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:: 12/ago/2021 . 21:17

Nova era? Parte do salário de Messi no PSG será pago em criptomoedas

A entrada de Lionel Messi no Paris Saint-Germain Football Club (PSG) culminou na movimentação de diversos setores, incluindo o mercado financeiro. Segundo o clube francês, o jogador receberá parte do salário em criptomoedas oficiais do PSG, de acordo com anúncio divulgado nesta quinta-feira (12) pelo clube europeu.

Os salários milionários em dólar, euro e libras podem estar com os anos contados no principal mercado do esporte. Com o salário estimado em US$ 41 milhões (R$213 milhões na cotação atual) por ano, o contrato entre o atacante argentino e o PSG inclui uma parte do pagamento em criptomoedas, mais especificamente, o fan token $PSG.

“A inclusão dos tokens PSG no pacote de boas-vindas do jogador imediatamente o une a vários fãs do Paris Saint-Germain ao redor do mundo”, afirmou o clube em comunicado.

Messi, eleito seis vezes o melhor jogador do mundo pela revista France Football, na premiação “The Best’ da Fifa”, e considerado um dos maiores jogadores da atualidade, precisou abdicar 40% do seu salário para aceitar a proposta do clube francês.

Fonte: Bahia Notícias

Farmacêutica chinesa CanSino desmente Barros e diz que segue interessada em vender vacina ao Brasil

(Foto: Pedro França/Agência Senado | Reprodução)

Vice-presidente da CanSino diz estar à procura de representantes ‘confiáveis’. Em junho, a CanSino rescindiu o contrato com a empresa brasileira Belcher Farmacêutica, ligada a Barros

O vice-presidente da farmacêutica chinesa CanSino Biologics, Pierre Morgon, desmentiu o depoimento do deputado Ricardo Barros à CPI da Covid nesta quinta-feira (12) e disse que continua interessada em vender seu imunizante contra a Covid para o Ministério da Saúde.

Ao jornal Valor, Morgon afirmou que a CanSino decidiu substituir sua representante no Brasil por questões de compliance. O vice-presidente afirmou ainda que os chineses seguem em busca de um representante “confiável”.

Em depoimento à CPI da Covid, Ricardo Barros afirmou que os chineses não estavam mais interessados em negociar com o Brasil.

Em junho, a CanSino rescindiu o contrato com a empresa brasileira Belcher Farmacêutica. A empresa, que tem sede em Maringá, foi alvo da operação “Falso Negativo” e é suspeita de fazer parte de um esquema que superfaturou testes de coronavírus adquiridos pelo Governo do Distrito Federal. Um dos sócios da Belcher é filho de Francisco Feio Ribeiro Filho, que foi presidente da empresa de urbanização de Maringá, a Urbamar, durante a gestão de Ricardo Barros como prefeito da cidade, entre 1989 e 1992.

Em depoimento à CPI, Barros admitiu que é amigo dos donos da empresa e que seu advogado pessoal representou a Belcher em reuniões com a Anvisa para tratar da vacina, mas negou que tenha atuado para favorecer a empresa.

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STF abre novo inquérito contra Bolsonaro por divulgar dados sigilosos de inquérito do TSE

(Foto: STF | Isac Nóbrega/PR)

Ministro Alexandre de Moraes acolheu notícia-crime do TSE e vai investigar Bolsonaro por divulgar informações confidenciais do inquérito da PF que investiga uma invasão nos sistemas do tribunal em 2018

O ministro Alexandre de Moraes, do Superior Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (12) a abertura de um novo inquérito contra Jair Bolsonaro.

O ministro do STF atendeu à notícia-crime apresentada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Bolsonaro, após ele divulgar nas redes sociais informações de inquérito sigiloso do TSE, que apura invasão nos sistemas da Corte.

A divulgação por Bolsonaro foi feita com o objetivo de lançar dúvidas na população sobre o sistema eleitoral brasileiro em sua campanha pela volta do voto impresso.

Segundo a jornalista Daniela Lima, da CNN Brasil, além de Bolsonaro, o deputado Filipe Barros (PSL-PR), relator da proposta do voto impresso, que foi derrotada na Câmara, e o delegado da Polícia Federal que conduziu o inquérito também serão investigados.

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Moraes pede ao TSE investigação do ministro da Justiça por campanha eleitoral antecipada

 

Anderson Torres (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Anderson Torres será investigado por campanha antecipada, após ter participado de transmissão ao vivo, no dia 29 de julho, ao lado de Jair Bolsonaro, na qual o chefe do Executivo denunciou supostas fraudes eleitorais através das urnas eletrônicas

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a investigação do ministro da Justiça, Anderson Torres, por campanha antecipada, após ter participado de transmissão ao vivo, no dia 29 de julho, ao lado de Jair Bolsonaro.

Torres teria realizado a infração ao apoiar as falas de Bolsonaro contra o sistema eleitoral, realizando ele mesmo ataques à Justiça Eleitoral.

O ofício de Moraes contra o ministro integra o inquérito das fake news, no qual Bolsonaro também foi incluído após suas denúncias de supostas fraudes eleitorais através das urnas eletrônicas. Moraes aceitou a notícia-crime feita pelo TSE contra o chefe do Executivo.

Os peritos se negaram a fazer juízo de valor sem análise oficial da corporação. Mesmo assim, Torres foi à live e apresentou os dados técnicos para, como ele disse, “corroborar” as ideias de Bolsonaro.

“Ao final do encontro, a posição dos peritos foi de que, para se ter um parecer conclusivo adequado, o material apresentado na reunião deveria ser remetido oficialmente à PF para análise mais aprofundada”, diz a PF em em nota.

Na semana passada, a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) publicou uma nota desmentindo os ataques de Bolsonaro sobre possíveis fraudes nas urnas eletrônicas.

 

CPI da Covid decide convocar Braga Netto

Walter Braga Netto (Foto: José Dias/PR)

A convocação do ministro da Defesa e general da reserva foi um pedido do relator da CPI, Renan Calheiros, e decidida em reunião com a cúpula da comissão

 A cúpula da CPI da Covid decidiu, em acordo feito a portas fechadas com parte dos integrantes da comissão, convocar o ministro da Defesa, general da reserva Braga Netto, para prestar depoimento, de acordo com Caio Junqueira, da CNN Brasil.

A convocação é um pedido do relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), e se deve ao fato de Braga Netto ter comandado ao longo da pandemia a Casa Civil do governo Jair Bolsonaro, pasta responsável por coordenar os trabalhos de combate ao coronavírus.

A reunião em que foi decidida a convocação do general ocorreu após o depoimento do líder do governo na Câmara dos Deputados, o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), no gabinete do presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM). Participaram da conversa os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Humberto Costa (PT-PE), Simone Tebet (MDB-MS), Rogério Carvalho (PT-SE) e Eliziane Gama (Cidadania-MA), além de Omar Aziz e Renan Calheiros.

Alessandro Vieira deve apresentar um novo requerimento de convocação do ministro, que deve ser votado na terça-feira (17).

Acelerar os trabalhos

O grupo também deliberou sobre os rumos da CPI e concluiu que os trabalhos da comissão devem se encerrar até a primeira quinzena de setembro. A avaliação é de que a comissão não deve conseguir revelar mais fatos novos.

Os senadores também acreditam que já existem elementos suficientes para a elaboração de um relatório final. O primeiro capítulo do relatório de Renan Calheiros, inclusive, já está pronto. Ele tem cerca de 400 páginas e trata dos possíveis crimes sanitários cometidos pelo governo na pandemia.

O segundo capítulo, que ainda vai ser redigido, tratará dos crimes de corrupção e divulgação de fake news.

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Advogado que denunciou Moro é assassinado a tiros em Curitiba; vídeo contém cenas fortes

Assassinato do advogado Igor Martinho Kaluff, que denunciou Sergio Moro (Reprodução)

Igor Martinho Kaluff ficou nacionalmente reconhecido depois que pediu a quebra dos sigilos fiscal, bancários e financeiro do ex-ministro da justiça. O assassinato, segundo a Polícia, foi um acerto de contas

O advogado Igor Martinho Kaluff, de 40 anos, foi assassinato a tiros nesta quinta-feira (12) em uma loja de conveniências em Curitiba, no Paraná.

Leia também: Um dos suspeitos de matar advogado que denunciou Moro é preso em Curitiba

Kaluff ficou nacionalmente reconhecido depois que pediu a quebra dos sigilos fiscal, bancários e financeiro do ex-ministro da justiça de Jair Bolsonaro, Sérgio Moro.

O assassinato, segundo a Polícia, foi um acerto de contas. O delegado da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Tiago Nóbrega, esteve no local do crime e verificou as imagens com o proprietário do posto de combustível. Segundo Nóbrega pelo menos três pessoas tiveram participação na morte das vítimas.

De acordo com investigações, Kaluff devia cerca de R$ 70 mil para agiotas, e no posto de combustíveis haveria uma reunião para falarem sobre a dívida.

A princípio, a polícia acredita que o advogado tenha sido vítima de uma emboscada.

Além de advogado, Kaluff  também era proprietário de um restaurante de comida árabe, que fica a cerca de 3 quilômetros do local do assassinato.

O vídeo abaixo contém cenas fortes

Fonte: Forum



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