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:: 20/ago/2021 . 15:53

“Nunca imaginei que voltaríamos a uma situação de anomalia democrática”, diz Lula

Lula (Foto: Ricardo Stuckert)

Ao lado de Gleisi e Flávio Dino, o ex-presidente discursou nesta sexta-feira em encontro do PT com movimentos sociais do Maranhão. Lula ainda falou sobre o impeachment de Bolsonaro, dizendo que não acredita que a Câmara votará a retirada do chefe do governo do Planalto

Como parte de sua viagem ao Nordeste, o ex-presidente Lula esteve nesta sexta-feira (20) com a presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), e outras lideranças políticas em um encontro promovido pelo partido.

Gleisi e Dino discursaram no evento e lembraram da perseguição jurídica promovida pela Lava Jato contra o ex-presidente ao longo dos últimos anos.

Lula, em sua fala, disse ser “muito importante” refletir “sobre o que está acontecendo no nosso país e o que aconteceu em um passado bem recente”. “Nunca imaginei que depois dos avanços que tivemos na Constituição de 88, a gente voltaria a uma situação de anomalia democrática. Todos nós temos que refletir se em algum momento nós tivemos responsabilidade pelo que está acontecendo”.

A declaração do petista vem em um momento em que Jair Bolsonaro, chamado por Lula de “genocida que não tem respeito nem por 600 mil pessoas que morreram”, coloca em dúvida o processo eleitoral brasileiro e faz sucessivos ataques à democracia.

O ex-presidente afirmou que a oposição ainda não conseguiu mostrar à população que uma situação como esta, de ameaça de volta a uma ditadura, não é normal.

Impeachment

O ex-presidente afirmou que tem dúvidas se a Câmara dos Deputados votará o impeachment de Bolsonaro e disse: “vocês vão ter que tirar o Bolsonaro do poder”.

A outra opção, segundo Lula, é uma interdição do chefe do governo via Supremo Tribunal Federal (STF): “ele é um desequilibrado”.

Pandemia

O petista contou ainda que o ex-ministro da Saúde e deputado Alexandre Padilha (PT-SP) lhe deu uma bronca após ver imagens de sua chegada ao aeroporto de São Luís do Maranhão e pediu que o ex-presidente não viaje mais pelo país sem um médico ao seu lado. Lula, então, pediu que a população não se esqueça dos cuidados com a pandemia. “Depende de nós. Evitar aglomerações, evitar tirar a máscara, lavar a mão”

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Flávio Dino responde às ameaças de golpe de Eduardo Bolsonaro: “nem com soldado, cabo ou capitão”

Governador do Maranhão criticou a declaração feita pelo deputado federal de que uma hora Jair Bolsonaro descumprirá ordens do STF. Na última campanha, Eduardo disse que bastaria mandar “um soldado e um cabo” para fechar o Supremo

“Não chegará tal hora”, afirmou Dino no Twitter. “Nem com soldado, nem com cabo, nem com capitão. O Brasil é muito maior do que milícias e miniditadores”, acrescentou.

Ao jornalista bolsonarista Luís Ernesto Lacombe, na RedeTV!, o filho de Bolsonaro criticou as investigações tocadas pelo Supremo Tribunal Federal no âmbito dos atos pró-golpe, das fake news e das milícias digitais. “Vai chegar uma hora em que essas ordens da mais alta Corte do judiciário nacional não vão ser cumpridas”, afirmou Eduardo na entrevista.

Na campanha eleitoral de 2018, o deputado disse que bastaria mandar “um soldado e um cabo” para fechar o Supremo.

Por determinação de Moraes, Jair Bolsonaro foi incluído no começo do mês  no inquérito fake news por causa dos ataques sem provas à confiabilidade das urnas eletrônicas.

No último dia 13, também por ordem de Moraes, a Polícia Federal prendeu o ex-deputado e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, acusado de envolvimento em um esquema de milícias digitais.

Na última segunda-feira (16), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu redes sociais de repassar dinheiro a 14 canais  que alimentaram informações falsas sobre urnas eletrônicas.

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Bolsonaro ataca direito de greve e cria sistema de monitoramento de paralisações

Com a implementação do sistema, o desconto na remuneração de servidores grevistas será imediato

O governo Jair Bolsonaro (sem partido) implementou, segundo a Folha de S. Paulo, um sistema para monitorar greves no setor público federal. A indicação é de corte de ponto automático de servidor grevista.

Professores e sindicalistas enxergam a medida como um ataque ao direito de greve e preveem que o sistema pode inibir a organização do funcionalismo.

Com o monitoramento, órgãos federais devem informar ao governo federal a ocorrência de greves e o desconto de remuneração será imediato. “Constatada a ausência do servidor ao trabalho por motivo de paralisação decorrente do exercício do direito de greve, os órgãos e entidades integrantes do Sipec [Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal] deverão processar o desconto da remuneração correspondente”.

A regra foi criada em maio por meio de uma instrução normativa do Ministério da Economia.

 

Fonte: 247



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