sistema previdenciário está “condenada”.

Já nesta terça-feira, em discurso a um fórum de prefeitos de todo o país, o presidente Jair Bolsonaro que a aprovação da reforma da Previdência é uma “encruzilhada” que precisa ser atravessada, e pediu apoio para obter a aprovação no Congresso. “Gostaríamos de não ter de fazer a reforma da Previdência, mas somos obrigados”, disse o mandatário.

Com informações da Reuters

Bolsonaro anuncia novo ministro da Educação

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na manhã desta segunda-feira (8) o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, que assume o cargo no lugar de Ricardo Vélez, demitido ontem. O novo ministro disse que fará uma gestão técnica à frente da pasta. Ele afirmou, contudo, que isso não significa que trabalhará desconectado das convicções do governo Bolsonaro, que tem “uma ideologia clara”.  

“Sou um técnico. Minha missão é cumprir o que foi escrito no programa de governo de forma serena, tranquila e eficiente, de forma a gerar bem-estar ao cidadão. Esse é o objetivo do Estado, que existe para servir ao cidadão”, disse.
Aluno inscrito do curso do escritor Olavo de Carvalho, Weintraub reafirmou ter grande admiração pelo professor, mas disse não ter um alinhamento automático com ele.

SUS poderá adotar tecnologia para câncer de pele

Os pacientes com câncer de pele não melanoma poderão contar, em breve, com uma nova tecnologia para o tratamento não invasivo desse tipo de tumor cutâneo – o mais frequente no Brasil e no mundo.

Um grupo de pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP) desenvolveu, nos últimos anos, um dispositivo para o diagnóstico e tratamento óptico do câncer de pele não melanoma com resultados promissores, principalmente na eliminação de tumores iniciais. O procedimento está em processo de avaliação para ser implementado no Sistema Único de Saúde (SUS).

Neymar visita Pelé no hospital em Paris

O ex-craque Pelé recebeu nesta segunda-feira (8) a visita do atacante Neymar, no hospital Hospital Americano de Paris, que fica nos arredores da capital francesa. Neymar publicou no Instagram uma foto dele com o Rei do Futebol. Na imagem, o atual craque da seleção brasileira e do PSG da França posa com um sorriso carinhoso. Embaixo, está escrita apenas a palavra “Rei”, com uma coroa ao lado.

A foto revela umPelé bem-humorado, que não esconde sua alegria com a visita. Ele teve de ser internado no último dia 3, devido a uma infecção urinária, após participar de um evento que teve a presença de outro atacante do time francês, Mbappé.

Preso há um ano, Lula diz que sua libertação é parte da retomada da democracia no Brasil

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva escreveu artigo publicado pela Folha de S. Paulo neste domingo (6) dizendo que sua libertação é “parte importante” da democracia no Brasil. Ele foi preso há exatamente um ano e alega que não é solto porque temem a “organização do povo”.

No texto, Lula destaca que sua prisão beneficiou principalmente o presidente Jair Bolsonaro e fez parte de um movimento político que teve início em 2014, com a reeleição de Dilma Rousseff. Segundo ele, a oposição “escolheu o caminho do golpe para voltar ao poder”.

“Eles sabem que minha libertação é parte importante da retomada da democracia no Brasil. Mas são incapazes de conviver com o processo democrático”, criticou o ex-presidente, Ele também se queixou da Operação Lava Jato, que teria atropelado prazos e prerrogativas da defesa para o condenar antes das eleições.

“Por que têm tanto medo de Lula livre, se já alcançaram o objetivo que era impedir minha eleição, se não há nada que sustente essa prisão? Na verdade, o que eles temem é a organização do povo que se identifica com nosso projeto de país”, reclamou.

Guia lúdico para manter a sanidade no Brasil

De marcha à ré com a pátria bolsonarista, o palhaço canta “Este é um país que vai pra frente, ô, ô, ô”

Pisava em legos, distraído, sem saber que a ventura dessa vida, é tentar uma dose diária de brincante alienação.

Óbvio que sigo atento, não sei se tão forte, mesmo sertanejo, mas as pílulas velozes da realidade deprimem como se fossem cachetes de tarja preta ao avesso.

Quem lê tanta #hashtag, quem acompanha tanta fake news… E o sol na banca de revistas, seu Caetano Emanuel Viana Teles Veloso, reluz nas quinquilharias e derrete o Kinder ovo das novas surpresinhas.

Piso em legos, distraído, e tudo que quero saber o “Show da Luna” me ensina. O importante é que Irene ria e este avohai -avó & pai- mantenha a sanidade mínima para aguentar o trabalho e os dias. É o que recomenda o meu compadre Hesíodo, um greco-cratense, naturalmente, e o seu manual solar de sobrevivência.

Pisar em legos é a melhor das terapias, mesmo que os grandes especialistas no assunto ressaltem que seja deveras uma dor equivalente a “tomar um tiro no pé com uma bala cheia de veneno de formiga”. A definição é do britânico Simon Whistler, do canal do Youtube “Today I Found Out”. Pesquei numa matéria da revista “Crescer”, pois, pois. Que dói, dói, mas, como me conforta o próprio Whistler, esse é apenas um dos perigos de “deixar uma criança existir na sua casa”.

A dor é maior por causa das infinitas terminações nervosas da planta do pé. Essa não sei se aprendi com a Luna ou com o youtuber britânico. Você sabia, menina Irene, que um inocente bloquinho de lego pode suportar até 432 quilos? Eu chego lá, como me anima o cozinheiro da Casa do Norte da Barra Funda, a melhor mocofava de SP. Apocalípticos pizzaiolos da Pompeia, uní-vos, conto também convosco nesta montessoriana missão educativa.

Pisava em legos, distraído, pois bem sei que não adianta tentar encaixar as peças das últimas notícias. Muito menos compreender o show dos fanáticos em um momento do Brasil cronicamente inviável. Nada se encaixa, como no eterno antilego de um 7×1 que não dá jogo.

Pisar em legos, distraído, para não se queimar nas brasas mais ridículas da história, como essa escolinha do MEC que rasgou a página do golpe.

Ah, melhor levar Irene para ver o “Sarau supersônico” do palhaço Adão (o Federal) e a sua brava companhia de traquinagens. Repare na cena: em solene marcha à ré, a trupe adentrou o picadeiro do Parque da Água Branca, na véspera do dia da mentira, cantarolando uma canção patriótica feita em louvor à Ditadura, mais precisamente um hino do conjunto “Os Incríveis”:

“Este é um país que vai pra frente ô, ô, ô, ô/

De uma gente amiga e tão contente ô, ô, ô, ô”.

Juro que este cronista envelhecido em barris de aroeira ficou um tanto quanto melancólico. Passou logo, diante da festa zoeira das crianças e da revolução dos bichos da área: o “quém, quém” da patolândia, o “tô fraco, tô fraco” das galinhas d´angola e a cantiga da perua ao ritmo do forró de Jackson do Pandeiro: “É de pió a pió/ É de pió a pió/”.

De música em música, de fábula em fábula, fechamos com a palhaça Rubra e o seu mantra ao infinitum: “Eleva o tórax, ela o tórax, eleva o tórax…”

Xico Sá, escritor e jornalista, é autor de “Big Jato” (editora Companhia das Letras), e comentarista do programa “Redação Sportv”.

 

Centrais sindicais se unem em ato no Dia do Trabalho

O Dia do Trabalho, celebrado em 1º de maio, será marcado por um ato unificado entre dez centrais sindicais. Um fato inédito acontecerá em 2019, a Centra Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical estarão juntas nesta data pela primeira vez. O evento será realizado na Praça da República, no centro de São Paulo, e contará ainda com shows.

O fim da contribuição sindical obrigatória e a oposição ao projeto de reforma da Previdência são temas que têm unido as centrais sindicais em protestos desde o início do ano, conmforme o Estadão. Empregos e salários também serão abordados nos discursos do ato, previsto para ocorrer das 10h às 18h.

“Estamos unidos contra a destruição do sistema de seguridade social”, diz João Cayres, secretário-geral da CUT-SP ao Estadão.



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