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:: ‘Brasil’

Capacho de Bolsonaro, Queiroga diz que Michelle Bolsonaro é “mãe de todos os brasileiros”

Marcelo Queiroga e Michelle Bolsonaro (Foto: Myke Sena/MS)

Durante o lançamento do programa Cuida Mais Brasil, ministro afirmou que primeira-dama é “simbolicamente” a mãe de toda a população

Metrópoles – O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou, nesta quinta-feira (6), que a primeira-dama Michelle Bolsonaro é  a “mãe de todos os brasileiros”.

A declaração foi dada durante o lançamento do programa Cuida Mais Brasil, em que o governo federal promete destinar R$ 194 milhões para contratação de médicos pediatras, ginecologistas e obstetras, com foco na Atenção Primária em Saúde.

Ao falar sobre a importância da proteção às famílias, especialmente às gestantes e crianças, Queiroga citou a morte de uma mulher grávida em maio deste ano, associada a um efeito adverso da vacina contra a Covid-19.

247

Contrariando Bolsonaro, Exército exige de militares vacina e máscaras

(Foto: Marcos Corrêa/PR | Reuters)

As diretrizes são assinadas pelo comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira

247 – O Comando do Exército contrariou Jair Bolsonaro. Os militares foram instruídos a se vacinar (para quem retornar ao trabalho presencial), praticar o distanciamento social e usar máscaras de proteção, além de não espalhar informações falsas sobre a pandemia da Covid-19, ao contrário do que prega o chefe de governo.

As diretrizes são assinadas pelo comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. O objetivo é o retorno pleno de todas as atividades administrativas e operacionais.

Segundo a TV Globo, são 52 pontos. Entre eles, o Exército determina que:

  • os militares e os servidores civis que retornarem de viagem internacional, a serviço ou privada, ainda que não apresentem sintomas relacionados à Covid-1 deverão realizar o teste molecular (RT-PCR) até 72 horas antes do embarque.

Para as ações de campo, como as de forças-tarefas humanitárias, e nas operações de faixas de fronteira:

  • estabelece que é preciso continuar adotando medidas de prevenção à contaminação pelo coronavírus;
  • recomenda o distanciamento social, o uso de máscaras e a higienização das mãos.

O documento reforça que pode haver o retorno às atividades presenciais:

  • desde que respeitado o período de 15 dias após imunização contra a Covid-19. Os casos omissos sobre cobertura vacinal deverão ser submetidos à apreciação do DGP (Departamento Geral do Pessoal), para adoção de procedimentos específicos;

 

 

Fonte: 247

Médicos pedem abertura de processo ético contra Queiroga no CFM

Profissionais questionam postura do ministro em relação à vacinação infantil

Rede Brasil Atual – Médicos que foram secretários municipais de Saúde e que exerceram a função de presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems-SP) encaminharam ao Conselho Federal de Medicina (CFM) uma solicitação para abertura de processo ético-profissional contra o ministro da Saúde Marcelo Queiroga. A alegação é que o titular da pasta no governo Bolsonaro teria cometido infrações éticas graves no exercício da medicina.

A representação, assinada em 30 de dezembro, destaca que, embora a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tivesse aprovado o uso da vacina Pfizer/BioNTech em crianças de 5 a 11 anos em 16 de dezembro, o ministro da Saúde não tomou as medidas cabíveis para a execução da imunização, com a justificativa de ouvir a opinião de especialistas, alegando “razões totalmente inconsistentes”, de acordo com o texto. “A vacinação desta parcela significativa da população viria em hora apropriada, face ao risco que neste momento representa a emergência da variante ômicron, e também em função do retorno das aulas.”

Os médicos lembram que a justificativa inicial para não implementar a vacinação, relacionada à segurança da vacina, é uma “inverdade que contraria absolutamente ao que se observou em milhões de doses desta vacina já aplicadas nessa faixa etária em outros países, inclusive nos EUA e países da Europa”.

Para os integrantes do Cosems-SP, a posição de Queiroga é “incoerente com sua obrigação ética como médico de utilizar o melhor do conhecimento e da ciência para beneficiar o indivíduo e a sociedade”.

Vacinação e ‘interesses políticos e ideológicos’

A tentativa de impor a exigência de prescrição médica para aplicação das vacinas em crianças também é outro fato mencionado no documento, que classifica a iniciativa como uma “limitação ao exercício do direito das crianças quanto à vacinação, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente”. Nesta quarta-feira (5), a pasta divulgou ter aberto mão da exigência de receita médica para imunização na faixa etária dos 5 aos 11 anos.

As posições adotadas por Queiroga na condição de ministro da Saúde evidenciam ainda, para os médicos, que ele “atende, acima de tudo, aos interesses políticos e ideológicos do governo federal, e mais especialmente, do Presidente da República, que deixou absolutamente clara sua posição contrária à vacina em várias manifestações públicas”.

O Ministério da Saúde informou ontem ter encomendado 20 milhões de doses da vacina da Pfizer para crianças, quantidade que seria suficiente para a aplicação apenas da primeira das duas doses recomendadas para o imunizante.

Em fio no Twitter, Lula lança campanha #AnoNovoDoseNova e pede ampla vacinação

O ex-presidente Lula sendo vacinado (Foto: Ricardo Stuckert)

O ex-presidente pediu ainda que o governo acelere a vacinação de crianças e que as nações ricas disponibilizem seus estoques para o restante do mundo

247 – Ao contrário de Jair Bolsonaro, que por muitas vezes duvidou da eficácia das vacinas contra a Covid-19, o ex-presidente Lula fez um apelo para a população brasileira tomar a terceira dose.

Em meio ao avanço da Ômicron e ao apagão de dados do Ministério da Saúde, é necessário conversar com todos aqueles que estão receosos, escreveu Lula, em seu Twitter.

No fio, o ex-presidente pediu ainda que o governo federal acelere a vacinação de crianças e que as nações ricas disponibilizem seus estoques para o restante do mundo.

“Nenhum país estará protegido sozinho. Os países mais ricos tem tudo para fazer com que a vacina seja para todos, e mais veloz que as variantes”, disse.

Veja:

247

Centrais sindicais defendem revogação da reforma trabalhista após sinalização de Lula e Gleisi

(Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas)

“As mudanças que estão acontecendo na Espanha nos dão a esperança de que por aqui também possamos rever pontos de uma reforma imposta sem um debate”, diz a nota

247 – As principais centrais sindicais do país defenderam nesta quarta-feira (5) a abertura do debate para revogar a reforma trabalhista, aprovada em 2017 no governo de Michel Temer e no esteio do golpe de 2016.

Manifestação ocorre logo após a presidenta do PT, deputada Gleisi Hoffmann, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizarem apoio às discussões pela retomada dos direitos trabalhistas retirados pela reforma.

Em nota assinada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT); Força Sindical; União Geral dos Trabalhadores (UGT); Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB); Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e Central Sindical dos Trabalhadores (CST), a entidades dos trabalhadores elogiam a iniciativa a “contrarreforma” trabalhista que foi acordada entre governo, empresários e sindicatos de trabalhadores na Espanha para revogar a reforma realizada em 2012.

“As mudanças que estão acontecendo na Espanha nos dão a esperança de que por aqui também possamos rever pontos de uma reforma que foi imposta sem um debate social e com um deliberado viés pró capital e antissindical”, diz a nota, divulgada pela Folha de S. Paulo.

As centrais afirmam que o movimento espanhol “pode ser uma sinalização que estimule” a reabertura deste debate no Brasil. “Passados quatro anos está claro que os objetivos da reforma trabalhista de Michel Temer (MDB), ampliada e aprofundada por Bolsonaro, revelou-se um desastre para a classe trabalhadora e para a nação”, dizem.

Desde a mudança na legislação, o desemprego aumentou, assim como a precarização das relações de trabalho, afirmam as entidades. “Esse já era o quadro antes da pandemia de março de 2020. Após a adoção das medidas necessárias para contenção do coronavírus, a crise se tornou uma verdadeira calamidade”.

Os candidatos à presidência nas eleições deste ano precisam colocar em pauta o fim da flexibilizações de direitos e a revogação da reforma trabalhista. Para especialistas, a Espanha, que foi modelo para criação da nova legislação em 2017, precisa também ser exemplo para a derrubada da atual política. Na última terça-feira (4), o parlamento espanhol revogou efeitos nocivos das novas trabalhistas aprovadas em 2012.

Em 2017, o então presidente Michel Temer (MDB) promulgou uma reforma trabalhista (Lei 13.467/2017), conjunto de alterações nos dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O projeto ampliou a precarização do emprego, não criou postos de trabalho, reduziu a renda do trabalhador e prejudicou negociações coletivas e entidades sindicais.

Para a diretora ajunta do Diesse Patrícia Pelatieri, a revogação da reforma trabalhista da Espanha é uma “boa notícia para os trabalhadores brasileiros”, mostrando que há a possibilidade recuperar parte dos direitos perdidos. Patricia explica que o projeto aprovado no Brasil apenas rebaixou salários no Brasil, que nunca foram elevados. “Somos um país de baixa renda e péssima distribuição. Se você empobrece a população, também empobrece a economia. Então, o empresariado que defendeu a reforma foi muito burro, ainda mais aqueles que defendem o aprofundamento dessa flexibilização”, afirmou ela, em entrevista ao jornalista Glauco Faria, da RBA.

Recuperação de direitos

Entre as principais alterações na legislação brasileira estão a criação do contrato intermitente, a introdução da ideia de negociado prevalecendo sobre o legislado, a ampliação da jornada de trabalho parcial, a ampliação da terceirização. Para a diretora do Dieese, ainda vai demorar muito para ser retomado o que foi perdido, por isso “é preciso começarmos esse resgate o quanto antes”.

À Rádio Brasil Atual, o ex-ministro do Trabalho e da Previdência Social, Luiz Marinho (PT), acrescentou que a retomada dos direitos precisa ser uma bandeira da próxima eleição presidencial. “A política de precarização feita a partir do golpe de 2016 agravou o problema do desemprego e do subemprego. Em 2022, temos a possibilidade democrática de fazer a escolha correta e podermos voltar a sonhar, gradativamente, com o pleno emprego”, afirmou.

Ainda ontem, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chamou a atenção para o processo de revogação na Espanha. E sinalizou que esse pode ser um projeto apresentado em sua futura candidatura. “É importante que os brasileiros acompanhem de perto o que está acontecendo na reforma trabalhista da Espanha, onde o presidente Pedro Sánchez está trabalhando para recuperar direitos dos trabalhadores”, tuitou.

Na avaliação de Luiz Marinho, a revogação da nova legislação trabalhista brasileira precisa ser compromisso do campo progressista. “Lula está sinalizando que essa deverá uma das saídas para o momento do Brasil. É plenamente possível resgatar direitos e reverter a reforma trabalhista, sem precisar voltar ao que era no passado e garantindo direitos”, acrescentou.

Fonte: 247

Assessor bolsonarista pivô no Escândalo do Laranjal do PSL é encontrado morto

Haissander Souza de Paula chegou a ser preso pela PF por cobrar a devolução da verba pública de campanha por candidatas da legenda em 2018

Fórum – Haissender Souza de Paulo, que foi assessor do ex-ministro do Turismo do governo Bolsonaro e deputado federal Marcelo Álvaro Antônio, acusado pela Polícia Federal de ser o operador do Escândalo do Laranjal do PSL, um esquema de desvio de verbas de campanha na eleição de 2018, foi encontrado morto nesta quarta-feira (5) numa propriedade de sua família em Aimorés (MG).

Ainda não ficou claro em que circunstâncias Haissander morreu. De acordo com pessoas da região, ele teria sido encontrado desorientado há alguns dias, perambulando pelas ruas de Governador Valadares (MG), a 180 km de Aimorés, também na região do Vale do Rio Doce, o que motivou a realização de um vídeo que foi postado nas redes sociais no intuito de localizar algum parente do ex-assessor parlamentar.

Encontrado pelos familiares e de volta à cidade natal, Haissander teria passado mal na última noite (4) e vomitando sangue, o que o levou a buscar ajuda num hospital local. Após ser medicado e liberado, ele voltou para a residência de sua família e para ser encontrado já sem vida na manhã desta quarta-feira (5).

Fonte: 247

Dino defende federação do PSB com PT e “partidos aliados”

A união, segundo o governador, “depende de perseverança, diálogo e concessões recíprocas”

247 – O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), afirmou pelo Twitter nesta terça-feira (4) que defende uma federação partidária entre sua legenda e o PT, que deve ter o ex-presidente Lula (PT) como candidato à Presidência da República neste ano.

“A história ensina: quando os partidos progressistas se unem, o Brasil avança e a vida do povo melhora. Por isso, defendo que o nosso PSB caminhe junto com o PT, PCdoB e outros partidos aliados, o que depende de perseverança, diálogo e concessões recíprocas”, escreveu Dino.

Também nesta terça-feira, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), se colocou contra a federação com petistas e outros partidos.

 

Lula aguarda aliados e pretende anunciar chapa até março, diz jornal

Foto: Reprodução / Ricardo Stuckert

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva pretende sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto entre fevereiro e março. Primeira opção do Partido dos Trabalhadores (PT) para suceder Jair Bolsonaro no comando do país, o ex-metalúrgico conta com o apoio imediato não só da sigla que integra como também de outras legendas, como o PSB e o PCdoB.

“Seria importante fazermos o anúncio da candidatura já com apoios”, afirma a presidente do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann.

Conforme noticiou o jornal O Globo, o anúncio precoce de uma aliança para a eleição de novembro ainda depende, porém, de negociações. Os partidos envolvidos têm a opção de formar uma federação partidária, junto com o PV.

O vice de Lula no pleito também pode ser anunciado no lançamento da pré-candidatura. O ex-tucano Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo, é o mais cotado para a vaga.

Ainda de acordo com a publicação, caso a união entre os partidos seja aprovada, os palanques de Lula nos estados estariam definidos com base nas escolhas da federação.

Segundo a regra, partidos federados só podem ter um candidato em cada disputa. O PSB tem exigido contrapartidas do PT com o apoio a postulantes a governador em seis estados. Um dos principais entraves está em São Paulo, onde o ex-governador Márcio França (PSB) e o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) têm se colocado como pré-candidatos.

Há a expectativa de que, no período em que se encerra o prazo para as convenções partidárias (20 de julho e 5 de agosto), o grupo petista atraia partidos menores para a composição do arco de alianças, como o Solidariedade e o Avante. Eles, assim como o PSD e o MDB, podem apoiar o PT no modelo tradicional de coligação.

Lula deve retomar as viagens pelo país no primeiro trimestre, após exames de check-up. Os destinos, bem como o marqueteiro que vai comandar a campanha ainda não foram definidos.

O programa de governo começará a ser elaborado após o anúncio da pré-candidatura. A presidente Gleisi Hoffmann diz que haverá conversas com os aliados para definir exatamente qual o conjunto de propostas que será apresentado na campanha eleitoral.

Fonte: Bahia Notícias

Lula vai derrotar Bolsonaro por larga vantagem, aposta Financial Time.

Jornal britânico, um dos mais importantes do mundo, publicou nesta sexta-feira suas previsões para diversos países

A ESQUERDA NÃO SE MISTURAR COM A DIREITA É ÓTIMO, MAS COMO CONFUNDIR A CABEÇA DOS GIGANTES?

O jornal britânico Financial Time, um dos mais importantes do mundo, publicou nesta sexta-feira, 31/12, suas previsões para 2022 sobre diversos países. Para o Brasil, as apostas do periódico são de que o ex-presidente Lula vai derrotar Bolsonaro por larga vantagem, “apesar das bravatas” de Bolsonaro.

Segundo o jornal britânico, o ex-capitão “terá um fim bem mais prosaico” e aponta que a inflação galopante e a economia estagnada dão grandes vantagens ao ex-presidente petista, “o favorito para vencer por larga vantagem”.

Tudo aponta para que Lula no dia 31 de dezembro de 2022 esteja a esta hora “engomando” o terno para subir a rampa do Palácio do Planalto pela terceira vez como presidente da República.

        Apesar de ainda faltar cerca de nove meses para a eleição, os principais institutos de pesquisas indicam a ascensão de Lula e de seu partido, o PT, enquanto Bolsonaro declina devido a sua atuação irresponsável diante dos graves problemas nacionais como a pandemia Covid-19 e neste final de ano diante dos graves acontecimentos naturais na região entre a Bahia, Tocantins e Minas Gerais, onde as fortes chuvas deixaram milhares de desabrigados e com muitas vítimas fatais.

        Enquanto as enchentes transbordavam os rios levando móveis, alimentos, pessoas e colocando casas abaixo, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro passeava de jet sky no litoral de Santa Catarina, entre outras peripécias que só ele sabe fazer enquanto o “mundo” vem abaixo.

Lula e PT colhem os frutos

Lula e o PT colhem os bons frutos captando pontos em cima do ócio irresponsável do governo Bolsonaro. O Instituto Datafolha, por exemplo, publica nesta sexta-feira, que Lula caminha para a eleição dentro do melhor resultado do PT junto à população desde 2013. Segundo recente pesquisa Datafolha, o partido é o preferido de 28% dos brasileiros. Nada mal para um partido que em 2018, um complô formado pelo MPF (Ministério Público Federal), parte da Polícia Federal, parte da Receita Federal, grande parte do poder Judiciário e também Departamento de Justiça norte-americano, queriam enterrar.

 

Fonte: Franco Silva: Direto do lago Sapucuá para o Amazon News

Gleisi comemora PT com 28% da preferência entre os brasileiros.

“Obrigada a nossa militância que nunca arregou. Obrigada @LulaOficial pela coragem e determinação!”, disse líder petista

A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann foi às suas redes sociais nesta sexta-feira, 31/12/21 para comemorar o resultado da última pesquisa Datafolha que detectou a preferência do PT entre 28% dos brasileiros, o maior nível desde 2013.

“Muito feliz c / pesquisa q coloca o PT c / 28% de preferência. Mostra a vitalidade e força deste partido, q mesmo perseguido e atacado, resistiu! É instrumento da luta do povo brasileiro. Obrigada a nossa militância q nunca arregou. Obrigada @LulaOficial pela coragem e determinação!”, postou Gleisi no Twitter.

De acordo com o levantamento do Datafolha depois do PT, em um muito distante segundo lugar, aparecem empatados PSDB e MDB, ambos com 2% cada um. Empatados tecnicamente com eles, PDT e PSOL têm cada um 1%. Os demais partidos não chegaram a pontuar.

Também de acordo com os levantamentos do Datafolha,o PT é o partido preferido dos brasileiros desde 1999. Teve seu melhor desempenho em abril de 2012, no primeiro mandato de Dilma Rousseff, quando foi mencionado por 31% dos entrevistados.

Em dezembro de 2016, após o impeachment de Dilma, o partido teve 9% das menções. Com a derrocada petista, o grupo dos sem preferência partidária chegou a 75%. Na série do Datafolha, o PT só teve pior resultado em agosto de 1989, quanto atingiu 6%.

Em abril de 2017, porém, o PT pulou para 15% e vem mantendo seu crescimento desde então.

A pesquisa foi realizada de 13 e 16 de dezembro com 3.666 pessoas, em 191 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos.

 



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