WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

secom saude


(74) 99106-4031

janeiro 2021
D S T Q Q S S
« dez    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  


:: ‘Bahia’

Possibilidade de autorização de uso emergencial de vacinas é aprovada pela Anvisa

Foto: Divulgação

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou nesta quinta-feira (10) o uso emergencial, em caráter experimental, de vacinas contra a Covid-19. A informação foi divulgada pelo portal G1.

Mas apesar do posicionamento da Anvisa, nenhuma empresa submeteu pedido deste tipo à agência.

De acordo com a reportagem, Alessandra Bastos Soares, diretora da Anvisa, afirmou que o órgão ainda não recebeu nenhum pedido de uso emergencial e nem pedido de registro de vacinas. Ela também reforçou que esse pedido deve partir das empresas.

“Qualquer autorização concedida pela Anvisa, qualquer anuência, só será feita diante de um pleito. A vacina só terá autorização de uso emergencial e experimental se houver o pleito realizado por alguma empresa”, disse Soares.

A Anvisa ressalta que poderá modificar, suspender ou cancelar a autorização temporária a qualquer momento, com base em elementos técnicos e científicos, traz o G1.

Fonte: Bahia Notícias

DJ mata ex-namorada a tiros em prédio na Pituba e depois comete suicídio

Foto: TV Bahia

Uma mulher morreu após ser baleada no bairro da Pituba, em Salvador, na manhã desta quinta-feira (10). O autor do crime era um ex-namorado dela, que fugiu após o crime, seguiu para sua residência e, em seguida, se suicidou.

A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da Polícia Civil, que esclarece que os disparos foram efetuados por volta das 7h15. A Polícia Militar acrescenta que a ocorrência foi na Alameda Carrara, onde a mulher passeava com o cachorro.

A vítima é Tatiana de Souza Fonseca, de 39 anos, que chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu. Já o autor do crime foi apontado como João Miguel Pereira Martins, 40, mais conhecido como DJ Frajola. Apurações preliminares da Polícia Civil apontam que os dois se relacionaram por apenas 38 dias, tendo rompido após Tatiana descobrir que Martins já havia sido preso por violência doméstica.

Foto: Reprodução/Correio da Bahia

Em 2012, ele foi detido pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), de Brotas, após sequestrar e torturar uma ex-namorada. Anos mais tarde, em 2016, foi denunciado por outra ex, por estar perseguindo e ameaçando a mesma.

Quanto à apuração desse novo crime, a delegada à frente do caso, Milena Calmon, já ouviu funcionários do prédio onde Tatiana morava e também familiares da vítima. Imagens das câmeras do circuito de segurança do prédio também foram solicitadas e o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) vai concluir o inquérito.

Fonte: Bahia Notícias

 

Prefeito eleito de Salvador, Bruno Reis testa positivo para Covid-19

O prefeito eleito de Salvador, Bruno Reis, testou positivo para Covid-19. O resultado foi constatado por meio de teste realizado nesta quarta-feira (9).

 

Em nota, a assessoria de comunicação do futuro gestor informou que ele está assintomático e cumpre isolamento social em casa, em respeito a protocolos orientados por médicos. Desde o início da pandemia, o também vice-prefeito tem realizado testes rotineiramente. 

Fonte: Bahia Notícias

Governo da Bahia descarta voltar a interromper o transporte intermunicipal

O governo da Bahia descarta, até o momento, qualquer possibilidade de voltar a interromper o transporte intermunicipal no estado, mesmo diante de uma retomada acentuada nos casos da Covid-19. A compreensão é de que a medida não se faz necessária “em vista de que o vírus já está disseminado em todo o estado”, segundo a assessoria de comunicação estadual. 

O questionamento ganha corpo diante da proximidade dos festejos natalinos e do réveillon, datas em que aumenta tradicionalmente aumenta em grande escala a circulação de pessoas entre os municípios. Logo, em um ano atravessado pela imposição do isolamento social, é de esperar que os afetos mobilizem o fluxo de pessoas, sobretudo em direção às cidades do interior.

A proibição do transporte intermunicipal foi uma das primeiras medidas adotadas pelo governo do Estado para conter a circulação da Covid-19. No auge, a medida chegou a ultrapassar a média de 300 municípios com a restrição. Decretada em março, as restrições começaram a ser flexibilizadas em agosto, quando a taxa de transmissão e a ocupação de leitos começou a reduzir no estado.

Na última segunda-feira (7), o governador Rui Costa reconheceu que o estado enfrenta a segunda onda da Covid-19, uma vez que a taxa de contágio tem se mantido alta em todas as regiões. Nesta terça-feira (9), conforme boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) a taxa de crescimento é de 0,9%. Nas últimas 24h, 3.752 novos casos foram registrados. O total de casos ativos atualmente é de 11.229.

Entre as medidas de contenção adotadas nos últimos dias está a reabertura de 170 leitos de UTI exclusivos ao tratamento da doença. O governo estadual também publicou o decreto nº 19.586, proibindo a realização de festas públicas e privadas, além de shows em todo o território, “independente” da quantidade de participantes.

Sem auxílio emergencial, projeção para a Bahia é de ‘caos social’, diz especialista

Na Bahia, em 56,6% das residências, pelo menos uma pessoa recebe o auxílio emergencial criado pelo governo federal para amparar trabalhadores informais e a população de baixa renda durante a pandemia. A estimativa equivale a 2,7 milhões de residências em todo o estado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados representam a realidade do mês de outubro, e coloca a Bahia em nono lugar quanto ao percentual de atendidos e o terceiro em números absolutos de domicílios atendidos.  

Com valor atual de R$ 300, a última parcela prevista de pagamento do auxílio é no mês de dezembro. A sinalização do governo federal e da equipe econômica é de que o benefício deverá ser finalizado, sem, até o momento, proposta concreta de prorrogação, mesmo com o atual cenário de avanço da Covid-19 nos estados. A decisão do governo, no entanto, abre uma lacuna no que se refere ao futuro econômico e social no país.

Na Bahia, por exemplo, de acordo com Urandi Paiva, coordenador de Estatística da Superintendência de estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), sem o auxílio, a previsão é de aprofundamento dos indicadores negativos, passível a um estado de “caos social”, alimentado, principalmente, pela permanência da circulação do próprio coronavírus, atravessado pela miserabilidade.

“Os grandes impactos são nos campos social e econômico na Bahia. Do ponto de vista social, o aumento de níveis de pobreza. Esse é o primeiro ponto. É um contingente muito grande de pessoas que, de uma hora para outra, podem passar a ter renda zero e podem ser jogadas na pobreza”, diz. Aponta ainda o risco de que s estabeleçam cenários piores ao já visto na pré-pandemia. “Pode voltar e em situação até pior”.

À análise, Urandi ainda acrescenta uma projeção de impacto do fim da vigência da Medida Provisória 936, também editada pelo governo federal, a qual institui a suspensão de contrato e a redução de jornada. Nesta modalidade, para garantir a manutenção de empregos, o governo assumiu o pagamento de 70% do salário, enquanto o empregador arca com 30%.

“Nós temos no Brasil 13 milhões de pessoas nessa situação, segurada no emprego por esse programa. Esse programa também acaba em dezembro e os empregos estão sendo colocados em risco, caso nada seja feito. O cenário é até pior porque tivemos muitos postos de trabalho destruídos durante a pandemia e, adicionalmente, uma política pública que segurou uma parcela dessas vagas temporariamente. Quer dizer que essas pessoas estão cobertas até dezembro e após podem estar também jogadas no desemprego e se juntar a uma massa que já é muito grande”, avalia.

De acordo com o IBGE, o Brasil possui 14,1 milhões de pessoas desempregadas. Dados do instituto revelam ainda que, atualmente, a Bahia é o estado campeão de desemprego e informalidade no Brasil, com agravamento recente da situação no mês de setembro.

Os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid19 mostram que  a taxa de desocupação, que representa o percentual de pessoas que procuram emprego em relação às que estão trabalhando, avançou atingiu 19,6%. Em agosto, o índice era de 18,1%. O número é o mais alto do país. Em setembro, o total de pessoas em busca de emprego no estado saltou de 1,078 milhões para 1, 213 milhões.

Outro dado recente do mesmo instituto de pesquisa revela que a Bahia também lidera o ranking de pessoas abaixo da linha da pobreza, se considerado em números absolutos. Em 2019, 4 em cada 10 moradores da Bahia (40,4% da população) estavam abaixo da linha da pobreza monetária e pouco mais de 1 em cada 10 (12,5%) estava abaixo da linha de extrema pobreza. Os dados são do estudo Síntese de Indicadores Sociais, divulgada pelo IBGE no início de novembro. A síntese considera informações da série histórica de 2012 a 2019.

“Com tudo isso, vou usar palavras que são fortes, mas são reais. Não só a Bahia, mas também o Nordeste, pode entrar em situação de colapso social, caso não se tenha um programa similar ao auxílio emergencial. Muita gente jogada na pobreza e na extrema pobreza. Uma situação extremamente preocupante para um estado que já tem muita gente nessa linha de pobreza”, enfatiza Urandi.

O especialista acrescenta que ampliar a pobreza e a extrema pobreza impacta negativamente em todas as questões sociais que têm a pobreza e a desassistência como ponto de origem. Elege como exemplo a segurança pública, em sua fase violência e criminalidade.  “Pode-se ter um impacto e aumento da violência e da criminalidade. Pode ter impacto em indicadores educacionais e de saúde. Todo esse campo social pode estar comprometido se nada for feito. Vamos entrar em 2021 com dois problemas ainda crônicos. A pobreza e a Covid-19. Tem que fazer política pública para tentar conter o vírus e política pública para acolher as pessoas que estão em situação de vulnerabilidade”.

O valor médio recebido via auxílio emergencial na Bahia em outubro era R$ 608, sendo o quarto mais baixo entre os estados. O IBGE aponta, no entanto, que desde julho, tanto a quantidade de domicílios em que alguém recebia o auxílio quanto o valor recebido vêm mostrando tendência de queda, acentuada entre setembro e outubro.

“Nesse intervalo de tempo, o número de residências que recebiam o auxílio caiu 3,9%, de 2,8 milhões (58,8%) para 2,7 milhões (56,5%) – foram menos 111 mil domicílios atendidos. O valor médio era de R$ 926 em setembro e caiu a R$ 608 em outubro (-34,3%)”, diz o IBGE.

 

GOVERNO FEDERAL

Nas últimas semanas, sempre que possível, tanto o presidente Jair Bolsonaro quanto o ministro da Economia, Paulo Guedes, têm reforçado o fim inegociável do auxílio emergencial no mês de dezembro. Vale destacar que, desde o início da pandemia, o Planalto sempre demonstrou resistência a uma política efetiva, tomando por justificativa a situação fiscal do país.

No início de dezembro, Bolsonaro chegou a afirmar que perpetuar benefícios é “o caminho certo para o insucesso”. Já o ministro Paulo Guedes, nesta quarta-feira, ao falar a investidores estrangeiros, ratificou que o Brasil “manda um sinal forte de reduzir subsídios”.

“Acho que isso vai acontecer antes do fim do ano. Dois dias atrás, demos outro sinal, de que vamos acabar com o auxílio emergencial no fim deste ano. Estamos dando sinais que estamos removendo gastos extraordinários com a pandemia e, ao mesmo tempo, reduzindo subsídios”, afirmou.

O fim das parcelas do auxílio emergencial coincide com um momento em que o Brasil enfrenta um repique no número de ocorrências da doença em diversos estados e uma série de discussões se estabelecem em torno da aprovação de vacinas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Governadores pedem celeridade.

Segundo o painel do Ministério da Saúde, o Brasil já registrou, desde março, mais de 6,67 milhões de casos da Covid-19, 51.088 nas últimas 24h. O total de mortes em decorrência da doença é de 178.159, tendo sido 842 contabilizadas no último período diário.

Fonte: Bahia Notícias

Para fazer história: Bahia abre quartas de final da Sul-Americana contra o Defensa y Justicia

Governadores esperam que Pazuello anuncie múltiplas vacinas em reunião nesta terça

Governadores esperam que Pazuello anuncie múltiplas vacinas em reunião nesta terça

Governadores têm encontro marcado nesta terça-feira (8) com o ministro Eduardo Pazuello (Saúde). A expectativa deles é que o governo federal anuncie o compromisso de adotar múltiplas vacinas na imunização da população contra a Covid-19. Até o momento, o Ministério da Saúde tem apostado na vacina produzida pelo laboratório AstraZeneca, a ser fabricado na Fiocruz. Mas a perspectiva é a de que o imunizante só fique pronto em março.

João Doria (PSDB-SP) anunciou que deve começar em janeiro a vacinação da coronavac, produzida pela chinesa Sinopec no Instituto Butantan. Nesta semana, o Reino Unido inicia a imunização em massa com a americana Pfizer. Diante do avanço em outras frentes, os governadores pressionam Pazuello a comprar vacinas de outros laboratórios, o que é alvo de resistência de Jair Bolsonaro, que já declarou que o Brasil não compraria a vacina chinesa.

No fim de semana, os conselhos de secretários estaduais e municipais de saúde divulgaram uma carta aberta, em que defendem que todas vacinas que tenham segurança e eficácia devem ser empregadas e que o governo deve comandar a organização para a compra de materiais e a estratégia de vacinação.

“A falta de coordenação nacional, a eventual adoção de diferentes cronogramas e grupos prioritários para a vacinação nos diversos estados são preocupantes, pois gerariam iniquidade entre os cidadãos das unidades da federação, além de dificultar ações nacionais de comunicação e organização da farmacovigilância”, diz a carta.

 

Fonte: Bahia Notícias.

Salvador avalia orçamento e está prestes a concluir ‘plano de imunização’, diz Bruno Reis

Foto: Matheus Caldas/ Bahia Notícias

Em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (7), quando a prefeitura anunciou novas medidas restritivas de combate à proliferação da Covid-19 na capital baiana, o prefeito eleito Bruno Reis (DEM) garantiu que a gestão já iniciou a avaliação das “disponibilidades orçamentárias para aquisição da vacina”. Afirmou ainda que não há restrições em relação ao local de origem da tecnologia.

“A prefeitura vai fazer aquisição das vacinas, já estamos concluindo um plano estratégico de imunização. Esperamos que o governo federal e o governo do Estado também dê esse apoio, seja com distribuição das doses, seja disponibilizando recursos porque a gente tem limitação orçamentaria, mas a prefeitura vai ao limite para a aquisição das doses. Na nossa visão, não há nada mais importante nesse momento. Só isso vai permitir que a gente restabeleça nossa questão econômica e social”, pontuou Bruno.

O próximo gestor da capital descartou qualquer hipótese de adentrar em discussões sobre a origem do imunizante. Para ele, o necessário é que “tenha eficácia, seja acessível, seja aprovada pelos órgãos de controle e, de preferência, se deixe as questões políticas de lado”.

Rui Costa confirma segunda onda da Covid-19 na Bahia

O governador Rui Costa confirmou hoje (7) que a Bahia está vivendo uma segunda onda da Covid-19, uma vez que a taxa de contágio tem se mantido alta em todo o estado. Para controlar o aumento dos casos da doença, o governo baiano anunciou medidas como reabertura de leitos e proibição de shows.

“Na semana passada, estávamos com cerca de 20 óbitos diários, índice que vinha se mantendo há cerca de 60 dias e, nesse final de semana, já pulamos para o patamar de 30 óbitos, sendo 22 em Salvador. Então, os números começam a ficar, infelizmente, mais severos e mais críticos. Por isso, já ampliamos, inclusive, o número de leitos disponíveis, uma vez que estamos reabrindo 100 leitos que havíamos fechado, em função na queda dos índices da pandemia”, destacou Rui.

O governador fez questão de ressaltar que existe um decreto proibindo a realização de qualquer show ou festa, independente de qual motivação ou público. “O motivo disso é que nesses shows e festas há ingestão de álcool, além de música em um ambiente propício à aproximação, fazendo com que as pessoas acabem baixando a guarda com as medidas protetivas e nós estamos já vivendo o que poderíamos classificar de segunda onda”, avaliou.

Rui ainda fez um alerta aos jovens: “Independente da classe social, os jovens estão se expondo excessivamente e estão fazendo aglomerações em ruas e praças e outros lugares públicos e isso infelizmente vai levando a doença para dentro das casas das pessoas. Mesmo que o jovem não precise ir para a UTI, pode levar a mãe, o tio, o pai ou a avó para o hospital. Em função desse comportamento, o número de óbitos está crescendo”.

 

Fonte: Metro 1

Feira de Santana escolhe prefeito no 2º turno da eleição neste domingo

Disputam o voto do eleitor Colbert Martins (MDB) e Zé Neto (PT). Município tem 400.549 eleitores e é o segundo maior colégio da Bahia.

Os eleitores da cidade de Feira de Santana, que fica a 100 quilômetros de Salvador, vão às urnas neste domingo (29) escolher entre os dois candidatos a prefeito que avançaram para o segundo turno das eleições: Colbert Martins (MDB) e Zé Neto (PT).

No primeiro turno, o candidato a prefeito mais votado foi Zé Neto, que teve 119.862 votos (41,55%). O segundo mais votado foi Colbert Martins, que obteve 110.146 votos (38,18%). Eles tiveram outros cinco concorrentes: José de Arimateia (Republicanos), Professora Dayane Pimentel (PSL), Carlos Geilson (Podemos), Carlos Medeiros (Novo), Beto Tourinho (PSB), Marcela Prest (PSOL) e Orlando Andrade (PCO).

Colbert Martins Filho é médico, tem 68 anos, já foi deputado estadual e federal. Ele se candidatou à Prefeitura de Feira de Santana três vezes, mas não foi eleito. Em 2016, ele foi eleito vice-prefeito da cidade e assumiu o lugar de José Ronaldo de Carvalho, que entregou o cargo em abril de 2018, para disputar as eleições ao governo do estado.

Já José Cerqueira de Santana Neto, tem 56 anos e é graduado em Direito. Zé Neto concorreu ao cargo de prefeito de Feira de Santana em 2004, 2012 e 2016, mas não conseguiu se eleger em nenhuma das oportunidades. O advogado foi eleito deputado estadual em 2010 e 2014 e deputado federal em 2018.

Eleitorado

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que a maior parte dos eleitores de Feira de Santana tem ensino médio completo (35,38%). Em seguida, estão as pessoas com ensino fundamental incompleto (20,08%), ensino médio incompleto (12,74%), superior completo (10,62%), alfabetizado (7,04%), superior incompleto (6,35%), ensino fundamental completo (5,3%) e analfabeto (2,5%).

Segundo o TSE, o município conta com 400.549 mil habitantes aptos a votar. Trata-se do segundo maior colégio eleitoral da Bahia, ficando atrás apenas de Salvador, que decidiu o prefeito em primeiro turno.

O eleitorado de Feira de Santana tem maioria feminina (55,2%). Já os homens representam 44,8% dos votantes.

Horário da votação

Da mesma forma em que ocorreu no 1º turno, as seções eleitorais abrirão às 7h e a votação se encerrará às 17h (horário local). A prioridade será dada para os idosos até as 10h. O eleitor que estiver na fila até o final do tempo previsto terá o voto garantido.

O presidente da mesa determinará a entrega de senhas a todos os eleitores presentes, começando pelo último da fila. A votação continuará na ordem decrescente das senhas distribuídas.

O que levar no dia da eleição

Entre as orientações, que valem para todo o país nos dois turnos, estão a limpeza das mãos com álcool em gel antes e depois da votação, e o distanciamento mínimo de um metro dos demais eleitores e dos mesários. Além disso, o TSE recomenda portar os seguintes itens:

Caneta: cada eleitor deve levar a própria caneta para registrar a assinatura no local de votação. A ideia é evitar ao máximo o compartilhamento de itens e, com isso, reduzir o risco de contágio da Covid-19. Para quem esquecer, haverá canetas extras devidamente higienizadas nas seções.

Máscara: uso de máscaras será obrigatório, e quem chegar ao local de votação com o rosto descoberto poderá ser impedido de entrar. O mesário poderá pedir para que o eleitor baixe a máscara para melhor identificação.

Identidade: neste ano, os eleitores têm diferentes opções de identificação. O recomendado é sempre levar um documento oficial com foto (que pode ser carteira de identidade, de trabalho, de motorista, certificado de reservista, passaporte ou carteira de categoria profissional reconhecida por lei).

Guia rápido

Veja, abaixo, as principais regras anunciadas para a conduta nos dias de votação:

Eleitor

  • Uso obrigatório de máscaras de proteção;
  • Uso de álcool em gel, disponível na seção, para limpar as mãos antes e após votar;
  • Levar a própria caneta (mas, caso esqueça, haverá canetas extras e higienizadas nas seções);
  • Distância mínima de um metro dos demais eleitores e mesários.

Mesários

  • Uso de máscaras de proteção para trocar a cada quatro horas (serão fornecidas três máscaras para cada mesário);
  • Uso de viseiras plásticas (face shields), que serão fornecidos pelo TSE;
  • Álcool em gel de uso individual e regras de higienização;
  • Álcool 70% para limpeza de superfícies;
  • Distância mínima de um metro dos eleitores e demais mesários.
  • O TSE também elaborou um passo a passo para o eleitor:
  • Entre na seção eleitoral e fique na frente da mesa;
  • Mostre seu documento oficial com foto em direção ao mesário;
  • Após o mesário ler em voz alta o seu nome, confirme que é você;
  • Guarde o documento;
  • Limpe as mãos com álcool em gel;
  • Assine o caderno de votação;
  • Se precisar do comprovante de votação, solicite ao mesário;
  • Quando a urna for liberada, dirija-se à cabine de votação;
  • Digite os números dos candidatos;
  • Na saída, limpe as mãos com o álcool em gel novamente.

Com febre, sem voto

Outra recomendação nova, motivada pela pandemia, diz respeito aos eleitores com sintomas ou quadro confirmado de Covid-19. Segundo o TSE, quem apresentar febre no dia de votar ou tiver sido diagnosticado com o vírus nos 14 dias antes não deve participar das eleições.

Nesse caso, a recomendação é que o eleitor justifique a ausência, em outro momento, e informe que deixou de votar por questões de saúde.

Se a pessoa com febre ou diagnóstico for mesária, deverá avisar a zona eleitoral para que haja uma substituição na escala.

O TSE decidiu não adotar a medição de temperatura nos locais de votação, para evitar aglomeração e em função do custo-benefício da medida. O tribunal não recomenda o uso de luvas, mas sim, a limpeza constante das mãos.

Fonte: G1



WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia