WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

secom bahia

secom bahia

embasa


(74) 99106-4031

junho 2021
D S T Q Q S S
« maio   jul »
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  


:: 1/jun/2021 . 21:44

Otto Alencar ‘aperta’ Nise sobre uso da cloroquina e gera constrangimento em CPI

O senador baiano Otto Alencar (PSD), médico de formação, protagonizou um momento de incisivos questionamentos à Nise Yamaguchi sobre o tratamento de mais de 370 pacientes que ela alega terem sido “curados” da Covid-19 com o uso da idroxicloroquina, medicamento que sucessivas pesquisas já comprovaram ser ineficaz. Em seus esclarecimentos, nesta terça-feira (1º), a médica voltou a defender o tratamento precoce da doença e o uso da medicação. Apresentou ainda uma minuta de decreto, a qual prevê a administração da medicação.

“A primeira coisa que pergunto é que se para utilizar hidroxicloroquina a senhora fez exames pré-clínicos e clínicos, quais exames e se a senhora acompanhou e tem os exames se depois do tratamento deixaram sequela?”, iniciou Otto, ao passo que a médica responde que a droga já é utilizada há mais de 80 anos.

“A senhora vim dizer que é usada há tanto tempo sem fazer exames clínicos e pré-clínicos?”, rebate o senador. “A senhora está errada. Apostou em uma droga que poderia dar certo ou não. A ciência, por mais que a senhora seja formada e tenha curso, não admite isso. De se apostar no escuro. Querer testar uma droga para ver se dar certo ou errado”, enfatizou Alencar, repetindo postura combativa, assim como já havia expressado em outros depoimentos na CPI.

“Se me fornecer os dados todos dos pacientes que falou há pouco, os trezentos e poucos pacientes com nome, o diagnóstico de certeza que estava com a Covid, o tratamento e a sequelas que ficaram, resultados de exames de laboratório… A senhora fez dedímero dos exames que a senhora fez? Não tem. Tem as tomografias? Fez? Não fez. Ficou fibrose pulmonar?”, continua o senador em seus questionamentos.

Alencar prossegue ainda com questionamentos apontados como básicos no tratamento da Covid-19, os quais Nise não consegue responder ou responde de maneira superficial, a exemplo da diferença entre vírus e protozoários.

“Como é que a senhora, com a responsabilidade que tem diz que tratou 370 pacientes sem comprovar os doentes, sem mostrar os exames? Isso é leviano”, continua o senador. “De médico audiovisual esse plenário está cheio”, acrescentou.

Após a sequência de perguntas feitas pelo senador, as quais gerou tensão e deixou no ar um clima de constrangimento, o presidente Omar Aziz interveio.

Bahia vence o Vila Nova em Goiânia e fica em vantagem na Copa do Brasil

O Bahia venceu o Vila Nova por 1 a 0 nesta terça-feira (1º), em Goiânia, e abriu vantagem na terceira fase da Copa do Brasil. A única bola na rede anotada na partida foi de Rodriguinho, no início da segunda etapa.

Com o resultado, basta um empate na segunda partida para o Esquadrão garantir a classificação. As duas equipes se reencontram no próximo dia 9 de junho, às 19h, em Pituaçu.

Antes, o Tricolor volta a jogar pelo Brasileirão no próximo sábado (5), às 21h, no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista.

O JOGO

Os primeiros minutos de jogo foram com o Bahia buscando o ataque. Aos três minutos, Rossi cruzou, a defesa do Vila dormiu, mas Rodriguinho não conseguiu dominar bem e perdeu uma boa chance de marcar. Três minutos depois, Thonny Anderson ficou com a bola na grande área e chutou em cima da defesa.

O Tricolor teve uma grande situação aos oito minutos. No lance, Thaciano cruzou, Rodriguinho completou e chutou na trave após desvio do goleiro. Na sobra, Thonny Anderson chutou e a bola pegou no braço de um defensor do Tigrão. Em uma nova sobra, Patrick levou um pontapé de Walisson Maia e os jogadores do Esquadrão pediram pênalti. Mas nada foi marcado.

Aos 16 minutos, quase o primeiro gol do Bahia. Rodriguinho lançou Thonny Anderson, que chutou para grande defesa de Georgemy. O rebote quase ficou com Thaciano, mas a defesa do time vermelho afastou.

 

Thonny Anderson acerta a trave

Em um contra-ataque rápido, Rossi acionou Thonny Anderson na entrada da área. Ele driblou o zagueiro, viu o goleiro se adiantar e deu um tapa por cima. Caprichosamente, a redonda bateu no pé da trave. Aos 34, foi a vez do time da casa. Kelvin cobrou falta e Claus saiu para fazer a defesa.

Com 35, Rodriguinho tabelou com Thaciano na entrada da área e mandou por cima do gol. Aos 42, Kelvin bateu colocado e Mateus Claus fez uma boa defesa.

Segundo tempo

Rodriguinho abre o placar

Logo no primeiro minuto da etapa final, o Bahia abriu o marcador. Na jogada, Rossi recebeu no lado direito e cruzou na medida para Rodriguinho, que cabeceou no contrapé do goleiro Georgemy para balançar a rede.

O Vila Nova quase empatou o jogo aos 13 minutos. No lance, João Pedro mandou uma bomba para grande defesa de Mateus Claus. Três minutos depois, quem passou perto foi o Tricolor. Rodriguinho dominou na grande área e chutou forte para Georgemy salvar o Vila.

Aos 25 minutos, Pedro Júnior levou a melhor na dividida na entrada da área e ficou na cara do gol. Ele finalizou e Mateus Claus fez uma sensacional intervenção.

 

Dudu acerta o travessão

O Vila ficou muito perto do gol de empate aos 36. Em boa cobrança de falta, Dudu acertou o travessão defendido por Mateus Claus.

 

Alesson sofre pênalti, mas juiz não marca

O Bahia ficou na bronca com a arbitragem de Jean Pierre Gonçalves por conta de um pênalti não marcado. Eram marcados 36 minutos quando Alesson avançou em velocidade pelo lado direito e foi derrubado pelo goleiro Georgemy na grande área. O juiz mandou seguir.

Antes do apito final, uma boa jogada criada pelo Tricolor. Alesson avançou em velocidade, cruzou e o goleiro Georgemy deu um tapa para afastar.

 

FICHA TÉCNICA
Vila Nova x Bahia
Copa do Brasil – Terceira Fase – 1º jogo

Local: OBA, em Goiânia
Data: 1/06/2021 (terça-feira)
Horário: 16h30
Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima (RS)
Assistentes: Lucio Beiersdorf Flor e Andre da Silva Bitencourt (ambos do RJ)

Cartões amarelos: Matheus Bahia, Patrick, Conti (Bahia) / Kelvin (Vila Nova)

Gols: Rodriguinho (Bahia)

Bahia: Mateus Claus; Renan Guedes, Conti, Juninho e Matheus Bahia; Patrick (Jonas), Thaciano e Daniel (Galdezani); Rossi (Óscar Ruiz), Rodriguinho (Alesson) e Thonny Anderson (Gilbert). Técnico: Dado Cavalcanti.

Vila Nova: Georgemy; Pedro Bambu, Renato. Walisson Maia e Willian Formiga; Dudu, Deivid e Arthur Rezende (João Pedro); Kelvin (Thiaguinho), Henan (Cardoso) e Pedro Júnior. Técnico: Wagner Lopes.

Governo confirma Copa América no Brasil em meio à pandemia e diz que “venceu a coerência”

Ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, confirmou a notícia em seu perfil no Twitter e disse ainda que o Brasil “não poderia virar as costas para um campeonato tradicional como este”. Torneio de futebol acontecerá sem público

O ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, confirmou em seu perfil no Twitter no início da noite desta terça-feira (1º) que está confirmado que o Brasil sediará a Copa América, apesar da pandemia de coronavírus.

“Confirmada a Copa América no Brasil. Venceu a coerência!”, celebrou o ministro. “O Brasil, que sedia jogos da Libertadores, Sul-Americana,sem falar nos campeonatos estaduais e brasileiro, não poderia virar as costas para um campeonato tradicional como este”, completou.

As partidas acontecerão nos estados de Mato Grosso, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Goiás, sem público. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que havia se manifestado favorável à realização do evento, voltou atrás e barrou jogos no estado.

O anúncio da sede – que ainda não estava confirmado – provocou forte repercussão negativa nesta segunda-feira (31). O evento aconteceria na Argentina, mas o país desistiu de ser sede em decorrência do agravamento da Covid.

Jair Bolsonaro já havia deixado praticamente certa a confirmação mais cedo nesta terça. “No que depender de mim e de todos os ministros, inclusive o ministro da Saúde, já está acertado, haverá Copa América no Brasil”, disse a apoiadores no Palácio da Alvorada.

Mandetta reafirma que Nise Yamaguchi sugeriu mudança na bula da cloroquina: ‘agia como urubu na carniça’

Segundo o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, ele encontrou a médica Nise Yamaguchi no dia 6 de abril de 2020 no Palácio do Planalto, quando ela sugeriu a mudança da bula para incluir a Covid-19 na lista de doenças para as quais servem o medicamento

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) reafirmou, nesta terça-feira, 1, à coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, que a médica Nise Yamaguchi sugeriu a mudança da bula da cloroquina por meio de decreto presidencial, com o objetivo de usar o medicamento ineficaz no tratamento da Covid-19.

Segundo Mandetta, ele encontrou a médica bolsonarista no dia 6 de abril de 2020 no Palácio do Planalto, quando ela sugeriu a mudança da bula para incluir a Covid-19 na lista de doenças para as quais servem o medicamento.

“Eu fui ao Palácio do Planalto, era o dia em que eu seria demitido [conforme anunciavam os jornais]. A Nise estava lá com outro médico, um cardiologista. Estavam como urubu na carniça”, afirma ele.

Em depoimento à CPI da Covid, nesta terça, Nise negou que tenha feito a proposta.

Mandetta, no entanto, relembrou que “cheguei no Planalto e o Braga Netto me disse ‘temos que subir para o quarto andar, tem uns médicos lá'”.

“Entrei na sala e estava ela. Perguntei: ‘Qual é o seu nome?’. E ela: ‘Nise Yamaguchi’. Falei: ‘Ah, você é a Nise'”, relembra o ex-ministro, que destacou também a presença do presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, e do então chefe da Casa Civil, general Braga Netto, e do então secretário-geral da Presidência, Jorge Oliveira, na reunião.

“O Barra Torres ficou indignado e disse que a Anvisa não permitiria aquilo”, afirmou Mandetta à Folha. O médico foi demitido do Ministério da Saúde no dia 16 de abril por se negar a defender a cloroquina como medicamento contra a Covid-19.

Fonte: 247

 

Fachin dá cinco dias para Bolsonaro explicar por que não usa máscara e causa aglomerações

Determinação do ministro é consequência de ação movida pelo PSDB, que argumenta que Bolsonaro viola o direito fundamental à vida e a moralidade na administração pública

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin deu cinco dias para que Bolsonaro explique por que não utiliza máscara e segue provocando aglomerações por onde passa. São vários os exemplos de ocasiões em que Bolsonaro provocou aglomerações e desrespeitou as medidas sanitárias de prevenção ao coronavírus.

A determinação de Fachin desta terça-feira (1) vem como consequência de uma ação movida pelo PSDB apresentada em 24 de maio, que pede que, caso Bolsonaro descumpra as medidas sanitárias, seja multado.

“É fundamental, então, que os danos gerados à credibilidade das políticas do Ministério da Saúde pela conduta do requerido sejam imediatamente cessados para que se restaure a proteção da saúde e a coesão nacional no combate ao SARS-CoV-2”, diz a peça.

O partido sustenta que a conduta de Bolsonaro fere os artigos 5º e 6º da Constituição no tópico sobre o direito fundamental à vida. Além disso, o chefe do governo federal também viola a moralidade na administração pública, de acordo com a sigla.

Nise Yamaguchi entrega a cabeça de um personagem central da trama da cloroquina: o tenente Luciano Dias Azevedo, da Marinha

O depoimento da médica jogou luzes sobre um personagem decisivo na tragédia brasileira. Trata-se do anestesista Luciano Dias Azevedo, que fazia parte do gabinete paralelo de Jair Bolsonaro e tentou mudar a bula da cloroquina para impor o remédio a todo o sistema público de saúde

Depoente desta terça-feira na CPI da Covid, a médica Nise Yamaguchi trouxe elementos que jogam luzes sobre um personagem central na trama da cloroquina: o tenente-médico Luciano Dias Azevedo, que tentou empurrar o remédio ineficaz contra a covid-19 à toda a população brasileira, por meio da rede pública de saúde. “Oi Luciano este decreto não pode ser feito assim, porque não é assim que regulamenta a pesquisa clínica. Tem normas próprias. Exporia muito o Presidente”, disse Nise Yamaguchi, no documento levado à CPI. Luciano foi o autor da minuta do decreto que mudaria a bula da cloroquina.

Por Ricardo Brito (Reuters) – A médica Nise Yamaguchi apresentou nesta terça-feira à CPI da Covid do Senado a minuta de um decreto discutido pelo governo que permitiria o uso em toda a rede pública da cloroquina e outras medicações sem eficácia comprovada contra a Covid-19, segundo cópia do documento entregue por ela à CPI e visto pela Reuters.

No documento que teve sua autenticidade reconhecida em um Cartório de Notas, Nise reproduz toda a minuta e faz um alerta sobre a sua eventual divulgação, que poderia comprometer o presidente Jair Bolsonaro.

“Oi Luciano este decreto não pode ser feito assim, porque não é assim que regulamenta a pesquisa clínica. Tem normas próprias. Exporia muito o Presidente”, alertou.

A discussão sobre a confecção pelo governo de um decreto que poderia liberar um uso em massa da cloroquina e outras medicações sem eficácia comprovada contra Covid-19 foi revelada em depoimentos anteriores na CPI, como do presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres.

Na minuta de decreto entregue à CPI, consta que a “adesão ao tratamento medicamentoso ora em estudo da Covid” deverá ser acordado entre médico e paciente, sendo que este último deveria assinar um termo de livre consentimento.

No depoimento à CPI, Nise continuou a defender o uso da cloroquina e outras medicações do chamado tratamento precoce. No entanto, a médica negou que tenha havido uma minuta de decreto para mudar a bula da cloroquina para incluir o medicamento no tratamento contra a doença.

Ela também negou ter feito parte de um gabinete paralelo que tomaria decisões sobre o enfrentamento da pandemia à revelia de orientações dadas pelo Ministério da Saúde, mas admitiu ter atuado como uma espécie de “consultora eventual” do governo.

A médica chegou a receber diárias do governo por esse último trabalho e, na documentação que entregou à CPI, fez uma devolução de 224,20 reais em diárias que disse ter recebido a mais para desempenhar o seu trabalho.

 



WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia