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Após estabilidade no nº de casos da Covid-19 na BA, governo diz que platô definitivo só deve ocorrer em junho

Uma dia após governo anunciar estabilidade, Bahia registrou quase 900 novos casos de infectados. Governo explica que taxa estável refletiu antecipação de feriados.

Gráfico do avanço da Covid-19 na Bahia mostra que pico ocorreu em 24 de maio — Foto: Reprodução/TV Bahia

 

Um dia depois do governo do estado citar a estabilidade na taxa de crescimento de casos da Covid-19, a Bahia registrou na quinta-feira (28) quase 900 novos casos de pacientes infectados pela doença.

Durante quatro dias, o estado atingiu uma estabilidade na taxa de crescimento de casos ativos, momento chamado tecnicamente de “platô”. A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) explicou que essa estabilidade refletiu a antecipação de feriados, e que o platô definitivo só deve ser atingido na segunda quinzena de junho.

Apesar do otimismo de melhora no cenário, o secretário de saúde do estado, Fábio Vilas Boas, explicou o atual momento na Bahia.

“A expectativa é de que devamos atingir um platô definitivo em meados de junho, que deva demorar umas duas semanas para depois vir a cair. Isso é reflexo do que acontece habitualmente com síndromes gripais no nosso estado. Normalmente, as síndromes gripais atingem um pico na 22ª semana epidemiológica do ano, que é lá para 15 a 20 do mês de junho”, explicou o secretário.

As autoridades públicas reforçam os pedidos de prevenção, apesar da estabilização dos casos. Os especialistas também alertam que a curva de contágio reflete muito a maneira como a população se comporta com relação ao distanciamento social, uso de máscara e higiene.

“Essa curva responde às pessoas. Ela não é uma curva fria, matemática. Ela depende no nosso comportamento”, afirma o infectologista Antônio Bandeira.g

Fonte: G1

Ô, Bolsonaro! Vem aprender a fazer ‘nova política’ com Rui Costa

A “nova política” pregada por Jair Bolsonaro pode ser percebida na Bahia há pelo menos cinco anos. Não na crítica vazia aos integrantes da classe, como se prega muito por aí. Essa pseudo-bandeira aparece na forma como o governador Rui Costa trata uma parcela expressiva da base aliada. O morador do Palácio de Ondina até pode ouvir o que os partidos e líderes dizem, mas o que importa é o que ele pensa e isso não vai mudar.

Foto: Manu Dias/GOVBA

Se no primeiro mandato a postura pouco maleável de Rui ficou apenas implícita em comentários de aliados, a partir da construção do segundo governo ficou explícito que o governador é adepto de uma política menos… política. Aqui é importante frisar que não há juízo de valor sobre como o petista atua. Apenas a constatação de que o desenho da máquina pode até conter indicações, porém é possível dizer não e continuar contando com os votos da base aliada quando necessário.

Vejamos o caso do ex-deputado estadual Luiz Augusto. Depois de perder a reeleição, o parlamentar esperava – junto com o partido – ser aproveitado em alguma função no governo. De novembro até agora, o nome dele foi de secretário a superintendente, passando pelos mais diversos postos especulados pela imprensa. No entanto, Luiz Augusto ainda não está em um cargo de indicação de Rui.

 

Outras duas funções-chave também estão indefinidas, mesmo que o governo tenha começado há mais de três meses: as chefias do Detran e da Embasa. O Podemos, que atualmente controla o departamento de trânsito, ainda tenta manter a posição. O Progressistas até tentou a companhia de saneamento, mas já desistiu. Como os interesses de outras legendas impedem que se bata o martelo, Rui, para evitar rusgas, avisou que os indicados serão da cota pessoal.

 

Da cota pessoal, inclusive, vem o nome de uma importante pasta reivindicada pelo PT. Mesmo que tenha ligação umbilical com a sigla, o secretário de Educação, Jerônimo Rodrigues, é tratado como uma opção particular de Rui, frente às batalhas nos bastidores para emplacar o titular em um dos maiores orçamentos da máquina estadual. Falando em recursos, as três principais pastas, Educação, Saúde e Segurança Pública, não passaram pelo crivo partidário. O governador bateu o pé e escolheu ao seu bel prazer – poder discricionário dele, mas pouco utilizado por muitos gestores Brasil afora.

Mesmo que dê de ombros a muitos pleitos de partidos, Rui até agora não teve nenhuma derrota expressiva na Assembleia Legislativa da Bahia e nenhum partido se insurgiu para criticar publicamente o “jeitão” dele governar. Ninguém é louco de comprar briga com a certeza de que sairá perdendo.

Preferindo anonimato por razões óbvias, um deputado estadual explicou de maneira clara como fazer “nova política”. Basta pedir uma aula a Rui e Bolsonaro sairá governando com um rolo compressor tão suave que nem os adversários vão perceber…

Este texto integra o comentário desta segunda-feira (15) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 12h30, e para as rádios Excelsior, Irecê Líder FM, Clube FM e RB FM.

 

Fonte: Bahia Notícias



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