WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

secom bahia

secom bahia

embasa


(74) 99106-4031

janeiro 2022
D S T Q Q S S
« dez    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  


:: 1/jan/2022 . 17:15

Leonardo Boff: Lula está na boca do povo e até bolsonaristas estão mudando voto

“A mudança é Lula presidente, aquele que poderá resgatará o país do abismo”, disse Boff pelo Twitter

247 – O teólogo e escritor Leonardo Boff destacou neste sábado (1) a ampla aceitação da população brasileira à candidatura do ex-presidente Lula, inclusive com a mudança de apoio de eleitores de Jair Bolsonaro.

“O Lula está no boca do povo, nas ruas. Até os bolsonaristas estão mudando. Muitos dizem: apoiar esse homem boçal, mentiroso, inimigo da vida e das crianças, já é demais;é uma vergonha para o BR e para nós. Mudam. A mudança é Lula presidente, aquele que poderá resgatará o país do abismo”, disse Boff pelo Twitter.

247

STF pressiona Aras a dar andamento ágil às investigações sobre delitos de Jair Bolsonaro e aliados

Ministros do STF, entre estes Cármen Lúcia, exigem maior supervisão das chamadas investigações preliminares abertas pela PGR

247 – Nas últimas semanas, ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) elevaram o tom das críticas por falta de supervisão do tribunal nos expedientes protelatórios do Procurador Geral da República, Augusto Aras, das investigações sobre delitos cometidos por Jair Bolsonaro.

Essas críticas devem resultar em maior pressão da Suprema Corte em 2022 sobre a Procuradoria Geral da República para fazer tramitar as investigações contra o ocupante do Palácio do Planalto.

Generalizam-se no Supremo as críticas às chamadas investigações preliminares que em 2021 foram o álibi de Augusto Aras para dar a entender que estava sendo diligente na apuração dos delitos de Bolsonaro e seus aliados, quando na prática se trata de uma manobra protelatória.

A informação é dos jornalistas Marcelo Rocha e Matheus Teixeira na Folha de S.Paulo. Eles destacam que de janeiro a novembro de 2021, a Procuradoria-Geral da República contabilizou 412 representações criminais que passaram a ser investigadas internamente no órgão. É mais de um caso por dia. O chefe do Executivo, por exemplo, foi alvo de 25 procedimentos desta natureza.

Em diversas oportunidades, Aras lançou mão desse procedimento para afirmar ao Supremo que não é omisso e que já está apurando supostas ilegalidades de integrantes do governo federal.

A ministra Cármen Lúcia deu início em outubro a um movimento para limitar os poderes da PGR nessas investigações. Ela  mandou Aras detalhar ao STF quais medidas seriam tomadas em relação aos pedidos de investigação contra Bolsonaro devido às falas golpistas no 7 de Setembro. Em dezembro, o ministro Alexandre de Moraes determinou o trancamento de uma apuração preliminar instaurada pela PGR para verificar possível crime do chefe do Executivo por ter feito uma falsa associação entre a Covid-19 e o risco de contrair o vírus da Aids.

Outras iniciativas têm sido tomadas no âmbito do STF para impedir que as chamadas investigações preliminares sejam um freio à investigação de fato das irregularidades cometidas por Jair Bolsonaro.

 

Ex-lavajatista, Marcelo Serrado reafirma voto em Lula e pede vitória do petista no 1º turno

Ator é um dos arrependidos por ter apoiado a operação Lava Jato e o golpe de 2016

247 – Ex-apoiador da operação Lava Jato, capitaneada pelo ex-procurador Deltan Dallagnol (Podemos) e pelo ex-juiz suspeito Sergio Moro (Podemos), o ator Marcelo Serrado utilizou o Twitter nesta sexta-feira (31) para reafirmar seu voto no ex-presidente Lula (PT) em 2022.

No início de dezembro ele já havia dito que sua primeira, segunda e terceira via seriam Lula, e agora disse que a quarta, quinta e sexta via também.

O artista ainda pediu a eleição do petista no primeiro turno. “Feliz ano meus amores! Para quem gostou da minha 1, 2, 3 via, aqui vai minha 4, 5, 6 via: Lula. 1º turno!’, escreveu.

Serrado é mais um caso de alguém que se arrependeu de ter apoiado o golpe de 2016 e a Lava Jato.

247

Salário mínimo teve aumento real de 59% com Lula e Dilma e de 0% com Bolsonaro

A nova quantia apenas reajusta a perda resultante da inflação anual acumulada desde dezembro de 2020

Brasil de Fato – O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), anunciou na última quinta-feira (30), durante live transmitida pelas redes sociais, que o novo salário mínimo em 2022 será de R$ 1.212, um aumento de R$ 112 em relação à cifra atual, de R$ 1.100.

Mas a nova quantia apenas reajusta a perda resultante da inflação anual acumulada desde dezembro de 2020, medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE), o que é obrigatório por norma constitucional.

Assim, o governo Bolsonaro mantém pelo terceiro ano consecutivo o valor do mínimo sem qualquer ganho real de poder de compra. Já durante o governo de Michel Temer (MDB), o aumento real acumulado do mínimo (somando os reajustes de janeiro de 2017, 2018 e 2019, que foi estipulado ainda durante a gestão do emedebista), foi de 0,79%.

Em contrapartida, o aumento real do salário mínimo – acima da inflação – durante os governos petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, de abril de 2003 a janeiro e 2016, foi de 59,21%. Veja tabela abaixo.

tabela

Por que o salário mínimo parou de crescer a partir de 2017?

Em 2004, o segundo ano do governo Lula, as centrais sindicais, por meio de movimento unitário, lançaram uma campanha de valorização do salário mínimo. Nessa campanha, foram realizadas três marchas conjuntas em Brasília com o objetivo de fortalecer, junto aos poderes Executivo e Legislativo, a importância social e econômica da proposta de valorização do salário mínimo.

Como resultados dessas marchas, o salário mínimo, em maio de 2005, passou de R$ 260,00 para R$ 300,00. Em abril de 2006, elevou-se para R$ 350,00. Já em abril de 2007, o salário mínimo foi corrigido para R$ 380,00. Também como resultado dessas negociações, o governo federal estabeleceu em 2007 uma política permanente de valorização do salário mínimo, até 2023 (mas que deveria ser revalidada anualmente na Lei de Diretriz orçamentária.

Essa política tinha como critérios o repasse da inflação do período entre as suas correções, mais um aumento real calculado a partir da variação do Produto Interno Bruto (PIB) do país, além da antecipação da data base de sua correção – a cada ano – até ser fixada em janeiro.

Graças a essas medidas, Lula se tornou o presidente que maior aumento real concedeu ao salário mínimo desde a sua criação, em 1º de maio de 1940.

grafico

Assim, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva estabeleceu a política de valorização real do mínimo, e Dilma Rousseff, na gestão seguinte, transformou a regra em lei com vigência para os anos de 2015 a 2018, que era o período que deveria ter durado seu governo se não tivesse sido interrompido pelo processo de impeachment em 2016.

Na sequência, o presidente Michel Temer, que governou durante a recessão, não mudou a legislação, mas acabou por não conceder aumento real, visto que o PIB brasileiro não apresentou crescimento.

O presidente Bolsonaro, por sua vez, abandonou a política de valorização real em 2019, seguindo orientação de seu ministro da Economia, Paulo Guedes, que entendeu que a valorização do índice comprometeria as contas públicas. Ele argumentou que o salário mínimo é base de referência para outras despesas, como os benefícios da Previdência Social e de assistência social a idosos e pessoas com deficiência (BPC), além do abono salarial.

Então, desde 2019, Bolsonaro ainda não aprovou uma nova política de reajuste para o mínimo, e tem seguido o mínimo exigido pela Constituição, que é o reajuste pela inflação.

247

‘Eleição de 2022 será o momento mais decisivo do Brasil na ilusória República’, diz Janio de Freitas

O jornalista demonstra preocupação com uma possível “disputa eleitoral marcada por violências variadas”

247 – Em artigo publicado na Folha de S. Paulo neste sábado (1), o jornalistas Janio de Freitas afirmou que a eleição presidencial deste ano, 2022, deve ser o momento “mais decisivo” da história do Brasil enquanto uma República, ainda que “ilusória”, segundo ele.

Tudo indica que as eleições serão protagonizadas pelo ex-presidente Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL). O petista é o favorito e tem chances de vencer no primeiro turno.

“O dramático é que 2022 e sua eleição propõem-se como o momento mais decisivo do Brasil na ilusória República. Não como regime político, não como sistema econômico. Como país mesmo”, diz Janio de Freitas.

Para o jornalista, o período eleitoral deve ser marcado por violência. “É cada vez mais encontrada a preocupação, ou o temor, de que tenhamos uma disputa eleitoral marcada por violências variadas, não excluídas as mais extremas”.

“Salve-se de 2022. E os votos de ajude a salvá-lo: é seu direito e seu dever não se permitir ser joguete das forças manipuladoras”, conclui o texto.

 

Em meio à Covid e surto de gripe, Bolsonaro, sem máscara, visita idosa de 95 anos em SC

Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução)

Além da visita a idosa, o único compromisso de Bolsonaro no primeiro dia do ano foi beber caldo de cana e comer pastel

247– Em um vídeo publicado nas redes sociais neste sábado (1), Jair Bolsonaro aparece ao lado de uma idosa, de 95, em Santa Catarina, onde passa férias. Em meio à pandemia de Covid e um surto de gripe no país, Bolsonaro, que está sem máscara, abraça a idosa.

No vídeo, inclusive, é possível ouvir alguém dizer “ele está gripado”. No entanto, não é possível saber se faz referência ao presidente.

Dezenas de pessoas se aglomeram em frente à casa da idosa para ver Bolsonaro, que aparece na varanda e acena.

Além da visita a idosa, o único compromisso de Bolsonaro no primeiro dia do ano é beber caldo de cana e comer pastel quando, mais uma vez, pessoas se aglomeram, muitos sem máscara, para tirar foto.

Fonte: 247



WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia