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ITIÚBA: GRUPO DE JOVENS QUEREM AROLDO PINTO PREFEITO DE ITIÚBA

Populares de Itiúba querem Aroldo Pinto Prefeito

Um grupo de jovens procurou nesta terça-feira, 12/03 o presidente do PSB 40 o convidando para disputar o pleito para Prefeito nas eleições de 2024. O principal argumento é que as pessoas estão confusas e sem saber que rumo tomar, com o fim de mudar os rumos do município. Diante de reijeção apontada em pesquisas recentes dos nomes ventilados, lideranças jovens e alguns empresários fizeram tal proposta.

No entanto, Aroldo Pinto que saiu de uma candidatura para DEPUTADO FEDERAL ao lado de Lídice da Mata, no grupo do atual governador Jerônimo Rodrigues e Lula, ambos do PT prefere dar a resposta, após pesquisa de opinião. De cara temos amostragens que Aroldo Pinto não tem rejeição alta, sendo a menor entre todos os pré candidatos a prefeito.

 

Portal Bahia na Mídia

“Teologia do domínio é mais perigosa para democracia que bolsonarismo”, diz historiador

João Cezar de Castro Rocha afirma que manifestação bolsonarista escancarou projeto de submeter Estado à religião cristã

Por Andrea DiP, Clarissa Levy, Ricardo Terto, da Agência Pública – Em meio ao avanço de investigações da Polícia Federal sobre as suspeitas de um plano de golpe de Estado por parte de Jair Bolsonaro e seus aliados, o ex-presidente reuniu milhares de apoiadores na avenida Paulista no dia 25 de fevereiro. Para o historiador e professor de literatura comparada na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) João Cezar de Castro Rocha, no futuro os historiadores verão essa manifestação como um momento sintomático de algo que há muito tempo se articula nos bastidores: pela primeira vez, tornou-se explícito o projeto da teologia do domínio.

No episódio 109 do podcast Pauta Pública, o professor explica as dimensões religiosas da manifestação bolsonarista. Segundo Castro Rocha, a teologia do domínio usada nos discursos de Michelle Bolsonaro e Nikolas Ferreira foi desenvolvida nos Estados Unidos e, recentemente, adotada no Brasil. Ela é a base da doutrina de várias igrejas, como a da Lagoinha, diz o professor.

O historiador explica que a declaração de Michelle Bolsonaro foi flagrantemente inconstitucional e representa uma enorme ameaça. “Eles não estão brincando, os evangélicos estão de fato partindo para o momento em que a teologia do domínio tentará chegar ao poder político”, afirma. Para ele, a democracia corre o risco de se transformar numa distopia teonomista, ou seja, que pretende subordinar toda a vida à religião.

[Andrea Dip] A teologia do domínio tem aparecido nos congressos de extrema direita em todo o mundo. Ou seja, a religião cristã é posta como uma verdade absoluta. E tem um outro movimento que a Michelle Bolsonaro encarna perfeitamente – que o bolsonarismo tem tentado vender –, o Mulheres com Bolsonaro. Como você vê isso e qual é a importância da Michelle para o bolsonarismo?

Partindo do princípio da ideia da teologia do domínio em algumas passagens da Bíblia, no Antigo Testamento, Gênesis, capítulo 1, versículo 27, diz: “Criou Deus o homem e a sua imagem, a imagem de Deus o criou, homem e mulher os criou”. Agora o versículo seguinte, fundamental para a discussão: “Deus os abençoou e lhes disse, sejam férteis e multipliquem-se. Encham e subjulguem a terra. Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra’”.

Porém a tradução foi fundamental, é o monumento da literatura ocidental. É da tradução da Bíblia, patrocinada pelo rei James, que vem a ideia, no capítulo 1, versículo 28, de uma leitura literal da passagem, especialmente na parte “have dominion over”. O que se entende é que todos aqueles eleitos por Deus devem ter domínio sobre tudo, especialmente na condução do Estado.

Essa teologia foi desenvolvida inicialmente nos Estados Unidos e recentemente foi adotada no Brasil. Ela está na base da doutrina da Igreja da Lagoinha, onde Nikolas Ferreira (PL-MG) professa sua fé. A teologia do domínio está na base de outras igrejas que contaminaram as concepções de Damares Alves e Michelle Bolsonaro. Quando Michelle diz que chegou a hora da libertação, o que ela está dizendo é: chegou a hora do Estado civil subordinar-se à fé, não à espiritualidade, mas à crença deles. Pensando nisso, no nosso país tudo começa a ficar bastante claro e muito preocupante, muito preocupante.

Nós não podemos, em relação à teologia do domínio, fazer como fizemos com Jair Bolsonaro. Não podemos reduzir essa teologia a uma caricatura do programa CQC, uma caricatura do sofá da Luciana Gimenez no programa Super Pop. A teologia do domínio é muito mais perigosa do que Bolsonaro.

 

Essa teologia foi desenvolvida inicialmente nos Estados Unidos e recentemente foi adotada no Brasil. Ela está na base da doutrina da Igreja da Lagoinha, onde Nikolas Ferreira (PL-MG) professa sua fé. A teologia do domínio está na base de outras igrejas que contaminaram as concepções de Damares Alves e Michelle Bolsonaro. Quando Michelle diz que chegou a hora da libertação, o que ela está dizendo é: chegou a hora do Estado civil subordinar-se à fé, não à espiritualidade, mas à crença deles. Pensando nisso, no nosso país tudo começa a ficar bastante claro e muito preocupante, muito preocupante.

Nós não podemos, em relação à teologia do domínio, fazer como fizemos com Jair Bolsonaro. Não podemos reduzir essa teologia a uma caricatura do programa CQC, uma caricatura do sofá da Luciana Gimenez no programa Super Pop. A teologia do domínio é muito mais perigosa do que Bolsonaro.

Na primeira etapa, dizia o Gary North, como a liberdade de culto é assegurada, vamos expandir o número dos fiéis e propagar a nossa doutrina. Quando o número for suficiente para interferir na vida política, o faremos. É o que aconteceu no Brasil. Em 1977 a Igreja Universal do Reino de Deus é criada e, como eu disse anteriormente, em 1988, a Constituição Federal é promulgada com o Estado laico.

Agora vamos pular no tempo: em 2008 foi lançado o livro de Edir Macedo. O livro tem como base teórica Thomas Hobbes e o Antigo Testamento, porque Deus, diz Edir Macedo, é um estadista, Deus é, sobretudo, um gestor da coisa pública. Na última página do livro, Edir Macedo esclarece o potencial que tem um Estado adormecido e chama a atenção do leitor para que não deixe essa “potencialidade” ser desperdiçada.

Para compreender essa questão, podemos citar o seu livro A bancada evangélica e seu projeto de poder. No depoimento do senador Haroldo Oliveira (– que eu considero um dos mais preciosos jamais feitos para compreender essa questão –,ele diz que, em 2018, os evangélicos seriam um terço da população do Brasil. É um público relevante na sociedade. Haroldo também diz que a Igreja Universal foi a primeira a ter consciência política logo depois da Constituinte e elegeu os seus representantes para a Câmara dos Deputados.

Um ano depois dessa entrevista, pela primeira vez na história os evangélicos elegeram um presidente da República. A diferença de votos evangélicos dados para Jair Messias Bolsonaro e Fernando Haddad é a diferença de votos que o levou à vitória. A primeira vez que isso aconteceu na política brasileira numa eleição presidencial foi em 2002. Ganhou a eleição o presidente Lula, em segundo lugar ficou José Serra, em terceiro lugar, de maneira surpreendente, o Anthony Garotinho, que obteve 10% dos votos em todo o Brasil em 2002. Eram votos majoritariamente evangélicos.

O Anthony Garotinho foi de fato o primeiro político a compreender que os evangélicos levariam um candidato à Presidência. Em 2018 isso se materializou. Agora eles já não são mais minoria, estamos na segunda etapa do projeto do Gary North. A declaração de Michelle Bolsonaro é flagrantemente inconstitucional, mas ela é, sobretudo, uma enorme ameaça. Eles não estão brincando, os evangélicos estão de fato partindo para o momento em que a teologia do domínio tentará chegar ao poder político. Nada pode ser mais perigoso do que isso. Isso é mais perigoso para a democracia brasileira do que o bolsonarismo. Se é que isso é possível de acreditar.

[Clarissa Levy] Eu queria emendar uma pergunta exatamente sobre isso que você está falando, como essa extrema direita no Brasil tem os pés absolutamente fincados na religião. A teologia do domínio que o senhor menciona abarca um projeto de nacionalismo cristão? De que maneira você acha que vamos ver isso nas eleições municipais?

O nacionalismo cristão também é um movimento norte-americano, assim como o sionismo cristão. No Brasil, há uma mescla, às vezes de difícil distinção, entre o nacionalismo e o sionismo cristão – que teve como um dos líderes no Brasil um dos mais importantes propagadores do sionismo cristão, o Márcio Valadão, criador da Igreja da Lagoinha, e hoje tem seu filho, André Valadão, como líder. André Valadão, que há dois ou três meses, num culto de sua igreja nos Estados Unidos, na Flórida, disse com todas as palavras que, se fosse necessário para “resolver o problema LGBT”, os fiéis deveriam agir. Essa declaração foi uma coisa absolutamente espantosa, mas muito reveladora do que é de fato a teologia do domínio e o nacionalismo cristão.

Para André Valadão, o nacionalismo cristão de Nikolas Ferreira, de Damares Alves, de Michelle Bolsonaro não o inclui. É como se ele não fosse digno deste nacionalismo cristão que eles defendem. Isso é muito perigoso, mas ajuda a compreender algo da fala de Michelle Bolsonaro e nos permite ir ainda mais longe.

Passo a passo, a Michelle Bolsonaro, logo depois de dizer que houve o equívoco de separar religião e política, o que ela basicamente quis dizer é que ela pretende voltar ao século XVII, que é a monarquia absoluta e direito divino. Ela usou a categoria do mal, “o mal dominou”, “o mal ocupou o terreno”, e o mal é uma das mais importantes e fascinantes categorias filosóficas e teológicas. É uma questão filosófica de enorme importância, uma questão teológica central. Crime e castigo, de Dostoiévski, é uma reflexão profunda sobre a presença do mal no cotidiano.

Na esfera da política, o mal é uma categoria absolutamente inadequada. Porque, toda vez que eu falo em mal, eu tenho que supor o bem, e, se de fato existe o bem supremo, o mal absoluto não pode senão ser negado ou rejeitado, se possível, eliminado.

A política é a esfera da negociação, é importante recuperar a palavra. Negociação não é negociata. A política só faz sentido porque na pólis convivem diversos, que não são necessariamente opostos, mas diversos. A política é sobretudo a arte de falar, mas especialmente de escutar o outro, implica a negociação, a concessão. Mas não há política, cotidiano, nenhum de nós seria capaz de ter uma relação com um companheiro, com uma companheira, com um filho, se nós não fizermos concessões. Só é possível fazer concessão se eu reconheço a plena dignidade do outro. Mas se o outro, aquele que é diverso de mim, aquele que não é meu espelho, não tem dignidade, eu nunca vou fazer concessão.

Quando Michelle Bolsonaro traz para a esfera da política a categoria do mal, é uma indicação precisa de que se trata de uma distopia. Usando as palavras corretas, é uma distopia teocrática, fundamentalista. No termo correto derivado da teologia do domínio, teonomista – Teo em grego Deus, nomos, ordem, lei.

É uma distopia teonomista porque é uma distopia que pretende subordinar toda a nossa vida à religião. Mas vou repetir, não é subordinar a vida à espiritualidade, mas à religião tal qual eles professam. Isso ajuda a entender um fenômeno desta manifestação do dia 25 de fevereiro. Salvo o engano, eu não me lembro de escutar o nome de Jesus, as referências eram todas do Antigo Testamento.

A Igreja Universal do Reino de Deus surge em 1977, é a Igreja do Cristo e é a mensagem do Cristo, sobretudo. Nos últimos 15, 20 anos, em todo o mundo, nas igrejas neopentecostais que favorecem o nacionalismo cristão, o sionismo cristão ou a teologia do domínio, muitas vezes mesclando essas teorias, há uma transferência teológica muito reveladora. Mas o motivo de ser o Antigo Testamento é porque não é possível encontrar no Novo Testamento nenhuma passagem que favoreça um projeto político. Afinal, Jesus foi muito claro: “A César, o que é de César, ao Senhor, o que é do Senhor”. Poder temporal, poder espiritual. O reino de Deus não se confunde com o reino de césares.

Além do mais, não é possível pensar no Novo Testamento e ter a intolerância implícita na teologia do domínio. Quando um gentio qualquer busca a Cristo para salvação ou para cura de alguma enfermidade, Cristo sempre atendeu. Quando eles criticam dizendo mas é um gentio – ou seja, um não judeu –, Cristo respondeu: mas ele me procurou com fé no coração. O cristianismo como religião só se tornou possível quando Paulo desenvolveu a ideia de que é possível ser cristão sem necessitar a circuncisão, o que quase levou Paulo à morte num debate no templo. Em outras palavras, é possível ser cristão não sendo judeu. Nesse momento surge o princípio básico da Igreja Católica; em latim, catolicus é universal e ecumênico, depende da fé que você tem no coração. Isso implica dizer que você não é necessariamente uma exclusividade, não é apenas uma doutrina que não aceite nenhuma outra.

O Antigo Testamento, buscado pela teologia do domínio, não é um Antigo Testamento como um todo. Isso faz a diferença, não é de Moisés, que recebe a Tábua das Leis no monte Sinai; não é de José, que, tendo sido vendido pelos irmãos, quando tem a chance de se vingar, perdoa. Em uma das mais bonitas cenas do Antigo Testamento, ele perdoa os irmãos e reúne a sua família numa espécie de imagem do futuro Cristo que também perdoa. Há muitos exemplos no Antigo Testamento, mas o que foi dito no dia

25 de fevereiro pela mescla de locutor de rodeio e pastor, antes de passar a palavra ao ex-presidente foi: Deus não evitou que Golias enfrentasse a Davi. Em seguida, ele disse “e agora eu chamo o mito Jair Messias Bolsonaro”.

Nesse momento temos a ponte, Davi para Bolsonaro, do pecador ungido para o mito igualmente ungido. Mas por que Davi? É um fenômeno que faz parte da teologia do domínio. Um fenômeno que não é brasileiro.

Trump é Davi, Bolsonaro é Davi, Milei é Davi. Porque Davi aqui é privilegiado, não é o menino que derrota Golias, que vence a força bruta com a inteligência e a astúcia. Aqui é o rei Davi, um modelo do pecador ungido, porque ele é o senhor das armas, ele é o rei de batalhas, ele é o senhor de um império, mas depois ele se arrepende, torna-se outro. Davi é abraçado pela teologia do domínio. Em outras palavras, Trump, Milei e Jair Bolsonaro, pouco importa os pecados que cometam, eles são ungidos.

Colaboração: Ana Alice de Lima

“Petrobras tem que pensar nos 200 milhões de brasileiros, e não apenas nos acionistas”, diz Lula

Presidente concedeu entrevista ao SBT e criticou a distribuição exagerada de dividendos

247 – Em uma entrevista ao SBT Brasil, que será exibida nesta noite, às 19h45, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou a política de preços de combustíveis da Petrobras e criticou o mercado financeiro. Durante a entrevista, o jornalista Cesar Filho questionou a queda das ações na última sexta-feira, levantando a questão sobre a influência governamental nessa decisão. Lula reagiu, afirmando que a Petrobras não deve focar exclusivamente nos interesses dos acionistas, mas também nos interesses dos brasileiros.

“É muito engraçado. Às vezes, eu vejo notícias assim. ‘Petrobras cresce 30%’. ‘Petrobras bate recorde de produção de gasolina’. ‘Petrobras bateu recorde de exportação de petróleo’. ‘Petrobras bateu recorde de arrecadação’. E a gente não ganha nada com isso”, lamentou o presidente.

A decisão de não pagar os dividendos desagradou ao mercado financeiro, que reagiu com uma queda acentuada nas ações da empresa petrolífera desde a última sexta-feira. No entanto, Lula se manifestou lembrando que a Petrobras não deve focar exclusivamente nos interesses dos acionistas, mas também nos interesses dos brasileiros. “Tem que pensar o investimento e em 200 milhões de brasileiros que são donos ou sócios dessa empresa. O que não é correto é a Petrobras, que tinha que distribuir R$ 45 bilhões de dividendos, querer distribuir R$ 80 bilhões. E R$ 40 bilhões a mais que poderiam ter sido colocados para investimento, fazer mais pesquisa, mais navio, mais sonda… Não foi feito”, afirmou o presidente, em entrevista ao SBT News nesta segunda.

Lula ressaltou a importância de direcionar investimentos não apenas para os acionistas, mas para os 200 milhões de brasileiros que são donos ou sócios da empresa. Ele criticou a tentativa da Petrobras de distribuir R$ 80 bilhões em dividendos, em vez dos R$ 45 bilhões inicialmente previstos, observando que os recursos adicionais poderiam ser direcionados para investimentos em pesquisa, navios e sondas. “Tem que pensar o investimento e em 200 milhões de brasileiros que são donos ou sócios dessa empresa. O que não é correto é a Petrobras, que tinha que distribuir R$ 45 bilhões de dividendos, querer distribuir R$ 80 bilhões. E R$ 40 bilhões a mais que poderiam ter sido colocados para investimento, fazer mais pesquisa, mais navio, mais sonda… Não foi feito”, afirmou.

Além disso, o presidente reiterou o compromisso do governo em reduzir os preços dos combustíveis, do gás de cozinha e do óleo diesel, enfatizando que não é razoável equiparar os preços internacionais, uma vez que o Brasil é autossuficiente na produção de petróleo.

Lula também criticou veementemente o mercado financeiro, caracterizando-o como voraz e indiferente às necessidades da população. Ele questionou se o mercado realmente se importa com os milhões de pessoas que sofrem com a fome e com a falta de moradia digna.

Quanto à Petrobras, Lula ressaltou a importância da estatal em meio aos esforços de transição energética, enfatizando seu papel na busca por um mundo menos poluído. Ele destacou os esforços contínuos para privatizar a empresa e a relevância histórica da Petrobras desde sua fundação em 1953.

247

Lula decide manter Prates no cargo depois de reunião tensa em Brasília

Presidente da Petrobras foi chamado para a reunião, principalmente, por se ter se abstido de votar na questão dos dividendos, não tendo apoiado o posicionamento do governo

247 – Após uma reunião marcada por tensões nesta segunda-feira (11), o presidente Lula (PT) decidiu manter Jean Paul Prates no cargo de presidente da Petrobras. O encontro, realizado no Palácio do Planalto, foi convocado em meio às divergências internas em relação à decisão do conselho de não distribuir os dividendos extraordinários do quarto trimestre de 2023 aos acionistas.

Prates defendia inicialmente a distribuição de 50% do valor possível de dividendos extraordinários, mas foi voto vencido durante a reunião do conselho. 6 dos 11 conselheiros (sendo 5 indicados pelo governo federal) optaram por destinar 100% dos recursos para uma reserva estatutária de remuneração de capital. Esta também é a posição defendida pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e pelo presidente Lula.

Prates foi chamado para a reunião, principalmente, por se ter se abstido de votar, não tendo apoiado o posicionamento do governo. O presidente Lula, segundo seus assessores, estava ciente de que o endividamento da Petrobras ultrapassaria o limite definido de US$ 65 bilhões se os dividendos extraordinários fossem totalmente pagos, comprometendo o plano de investimento da empresa.

A decisão de não pagar os dividendos desagradou ao mercado financeiro, que reagiu com uma queda acentuada nas ações da empresa petrolífera desde a última sexta-feira. No entanto, Lula se manifestou lembrando que a Petrobras não deve focar exclusivamente nos interesses dos acionistas, mas também nos interesses dos brasileiros.

“Tem que pensar o investimento e em 200 milhões de brasileiros que são donos ou sócios dessa empresa. O que não é correto é a Petrobras, que tinha que distribuir R$ 45 bilhões de dividendos, querer distribuir R$ 80 bilhões. E R$ 40 bilhões a mais que poderiam ter sido colocados para investimento, fazer mais pesquisa, mais navio, mais sonda… Não foi feito”, afirmou o presidente, em entrevista ao SBT News nesta segunda.

247

A Petrobras é dos brasileiros – e o futuro do Brasil não pode se chamar mercado

Sob fascismo, mídia legitimou a perda de soberania energética nacional para saciar acionistas com lucros exorbitantes

A mídia corporativa brasileira não “aprendeu” nada e mantém o vício entreguista do patrimônio dez anos após a criminosa Lava Jato – a operação articulada para sangrar, esquartejar e entregar a Petrobras.

O espírito selvagem dessa gente derrubou a única presidenta eleita pelo povo após anunciar lucro do pré-sal para financiar educação e saúde.

Levou à cadeia um inocente para liberar a venda indiscriminada da empresa operada pelos lacaios do capital Temer e Bolsonaro.

Sob fascismo, negacionismo e empobrecimento do país, essa mídia legitimou a perda de soberania energética nacional para saciar acionistas com lucros exorbitantes.

Agora, tem a petulância de cobrar pilhagem da petrolífera para satisfazer investidores e desmilinguir o investimento caro ao desenvolvimento do Brasil.

Não aprenderam – e nem vão! – porque são meros tarefeiros de uma elite desgraçada, avessa ao povo e entreguista até o último fiapo de alienação ideológica.

A Petrobras é dos brasileiros – e o futuro do Brasil não pode se chamar mercado.

Fonte: 247

Itiúba: Presidente do PSB Aroldo Pinto, abre espaço para filiar lideranças

Aroldo Pinto em reunião fechada com presidente Lula, no Hotel da Bahia, após esse ter sido libertado da prisão política

O presidente do Partido Socialista Brasileiro, (PSB) Aroldo Pinto que foi candidato a deputado federal, ao lado da deputada eleita Lídice da Mata, abriu um forte diálogo com lideranças de peso no intuito de crescer a força da legenda. Em pesquisa realizada, quase toda a totalidade da população o quer tendo sua chance de servir o povo. 

Aroldo ficou muito conhecido e famoso no mundo político por ter feito vários protestos de cunho coletivo, inclusive ter realizado algumas greves de fome. As mais conhecidas e notórias foram pela aprovação da PEC dos VEREADORES, em 2009, tendo saído vitorioso e como símbolo da luta, sendo muito divulgado na mídia nacional e até internacional. Lei da Ficha Limpa em 2010, ao lado do ex ministro da Justiça de Dilma Rousseff, Eduardo Cardozo. Ainda, foi para Curitiba, PR lutar pela liberdade do atual presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, inciando uma greve de fome, sendo seguido por outros ativistas.

As pessoas estão querendo uma renovação, mas sem perder o foco na qualidade, no preparo e no grande conhecimento político, além de aproveitar as forças dos governos estadual e federal, aliados de Aroldo Pinto. Entretanto, há uma forte tendência de Aroldo articular a reeleição do atual prefeito e esperar o momento mais adequado para partir para outra candidatura. A visão do político é que pode chegar lidraças forte e de peso. Aroldo Pinto luta há mais de duas décadas pelo PSB, sendo um verdadeiro patrimônio do partido na Bahia. O momento se traduz na fala de um popular, de pré nome Marcelo que desabafou: “Quem é maluco de deixar de confiar em Aroldo Pinto para confiar em outro?”

A reportagem porcurou Aroldo e perguntou sobre a possibilidade de o mesmo sair candidato novamente à prefeito (Aroldo Pinto foi candidato a prefeito de Itiúba em 2012 e 2016), o que ouviu o seguinte do político:

“É natural em um cenário de desgaste a comunidade procurar alguém que pode trazer mudança, aliada a seriedade na política, mesmo porque eu fui candidato a prefeito de Itiúba, de fato, em 2012 e 2016. Inclusive acabo de me candidatar a DEPUTADO FEDERAL ao lado de Lídice da Mata (PSB), ex prefeita de Salvador e ex senadora, atual deputada federal e presidente estadual da minha agremiação partidária, o que fez o povo entender que minha vez poderá ser no pleito de 2024.  Concluliu Aroldo.

 

PBM



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