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:: 8/jan/2022 . 23:42

Ignorando tragédia em Minas, Bolsonaro vai a festa de chefe da AGU e diz que mudará 12 ministros em março

Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

Mais uma vez desprezando olimpicamente a morte de cidadãos em tragédias como a de Capitólio, Jair Bolsonaro tira o sábado para celebrar aniversário de ministro

247 – Ao sair da casa do ministro-chefe da Advocacia Geral da União, Bruno Bianco, assessor que herdou da equipe de Michel Temer (Bianco foi um dos principais artífices das duas composições de governo para aprovar a Reforma da Previdência) no Lago Sul, em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro repetiu o comportamento adotado na última semana do ano passado – quando permaneceu de férias em Santa Catarina e se recusou a visitar as vítimas, os sobreviventes e os desabrigados das enxurradas no Sul da Bahia: ignorou a dor e a tragédia. Enquanto o País acompanhava, em choque, as imagens do desabamento de um paredão num cânion no lago de uma das hidrelétricas de Furnas, em Minas Gerais, tragédia que matou ao menos sete pessoas e deixou quatro desaparecidos e duas dezenas de feridos, Bolsonaro se limitou a falar de reforma ministerial em março – “vou fazer ali no final de março, 12 devem sair, mas acho que dificilmente saem antes da hora. Vou querer que saiam 1 dia antes do limite máximo. Já começamos a pensar em nomes, alguns já estão mais que certos”, disse – e tentou explicar que não há conflito entre o que ele quer e o que ele pensa sobre vacinas contra Covid (de cuja eficácia duvida) e a determinação dada pelo comandante-geral do Exército à sua tropa, para que se vacinem, usem máscaras e não compartilhem fake news antivacina: “Na verdade, (a recomendação de vacinação) não foi do Exército, foi da Defesa (o ministério). Dava dúvida na questão de exigir ou não a vacina“, disse Bolsonaro na saída da casa de Bianco. “Não há exigência nenhuma. Eu sou democrata. Já tive notícias… Duas estatais que queriam já aplicar sanções em servidores que não fossem vacinados. Aí é simples”.Segundo ele, não há altercações com o general Paulo Sérgio Nogueira, com quem teria tomado café da manhã no sábado: “Não tem mudança. Pode esclarecer. Hoje tomei café com o comandante do Exército. Se ele quiser esclarecer, tudo bem, se ele não quiser, tá resolvido, não tenho que dar satisfação para ninguém de um ato como isso daí. É uma questão de interpretação”.

Bolsonaro disse ainda que pode colocar parlamentares nos cargos daqueles que saírem do governo em março para abraçar as próprias candidaturas. Ao deixar claro que não há óbice para isso, elogiou o desempenho de Flávia Arruda, ministra-chefe da Articulação de Governo, que é deputada pelo PL-DF e vem enfrentando tiroteio interno no Palácio do Planalto. Flávia é alvo, sobretudo, do ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira. “Ela sabe fazer conta”, elogiou Bolsonaro, que deixou a celebração de aniversário de 40 anos de Bruno Bianco sem demonstrar nenhuma solidariedade aos mortos em decorrência das chuvas e do desabamento do paredão em Capitólio (MG).

Fonte: 247

“PT faz bem em ter aliança com PSB, mas federação seria um erro”, diz Breno Altman

(Foto: Reprodução | Felipe L. Gonçalves/Brasil247)

Jornalista afirmou que federações devem ser programáticas, e caracterizou o PSB como sigla dividida, cuja ala à direita atrapalharia. Assista

247 – O jornalista Breno Altman, em entrevista à TV 247, disse que o PT cometeria um erro ao formar uma federação com o PSB, que ele considera um partido dividido. “Há uma ala de direita no PSB”, lembrou Altman.

Contudo, ele não descarta a formação de uma aliança para auxiliar na disputa presidencial. “Acredito que o PT faria bem em ter uma aliança com o PSB, mas mal em constituir uma federação. São duas coisas diferentes. O PSB é um aliado na disputa presidencial, e o PT deve operar negociações nesse sentido. Agora, sou contra federação. Não é um passo seguro. É um passo perigosíssimo, que pode enfraquecer o PT e fortalecer um partido que tem um comportamento duvidoso, porque é um partido dividido. O PSB tem uma ala progressista e uma ala de direita. O Márcio França é da direita do PSB e é um aliado histórico dos tucanos em São Paulo. O Márcio França foi um apoiador do golpe contra a Dilma, defende as reformas liberais. Não faz qualquer sentido trazer para dentro de casa quem pensa assim”, disse.

Ele apontou diversos casos em que o PSB se posicionou à direita, seja no âmbito dos governos estaduais e prefeituras, como no Congresso. “Federações têm que ser construídas por unidade programática e por trajetória histórica. O Márcio França representa esse setor conservador. O Beto Albuquerque, no Rio Grande do Sul, assim como o PSB do Espírito Santo, também representam esse setor conservador. Esse setor tem no mínimo 40% do PSB, e mesmo na ala progressista você tem muitos problemas.

Bombeiros confirmam sete mortos em queda de paredão em Capitólio-MG

(Foto: Reprodução)

As vítimas são três mulheres e quatro homens; ninguém foi identificado ainda

247 – O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais informou que ao menos sete pessoas morreram na queda do paredão de um cânion em Capitólio, Minas Gerais, neste sábado (8).

Segundo a corporação, quatro embarcações, com pelo menos 34 pessoas, foram atingidas. Destas, 27 foram atendidas e liberadas: 23 delas da Santa Casa de Capitólio e outras 4 da Santa Casa de São José da Barra, a 46 km de Capitólio, informa o G1.

Outras quatro pessoas seguem internadas, duas com quadro de fratura exposta.

Passageiros de uma lancha tentaram avisar sobre o deslizamento de pedras no Lago de Furnas, em Capitólio, em Minas Gerais, segundos antes da queda do cânion.

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Diretor-geral da Anvisa rebate Bolsonaro sobre vacinação infantil e cobra retratação do governo

Antônio Barra Torres (Foto: Reprodução)

“Se o senhor dispõe de informações que levantem o menor indício de corrupção sobre este brasileiro, não prevarique”, disse o contra-almirante Barra Torres

247 – O diretor-geral da Anvisa, contra-almirante Antonio Barra Torres, divulgou nesta noite uma dura nota contra as insinuações feitas por Jair Bolsonaro, que questionou qual seria o interesse dos diretores da agência em liberar a vacinação infantil no Brasil. Leia a íntegra:

Nota – Gabinete do Diretor Presidente da Anvisa, Sr. Antonio Barra Torres

Em relação ao recente questionamento do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, quanto à vacinação de crianças de 05 a 11 anos, no qual pergunta “Qual o interesse da Anvisa por trás disso aí?”, o Diretor Presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, responde:

Senhor Presidente, como Oficial General da Marinha do Brasil, servi ao meu país por 32 anos. Pautei minha vida pessoal em austeridade e honra. Honra à minha família que, com dificuldades de todo o tipo, permitiram que eu tivesse acesso à melhor educação possível, para o único filho de uma auxiliar de enfermagem e um ferroviário.

Como médico, Senhor Presidente, procurei manter a razão à frente do sentimento. Mas sofri a cada perda, lamentei cada fracasso, e fiz questão de ser eu mesmo, o portador das piores notícias, quando a morte tomou de mim um paciente.

Como cristão, Senhor Presidente, busquei cumprir os mandamentos, mesmo tendo eu abraçado a carreira das armas. Nunca levantei falso testemunho.

Vou morrer sem conhecer riqueza Senhor Presidente. Mas vou morrer digno. Nunca me apropriei do que não fosse meu e nem pretendo fazer isso, à frente da Anvisa. Prezo muito os valores morais que meus pais praticaram e que pelo exemplo deles eu pude somar ao meu caráter.

Se o senhor dispõe de informações que levantem o menor indício de corrupção sobre este brasileiro, não perca tempo nem prevarique, Senhor Presidente. Determine imediata investigação policial sobre a minha pessoa aliás, sobre qualquer um que trabalhe hoje na Anvisa, que com orgulho eu tenho o privilégio de integrar.

Agora, se o Senhor não possui tais informações ou indícios, exerça a grandeza que o seu cargo demanda e, pelo Deus que o senhor tanto cita, se retrate.

Estamos combatendo o mesmo inimigo e ainda há muita guerra pela frente.

Rever uma fala ou um ato errado não diminuirá o senhor em nada. Muito pelo contrário.

Antonio Barra Torres 

“Moro vai desistir e será gerente de McDonald’s nos Estados Unidos”, diz Roberto Requião

(Foto: ABr | Reuters)

A situação de Moro é tão “pífia” que ele deve abandonar a corrida presidencial e buscar outro trabalho, declarou Requião, em entrevista à TV 247. Assista

247 – O ex-senador Roberto Requião, em entrevista à TV 247, ironizou as chances de Sergio Moro na disputa presidencial. Segundo ele, o ex-juiz declarado suspeito pelo STF não consegue obter votos nem mesmo no Paraná, de onde orquestrou a Lava Jato.

“Os votos no Paraná não vão para Moro. O Ciro tem muito pouco. Isso garante, de certa forma, a vitória do Lula no Paraná”, avaliou. “E o Moro não cresce”.

A situação de Moro é tão “pífia” que ele deve abandonar a corrida e buscar outro trabalho, prevê Requião. “Moro só diz bobagem. É uma coisa pífia, ele vai sair dessa disputa. Não tem cabimento o que o Moro diz. Eu acho que ele vai ser gerente de McDonald’s nos EUA, se não for daquela empresa que ele era diretor. Não tem estrutura intelectual, da economia pública, para nada além da gerência de um McDonald’s. Não passa disso”, disse.

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