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:: 6/set/2021 . 9:43

Lula já tem alianças com PSD, MDB, PSB e PDT no Nordeste

Líder com folga em todas as pesquisas, o ex-presidente Lula avançou na montagem de palanques regionais

247 – A recente viagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi bem-sucedida para a formação de alianças regionais visando as eleições de 2022. Um balanço feito pela jornalista Andréa Jubé, do Valor, aponta que Lula costurou alianças com PDT, MDB e PSD na região. “Ele fez uma rede de arrasto”, disse o vice-presidente nacional do PT, deputado José Guimarães (CE).

“No Ceará, o PT vai reeditar a aliança de 16 anos com o PDT no Ceará. O palanque articulado entre as duas siglas destina a cabeça de chapa ao PDT. O ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio deve ser o candidato ao governo cearense, mas não se descartou ainda o nome da atual vice-governadora Izolda Cela (PDT)”, informa a repórter. “Em paralelo, o PT tem palanques avançados com o MDB no Piauí, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas. No Piauí, a cabeça de chapa e a vaga ao Senado ficam com o PT. O candidato à sucessão do governador Wellington dias (PT) é o secretário estadual de Fazenda, Rafael Fonteles (PT). Por sua vez, Dias tentará voltar ao Senado. O candidato a vice-governador será um nome escolhido pelo grupo do senador Marcelo Castro, presidente do MDB local”, prossegue.

“No Maranhão, Lula terá o apoio do grupo político do ex-presidente José Sarney, com quem se reuniu em um jantar no dia 19 de agosto em São Luís. A ex-governadora Roseana Sarney vai disputar uma vaga de deputada federal. Lula tenta construir um palanque único no Estado tendo o senador Weverton Rocha (PDT) na cabeça de chapa e o governador Flávio Dino (PSB) concorrendo ao Senado”, aponta ainda o Valor.

“Em Pernambuco, também será reeditada a aliança histórica entre PT e PSB – o objetivo principal é contar com a sigla do governador Paulo Câmara na coligação nacional encabeçada por Lula. Na Bahia, o senador Jaques Wagner (PT) encabeça a chapa estadual e Otto Alencar (PSD) tentará a reeleição ao Senado.”

Fonte: 247

Mais de 150 líderes progressistas do mundo alertam para tentativa de golpe no Brasil em 7 de Setembro

(Foto: Agência Brasil)

Em carta, mais de 150 lideranças progressistas pelo mundo, entre estas ex-presidentes e parlamentares, dizem que as manifestações de 7 de setembro convocadas por Jair Bolsonaro podem desencadear uma insurreição antidemocrática no Brasil

247 – Ex-presidentes, ex-primeiros-ministros e parlamentares de 26 países afirmam em carta que as manifestações convocadas por Jair Bolsonaro para o dia 7 de Setembro são “uma insurreição” que “colocará em risco a democracia no Brasil”.

O documento deve ser divulgado nesta segunda (6), informa a jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo. Entre os mais de 150 signatários estão o ex-presidente do Paraguai Fernando Lugo, o ex-presidente da Colômbia Ernesto Samper, o ex-presidente do Equador Rafael Correa, o ex-chefe de governo da Espanha José Luis Rodríguez Zapatero e o vice-presidente do Parlamento do Mercosul, Oscar Laborde.

Os professores Noam Chomsky e Cornel West, dos Estados Unidos, e o Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel também assinam, além de parlamentares de países como Grécia, Reino Unido, EUA, França, Nova Zelândia, Austrália, Equador, Chile e Uruguai.

A carta cita as ameaças golpistas propagadas por Bolsonaro nas últimas semanas, como a declaração de que as eleições de 2022 podem não ocorrer se não houver a adoção do voto impresso.

O documento foi coordenado pela Progressive International, rede global progressista que busca conter o avanço da direita no mundo.

Leia, abaixo, a íntegra da carta:

Nós, representantes eleitos e líderes de todo o mundo, estamos soando o alarme: em 7 de setembro de 2021, uma insurreição colocará em risco a democracia no Brasil. No momento, o presidente Jair Bolsonaro e seus aliados – incluindo grupos de supremacia branca, polícia militar e funcionários públicos em todos os níveis do governo – estão preparando uma marcha nacional contra a Suprema Corte e o Congresso em 7 de setembro, alimentando temores de um golpe na terceira maior democracia do mundo. O presidente Bolsonaro intensificou seus ataques às instituições democráticas do Brasil nas últimas semanas. Em 10 de agosto, ele dirigiu um desfile militar sem precedentes pela capital, Brasília, enquanto seus aliados no Congresso promoviam reformas radicais no sistema eleitoral do país, amplamente considerado um dos mais confiáveis ​​do mundo. Bolsonaro e seu governo ameaçaram – várias vezes – cancelar as eleições presidenciais de 2022 se o Congresso falhar.

Agora, Bolsonaro convoca seus seguidores a viajarem a Brasília no dia 7 de setembro, em um ato de intimidação às instituições democráticas do país. De acordo com uma mensagem transmitida pelo presidente em 21 de agosto, a marcha é a preparação para um “contragolpe necessário” contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal. A mensagem afirmava que a “constituição comunista” do Brasil tirou o poder de Bolsonaro e acusou “o Judiciário, a esquerda e todo um aparato de interesses ocultos” de conspirar contra ele. Membros do Congresso no Brasil alertaram que a mobilização de 7 de setembro teve como modelo a insurreição na capital dos Estados Unidos em 6 de janeiro de 2021, quando o então presidente Donald Trump encorajou seus partidários a “parar o roubo” com falsas alegações de fraude eleitoral em eleições presidenciais de 2020. Estamos seriamente preocupados com a ameaça iminente às instituições democráticas do Brasil – e estamos vigilantes para defendê-las antes de 7 de setembro e depois. O povo brasileiro tem lutado por décadas para proteger a democracia do regime militar. Bolsonaro não deve ter permissão para roubá-lo agora. ”

Bolsonaro vai ao Twitter e estimula protestos antidemocráticos

(Foto: Reprodução | Reuters | PR)

Jair Bolsonaro usou o Twitter para afirmar que a “Independência está associada à Liberdade” e que “a população brasileira tem o direito, caso queira, de ir às ruas e participar dessa nossa data magna”

247 –Jair Bolsonaro usou as redes sociais para conclamar seus seguidores, incluindo funcionários públicos federais, a participarem dos atos antidemocráticos e em defesa de seu governo marcados para esta terça-feira (7).

Na sequência de postagens no Twitter, Bolsonaro afirma que a “Independência está associada à Liberdade. Assim sendo, também no escopo dos incisos XV e XVI, do art. 5° da nossa CF, a população brasileira tem o direito, caso queira, de ir às ruas e participar dessa nossa data magna”.

Em seguida, ele chamou os funcionários públicos a participarem das manifestações que tem como um dos alvos preferenciais os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).  “O mesmo se aplica a todos os integrantes do Poder Executivo Federal que não estejam de serviço. Que a liberdade individual seja a máxima nesse marcante evento de nossa soberania”, escreveu.

Nesta segunda-feira (6), ex-presidentes, ex-primeiros-ministros e parlamentares de 26 países devem divulgar uma carta afirmando que as manifestações convocadas pelo ex-capitão são “uma insurreição” que “colocará em risco a democracia no Brasil”.

Confira as postagens de Jair Bolsonaro sobre o assunto.

 

Caos bolsonarista derruba a economia, aponta André Lara Resende

(Foto: Divulgação)

Economista que foi um dos formuladores do Plano Real atribui a crise econômica ao caos institucional produzido por Jair Bolsonaro

247 – A instabilidade causada pela ofensiva do presidente Jair Bolsonaro contra as instituições democráticas é o principal fator responsável pela deterioração da situação econômica do país, afirma o economista André Lara Resende, em entrevista ao jornalista Ricardo Balthazar, publicada na Folha de S. Paulo.“[A crise] é resultado da crise política, da sensação de que o governo tem um projeto explicitamente antidemocrático e está disposto a sacrificar a economia e as instituições para colocá-lo em prática”, diz ele.

“A verdadeira âncora da inflação é a legitimidade e a credibilidade institucional do governo”, prossegue. “O que leva à perda de controle sobre as expectativas é a desorganização institucional e a perda de legitimidade do Estado. É o Estado patrimonialista, dirigido por políticos demagógicos e incompetentes, que solapa a confiança na moeda nacional.”

Lara Resende também diz que eventual elevação dos juros não terá efeito algum sobre os preços. “Nesse cenário, a elevação das taxas de juros não segura os preços, mas inibe investimentos, aumenta o custo da dívida pública e leva a mais cortes no orçamento para equilibrar as contas públicas. O mundo inteiro parou de fazer isso. Não entendo por que contestar a ortodoxia na condução da política econômica ainda é visto como algo tão perigoso no Brasil.”

Após ser chamado de gay por Maia, Bolsonaro beija Michelle durante evento

Foto: Reprodução/Canal Terça Livre

Após ser chamado de gay por Rodrigo Maia (sem partido), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse, na tarde deste sábado (4), que o deputado só começou a se “interessar pela pauta LGBT” após ter ido trabalhar com o governador de São Paulo, João Doria. Na sequência, Bolsonaro foi até a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e a beijou.

“Ninguém mais do que eu é agredido diuturnamente, até mesmo pela mídia tradicional. Essa semana mesmo, foi um festival de acusações. O Rodrigo Maia me acusou de ser gay. Se bem que, eu não considero nenhum crime ser gay. Agora vocês repararam que depois que ele foi trabalhar com o Doria ele começou a se interessar pela pauta LGBT? Esse gordinho nunca me enganou”, disse Bolsonaro durante discurso na Cpac.

Fonte: Bahia Notícias

Tratativas para fusão entre DEM e PSL avançam e presidência ficará com PSL, diz coluna

As tratativas para uma eventual fusão entre o DEM e o PSL avançaram, segundo a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo. Ainda de acordo com a publicação, a presidência ficará com o PSL. Atualmente o DEM tem 28 deputados federais e cinco senadores, e o PSL tem 53 deputados e um senador.

Na última quinta-feira (2), uma sinalização de avanço no diálogo já havia sido feita. De acordo com o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, com a Bahia “devidamente equacionada”, é menos uma pedra no caminho de uma possível fusão (leia mais aqui).

Conforme publicado pelo Bahia Notícias, após as mudanças na executiva estadual do PSL na Bahia, o deputado federal Elmar Nascimento, ainda filiado ao DEM, assumiu indiretamente o comando do partido (leia mais aqui). O presidente do DEM, ACM Neto, avaliou que as alterações solidificam a parceria entre as legendas (relembre aqui).

Fonte: Bahia Notícias



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