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:: 1/ago/2021 . 23:05

Senador Angelo Coronel defende que PSD lance candidato ao governo estadual

Foto: Bahia Notícias

Quadro importante do PSD na Bahia, o senador Angelo Coronel defende que o partido tenha candidatura própria ao governo do estado nas eleições de 2022. Por aqui, a legenda compõe a base de apoio do governador Rui Costa, do PT, que deve lançar o senador Jaques Wagner como pré-candidato ao pleito. Para Coronel, no entanto, a escolha de um nome do PSD seria uma “inversão” no grupo político.

“Eu sempre digo que time que não joga não tem torcida. Eu defendo candidatura própria dentro do nosso partido, PSD. E essa candidatura que eu defendo é a de Otto Alencar. Eu vejo Otto com uma mudança no protagonismo, já que o PSD vem sempre apoiando os governos do PT (Wagner e Rui Costa), eu defendo agora uma inversão, que a gente tenha Otto Alencar para o governo e ainda Rui Costa possa vir também compor a chapa para o senado”, afirmou Coronel em entrevista ao Bahia Notícias.

Nos últimos dias, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, fez afagos ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), ao citar o democrata como nome pacificador do país na eleição para presidente. Questionado sobre como essa movimentação, caso efetivada, pode influenciar as alianças do PSD na Bahia, Angelo Coronel foi objetivo: “partido é partido”.

“Evidentemente que se um partido tem um candidato a presidente, espero que o partido tenha palanque em todo o estado do Brasil, é natural”, disse o senador.

Senador, com o que vem sendo divulgado durante a CPI da Pandemia, há uma pressão para a retomada da CPMI das Fake News, na qual o senhor é presidente e teve o trabalho interrompido em 2020 devido à pandemia. Como o senhor analisa o trabalho desenvolvido pela CPI da Covid até aqui e qual paralelo faz entre as comissões?

A CPI da Covid tem entrado em outras áreas, fora até do escopo do seu foco principal da época que foi aprovada, assinada por boa parte dos parlamentares e aprovada pelo presidência do Senado. Eu acho que ao final será benéfico, quem mexe com vidas tem que ter um carinho especial. E eu vejo até então que houve negligência por parte de membros do governo, principalmente na questão da compra de vacinas. E também estamos vendo aí, suspeitas de supostas corrupção dentro do seio do ministério da saúde. A CPI, ao final, deverá gerar um relatório, espero ser com provas materiais para que o Ministério Público acate e abra processo para aqueles que merecerem ser processados. Agora, se não tiver prova material fica sem sentido porque o MP não vai abrir inquérito contra ninguém se não tiver a prova material.

 

Atualmente qual a situação da CPMI das Fake News? Há um diálogo com o presidente Rodrigo Pacheco para definir os próximos passos e uma possível reativação?

Estamos mais ou menos acordados que, na volta dos trabalhos, no segundo semestre, vamos avaliar para ver a possibilidade de reabrir todas as comissões que estão paralisadas, inclusive a de combate às fake news. No momento não existe comissão trabalhando presencial, com exceção da CPI da Covid, já que é uma CPI que realmente carecia da presença física para que se chegasse a conter essa sangria que estava acontecendo no país com a falta da compra de insumos e vacinas e vendo vidas sendo ceifadas a cada dia. A CPI de combate a fake news não é uma CPI com urgência urgentíssima igual a da Covid. Não estamos mexendo com a vida, estamos tentando descobrir e paralisar e tentar punir gangues digitais que andam espalhadas pelo Brasil, difamando pessoas, injuriando pessoas, atacando a honra no anonimato, uma verdadeira covardia. O foco da CPI é fazer um regramento do país, fazer legislação mais dura e meios adequados para chegar aos autores dessas fake news e punir severamente. Principalmente também é focar em certos meios de comunicação que também não checa a notícia, não checa se a informação é correta e vai disseminando algo sem a devida comprovação. Por isso que existe as agências de checagem no país, foram criadas para isso. Mas infelizmente temos no Brasil ainda jornalistas que são disseminadores de desinformação, precisamos conter essa sangria.

Durante sua atuação à frente da CPMI, o que foi possível concluir das investigações que tratam de notícias falsas na internet?

Muitas notícias foram confirmadas em canais do YouTube, páginas do Facebook, de pessoas pregando contra o não uso da vacina, principalmente do sarampo. Na época nós não tínhamos essa crise da pandemia. Então a CPMI não adentrou nessa área das vacinas da Covid-19, foi mais em outras doenças que foram erradicadas no passado e que algumas voltando aos poucos por talvez por desinformação que pessoas pregam nas redes sociais. Fizemos também projeto de lei, o 2630, que visa o rastreamento para se chegar aos autores das notícias falsas, principalmente no WhatsApp. Para que a gente possa descobrir e também dar o direito para a pessoa atingida, atacada ao contraditório. Esse talvez seja o grande fruto da CPMI de combate às Fake News. Um projeto duro, que a gente espera transformar em lei e punir e evitar a propagação dessas mentiras que estão na rede de computadores todos os dias.

Seu colega de Senado e de partido, Otto Alencar, tem se destacado durante as sessões da CPI da Covid e se mostrado atuante. Como esse protagonismo pode favorecer o partido e a Bahia?

Otto é uma pessoa focada, tem experiência política e na área médica. Ele tem tido destaque robusto, na vida pessoal dele, no mandato e no nosso partido, a nível estadual e nacional. Ele com isso reforça a tese que é uma pessoa que conhece bem e quando entra no assunto ele vai a fundo porque estuda. Não resta dúvida que na Bahia o senador Otto Alencar é o grande nome do nosso partido e um dos grandes nomes do partido a nível nacional.

Na Bahia, o PSD compõe a base do governador Rui Costa. Tem se falado que o PT deve lançar a candidatura de Jaques Wagner ao governo em 2022. Como está o diálogo dentro do partido para o ano que vem? O PSD cogita candidatura própria ao governo da Bahia?

Eu sempre digo que time que não joga não tem torcida. Eu defendo candidatura própria dentro do nosso partido, PSD. E essa candidatura que eu defendo é a de Otto Alencar. No próximo ano estará sem mandato, apto a disputar qualquer cargo eletivo em 2022 e eu defendo que seja o nome dele o escolhido pelo grupo, que é composto por vários partidos, como o PT, PP, PSB, PCdoB e tantos outros. Não desmerecendo o nome de outros amigos, outros colegas, mas eu torço pela candidatura do meu partido. Eu vejo Otto com uma mudança no protagonismo, já que o PSD vem sempre apoiando os governos do PT (Wagner e Rui Costa), eu defendo agora uma inversão, que a gente tenha Otto Alencar para o governo e ainda Rui Costa possa vir também compor a chapa para o Senado. Com isso, o vice-governador João Leão representante do PP, assumiria o governo da Bahia e continuaria tendo a indicação para compor a chapa majoritária. Essa é a minha defesa. E além do mais, é tão bom viajar com Wagner e voltar toda semana, e se Wagner vier a ser governador, vai me fazer uma falta muito grande (risadas). Já vi até a manchete, ‘Coronel não abre mão da companhia de Wagner semanalmente ao Senado’.

O ministro João Roma também passou a ser ventilado com mais frequência nos últimos meses como uma “terceira via” na Bahia. O que você acha do nome de Roma como candidato de Bolsonaro aqui?

Todo cidadão eleitor da Bahia e que é filiado a um partido tem condições de pleitear e sonhar em ser governador. Eu acredito que o deputado João Roma, mesmo não sendo baiano, mas já se tornou um baiano, ele está aspirando disputar o governo com apoio do presidente Bolsonaro é válido a candidatura dele e eu só posso desejar-lhe boa sorte, pena que não posso votar nele porque já tenho Otto Alencar para dar meu voto a governador.

Nos últimos dias o presidente do PSD, Gilberto Kassab, sinalizou uma aposta na candidatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que atualmente está no DEM, para uma “pacificação do país”. Para o senhor, Pacheco é uma alternativa sólida, capaz de fazer frente a Bolsonaro e Lula, ou até mesmo Ciro Gomes?

Eu não tenho nada contra. Eu acho que todos os partidos deveriam ter candidaturas próprias. E no segundo turno, aqueles dois que ficarem, os demais sentam para conversar. Agora, aqui na Bahia temos uma aliança com o PT, PP e outros partidos. Vamos ver como vai desenrolar esses meses que temos pela frente até chegar na decisão de escolha do nome para ver como seremos tratados.

Uma movimentação como essa não obrigaria o partido a construir um palanque para ele na Bahia?

Evidentemente que se um partido tem um candidato a presidente, espero que o partido tenha palanque em todo o estado do Brasil. É natural, partido é partido, se a nossa convenção nacional resolver todos que tenhamos um candidato a presidente, eu não tenho motivo para ir de encontro a candidatura do meu partido. Respeito quem tem opinião divergente, mas não vejo motivo para não marchar com candidatura própria.

Em 2020, o PSD foi o partido que mais conquistou prefeituras na Bahia. A que o senhor atribui esse sucesso alcançado pelo partido?

O partido 55, PSD, é uma família. Temos vários deputados federais, estaduais e lideranças que sempre pensam numa meta de se tornar um partido aberto, do diálogo, de quando alguém tem um problema os outros ‘players’ do partido estão lá com a mão estendida. Cresceu em virtude disso, dessa parte de tratar bem as pessoas e conviver com as dores das pessoas e também as alegrias. Por isso eu considero o PSD uma família, que na Bahia muito bem conduzida pelo senador Otto Alencar, que se tornou para muitos um ‘paizão’. Nós temos como meta tratar bem as pessoas para que a gente possa crescer cada dia mais a nossa família 55 na Bahia.

Sobre as últimas votações no senado antes do recesso, o que foi pautado? Um PL seu foi aprovado, fala um pouco mais sobre isso.

Eu acredito que as mulheres precisam entrar efetivamente na vida pública. Quando eu assumi o senado, eu fiz um projeto dessa natureza que foi mal interpretado por várias mulheres. Eu fiz questão de fazer outro projeto que praticamente é quase igual ao anterior, fui mais explícito, colocando já um percentual de cadeiras efetivas para as mulheres. A mulher é importante estar participando no dia a dia das questões, municipais, estaduais e do Brasil. É um estímulo, vamos começar com 18% das vagas nas Câmaras de vereadores, assembleias do Brasil, Câmara Federal, já estão garantidos os 18% para as mulheres brasileiras. As mulheres já tem conquistado muito espaço e acho que essa cota é uma maneira de incentivar, sempre digo que mulheres têm méritos. Mas nada como dar um incentivo para que elas entrem na política com mais vontade.

Após medalha de Hebert, Rui reitera construção de Arena de Lutas prometida em 2016

Arena foi prometida após ouro de Robson (na foto) | Foto: Carla Ornelas/GOVBA

Após o Brasil garantir mais uma medalha olímpica no boxe, na manhã deste domingo (1º), com o baiano Hebert Conceição, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), usou as redes sociais para parabenizar o atleta e anunciou que a Arena de Lutas da Bahia, prometida em 2016, terá o projeto apresentado em breve.

“Hebert Conceição é da Bahia e do Bahêa! Desta vez, a nação tricolor, os rubro-negros e o Brasil inteiro estão juntos na torcida por esse soteropolitano talentoso, que já garantiu pelo menos a medalha de bronze na #Olimpíada. O que também está garantido é a Arena de Lutas da Bahia, que terá seu belíssimo projeto apresentado em breve. Que venha o ouro!”, escreveu Rui no Instagram.

Na última quinta-feira (29), o Bahia Notícias mostrou que Salvador ainda aguarda um Centro Olímpico de Boxe, prometido por Rui Costa em 2016, após a medalha de ouro de Robson Conceição, na Olimpíada do Rio de Janeiro (relembre aqui).

O projeto estava previsto para o início de 2019 (veja aqui), mas não vingou. À época, a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) explicou, em nota, que firmou um convênio com a Sudesb (Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia) para o desenvolvimento do projeto. Para isso, foi contratado um consórcio composto pelas empresas RK Engenharia e Consultoria e Projconsult Engenharia de Projetos para a elaboração do projeto executivo, que inclui a realização de estudos técnicos e do projeto básico.

Eis o que disse a Conder na última quarta-feira (28), ao Bahia Notícias: “A Conder informa que a Arena de Lutas da Bahia está em fase de desenvolvimento do projeto conceitual”, destacou, em nota. A assessoria de imprensa do órgão ainda afirmou que ainda não há um prazo para a execução das obras. “Estamos no processo de planejamento, muito inicial. Não temos nenhum tipo de prazo e projeção. A gente vai realizar o processo licitatório, mas está muito verde ainda para determinarmos algum tipo de prazo”, explicou.

Ainda na quinta-feira (29), o BN também divulgou que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) indeferiu o projeto do governo da Bahia para construir a Arena de Lutas da Bahia (ou Centro Olímpico de Boxe) na Avenida Luís Tarquínio, na Boa Viagem, em Salvador, ao lado de prédio tombado (leia mais aqui).

A proposta indicava a demolição do edifício existente para erguer o complexo esportivo o que alteraria a estética do local, cujo vizinho imediato é o Palacete Machado, também conhecido como antigo abrigo D. Pedro II.

CRÍTICAS AO GOVERNADOR
Em uma postagem feita pelo Bahia Notícias sobre o assunto, no Instagram, Robson Conceição manifestou sua indignação. “Promessas e conversas, nada mais que isso”, disse. (leia mais aqui).

Essa não foi a primeira vez que Robson alfinetou políticos. Em 2016, logo após sua conquista, ele afirmou que muitos foram até a casa dele para tentar obter vantagens com seu sucesso.

Fonte: Bahia Notícias

Votos já são impressos e auditáveis, afirma TSE

No dia em que apoiadores de Bolsonaro foram às ruas pelo voto impresso, em vídeo o TSE afirmou em vídeo que as urnas eletrônicas já imprimem boletins com os votos de cada seção eleitoral, que podem ser auditáveis por qualquer cidadão no dia da votação

Neste domingo (1), dia em que capitais do país registraram atos de bolsonaristas a favor do voto impresso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez uma postagem em sua conta oficial no Twitter para reafirmar a seguranças das urnas eletrônicas e a lisura do processo eleitoral brasileiro.

A publicação do tribunal ainda contou com um tom de ironia: “você sabia que os votos já são impressos?”, questionou o TSE no tuíte, explicando em seguida: “qualquer eleitor pode fazer a contagem de votos por conta própria. Isso é possível com o BU, o famoso Boletim de Urna. Faça sua própria auditoria! Compare os BUs que você escaneou com os publicados no site do TSE”.

Fonte: 247

Ouro e prata nas Olímpiadas, Rebeca Andrade iniciou carreira no esporte em projeto do PT

(Foto: Ricardo Bufolin/CBG)

Rebeca Andrade começou a treinar aos quatro anos, no Ginásio Bonifácio Cardoso, da prefeitura de Guarulhos, durante a gestão do prefeito Elói Pietá

A ginasta Rebeca Andrade, uma mulher negra e da periferia, se tornou a primeira brasileira a ganhar medalha olímpica na ginástica artística e a primeira brasileira a ganhar duas medalhas numa mesma edição dos jogos olímpicos.

Rebeca Andrade começou a treinar aos quatro anos, no Ginásio Bonifácio Cardoso, da prefeitura de Guarulhos, em São Paulo, durante a gestão do prefeito Elói Pietá, do PT. Lá, ela ficou conhecida como a “Daianinha de Guarulhos”, uma referência à ídola, Daiane dos Santos.

Rebeca tem sete irmãos. A família teve dificuldades para manter o sonho da ginasta. Com dificuldades financeiras, Rebeca chegou a parar de treinar por um período, mas os técnicos organizaram um esquema de rodízio para levar a menina aos treinos. Depois, um dos irmãos de Rebeca, Emerson Rodrigues, que hoje está com 30 anos, comprou uma bicicleta para levar a irmã aos treinos.

Rebeca Andrade já havia ganho a medalha de prata no individual geral da ginástica na última quinta-feira (29), em uma apresentação quase perfeita ao som da música “Baile de Favela”, lançada em 2015 por MC João. Nesta segunda-feira (2), a atleta disputa mais uma medalha na final do solo, também se apresentando ao som do “Baile de Favela”.

Rebeca pode aumentar coleção de medalhas

Depois de conquistar o primeiro ouro da ginástica artística feminina neste domingo (1º), ao marcar 15.083 na prova do salto, Rebeca Andrade tem chance de aumentar a sua coleção de medalhas na final do solo, que será disputada nesta segunda (2).

Neste domingo, o Brasil amanheceu comemorando a medalha de ouro de Rebeca, a primeira mulher brasileira a conquistar duas medalhas numa mesma edição olímpica. Ela já havia conquistado a prata no individual geral.

Executando dois dos movimentos mais difíceis no aparelho, um Cheng e um Amanar, ele conseguiu 15.166 no primeiro salto e 15.000 no segundo, chegando a uma média de 15.083.

Rebeca Andrade foi a terceira a se apresentar na final e assumiu a liderança para não mais deixar até a oitava ginasta deixar a área de competição. A prata ficou com Mykayla Skinner, dos Estados Unidos, com 14.916 – americana que substituiu a estrela Simone Biles na final –, e o bronze com Seojeong Yeo, da Coreia do Sul, com 14.733.

A ginasta de Guarulhos que defende as cores do Flamengo dominou as redes sociais com a prata no individual geral nos últimos. Apesar de saber de grande repercussão dos seus feitos, a jovem de 22 anos segue focada na busca de seu terceiro pódio olímpico.

“Estou bombando nas redes sociais, a galera ficou bem feliz. Mas a minha cabeça está a mesma de quando eu saí do Brasil para vir competir, totalmente concentrada, sabendo as coisas que importam e o que eu preciso fazer, para depois pensar em tudo isso que está acontecendo. Eu sempre reposto o que as pessoas me marcam, eu sei que elas torcem demais e querem o melhor pra mim, isso é muito legal. Estou bem centrada, amanhã tem mais um dia de competição, mais um dia que vou dar 110% de mim e é nisso que estou pensando… E na medalha também, claro”, concluiu.

Fonte: 247

Judeus explicam por que bolsonarismo é uma forma de nazismo

Michel Gherman, Hitler, Jair Bolsonaro e Fábio Tofic Simantob (Foto: Reprodução | Felipe L. Gonçalves/Brasil247)

Michel Gherman, do Núcleo de Estudos Judaicos da UFRJ, e Fábio Tofic Simantob, mestre em direito penal pela USP, alertam para a proximidade de bolsonaristas com o nazismo. “Continuam a acreditar nas teses supremacistas e conspiratórias típicas do antissemitismo e do racismo estrutural”, dizem. “Posições xenófobas e que relativizam o Holocausto não podem ser toleradas”

Em análise publicada no jornal Folha de S.Paulo, Michel Gherman Professor-coordenador do Núcleo de Estudos Judaicos da UFRJ e diretor acadêmico do Instituto Brasil-Israel (Ibis), e Fábio Tofic Simantob, mestre em direito penal pela USP e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim), alertam para a proximidade do governo Jair Bolsonaro com práticas nazistas.

“Criam um judeu para chamar de seu, enquanto continuam a acreditar nas teses supremacistas e conspiratórias típicas do antissemitismo e do racismo estrutural”, dizem. “A visita de deputada de um partido de extrema direita alemão a Bolsonaro nos fez lembrar disso. Posições xenófobas e que relativizam o Holocausto não podem ser toleradas. Judeus e não judeus devem entender os vínculos ideológicos do bolsonarismo com o nazismo. Eles nunca foram ocultos, mas hoje estão mais claros do que nunca, sorridentes e saindo do armário para os braços de uma deputada neonazista. Só não vê quem não quer”, acrescentam.

De acordo com os analistas, “quando Jair Bolsonaro esteve no clube Hebraica do Rio de Janeiro e comparou quilombolas a gado gordo, ele estava efetivamente reproduzindo um pensamento racista – mas alguns preferiram relevar”. “Quando o secretário da Cultura gravou um vídeo emulando Joseph Goebbels, tampouco despertou a ira ou a revolta daqueles que queriam enxergar Bolsonaro como o amiguinho dos judeus e de Israel. O presidente, no passado, já havia feito elogios a Hitler. Mas isso também não foi grave o suficiente para encará-lo como um líder racista e antissemita”, destacam.

Os estudiosos fazem um paralelo com o antijudaísmo no exterior. “A extrema direita polonesa e húngara e os supremacistas americanos – parceiros ideológicos do bolsonarismo – não escondem seu ódio aos judeus. Idolatram uma Israel branca e cristã, a Israel imaginária, enquanto que, de outro, não toleram o estranho, o diferente, o estrangeiro – em suma, o judeu histórico”, complementam.

Fonte: 247

Ex-candidato a deputado federal Aroldo Pinto se filia ao PT

Senador Jaques Wagner (PT), Aroldo Pinto (PT) e Lula. (Foto: Ricardo Sturket)

Depois de ter lutado pela Lei da Ficha Limpa, inclusive na semana de sua aprovação no Congresso Nacional, o que foi registrado no Jornal Nacional da rede Globo, e participado de vários protestos em favor da coletividade, especilmente para servidores públicos, Aroldo Pinto foi lançado, em 2018, candidato a DEPUTADO FEDERAL (pelo PSB) no chapão do atual governador da Bahia, Rui Costa, PT.

Entre o deputado Indio da Costa, RJ e Jovita Rosas do MCCE, dentre outros o relator da Ficha Limpa Edurado Cardozo PT.

Aroldo vem usando as redes sociais, fazendo lives, dentre outros, defendendo a democracia, a verdade e combatendo as fake news. Ainda, foi à Curitiba, Brasília tentar sensibilizar autoridades no intuito de libertar o ex-presidente Lula. Sempre teve afinidade com partidos de esquerda e fez parte, tendo sido filiado ao PT nos anos 90. Em contato com a militância petista de todo o Brasil, Aroldo Pinto foi convencido a voltar para o PT. Isso mesmo, Aroldo se filiou, novamente ao PT, com aval de dirigente estadual e nacional.

À direita, segurando uma agenda, Aroldo Pinto, PT-BA.

CANDIDATURA 2022

Perguntado se será novamente candidato a deputado federal, Aroldo Pinto acentuou que o Brasil precisa melhorar a qualidade política do Congresso Nacional, colocar pessoas decentes que cuide bem das pessoas, especialmente as mais empobrecidas. Mas, que respeita as decisões da direção estadual, em conjunto com a nacional. Se Lula e a militância achar que é preciso, então estarei a disposição. “Voltei para o PT, no sentido de somar, e ajudar a reorganizar a militância, defendendo as bandeiras que sempre foram defendidas pelo PT, observando as mudanças em nível mundial, sem contudo, ferir nossa soberania e entregar nossas riquezas para o capital estrageiro – política adotada pelos defensores do estado mínimo.” Acrescentou que está a disposição do Partido dos Trabalhadores.



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